Arquivo da Categoria ‘Eventos’

terça-feira, 23 de agosto de 2016

 

 

 

 

De 23 à 25 de Agosto de 2016 acontece em Indaiatuba a 7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região.

Com cerca de 100 Stands da indústria, comércio e unidades de ensino, o pavilhão estima receber cerca de 7mil pessoas durante os três dias de exposição e conta ainda com 12 palestras de ótimo conteúdo e profissionalismo!

 

A MAXLAN Tecnologia estará presente nos stands de nº 71 a 73, visite-nos ! Será um prazer recebê-los!

Também promoveremos a Palestra “Ameças de Segurança no Mundo Digital” no primeiro dia, às 20h15, no Auditório da Exposição!

Para detalhes da programação de palestras que acontecerão dentro da Feira durante os dias de funcionamento acesse: http://www.feiradasindustrias.com.br/cadastramento/

 
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7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região

segunda-feira, 22 de agosto de 2016
A Feira visa fomentar negócios entre expositores e movimentar a economia
 
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, realiza a 7ª Feira das Indústrias de Indaiatuba e Região de 23 a 25 de agosto, das 15h às 21h, no Pavilhão da Viber. O evento reunirá 90 estandes entre indústrias e prestadores de serviços, além de palestras voltadas aos empresários. A Feira visa apresentar para a população o que é produzido em Indaiatuba e em sua região, assim como fomentar negócios entre expositores, movimentando a economia.  O evento conta com o patrocínio da Unimed e tem apoio do Sebrae, Grupo GTA, Laktus e Arganet. A entrada é gratuita.
As empresas já confirmadas para o evento são: SEW Eurodrive;  Kion South;  Big & Strong;  Marca Brindes ; Daran Automação; Argus;  Finita Móveis;  Acquametal;  Metasil;  Torcetex;  Yanmar South;  Shopstar Uniformes;  Birô;  J.Feres Embalagens;  Polychem Produtos Químicos;  Foccus;  TK Logística;  Balilla;  Ivesa;  Jeep;  Manitec Geradores;  Visinox;  Platz Marketing; Seriprint;  Grupo Rekiman;  Concceito Mix;  Engelo;  Maxlan Tecnologia;  Sethi 3D; Rodomago;  Inset Clean;  Megatec;  ASK Tech;  Dunex Logística;  Aliberti;  Printline; Prisma Projetos;  Action Technology; ERS Serviços de Reciclagem; Total Medical; Dynamic Hidraulica e Pneumática;  Casa Americana Artigos de Laboratórios; Aquarela Serviços; M.Mídia; Reduzino Exaustores e Climatizadores ; Compway; CSM Tube do Brasil; Nova Opção Turismo; Meka; Acop Files; Victoria Home; Octo Label; Technocut; VDA Lubrificantes; Inductotherm Group; Golfe Cart; Escola Tecnica Santos Dumont; R&S Resíduos; Cea do Brasil; Newcom; Casa Grande Comunicação Visual;  Total Medical
Palestras Gratuitas:

 

 
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5G já ameaça os serviços tradicionais em telecomunicações

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O 5G vai abrir as portas a uma nova vaga de operadoras, que irão trazer disrupção e modificar o cenário dos fornecedores de serviço. É o que diz um novo relatório da consultora Strategy Analytics, “Mobile Service Evolution on the Road to 5G.”

A consultora indica que esses novos players 5G irão competir com os fornecedores de serviço tradicionais criando novos modelos de negócio, com ofertas de serviço dinâmicas e específicas aos casos de utilização.

A próxima geração da tecnologia irá abrir uma série de novos serviços e modelos, alguns dos quais ainda não foram imaginados, diz a Strategy Analytics. Estes players terão a oportunidade de se tornarem nos novos líderes do mercado.

“O 5G não irá apenas melhorar os serviços atuais e permitir novos —também abre as portas para novos líderes de mercado”, afirma Susan Welsh de Grimaldo, diretora do grupo Wireless Operator Strategies da Strategy Analytics e autora do relatório. “Com o 5G, irá mudar quem oferece serviços e como os pacotes de serviço serão construídos, já que a tecnologia permitirá não só novos modelos de negócio para também novos tipos de fornecedores, tais como operadores digitais virtuais (digital virtual network operators, DVNOs) – uma evolução do operador móvel virtual (MVNO)”, refere.

Estes  DVNOs irão capitalizar no “network slicing” de plataformas 5G para criarem novas “fatias” de rede, de forma a oferecerem serviços específicos para alguns segmentos verticais e/ou para consumidores, empacotando o acesso e gerindo o desempenho.

Guang Yang, analista sénior do Analyst Wireless Operator Strategies, lembra que o 5G é parte de dez anos de evolução das redes e serviços do 4G. “O desenvolvimento e implementação do 5G permite a criação de novos serviços, modelos de negócio e players— e irá ocorrer em paralelo a investimentos no 4G /4.5G e Wi-Fi. À medida que os standards e tecnologias para a nova geração evoluem, o LTE 4G e o Wi-Fi vão continuar a serem redes poderosas e ativas na próxima década. . “Ambas oferecem melhorias que irão impulsionar a evolução do serviço paralelamente ao desenvolvimento do 5G development.”

O relatório completo pode ser encontrado aqui. 

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/07/5g-vai-trazer-novos-lideres-de-mercado-diz-consultora/#v2BeracTiflyyhUG.99

Tecnologia, Smart Cities, e a Internet das Coisas – Huawei apresenta estudo global

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Durante o Safe City Summit 2016, evento realizado nos dias 17 e 18 de maio, em Dubai, a Huawei apresentou o estudo global “Cidades Seguras: Uma Revolução Estimulada pela Nova TIC” que destaca as inovações tecnológicas que auxiliam a existência de cidades inteligentes e seguras.

O estudo, realizado em parceria com IHS Critical Communications Group  refere que um projeto de cidade segura é focado na segurança mas visa também ajudar a resolver problemas nas mais diversas áreas, desde os serviços de emergência à energia ou ao transporte. Estes projectos devem também envolver e promover a colaboração de todos os agentes, quer governamentais, quer empresariais, quer das pessoas que vivem e trabalham nas cidades.

A Huawei afirma que as tecnologias que estão na base de uma cidade inteligente e segura são a vídeo-vigilância, LTE e soluções de comando e controlo mas que a Internet das Coisas (IoT) vai ter, sem dúvida, um impacto muito significativo, levando a uma revolução na forma como as cidades estão organizadas.

O IoT vai originar um crescente número de equipamentos e serviços conectados sendo que os mesmos podem ser integrados nas soluções de controlo das cidades e os dados gerados podem, em conjunto com soluções de Big Data e Analytics, ajudar a melhorar a tomada de decisão.

“As cidades modernas enfrentam diversos desafios à medida que a população continua a crescer e o desenvolvimento urbano a se expandir. Isso serve como alerta para que a inovação seja considerada essencial na obtenção de serviços de resposta às emergências mais eficientes e processos mais rápidos no combate às ameaças da segurança pública”, explicou, em nota à imprensa, Thomas Lynch, diretor do IHS Critical Communications Group.

A Huawei indicou que já implementou com sucesso soluções em todo o mundo para ajudar a melhorar os níveis de segurança pública em mais de 100 cidades, de mais de 30 países. Durante o Safe City Summit 2016, KhamisMattar Al Mazeina, da Polícia de Dubai partilhou um dos casos de sucesso com a colaboração da Huawei que permite ter 115 serviços inteligentes acessíveis ao público em todas as esquadras da polícia.

“As novas tecnologias estão redefinindo a infraestrutura da cidade segura. Acreditamos que a visualização e a convergência são componentes importantes das soluções para a cidade segura.”, disse em comunicado Edwin Diender, vice-presidente do segmento para governos e serviços públicos da Huawei. “A colaboração é a chave para garantir uma maior segurança para a população. A Huawei criou uma plataforma de TIC e um ecossistema de parceiros abertos para reunir algumas das equipas mais qualificadas e experientes da indústria e as tecnologias necessárias para a criação de uma ampla gama de soluções confiáveis para a cidade segura”, acrescentou o executivo da companhia chinesa

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/huawei-apresenta-estudo-sobre-cidades-inteligentes-e-seguras/#95wzSjpmphZtqElo.99

Maior Universidade de País, USP, vai criar laboratório experimental de Indústria 4.0

terça-feira, 19 de julho de 2016

 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.

A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.

A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.

O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.

Perfil do profissional da nova indústria

Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).

“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”

 

 

 

Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/

 

 

A manufatura avançada ainda engatinha no Brasil

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a primeira pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, a chamada indústria 4.0.

A nova lógica de produção se refere à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso, e envolve a criação de novos modelos de negócio, produtos e serviços a eles atrelados.

No entanto, a pesquisa da CNI mostra que as empresas brasileiras ainda não levam o conceito para toda a cadeia. O estudo ouviu 2.225 empresas de todos os portes e foi feito em janeiro de 2016.

De acordo com a CNI, a maior parte dos esforços feitos pela indústria no Brasil ainda está na fase dos processos industriais: 73% das empresas que afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital, fazem isso na etapa de processos.

Outras 47% utilizam ferramentas digitais na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e apenas 33% em novos produtos e novos negócios.

A pesquisa mostra também que a indústria brasileira, em um primeiro momento, otimiza processos para, só então buscar aplicações mais voltadas ao desenvolvimento, a produtos e novos modelos de negócios.

Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, considerando que a indústria brasileira precisa competir globalmente e que se encontra atrás nessa corrida, é preciso saltar etapas. Para ele, o esforço de digitalização precisa ser realizado simultaneamente.

A pesquisa mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%).

Na avaliação da CNI, é preciso aproximar especialistas e indústria para ampliar o conhecimento sobre a mudança de patamar da indústria. Além disso, destaca, o governo pode contribuir para o aumento da digitalização promovendo a infraestrutura digital, estimulando a capacitação profissional e a criação de linhas de financiamentos específicas.

A pesquisa mostra que pouco menos da metade das empresas industriais utiliza pelo menos uma das dez tecnologias digitais listadas na pesquisa, como automação digital sem sensores; prototipagem rápida ou impressão 3D; utilização de serviços em nuvem associados ao produto ou incorporação de serviços digitais nos produtos.

Para 66% das empresas, o custo de implantação é a principal barreira interna à adoção de tecnologias digitais.

 

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/31/05/2016/industria-4-0-engatinha-no-brasil

 

 

Estratégia e Negócios – Por que ainda não pensei em TI ??

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Algumas organizações ainda não compreenderam, ou não querem perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve.

Então, como gerenciar a operação de TI em um mundo digital ?

A transformação digital é o conceito do momento. Embora muito comentada por executivos e profissionais de TI, são poucas as empresas que, de fato, são totalmente digitais. É um engano pensar que temos que nos preparar para esta transformação como se fosse algo que tivesse uma data certa para chegar, pois ela já acontece. O que algumas organizações ainda não compreenderam, ou talvez não queiram perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve. E essa mudança pode vir de um concorrente que não seja do mesmo mercado ou que ainda nem exista.

Mas afinal, o que é transformação digital? Não é simplesmente ter um app no smartphone ou mover todos os seus dados para a nuvem. A transformação digital é uma mudança de mentalidade, onde a TI não é mais uma área de apoio e, sim, o cerne da empresa.

Neste cenário, o nível executivo de TI fica em uma encruzilhada, onde a área deve manter seus serviços antigos em funcionamento e sendo atualizados mas, por outro lado, precisa ser leve, flexível e rápida, para entregar novos serviços em plataformas e formatos diferenciados.

Este é o modelo bimodal – duas TIs com objetivos e resultados diferentes. E como a empresa terá duas equipes e dois ambientes produtivos? Os desafios já não são suficientemente grandes para apenas uma TI? Talvez, agora, a transformação digital não pareça assim tão fácil.

O caminho para as operações de TI suportarem a transformação digital é garantir que algumas capacidades básicas sejam colocadas em prática, como interatividade e facilidade de uso para os clientes e funcionários, por exemplo. Afinal, eles utilizam aplicativos ‘Google-like’ que respondem perguntas e interagem utilizando o comportamento e a localização. Ao mesmo tempo, outra capacidade fundamental é atuar em ambientes heterogêneos, utilizando o que há de melhor em cada um deles, como por exemplo, a escalabilidade das nuvens públicas tais quais Amazon (AWS) e Microsoft (Azure), sem perder os investimentos no ambiente privado (físico e virtual).

Obviamente, existem capacidades que hoje são praticadas em silos e, a partir de agora, terão que cobrir todo o ciclo de vida dos serviços de negócios, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM) e de segurança e conformidade. Estas capacidades devem atender aquelas duas TIs e responder adequadamente aos seus requisitos.

Todas essas questões só podem ser facilitadas com o uso sistemático e estruturado de automação, que não se atenha a um produto ou fabricante, mas que permita o atendimento da TI em suas operações diárias e pense nas inovações do futuro. Este processo de automação irá amadurecer à medida que o mercado mudar e novos desafios forem encontrados, mas sempre melhorando. E irá, também, permitir que diversas destas capacidades se integrem e atuem como um sistema inteligente e autônomo, quando possível. Pode parecer surreal, mas é o que várias empresas estão colocando em prática. Ao invés de gastar horas em salas de crise, elas estão implantando sistemas que identificam, priorizam e, em alguns casos, autor-remediam seus ambientes.

A empresa que pensa como cliente e automatiza seus processos não lucra apenas ao oferecer confiança, custo, credibilidade e segurança diferenciados; ela ganha também ao obter fidelização, capacidade de gerenciar mais usuários e expandir seus serviços para novos mercados. Tudo isso feito por meio de tecnologias já disponíveis e com base na infraestrutura tecnológica das companhias – importantes atalhos para a transformação digital.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/como-gerenciar-operacao-de-ti-em-um-mundo-digital

 

Produtos da Grandstream recebem o certificado da Anatel no Brasil

terça-feira, 28 de junho de 2016

Em Novembro de 2015 a Grandstream anúnciou, com mérito, a conquista da certificação de uma variedade de telefones IP da Grandstream, como IP com Vídeo, IP para Soluções Empresariais e IP para Pequenas Empresas através da ANATEL.

Mas muitos profissionais ainda não se deram conta de que os Produtos da Grandstream possibilitam maior eficiência no dia-a-dia corporativo !

Com tal certificação, os parceiros no Brasil, podem distribuir e utilizar os produtos da Grandstream na sua região e começar a tirar proveito dos seus benefícios.

 

A linha de produtos da certificação inclui:

 

  • GXV3240 Telefone IP Android com Video
  • GXV3275  Telefone  IP  Android com Video
  • GXP2160   Telefone IP Corporativo
  • GXP2140   Telefone IP Corporativo
  • GXP2130    Telefone IP Corporativo
  • GXP1620/1625 Telefone IP para pequenos negócios
  • GXP1610 Telefone IP para pequenos negócios

Para saber mais acerca desta certificação e dos produtos, visite o  comunicado de imprensa na pagina.

 

A Maxlan também pode te atender em estruturas de multiplataforma digital, com infraestrutura, assessoria e assistência técnica !

Consulte-nos !

 

 

 

5 motivos para baixar Windows 10

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

1. Novo navegador O navegador Edge toma o lugar do Internet Explorer. O programa oferece algumas funções inéditas em relação ao tradicional browser da Microsoft. A Web Note, por exemplo, permite que o usuário faça anotações diretamente nas páginas de web. Já a ferramenta Hub organiza uma lista de leitura, os últimos sites acessados, downloads e páginas favoritas.

2. É gratuito (para alguns) 

A Microsoft liberou o download gratuito do Windows 10 para usuários das versões 7 e 8.1 por um período de um ano (até dia 29 de julho de 2016). Entretanto, quem tiver sistemas operacionais mais antigos, como o XP e o Vista, deverá pagar uma taxa de R$ 329,99 para instalar a atualização.

3. Dá para voltar atrás 

Se tudo der errado e o Windows 10 não agradar, o usuário consegue fazer um processo para reverter a atualização. Segundo a Microsoft, quem instalar o novo sistema terá um prazo de um mês para voltar atrás.

4. Segurança reforçada 

O Windows Hello promete garantir a segurança dos arquivos armazenados em um sistema com Windows 10. A ferramenta de segurança pode ser usada por meio de impressão digital, rosto ou íris. Para usar a função, é necessário que a máquina tenha um hardware especializado, com leitor de impressão digital, sensores biométricos e de infravermelho iluminado.

5. Volta do botão Iniciar 

O sumiço do botão Iniciar foi um dos principais problemas do Windows 8. A insatisfação foi tão grande que a atualização 8.1 ressuscitou o atalho. Para não cair no mesmo erro, a Microsoft manteve a função Iniciar no Windows 10. Agora a ferramenta também conta com uma barra de pesquisa, que busca resultados na máquina e na internet.

Teste de publicação mobile

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Publicacao através dispositivo mobile traz facilidade para publicação e alimentação do blog que faz os parceiros se atualizarem.