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Transações B2B pela web devem movimentar R$ 1,69 trilhão neste ano, diz pesquisa

domingo, 11 de setembro de 2016

Volume de transações digitais entre empresas aumenta e é esperado um crescimento de 2,42 % no período.
O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016, conforme aponta dados divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

Segundo o levantamento, medido há 14 anos e realizado com 500 empresas, o crescimento esperado é de 2,42 % no período, frente ao R$ 1,65 trilhão alcançado em 2015. A expansão do índice segue tímida neste ano se comparar os resultados de 2015 com os números de 2014, que teve um aumento de 9,2%. Em 2014, o volume apresentado foi de 1,5 trilhão.

O B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets).

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 77% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,37 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,34 trilhão de 2015. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (10,6%), Atacado & Varejo (10,2%), Química e Petroquímica (9,7%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,7%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu no trimestre o volume de R$ 359 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 351 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,8%), Atacado & Varejo (7,5%), Química e Petroquímica (12,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,3%) e Utilities (7,6%) são os mercados que ainda continuam a despontar no levantamento.

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do País, o segmento de B2B continua em expansão, mesmo que seja tímida. Cada vez mais empresas que vendem para outras empresasaumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal. É importante também realçar o maior crescimento comparativos do B2B e-marketplaces”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/transacoes-b2b-pela-web-devem-movimentar-r-169-trilhao-neste-ano-diz-pesquisa/

5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados

sábado, 20 de agosto de 2016

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

 A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g

A OUSADIA DA TIM

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Operadora firmou parceria com o Cubo Coworking, mantido pelo Itaú, e passa a usar o conceito de Open Innovation para rentabilizar serviços de conectividade, billing e big data

A TIM lançou hoje, 19, em São Paulo, uma parceria com o Cubo Coworking, espaço dedicado ao empreendedorismo mantido pelo Itaú e Redpoint Ventures. Inicialmente, a operadora móvel irá fornecer a infraestrutura de rede de ultra banda larga no prédio, que hoje abriga 55 empresas – a maioria, startups. E já iniciou reuniões com os empreendedores do local para oferecer mentoria, encontrar potenciais clientes ou parceiros.

A intenção da tele é entrar no ecossistema de inovação sem lançar mão de capital. “Acreditamos que o ecossistema de empreendedorismo no Brasil está bem servido. O que de melhor podemos oferecer às startups é o acesso a nossos clientes, big data, sistemas”, diz Luis Minoru, CSO da TIM Brasil.

Segundo ele, o acesso a 65 milhões de clientes, a uma ampla rede 4G, o contato com uma série de serviços inovativos – área que fatura R$ 1,5 bilhões na operadora – e a capacidade de processar nada menos que 6 bilhões de CDRs por dia pode garantir o sucesso de uma empresa nascente e inovadora. A operadora está concluindo, ainda, a implementação de plataforma da Oracle e Engineering que, entre outras coisas, abrirá as portas para uso de API por parte das startups para acessar os sistemas da TIM.

“Para nós, como operadora, o Open Innovation abre possibilidades. Queremos ser mais vistos como empresa de serviços do que de infraestrutura. [Com essas parcerias] gero um cliente para minha infraestrutura de big data, billing, e serviços de conectividade”, afirma o executivo.

Quem vai fazer o meio de campo entre a operadora e as startups será o departamento de Inovação e Novos Negócios, dirigido por Janilson Bezerra. A área foi criada no final do ano passado e está subordinada à diretoria de estratégia, comandada por Minoru.

Para o Cubo, a visão da TIM faz todo sentido. Segundo Flavio Pripas, responsável pelo espaço, empresas dispostas a investir nas startups já não são a principal necessidade dos empreendedores. “O investimento em equity às vezes atrapalha o desenvolvimento de uma startup pois impede investimento de outras fontes”, observa. Em 10 meses de funcionamento, as empresas do Cubo fecharam 80 negócios  de investimento ou parcerias das startups com grandes empresas.

A parceria com entre TIM e Cubo complementa a já existe iniciativa do Instituto TIM de incentivar a inovação por meio do Academic Working Capital (AWC). Neste caso, o instituto atua como uma aceleradora, financiando a prototipagem de produtos e oferecendo mentoria para incentivar o empreendedorismo inovador de alto impacto a formandos de universidades.

Por enquanto, a operadora não tem a intenção de trazer para o país o TIM Ventures, área de corporate investment da Telecom Italia e que já aportou capital na empresa local wiMAN, um sistema de WiFi compartilhado. “Eles [TIM Ventures] até estão olhando formas de atuar no Brasil. Mas acho que não é necessário neste momento. A principal moeda de troca hoje não é dinheiro”, conclui Minoru.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-vai-oferecer-startups-acesso-assinantes-e-big-data/

GRUPO ALGAR INVESTIRÁ EM INOVAÇÃO

domingo, 14 de agosto de 2016

 

 

Para investir 5% do seu lucro líquido em inovação, lançou a Algar Ventures, que vai participar do ecossistema de inovação junto a start ups, incubadoras, universidades, espaços de coworking e fundos de investimento.

Com receita líquida de R$ 4,8 bilhões e lucro líquido de R$ 200 milhões em 2015, o Grupo Algar, com sede em Uberlândia (MG), lançou hoje (19) a Algar Ventures, braço pelo qual pretende participar ativamente do ecossistema da inovação. Em seu primeiro ano de atuação, o fundo vai investir em parcerias com start ups, universidades, espaços de coworking, incubadoras, etc. A partir do segundo ano os investimentos serão diretos em start ups, com projetos nas áreas de atuação do grupo: telecom, agronegócios, turismo e serviços.

O investimento definido pelo grupo na Algar Ventures é de 5% de seu lucro líquido por ano. Isso significa que os recursos para o primeiro ano de atuação do fundo de investimento serão de R$ 10 milhões. De acordo com Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, o objetivo, com a Algar Ventures, é levar a inovação para todas as áreas do grupo e identificar oportunidades inovadoras e disruptivas que possam complementar o portfólio de negócios do grupo, nas áreas onde já atua.

Com a Algar Ventures, os investimentos em inovação que já são feitos pelas empresas do grupo, ganharão musculatura, na visão de Sganzerla. “É muito diferente uma empresa investir internamente em inovação com seus recursos, e ter um suporte do grupo”, avalia. Mesmo sem esse suporte, duas empresas do grupo, a Algar Telecom, que respondeu por metade de sua receita líquida e 75% de seu lucro em 2015, e a Algar Agronegócios já avançaram muito em inovação.

Tanto que acabam de ser premiadas em uma iniciativa do jornal “Valor Econômico”, conta Sganzerla. A Algar Telecom ganhou o primeiro lugar em seu segmento, onde atuam grandes operadoras de telecomunicações. No segmento de agronegócios, a empresa do Grupo ficou em terceiro lugar.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/grupo-algar-vai-investir-5-do-lucro-liquido-em-inovacao/

Avanço da tecnologia no Brasil acontece com estudantes !

sábado, 30 de julho de 2016

Um grupo de estudantes do Inatel criou uma plataforma de Internet das Coisas online e gratuita, a Taurus System, que permite ligar qualquer hardware à Internet utilizando microcontroladores como placas Raspberry Pi ou Arduino e até mesmo planilhas de Excel para enviar dados.

Criado por Leonardo Gonçalves, José Carlos Costa Júnior e Guilherme Cassemiro, estudantes de engenharia de Telecom e engenharia de automação, o projeto teve como inspiração a plataforma romena Device Hub e serviria inicialmente para automação.

No entanto, os desenvolvedores perceberam que poderiam alcançar outras verticais, como agricultura, comércio e smart cities. Em um dos testes, uma fazenda de plantação de café usou o Taurus System para controle de temperatura em um secador de café, explicou Leonardo Gonçalves a MOBILE TIME. O teste deu certo e está em uso há dois meses.

Agora, o grupo com os três estudantes se chama AlfaTech. Eles passaram por um processo de pré-incubação na Inatel e começam a procurar parcerias para desenvolver a plataforma. Uma delas, já fechada, é com a Escola Técnica Estadual (ETE) de Santa Rita do Sapucaí, cidade a 406 km de Belo Horizonte que possui campus do Inatel. O AlfaTech será apresentado para alunos do último ano do curso técnico de eletrônica.

Para o futuro, Gonçalves explica que o AlfaTech estuda manter o Taurus System com dois modelos: um gratuito para até dez equipamentos; e outro premium, para clientes que buscarem ter uma consultoria com a empresa. Outra forma de monetizar que os estudantes vislumbram com a plataforma será uma loja virtual, com manuais para criar e conectar objetos à IoT. Contudo, o desenvolvedor ressalta que o intutito será continuar com a plataforma gratuita.

O Taurus System pode ser acessado por qualquer dispositivo (smartphone, tablet ou PC). Para tanto, o usuário pode enviar e-mail ao grupo – pedindo login, número serial e senha – ou se registrar no site. Atualmente, o sistema da AlfaTech consegue acessar gráficos de aparelhos e sensores conectados à plataforma, como sensor de umidade relativa do solo, sensor de temperatura e sensor de luz. Nas próximas atualizações, o sistema deve ganhar gráficos responsivos e temporizador para fazer tarefas.

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/

estudantes-de-minas-gerais-criam-sistema-gratuito-de-internet-das-coisas/440482/news.aspx

Porto Maravilha no Rio de Janeiro – Zona Portuária tem projeto para reestruturar infraestrutura de telecomunicações

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A Prefeitura do Rio de Janeiro, a TCR Telecom, a Avaya e a First Tech se uniram para reestruturar a infraestrutura de telecomunicações da zona portuária da cidade maravilhosa. O projeto, chamado de Porto Maravilha, proveu ao local rede rápida e 100% em fibra óptica e permitiu a melhoria dos processos de comunicação, que agora está preparada para suportar novos postos de trabalho e atender à demanda de grandes eventos.

Do ponto de vista da estrutura de telecomunicação, todo o Porto Maravilha está sendo cabeado com rede 100% em fibra óptica, estendendo-se ao longo de 95,5 km de malha subterrânea de dutos. A TCR, prestadora de serviços de telecomunicações e responsável por distribuir fibra para a região, se interconecta com as companhias de Telecom e leva os serviços até casas e escritórios. A empresa, após avaliar as opções de mercado, escolheu a Avaya e a integradora First Tech para implementar e gerenciar a infraestrutura de rede.

Segundo Carlos Bertholdi, diretor geral de Vendas de Serviços Estratégicos da Avaya para região de Américas Internacional, os serviços oferecidos são de alta performance e englobam aplicações de vídeo, voz e dados de todas as operadoras que atuam no porto. “Conseguimos desenvolver um projeto totalmente customizado e aderente às necessidades da região”, diz.

Para dar inteligência a toda essa estrutura, permitindo assim a construção de um ambiente multisserviço, capaz de suportar o tráfego de voz, vídeo e dados, a solução adotada foi a Avaya Fabric Connect. Por meio de uma rede única e simplificada, a plataforma otimiza a configuração e gestão do ambiente, permitindo simplificar a rede, reduzir o custo operacional e implementar serviços mais facilmente.

Para que a região conseguisse de fato expandir sua rede foram construídos três pontos de presença, sendo dois deles para data center. Dentro dessa infraestrutura, o Fabric Connect possibilitou a integração de múltiplas aplicações. Toda essa interação é estruturada em apenas uma sala, que armazena as informações do sistema e permite um gerenciamento mais assertivo.

De acordo com Alfredo de Moraes Neto, engenheiro de Sistemas da First Tech, essa integração de múltiplas aplicações que a rede permite foi um dos desafios e, ao mesmo tempo, um dos diferenciais do projeto, uma vez que o ambiente não mistura o tráfego das diversas redes VLAN.

Ele explica que cada prestadora de serviço de telecom opera com sua própria rede VLAN e, na infraestrutura desenvolvida pela First Tech e Avaya, todas essas redes passam por uma mesma e única fibra, chegando ao consumidor final por meio de um device que serve para qualquer operadora, facilitando assim a configuração. “Outro grande benefício do projeto é a redução de custo pois exige menos equipamentos e investimentos futuros”, lembra ele. Hoje a First Tech continua com atuação junto ao Porto Maravilha, prestando serviços de recuperação e suporte de equipamentos.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/zona-portuaria-de-rj-ganha-nova-infra-de-rede/

Gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 trilhões em 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A economia mundial dá sinais de recuperação e, segundo o Gartner, isso impactará positivamente o consumo de tecnologia ao longo do ano. A consultoria projeta que os gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 bilhões em 2014, uma expansão de 3,2% sobre o desempenho verificado no comparativo anual.

Os investimentos têm relação a utilização de ferramentas tecnológicas para suportar o crescimento das organizações. A projeção considera indicadores nas frentes de software, hardware, serviços e telecom.

A projeção é de vendas elevadas de dispositivos. A previsão é de retomada a taxas de crescimento da ordem de 4,4%, terminando o ano gerando um mercado de US$ 689 bilhões. Percebe-se, contudo, uma mudança de comportamento com as compras mais orientadas a aparelhos menos sofisticados.

De acordo com o Gartner, o mercado de data center atingirá US$ 143 bilhões, crescendo 2,3% sobre o número medido em 2013. Há uma orientação dos gastos para questões relacionadas a cloud e impactadas por conceitos de mobilidade.

Softwares corporativos atingirão US$ 320 bilhões. O desempenho revela crescimento de 6,9% frente ao ano passado. Trata-se da categoria de maior expansão apontada para o ano. Serviços de TI crescerão 4,6% e movimentarão US$ 964 bilhões no período. Segundo as projeções, os gastos nessa frente migrarão de consultoria (planejamento) para a implementação de projetos.

O maior volume de gastos ficará com telecom, responsável por um mercado total avaliado em US$ 1,655 trilhão.

por CRN Brasil