Smartphones representam quase 40% do mercado de bens duráveis no Brasil

27 de agosto de 2016

Os produtos de consumo de telecom são responsáveis hoje por 39,4% do faturamento com bens duráveis no Brasil – que faturaram R$ 35 bilhões nos primeiros cinco meses do ano. Há um ano, a participação da categoria era de 35,6% de um faturamento total de R$ 38 bilhões. De acordo com Oliver Römerscheidt, diretor da GfK no Brasil, a queda de faturamento com a categoria, formada essencialmente por smartphones, foi de 1% no período de janeiro a maio deste ano, em relação ao mesmo período de 2015. Em unidades vendidas, no entanto, a queda foi de 28%, o que foi compensado pelo aumento de preço médio em 40%. Os dados foram apresentados durante o Eletrolar Show, evento que acontece esta semana em São Paulo.
De acordo com o executivo, a queda em faturamento menor que a queda em unidades vendidas se vê em todas as categorias de bens duráveis, sempre por conta do aumento de preço, incentivado também pelo câmbio. A categoria de telecom, no entanto, ainda é um ponto fora curva, já que, no geral, a queda em faturamento foi de 9%, com aumento de preço de 20% e queda nas vendas de 24%. “O consumidor foi mais cauteloso em 2016 e comprou menos, mas os preços aumentaram, o que levou a uma queda de faturamento mais amena”, diz o executivo.
Avanço tecnológico
Segundo Römerscheidt, o consumidor continua demandando tecnologias mais avançadas, sobretudo no mercado de smartphones. “O consumidor quer 4G, telas maiores etc. E ele entende que, com o câmbio, isso ficou mais caro e está disposto a pagar um pouco mais”, completa.
De acordo com a GfK, o preço médio dos smartphones subiu de R$ 603 nos primeiros cinco meses de 2015, para R$ 891 no mesmo período de 2016. O avanço tecnológico, no entanto, é alto. No período pesquisado de 2016 (sempre de janeiro a maio), 54,7% dos equipamentos vendidos são 4G, contra 13,5% no mesmo período de 2015. Nas câmeras embarcadas nos telefones, hoje 33,5% são com resoluções que variam de 13 a 15 megapixels. Em 2015, 38% eram câmeras de 10 megapixels.
Concentração
De modo geral, as grandes marcas foram bem menos afetadas pela crise. No mercado de TVs, por exemplo, 88% das vendas em 2016 foram de produtos das cinco principais marcas, contra 80% no mesmo período de 2015. Essa flutuação positiva para as maiores marcas também é notada em cafeteiras (de 67% para 70%) e linha branca (70% para 73%). Na contramão fica apenas o mercado de smartphones, que apresentou leve queda na concentração. As cinco principais marcas foram responsáveis por 85% das vendas de janeiro a maio de 2015, e 84% no mesmo período deste ano.
“O smartphone é a ‘galinha dos ovos de ouro’ entre os bens duráveis. Por isso, muitas marcas de eletroportáteis estão entrando nesse mercado. Também tem a chegada de mais produtos chineses”, explica o diretor da GfK.
Perspectivas
Segundo Römerscheidt, a retomada do crescimento nas vendas gerais deve acontecer apenas em 2018. No entanto, alerta o executivo, a queda nesse mercado é global e não tem a crise como único motor. Segundo ele, falta uma nova tenologia que ajude a impulsionar as vendas, como aconteceu no passado com câmeras fotográficas digitais, depois com os smartphones, tablets etc.
Na segunda metade de 2017, a expectativa é que o mercado comece a sair da crise, sem redução nas vendas. “No Brasil, devemos chegar em 2017 a uma patamar semelhante ao de 2012”, diz.
A previsão é que a queda geral no faturamento com bens duráveis em 2016 seja de R$ 3 bilhões, chegando a R$ 75,7 bilhões e descendo para R$ 73 bilhões em 2017. Em 2014, que foi um ano positivo, sem crise e com a Copa do Mundo fomentando o mercado de televisores, o faturamento foi de R$ 96,2 bilhões.
Mais especificamente no mercado de smartphones, as vendas começaram a apresentar retração no crescimento em janeiro de 2014. Mesmo assim, continuaram crescendo até abril de 2015. Após esse período, as vendas sempre caíram, mas com um ponto de virada em fevereiro de 2016, quando a queda começou a desacelerar de forma constante até maio deste ano.

 

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/19/07/2016/

smartphones-representam-quase-40-do-mercado-de-bens-duraveis-no-brasil/447582/news.aspx

Drones para monitorar torres de celular ??

26 de agosto de 2016
A AT&T está utilizando drones para realizar inspeções aéreas de suas torres celulares. Além disso, a companhia prevê usá-los como uma forma de reforçar a sua rede LTE sem fio para melhorar a cobertura em grandes eventos esportivos ou shows, onde milhares de fãs podem sobrecarregar a rede.

Drones também poderiam ser usados para uma resposta rápida a desastres, oferecendo cobertura em áreas atingidas por uma tempestade ou outra catástrofe.

Algumas dessas ideias foram anunciadas por John Donovan, diretor de estratégia para a AT&T, em um post publicado no blog da companhia. A publicação inclui um vídeo onde mostra como drones já estão inspecionando torres de celular.

Drones transmitem ao vivo vídeos das condições das torres a um engenheiro, baseado em um escritório, que pode fazer inspeções de cabos e componentes. O processo é mais rápido e mais seguro do que usar uma equipe de funcionários e permite o acesso a partes de uma torre que uma pessoa não teria acesso.

Os veículos também podem ser conectados a uma rede LTE em uma área específica para capturar dados para análise através dos servidores remotos da AT&T para permitir mudanças na rede e correções em tempo real, caso ocorreram problemas.

Art Pregler, diretor do programa que usa drones para a companhia, disse que as informações obtidas a partir de uma inspeção por drone tendem a ser mais precisa do que a forma tradicional. “Isso é emocionante”, disse. “Nós estamos na infância da utilização de drones no setor comercial. O céu é o limite.” Como drones continuam a evoluir, assim como robôs e inteligência artificial, observou ele. “Podemos ver tudo isso se unindo em um relacionamento homem-máquina muito interessante”, disse Pregler.

A companhia também está explorando o uso de drones ao desenvolver soluções em Internet das Coisas nas áreas de seguros, agricultura, inspeções de instalações e serviços de entrega.

O interesse pelo uso comercial de drones está rapidamente se expandindo. O Google e a Amazon têm projetos com drones, assim como a Verizon, esta concorrente direta da AT&T. Em dezembro passado, a Verizon anunciou um projeto piloto com a PrecisionHawk para monitorar uma colheita de uvas na Califórnia, usando drones.

O interesse das duas principais operadoras dos EUA em aplicações de Internet das coisas para clientes vêm como resposta ao declínio da receita de serviços sem fio. As operadoras estão buscando novas áreas de renda com a Internet das coisas, inclusive usando drones.

 

Fonte: http://idgnow.com.br/internet/2016/07/15/at-t-usa-drones-para-monitorar-torres-de-celular/

Privacidade e Segurança são as chaves para a consolidação da Internet das Coisas

25 de agosto de 2016

 

Apesar de Internet das Coisas (IoT) já ser uma realidade, antes que ela seja consolidada duas questões precisam ser amplamente debatidas: a privacidade e a segurança das pessoas. O alerta é de Desirée dos Santos, desenvolvedora de software da ThoughtWorks Brasil e especialista em robótica, que participou de um painel sobre o tema no 17º Fórum Internacional Software Livre (FISL), que termina neste sábado, 16, em Porto Alegre.

Segundo a especialista, o problema da privacidade é consequência do uso constante de um grande número de objetos e produtos conectados à internet. “Eles coletam dados importantes sobre você: o que faz, por onde anda, o que consome. Todos esses rastros são captados sem sua autorização, e você não tem noção de como isso está sendo utilizado”, explicou Desireé. Ela disse que a sociedade precisa debater o assunto para estabelecer limites a essa prática.

Sobre segurança, Desirée explicou que os produtos da IoT, por estarem conectados à internet, ficam sujeitos a ataques virtuais. “Se você instala um sistema para controlar as portas e janelas da sua casa, e alguém ataca esse sistema, quem vai se responsabilizar? O fornecedor, o governo?”

De acordo com a especialista, a disseminação do software livre pode ser uma solução para esse problema. “O código aberto permite que muito mais pessoas atuem juntas para consertar as brechas de segurança.”

Internet e a nova economia

O coordenador-geral da Associação Software Livre (ASL) e do FISL, Sady Jacques, também vislumbra nos programas de código aberto o futuro da IoT. “Não há nenhuma solução proprietária capaz de produzir, sozinha, internet das coisas em escala mundial. A interoperabilidade é fundamental, e só é alcançada ao limite quando utilizamos softwares livres.”

Com o avanço dos produtos conectados à rede, Jacques considera essencial que se discuta o espaço virtual, pois este é percebido cada vez mais como um grande negócio. “Os gigantes da tecnologia tendem a fazer da internet um espaço proprietário. Ela é uma plataforma que transaciona informação e, portanto, conhecimento”, ressaltou.

Para Jacques, os negócios na internet devem ser realizados em um modelo de colaboração e compartilhamento de informações. “Não se trata da ausência de negócios, mas sim da existência deles a partir de uma base de conhecimento aberta para todos. Consegue-se ter uma economia menos hierarquizada e mais capilarizada, que tende a atender melhor a sociedade como um todo”, afirmou.Com informações da Agência Brasil.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/15/07/2016/

para-especialista-antes-de-iot-se-consolidar-e-preciso-debater-privacidade-e-seguranca/

Zona Franca de Manaus inclui Economia Digital em incentivos fiscais

24 de agosto de 2016

Uma resolução do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia criou três novos programas prioritários para investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Polo Industrial de Manaus e um deles trata de setores diretamente ligados à economia digital.

Na prática, significa que o processo de aportes de P&D associados a incentivos fiscais da Lei de Informática ficam facilitados – por ser essa a finalidade primordial dos ‘programas prioritários’. Basicamente, a prestação de contas fica um pouco menos burocrática.

Até aqui eram sete desses programas prioritários, número ampliado para 10 com a resolução 12/2016, publicada nesta terça-feira, 19/7, no Diário Oficial da União. Foram criados os programas de economia digital, biotecnologia e de formação de recursos humanos.

No caso específico do programa prioritário de economia digital, passam a ser consideradas as seguintes áreas de investimentos em P&D:

1) Internet das coisas: tecnologias que envolvem a comunicação entre dispositivos eletrônicos, máquinas industriais, etc. à internet;

2) Segurança e defesa cibernética;

3) Cidades Inteligentes: diz respeito a utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação para facilitar a sobrevivência

4) Integração, processamento e análise de grandes volumes de dados (Big Data) e computação em nuvem;

5) Manufatura avançada: utilização de tecnologia avançada envolvendo sensores, processamento de dados e inteligência artificial na automação de linhas de produção;

6) Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas às áreas de Saúde, Educação, Segurança, Energia e Mobilidade;

7) Telecomunicações.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42996&sid=3

ATOS FORNECE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

23 de agosto de 2016

Sistemas de transmissão de dados terão grande impacto e oferecerão uma experiência inédita aos usuários nos Jogos Olímpicos

 

A distribuição de resultados para o mundo em menos de meio segundo, sem erros, é um marco tecnológico que levou anos para ser desenvolvido e promete ser alcançado pela Atos, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Motivada pela maturidade da tecnologia móvel, a Atos, empresa global de serviços digitais e parceira de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), gerenciou os esforços tecnológicos do COI para permitir que resultados e outros dados fossem compartilhados on-line e por meio de meios tradicionais de forma mais rápida, em qualquer plataforma e em qualquer lugar.
Visando distribuir os resultados, informações de evento e de atletas para o público e para a mídia por todo o mundo, a Atos fortaleceu seus sistemas com novas tecnologias, como o Olympic Video Player (OVP), que oferece resultados, estatísticas, biografias e conversas em mídia social, em tempo real, para espectadores, tudo reunido e integrado em apenas uma tela. O Olympic Video Player vai exibir conteúdos nunca antes vistos, com apenas um clique. Sejam quais forem os dispositivos, onde quer que estejam, os espectadores dos Jogos Olímpicos terão em suas mãos opções e controle sobre como, onde e quando assistirem, nos territórios onde os detentores dos direitos de transmissão escolherem o uso do OVP.
A Atos fornece os seguintes sistemas de TI para os Jogos:
•  Sistemas de Gerenciamento dos Jogos: disponível na nuvem dos parceiros internos da Rio 2016, esse sistema oferece apoio às operações e planejamento dos Jogos. Credenciamento de mais de 300 mil pessoas; entradas e qualificações de esportes, gerenciamento do portal para apoiar 50 mil voluntários.
•  Sistemas de Difusão de Informações: grupo de sistemas que fornece resultados em tempo real para a mídia e para a família olímpica e paraolímpica. Isso inclui o Sistema de Informação para Comentaristas (Commentator Information System – CIS), e myIfo+, que oferece informações para mídia, atletas, juízes, técnicos e patrocinadores.
Os sistemas de resultados estão disponíveis nos estádios olímpicos, no Centro de Imprensa Principal (Main Press Center), no Centro de Transmissão Internacional (International Broadcasting Center) e, remotamente, nos estúdios de transmissoras para oferecer apoio à mídia na reportagem dos eventos à medida que acontecem.
CIS: gerenciado centralmente na Central de Operações Tecnológicas, o CIS fornece a comentaristas e jornalistas uma tecnologia com tela sensível ao toque que fornece resultados em tempo real, tão rápidos que os resultados podem ser visualizados antes da multidão comemorar. Também será a primeira vez que transmissoras terão acesso ao sistema para todos os esportes olímpicos e 12 esportes paraolímpicos.
•  myInfo+: aplicativo de internet que permite que representantes de mídia credenciados, oficiais dos esportes e atletas acessem as informações disponíveis. Pela primeira vez, os resultados ao vivo serão disponibilizados para todos os esportes Olímpicos e Paraolímpicos. Ele também fornece informações de calendário de competições, tabelas de classificação, notícias sobre transporte e registros esportivos. Tudo isso disponível nos laptops de usuários, que podem ajustar suas homepages para destacar os países em que desejam focar durante os jogos.
“Os sistemas de TI da Atos permitirão a reportagem instantânea de 6 mil horas de cobertura dos Jogos Olímpicos para todo o mundo pelos meios tradicionais de televisão e digitalmente, pelos bilhões de laptops, tablets e smartphones.“Esses jogos serão verdadeiramente globais, não só por conta de todos os países representados nele, mas pela contribuição dada pelo trabalho da Atos levando os jogos para todo o Mundo”, afirma Elly Resende, diretor de tecnologia da Rio 2016.
A Atos fornece soluções de TI para os Jogos Olímpicos desde 1992. Para os Jogos Olímpicos Rio 2016, mudou seu modelo de hospedagem de serviços TI para usar serviços Cloud fornecidos pelos parceiros de hospedagem da Rio 2016.
No Brasil, a empresa conta com cerca de 2.000 colaboradores, distribuídos nos escritórios de São Paulo e Londrina, este último com Centro de Operações inaugurado em 2013, além das equipes alocadas nas estruturas de clientes em diversas cidades do Brasil.

 

 

Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/07/

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23 de agosto de 2016

 

 

 

 

De 23 à 25 de Agosto de 2016 acontece em Indaiatuba a 7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região.

Com cerca de 100 Stands da indústria, comércio e unidades de ensino, o pavilhão estima receber cerca de 7mil pessoas durante os três dias de exposição e conta ainda com 12 palestras de ótimo conteúdo e profissionalismo!

 

A MAXLAN Tecnologia estará presente nos stands de nº 71 a 73, visite-nos ! Será um prazer recebê-los!

Também promoveremos a Palestra “Ameças de Segurança no Mundo Digital” no primeiro dia, às 20h15, no Auditório da Exposição!

Para detalhes da programação de palestras que acontecerão dentro da Feira durante os dias de funcionamento acesse: http://www.feiradasindustrias.com.br/cadastramento/

 
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7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região

22 de agosto de 2016
A Feira visa fomentar negócios entre expositores e movimentar a economia
 
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, realiza a 7ª Feira das Indústrias de Indaiatuba e Região de 23 a 25 de agosto, das 15h às 21h, no Pavilhão da Viber. O evento reunirá 90 estandes entre indústrias e prestadores de serviços, além de palestras voltadas aos empresários. A Feira visa apresentar para a população o que é produzido em Indaiatuba e em sua região, assim como fomentar negócios entre expositores, movimentando a economia.  O evento conta com o patrocínio da Unimed e tem apoio do Sebrae, Grupo GTA, Laktus e Arganet. A entrada é gratuita.
As empresas já confirmadas para o evento são: SEW Eurodrive;  Kion South;  Big & Strong;  Marca Brindes ; Daran Automação; Argus;  Finita Móveis;  Acquametal;  Metasil;  Torcetex;  Yanmar South;  Shopstar Uniformes;  Birô;  J.Feres Embalagens;  Polychem Produtos Químicos;  Foccus;  TK Logística;  Balilla;  Ivesa;  Jeep;  Manitec Geradores;  Visinox;  Platz Marketing; Seriprint;  Grupo Rekiman;  Concceito Mix;  Engelo;  Maxlan Tecnologia;  Sethi 3D; Rodomago;  Inset Clean;  Megatec;  ASK Tech;  Dunex Logística;  Aliberti;  Printline; Prisma Projetos;  Action Technology; ERS Serviços de Reciclagem; Total Medical; Dynamic Hidraulica e Pneumática;  Casa Americana Artigos de Laboratórios; Aquarela Serviços; M.Mídia; Reduzino Exaustores e Climatizadores ; Compway; CSM Tube do Brasil; Nova Opção Turismo; Meka; Acop Files; Victoria Home; Octo Label; Technocut; VDA Lubrificantes; Inductotherm Group; Golfe Cart; Escola Tecnica Santos Dumont; R&S Resíduos; Cea do Brasil; Newcom; Casa Grande Comunicação Visual;  Total Medical
Palestras Gratuitas:

 

 
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VIVO ADOTA METODOLOGIA DO VALE DO SILÍCIO PARA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

22 de agosto de 2016

Segundo Ricardo Sanfelice, responsável pela recém criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da empresa, a missão é fazer com que 80% dos processos de sua área sejam desenvolvidos dentro de um novo conceito de trabalho, conduzido por pequenas equipes multidisciplinares, os chamados “esquadrões”. Com isso, o desenvolvimento de produtos digitais para os usuários vai ganhar maior agilidade, produtividade e eficiência.

A adoção da metodologia de trabalho, que começou neste mês de julho, envolve a formação de pequenas equipes, de sete a 12 pessoas, para desenvolver uma tarefa. Cada equipe, ou squad (esquadrão), é dirigida por um líder, que tem como principal tarefa ser o facilitador do trabalho. Atingido o objetivo, forma-se nova equipe para outra missão. “É um novo jeito de trabalhar, onde a equipe desenvolve o produto, testa, verifica as falhas e aprende com elas”, conta Ricardo Sanfelice, responsável pela recém-criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da Vivo.

A metodologia é responsável por muito do sucesso das empresas do Vale do Silício. E a Vivo decidiu incorporá-la, a partir deste mês de julho, para, segundo Sanfelice, tornar a empresa mais leve, mais ágil e mais produtiva. Como se trata de uma mudança cultural bastante radical, a nova metodologia começa a ser introduzida justamente nas áreas da empresa mais envolvidas com tecnologia e inovação: a de desenvolvimento de produtos digitais e a de Tecnologia da Informação, que dá a infraestrutura tecnológica para a primeira.

Não vai ser uma tarefa fácil transformar uma grande operadora, que caminha como um mamute, em uma gazela. Mesmo com a introdução de novos métodos de trabalho, a partir da privatização, em 1998, a Telefônica Vivo ainda tem resquícios da enorme burocracia das estatais. Originou-se da antiga Telesp e foi comprada pela espanhola Telefónica, também uma ex-estatal.

Nova cultura

Sob o comando de Sanfelice, que acompanha Amos Genish, presidente da Telefônica Vivo, desde os tempos da GVT, estão todas as iniciativas digitais, antes dispersas por diferentes áreas da empresa. São quatros pilares da atuação da nova vice-presidência: canais digitais, Business Inteligence e Big Data, produtos digitais e inovação e empreendedorismo.

O objetivo da área de canais digitais é fazer com que cada vez mais usuários se relacionem com a operadora através deles, sem recorrer ao call center ou às lojas. Para isso, diz Sanfelice, é preciso entender o comportamento do consumidor, como ele se relaciona com as redes sociais, “para melhorar o que já temos e oferecer novos serviços”.

Nesse segmento, a Vivo já tem várias ofertas, como o Meu Vivo, um aplicativo onde o usuário do serviço móvel – e mesmo fixo – pode realizar inúmeras atividades de seu relacionamento com a operadora, de consultar o consumo de dados, checar a fatura, fazer recarga a agendar atendimento em uma loja física. O Meu Vivo já soma 11 milhões de downloads e seu volume mensal de acessos cresceu 300% em um ano. “O que temos que fazer é colocar mais serviços na rede”, diz Sanfelice.

Mas tanto para entender o comportamento do cliente nas redes sociais como para lhe oferecer novos serviços digitais um insumo essencial são os seus dados: como acessa, quando acessa, o que consome e de que forma. Não é por outro motivo que todo o tratamento dos dados do cliente por meio de tecnologias como BI e Big Data também está sob o guarda-chuva da vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação. “São mais de 120 pessoas, das quais 50 são cientistas de dados, profissionais altamente qualificados que fazem a modelagem dos dados do cliente”, explica Sanfelice.

Em cima desses deles, se analisa desde o tráfego nas estações radiobase, para saber onde e em que período é necessário reforçar a rede, até o perfil de consumo do cliente, insumo essencial para direcionar os canais digitais e desenvolver novos serviços digitais.

Serviços digitais

Para o cliente Vivo e mesmo para o público em geral, a parte mais visível da nova estratégia da operadora são os serviços digitais, os chamados serviços de valor agregado (SVA). São mais de 80 aplicativos em áreas como música, saúde, educação e segurança, entre outros, que já atingem cerca de 40 milhões de clientes e geraram receita de R$ 1,9 bilhão em 2015. “No ano passado registraram crescimento de 15% e vão continuar crescendo”, diz Sanfelice.

Embora a maior parte dos apps esteja voltada a clientes pessoas físicas, também há oferta para o segmento corporativo. Nesse segmento, Sanfelice destaca os apps de segurança e os serviços na nuvem.

O quarto e último pilar na vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação, que está subordinada à vice-presidência de Christian Gebara, responsável pelo maketing e vendas de todas as linhas de negócio, é a área de inovação e empreendedorismo. Ela envolve o Telefônica Open Future, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação do grupo, com escritórios em 17 países da América Latina, Europa e Ásia.

No Brasil, o programa está presente por meio do Fundo Amerigo/Investech, espaços de crowdworking e da aceleradora Wayra. Esta já acelerou 54 star ups e, no momento, abriga outras 13. Segundo Sanfelice, pelo menos sete apps desenvolvidos por essas star ups já foram absorvidos e fazem parte do catálogo da Vivo. Mas ele envolve também apps desenvolvidas por start ups da Wayra em outros países.

Entre os apps bem-sucedidos, Sanfelice aponta a atendente virtual Vivi, desenvolvida por uma start up chilena. No catálogo da Vivo já é um sucesso. A Vivi realiza cerca de 500 mil atendimentos/mês. “São 500 mil atendimentos a menos no call center. Queremos multiplicar este número, para aumentar nossa eficiência na relação com o cliente”, Diz Sanfelice.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-adota-metodologia-do-vale-do-silicio-para-transformacao-digital/

Huawei e Telefônica fecham acordo de inovação para rede 5G

21 de agosto de 2016

A empresa chinesa Huawei e a Telefônica, assinaram um acordo para o desenvolvimento conjunto da próxima rede de acesso (NG-RAN) da quinta geração de redes móveis. A parceria representa mais um passo da cooperação 5G entre as empresas, que foi iniciada no ano de 2015. Com a nova rede, os usuários poderão desfrutar de maior e melhor conectividade, beneficiando o desenvolvimento da internet móvel e da Internet das Coisas (IoT). Atualmente há diversos aplicativo que precisam de uma taxa de transferência alta, baixa latência e conexão massiva. Com isso, há uma necessidade de revolução na atual rede de celular. Empresas de telecomunicações estão procurando maneiras para aumentar a cobertura e a capacidade da rede, além de reduzir o custo e simplificar a manutenção, economizando energia e melhorando a eficiência e a flexibilidade. “A Telefônica possui compreensão das futuras tendências da rede móvel, enquanto a Huawei está investindo nas principais tecnologias para habilitar a inovação 5G. A cooperação entre Telefônica e Huawei ajudará a construir um mundo melhor e mais conectado”, disse David Wang, presidente de Rede Wireless da Huawei. Já o Chefe do Departamento de Tecnologia do Telefonica Group, Enrique Blanco, afirmou que a companhia está feliz com o novo acordo com a Huawei, visto que mantarão a cooperação na 5G e na próxima geração RAN. “A colaboração com a Huawei permite o compartilhamento de requisitos e experiências, além de focar no fornecimento das soluções nas redes avançadas”, destacou Blanco. A empresa chinesa já acumula uma experiência de seis anos em pesquisa com a 5G. A companhia se unirá com mais parceiros da indústria de telecomunicações para que juntas possam criar um ecossistema 5G e transformá-lo em realidade. Via Maxpress

Matéria completa:  http://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/huawei-e-telefonica-fecham-acordo-de-inovacao-para-rede-5g-73679/

 

5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados

20 de agosto de 2016

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

 A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g