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5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados

sábado, 20 de agosto de 2016

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

 A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g

Eletroeletrônicos e bens de informática tem destaque na exportação

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 2,84 bilhões no primeiro semestre deste ano, 1,1% acima das registradas no mesmo período de 2015 (US$ 2,81 bilhões), segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

No período, o destaque ficou com bens de informática, com aumento de 61% sobre os primeiros seis meses de 2015. Também houve alta nos itens de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de energia), de 20,3%, e de equipamentos industriais (+19,7%).

No acumulado, a Abinee ressalta o desempenho nas exportações de impressoras (+159%) e de máquinas para processamento de dados (+65%). Esses mesmos itens tiveram alta expressive no mês de junho sobre maio, período em que os bens de informática tiveram alta de 63,8%: impressoras (+193%) e máquinas de processamento de dados (+189%).

As importações seguem em baixa – a única exceção sendo compras consideradas pontuais pela Abinee no segmento de GTD. No geral, as importações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 12,1 bilhões, valor 31,6% abaixo das ocorridas em igual período de 2015 (US$ 17,8 bilhões). A retração foi verificada nos setores em geral: linha branca (-49%), portáteis (-48%) e imagem e som (-45%).

Como resultado, no acumulado dos primeiros seis meses de 2016 o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos alcançou US$ 9,30 bilhões, 38% abaixo do registrado em janeiro-junho de 2015 (US$ 14,96 bilhões). Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 7,31 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 3,80 bilhões.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42999&sid=5

A Consolidação da TI no Brasil

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Em 2012, o Brasil alcançou um marco histórico no mercado de Tecnologia da Informação, crescendo 10,8% em relação ao ano anterior, segundo dados da consultoria IDC, especializada no segmento, gabaritando o país à quarta colocação de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do planeta e a sétima em TI.

Com essa elevação, o mercado brasileiro chegou a movimentar US$ 123 bilhões de dólares, tendo um avanço menor apenas que a China, que acumulou 15%, e crescendo praticamente o dobro da média mundial, que foi de 5,9%.

Para 2013, a previsão ainda é crescer 14,4%. E ainda conforme expectativa da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), esse ritmo deve se manter nos próximos anos e a participação frente ao mundo estima chegar a 8% em 2022, quando o Brasil deve se tornar um dos três principais centros de TI mundial.

Outro estudo que a IDC Brasil acaba de concluir é o relatório executivo sobre o mercado de serviços de TI no país em 2012. Os dados consolidados do ano revelam um crescimento de 8,4% em relação a 2011, com uma receita total de R$ 26,8 bilhões. O segmento de serviços já corresponde a 26% do mercado de TI, posicionando o Brasil como o mercado mais maduro entre os países emergentes – na Índia, os serviços são 22% do mercado de TI, na Rússia, 19% e na China, 10%.

Mesmo com o imenso déficit de vagas no setor de TI, que deve chegar ao ano de 2020 com falta de 750 mil profissionais, de acordo com o Índice Brasscom de Convergência Digital (IBCD), todos os números econômicos consolidam o setor de TI brasileiro e corroboram o potencial e a importância que o segmento tem no país.

*Alberto Rodrigues é vice presidente da ABRADISTI – Associação Brasileira dos Distribuidores de Produtos e Serviços de TI.