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TIM QUER DOBRAR QUANTIDADE DE CIDADES COM 4G ATÉ FINAL DO ANO

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Operadora pretende entrar em 2017 com a quarta geração de redes móveis disponível em mil cidades. Vai, também cobrir toda a capital do Rio de Janeiro com agregação de portadoras

A TIM aposta alto da expansão de sua rede 4G. O objetivo é ser rápido e aproveitar diferenciais competitivos que outras operadoras têm dificuldade em igualar – como a alta capilaridade da rede usando frequências em 1,8GHz.

A empresa pretende, até o final do ano, atingir a marca de mil cidades com cobertura LTE. No momento, são 520 cidades. O número será alcançado com o refarming do espectro. Os 1,8 GHz eram usados no 2G (GSM) pela tele. Por sua vez, o 2G atualmente concentra 1,5% do tráfego de dados e 20% do de voz.

Além de quase dobrar a lista de municípios atendidos com a rede móvel de quarta geração, a TIM dará atenção especial ao Rio de Janeiro, que se beficiária do legado olímpico. A cidade será a segunda a ter cobertura com agregação de portadoras.

A primeira é Rio Verde, em Goiás, onde a faixa de 700 MHz foi liberada no começo do ano. A pequena cidade tem funcionado como um piloto para a agregação de portadoras. Os resultados alcançados até agora mostram que vale a pena correr para usar a tecnologia. “Em Rio Verde obtivemos velocidades em campo de 60 Mbps. A combinação de faixas tem um caráter muito promissor”, afirma o CTO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.

Haverá uma diferença, porém. Enquanto em Rio Verde a TIM recorre à recém liberada faixa de 700 MHz, no Rio a agregação usará apenas as faixas de 1,8 GHz e 2,6 GHz. Mas a expectativa é grande. “Com os 700 Mhz comprovamos que o alcance é quatro vezes maior que o das estações de 2,6 GHz, sem qualquer interferência na TV”, falou. O Rio terá disponível os 700 MHz apenas em 2018, segundo o cronograma de limpeza da faixa, usada pelas emissoras de TV analógica.

Outra diferença diz respeito ao acordo de RAN sharing com a Oi. Na cidade, TIM e Oi compartilham infraestrutura de 2,5 GHz. Para fazer a agregação, a TIM está instalando equipamentos próprios, adicionais e não compartilhados. Mas isso não alterará o compartilhamento existente, garante o executivo.

 

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-quer-dobrar-quantidade-de-cidades-com-4g-ate-final-do-ano/

Mudanças no mercado de telefonia m[ovel

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O mercado móvel celular registrou adição negativa no mês de maio em relação a abril. Foram perdidos 1.197.41 milhão de acessos em 30 dias, com a TIM liderando a perda de base, com 1 milhão de acessos a menos no período. Claro, Vivo e Nextel também tiveram queda. Apenas a Oi teve adição positiva em maio, segundo dados revelados nesta sexta-feira, 15/07, pela Anatel.

Segundo os dados da agência reguladora, o Brasil registrou em maio, 255,23 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 124 acessos por 100 habitantes. Em abril, eram 256.429.095 milhões de acessos. No quinto mês do ano, os acessos pré-pagos totalizavam 180,88 milhões (70,87% do total) e os pós-pagos, 74,35 milhões (29,13%).

O 4G segue em alta e acrescentou 1,673 milhão de novos acessos de abril para maio, fechando o mês com 36.555.428 milhões de acessos ativos. Já o 3G mantém a tendência de baixa e perdeu 777.841 mil acessos de abril para maio, caindo de 143.675.329 milhões acessos ativos para 135.896.918 milhões de acessos ativos.

Entre as operadoras, a TIM foi a que mais perdeu base – 1 milhão – caindo de 66.374.691 em abril, para 65.371.554 milhões em maio. A Claro também registrou perda, mas bem abaixo da rival: 231.219 acessos, ficando com 64.585.709 milhões de acessos ativos. A Vivo registrou ligeira queda – 14.372 mil – e se manteve na liderança com 73.256.923 milhões de acessos ativos.

A Oi foi a única operadora a ter adição positiva em maio: 52.146 mil acessos e chegou a 47.737.129 milhões de acessos ativos. A Nextel – que vinha numa tendência de crescimento, estagnou e também registrou queda de 13.284 mil acessos. A operadora – que tem venda especulada – fechou o quinto mês do ano com 2.458.525 milhões de acessos ativos.

*Com dados da Anatel

 

 

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42981&sid=8

Olhos de VIVO e CLARO apontam as Zonas Rurais

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Claro e Vivo ampliam o acordo de ran sharing e ampliam o número de erbs e antenas compartilhadas para o atendimento das metas rurais.

O conselho diretor da Anatel concedeu em 25 de Maio, a anuência prévia para os quintos e sextos projetos de ampliação do acordo de compartilhamento de sites e de espectro entre a Vivo e a Claro para o atendimento das metas de cobertura rural com banda larga estabelecidas no edital de venda das frequências de 2,5 GHz. Serão mais 180 sites compartilhados. Acrescido aos já aprovados, o projeto conta com um total de 412 erbs e antenas compartilhadas.

Ao comprarem essas frequências as empresas assumiram o compromisso de levar a banda larga fixa a velocidades de até 525 Kbps para as áreas rurais brasileiras até 30 quilômetros dos municípios brasileiros.

Para autorizar o compartilhamento das redes e da frequência e consequente otimização dos investimentos, a agência determinou que as metas de cobertura resultante desses acordos só poderiam ser atendidas pelo serviço móvel, e não mais pelo serviço fixo, como permitia o edital. As operadoras concordaram com essa determinação e estão ampliando o acordo, que teve hoje, 25, nova autorização da agência.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-e-claro-ampliam-ran-sharing-nas-areas-rurais/

 

 

Dados confirmam: Banda Larga Fixa mantém expansão no Brasil!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A banda larga fixa no Brasil manteve a tendência de expansão em abril. O mês terminou com 25,88 milhões de assinantes do serviço no país, 84,78 mil a mais que em março, equivalente a crescimento de 0,33%. Comparando-se o número a abril de 2015, tem-se um crescimento de 4,83% no período na base de acessos de banda larga fixa. Os dados foram divulgados hoje, 02, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A prestadora de serviço de comunicação multimídia, ou seja, de acesso à internet, que mais atraiu clientes no período foi a Telecom Américas (nome do grupo que reúne Claro, Net e Embratel). Foram adicionados, em um ano, 439.852 acessos a sua base. Em termos relativos, foi uma evolução de 5,65% em 12 meses. A empresa também terminou o mês como maior operadora, com 8,22 milhões de acessos.

Os provedores regionais formam o que seria a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e foram os que mais atraíram clientes depois de Net. Encerram abril com 2,42 milhões de acessos, 323.423 a mais que um ano antes, ou 15,37% de crescimento.

A Telefônica obteve 234 mil assinantes em um ano, expansão de 3,26%. Terminou o mês com 7,4 milhões de acessos.

A Oi, terceira maior operadora de banda larga fixa, apresentou o pior desempenho de todas as empresas do setor. Foi a única entre as empresas a registrar retração da base em 12 meses: perdeu 94 mil acessos, encolhendo 1,46%.

Quem mais cresceu em termos relativos foram empresas que apostam em novas tecnologias. A Sky, com sua internet por LTE, ampliou sua base de assinantes em 71,4% em um ano. Ganhou 121,3 mil clientes e fechou abril com 291,18 mil acessos. A Telecom Italia (TIM), com seu serviço FTTC e FTTH, cresceu 60,95% em um ano, ganhando 108.161 acessos. Encerrou abril com 285.619 clientes.

 

Fonte: Anatel e http://www.telesintese.com.br/banda-larga-fixa-mantem-crescimento-em-abril/

Operadoras engatinham no mercado de computação em nuvem no Brasil

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

As operadoras de telecomunicações do Brasil ampliaram sua oferta de serviços de computação em nuvem para clientes corporativos, mas apesar dos esforços, ainda engatinham para ganhar a confiança dos clientes num mercado dominado por gigantes internacionais de tecnologia e empresas especializadas em data centers.

A computação em nuvem (ou cloud computing, em inglês) é o uso de memória e poder de processamento de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet.

O uso dessa tecnologia tem se intensificado nos últimos anos, mas ainda se trata de um mercado pequeno no país, disse diretor da empresa de pesquisas IDC, Alexandre Campos Silva.

O mercado é atualmente dominado por gigantes como Microsoft, IBM, SAP e Oracle, e por empresas especializadas, como Alog, Locaweb e Totvs.

“Como para oferecer cloud é preciso links de Internet, providos pelas operadoras, elas vislumbraram oportunidade de entrar num mercado crescente em que podem obter receitas”, disse Silva.

A expectativa é que o cloud computing movimente 257 milhões de dólares no Brasil em 2013, podendo atingir 798 milhões de dólares em 2015, segundo o IDC.

Para os clientes corporativos, a vantagem da nuvem é o custo menor na comparação com um servidor físico, além de ser um serviço flexível, em que a companhia pode aumentar ou diminuir a capacidade de armazenamento e processamento de acordo com suas necessidades e a sazonalidade do negócio.

A Vivo entrou no segmento em abril de 2012 com foco em companhias de grande porte. A operadora não informou o número de clientes, mas disse ter mais de 3 mil servidores virtualizados, segundo o diretor do segmento de empresas da Telefonica/Vivo, Maurício Azevedo.

Para a Anatel, dificuldade de acesso à internet móvel é o principal problema das operadoras brasileiras

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A dificuldade de acesso à internet móvel ainda é o principal problema da telefonia móvel no Brasil. Segundo divulgado no relatório trimestral da Anatel, publicado nessa sexta-feira, a Claro foi a única operadora entre as quatro grandes a cumprir a meta de sucesso nas conexões à internet.
O levantamento mostrado hoje é o quarto feito pela agência, com informações sobre a qualidade do serviço prestado pelas operadoras. Os dados se referem ao período entre maio e julho deste ano, e avaliam quatro indicadores (taxa de sucesso nas conexões de internet, taxa de sucesso no acesso à rede de voz, queda de chamadas e queda nas conexões de internet).
A Anatel afirma que Claro, Oi, TIM e Vivo cumpriram as metas fixadas para os três últimos indicadores, mas a meta de 98% de sucesso nas conexões à internet foi descumprida por Oi, TIM e Vivo. Enquanto a Claro obteve variação entre 98 e 99% de sucesso em conexões, a Oi ficou entre 95 e 96%, enquanto TIM e Vivo obteve 96% de sucesso.
A Anatel acompanha os índices de qualidade dos serviços desde o ano passado, por conta do aumento no número de reclamações dos clientes. Em julho de 2012, a agência suspendeu as vendas de chips da Oi, Claro e TIM nos estados onde as empresas eram campeãs de queixas. As vendas só foram retomadas após as companhias se comprometerem a investir em melhorias em suas redes e em seus canais de atendimento.
O acompanhamento vai durar dois anos, e tem como meta verificar os problemas apresentados pelo setor de telecomunicações, e exigir uma solução das empresas para esses problemas.