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Nokia e Orange alcançam transmissão de 1,5 Tbps em única fibra na Polônia

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A Nokia a a filial na Polônia da operadora francesa Orange anunciaram nesta quinta-feira, 21, a conclusão de teste de transmissão com capacidade de 1,5 Tbps (terabit por segundo) em um caminho de 870 km entre as cidades polonesas de Varsóvia e Wroclaw. Assim, a fornecedora afirma ter conseguido pela primeira vez a transmissão de 250 Gbps por comprimento de onda na infraestrutura existente da operadora, ou cerca de 30% mais rápida do que a tecnologia atual. Isso significa que foram utilizados seis portadoras para compor um único supercanal de 1,5 Tbps com banda de 300 GHz em uma fibra comum.

A Nokia afirma que a capacidade é maximizada enquanto o espaçamento de canal permanece alinhado com a determinação de 50 GHz da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T). Além disso, o teste utilizou uma infraestrutura de rede flexível e amplificação de 20 dB na fibra. A Orange e a fornecedora finlandesa ainda demonstraram uma eficiência espectral com um transponder em tempo real de 5 bits/Hz e 250 Gbps em 50 GHz no percurso de 870 km e formato de modulação de 16 QAM. O link ótico poderia transmitir até 24 Tbps se fossem utilizados 96 amplificadores de canais.

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/21/07/2016/nokia-e-orange-alcancam-transmissao-de-15-tbps-em-unica-fibra-na-polonia/

Projeto que abre acesso a dados de internautas sem ordem judicial avança no Congresso

domingo, 28 de agosto de 2016

 

Sustentando-se em argumentos da CPI dos Crimes Cibernéticos e no combate à “pedofilia”,  crimes “contra menor” e “magia negra”, a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou nesta quarta, 13/7, o projeto de lei 5074/16, que permite a delegados e membros do Ministério Público terem acesso a dados de internautas sem necessidade de ordem judicial.

“Não é o conteúdo da mensagem. É apenas acesso de onde veio. Vimos na CPI dos Crimes Cibernéticos que ficavam todos de mãos atadas para saber de onde veio a mensagem, para onde vai a mensagem. A gente vê esses crimes de abuso pela internet, casos de magia negra pela internet chamando crianças. Esse projeto vem para acabar com isso”, sustentou o relator, Fernando Monteiro (PP-PE).

O projeto essencialmente diz que “caso haja indício de prática de crime por intermédio de conexão ou uso de internet, o delegado de polícia ou o membro do Ministério Público, para fins de identificação do responsável pela prática criminosa, poderão requisitar a qualquer provedor de conexão e de aplicações de internet ou administrador de sistema autônomo as informações cadastrais existentes relativas a específico endereço de protocolo de internet”.

De autoria do senador Otto Alencar (PSB-BA), o PL foi aprovado pelo Senado em abril. E foi objeto de análise específica do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional, que considerou a proposta uma afronta aos princípios elencados na Lei 12.965/14, o Marco Civil da Internet. Para o CCS, o projeto viola a privacidade na internet, em mais uma iniciativa que tende ao ‘vigilantismo’. O projeto ainda precisa passar pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42952&sid=4

Smartphones representam quase 40% do mercado de bens duráveis no Brasil

sábado, 27 de agosto de 2016

Os produtos de consumo de telecom são responsáveis hoje por 39,4% do faturamento com bens duráveis no Brasil – que faturaram R$ 35 bilhões nos primeiros cinco meses do ano. Há um ano, a participação da categoria era de 35,6% de um faturamento total de R$ 38 bilhões. De acordo com Oliver Römerscheidt, diretor da GfK no Brasil, a queda de faturamento com a categoria, formada essencialmente por smartphones, foi de 1% no período de janeiro a maio deste ano, em relação ao mesmo período de 2015. Em unidades vendidas, no entanto, a queda foi de 28%, o que foi compensado pelo aumento de preço médio em 40%. Os dados foram apresentados durante o Eletrolar Show, evento que acontece esta semana em São Paulo.
De acordo com o executivo, a queda em faturamento menor que a queda em unidades vendidas se vê em todas as categorias de bens duráveis, sempre por conta do aumento de preço, incentivado também pelo câmbio. A categoria de telecom, no entanto, ainda é um ponto fora curva, já que, no geral, a queda em faturamento foi de 9%, com aumento de preço de 20% e queda nas vendas de 24%. “O consumidor foi mais cauteloso em 2016 e comprou menos, mas os preços aumentaram, o que levou a uma queda de faturamento mais amena”, diz o executivo.
Avanço tecnológico
Segundo Römerscheidt, o consumidor continua demandando tecnologias mais avançadas, sobretudo no mercado de smartphones. “O consumidor quer 4G, telas maiores etc. E ele entende que, com o câmbio, isso ficou mais caro e está disposto a pagar um pouco mais”, completa.
De acordo com a GfK, o preço médio dos smartphones subiu de R$ 603 nos primeiros cinco meses de 2015, para R$ 891 no mesmo período de 2016. O avanço tecnológico, no entanto, é alto. No período pesquisado de 2016 (sempre de janeiro a maio), 54,7% dos equipamentos vendidos são 4G, contra 13,5% no mesmo período de 2015. Nas câmeras embarcadas nos telefones, hoje 33,5% são com resoluções que variam de 13 a 15 megapixels. Em 2015, 38% eram câmeras de 10 megapixels.
Concentração
De modo geral, as grandes marcas foram bem menos afetadas pela crise. No mercado de TVs, por exemplo, 88% das vendas em 2016 foram de produtos das cinco principais marcas, contra 80% no mesmo período de 2015. Essa flutuação positiva para as maiores marcas também é notada em cafeteiras (de 67% para 70%) e linha branca (70% para 73%). Na contramão fica apenas o mercado de smartphones, que apresentou leve queda na concentração. As cinco principais marcas foram responsáveis por 85% das vendas de janeiro a maio de 2015, e 84% no mesmo período deste ano.
“O smartphone é a ‘galinha dos ovos de ouro’ entre os bens duráveis. Por isso, muitas marcas de eletroportáteis estão entrando nesse mercado. Também tem a chegada de mais produtos chineses”, explica o diretor da GfK.
Perspectivas
Segundo Römerscheidt, a retomada do crescimento nas vendas gerais deve acontecer apenas em 2018. No entanto, alerta o executivo, a queda nesse mercado é global e não tem a crise como único motor. Segundo ele, falta uma nova tenologia que ajude a impulsionar as vendas, como aconteceu no passado com câmeras fotográficas digitais, depois com os smartphones, tablets etc.
Na segunda metade de 2017, a expectativa é que o mercado comece a sair da crise, sem redução nas vendas. “No Brasil, devemos chegar em 2017 a uma patamar semelhante ao de 2012”, diz.
A previsão é que a queda geral no faturamento com bens duráveis em 2016 seja de R$ 3 bilhões, chegando a R$ 75,7 bilhões e descendo para R$ 73 bilhões em 2017. Em 2014, que foi um ano positivo, sem crise e com a Copa do Mundo fomentando o mercado de televisores, o faturamento foi de R$ 96,2 bilhões.
Mais especificamente no mercado de smartphones, as vendas começaram a apresentar retração no crescimento em janeiro de 2014. Mesmo assim, continuaram crescendo até abril de 2015. Após esse período, as vendas sempre caíram, mas com um ponto de virada em fevereiro de 2016, quando a queda começou a desacelerar de forma constante até maio deste ano.

 

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/19/07/2016/

smartphones-representam-quase-40-do-mercado-de-bens-duraveis-no-brasil/447582/news.aspx

Zona Franca de Manaus inclui Economia Digital em incentivos fiscais

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Uma resolução do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia criou três novos programas prioritários para investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Polo Industrial de Manaus e um deles trata de setores diretamente ligados à economia digital.

Na prática, significa que o processo de aportes de P&D associados a incentivos fiscais da Lei de Informática ficam facilitados – por ser essa a finalidade primordial dos ‘programas prioritários’. Basicamente, a prestação de contas fica um pouco menos burocrática.

Até aqui eram sete desses programas prioritários, número ampliado para 10 com a resolução 12/2016, publicada nesta terça-feira, 19/7, no Diário Oficial da União. Foram criados os programas de economia digital, biotecnologia e de formação de recursos humanos.

No caso específico do programa prioritário de economia digital, passam a ser consideradas as seguintes áreas de investimentos em P&D:

1) Internet das coisas: tecnologias que envolvem a comunicação entre dispositivos eletrônicos, máquinas industriais, etc. à internet;

2) Segurança e defesa cibernética;

3) Cidades Inteligentes: diz respeito a utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação para facilitar a sobrevivência

4) Integração, processamento e análise de grandes volumes de dados (Big Data) e computação em nuvem;

5) Manufatura avançada: utilização de tecnologia avançada envolvendo sensores, processamento de dados e inteligência artificial na automação de linhas de produção;

6) Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas às áreas de Saúde, Educação, Segurança, Energia e Mobilidade;

7) Telecomunicações.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42996&sid=3

VIVO ADOTA METODOLOGIA DO VALE DO SILÍCIO PARA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Segundo Ricardo Sanfelice, responsável pela recém criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da empresa, a missão é fazer com que 80% dos processos de sua área sejam desenvolvidos dentro de um novo conceito de trabalho, conduzido por pequenas equipes multidisciplinares, os chamados “esquadrões”. Com isso, o desenvolvimento de produtos digitais para os usuários vai ganhar maior agilidade, produtividade e eficiência.

A adoção da metodologia de trabalho, que começou neste mês de julho, envolve a formação de pequenas equipes, de sete a 12 pessoas, para desenvolver uma tarefa. Cada equipe, ou squad (esquadrão), é dirigida por um líder, que tem como principal tarefa ser o facilitador do trabalho. Atingido o objetivo, forma-se nova equipe para outra missão. “É um novo jeito de trabalhar, onde a equipe desenvolve o produto, testa, verifica as falhas e aprende com elas”, conta Ricardo Sanfelice, responsável pela recém-criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da Vivo.

A metodologia é responsável por muito do sucesso das empresas do Vale do Silício. E a Vivo decidiu incorporá-la, a partir deste mês de julho, para, segundo Sanfelice, tornar a empresa mais leve, mais ágil e mais produtiva. Como se trata de uma mudança cultural bastante radical, a nova metodologia começa a ser introduzida justamente nas áreas da empresa mais envolvidas com tecnologia e inovação: a de desenvolvimento de produtos digitais e a de Tecnologia da Informação, que dá a infraestrutura tecnológica para a primeira.

Não vai ser uma tarefa fácil transformar uma grande operadora, que caminha como um mamute, em uma gazela. Mesmo com a introdução de novos métodos de trabalho, a partir da privatização, em 1998, a Telefônica Vivo ainda tem resquícios da enorme burocracia das estatais. Originou-se da antiga Telesp e foi comprada pela espanhola Telefónica, também uma ex-estatal.

Nova cultura

Sob o comando de Sanfelice, que acompanha Amos Genish, presidente da Telefônica Vivo, desde os tempos da GVT, estão todas as iniciativas digitais, antes dispersas por diferentes áreas da empresa. São quatros pilares da atuação da nova vice-presidência: canais digitais, Business Inteligence e Big Data, produtos digitais e inovação e empreendedorismo.

O objetivo da área de canais digitais é fazer com que cada vez mais usuários se relacionem com a operadora através deles, sem recorrer ao call center ou às lojas. Para isso, diz Sanfelice, é preciso entender o comportamento do consumidor, como ele se relaciona com as redes sociais, “para melhorar o que já temos e oferecer novos serviços”.

Nesse segmento, a Vivo já tem várias ofertas, como o Meu Vivo, um aplicativo onde o usuário do serviço móvel – e mesmo fixo – pode realizar inúmeras atividades de seu relacionamento com a operadora, de consultar o consumo de dados, checar a fatura, fazer recarga a agendar atendimento em uma loja física. O Meu Vivo já soma 11 milhões de downloads e seu volume mensal de acessos cresceu 300% em um ano. “O que temos que fazer é colocar mais serviços na rede”, diz Sanfelice.

Mas tanto para entender o comportamento do cliente nas redes sociais como para lhe oferecer novos serviços digitais um insumo essencial são os seus dados: como acessa, quando acessa, o que consome e de que forma. Não é por outro motivo que todo o tratamento dos dados do cliente por meio de tecnologias como BI e Big Data também está sob o guarda-chuva da vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação. “São mais de 120 pessoas, das quais 50 são cientistas de dados, profissionais altamente qualificados que fazem a modelagem dos dados do cliente”, explica Sanfelice.

Em cima desses deles, se analisa desde o tráfego nas estações radiobase, para saber onde e em que período é necessário reforçar a rede, até o perfil de consumo do cliente, insumo essencial para direcionar os canais digitais e desenvolver novos serviços digitais.

Serviços digitais

Para o cliente Vivo e mesmo para o público em geral, a parte mais visível da nova estratégia da operadora são os serviços digitais, os chamados serviços de valor agregado (SVA). São mais de 80 aplicativos em áreas como música, saúde, educação e segurança, entre outros, que já atingem cerca de 40 milhões de clientes e geraram receita de R$ 1,9 bilhão em 2015. “No ano passado registraram crescimento de 15% e vão continuar crescendo”, diz Sanfelice.

Embora a maior parte dos apps esteja voltada a clientes pessoas físicas, também há oferta para o segmento corporativo. Nesse segmento, Sanfelice destaca os apps de segurança e os serviços na nuvem.

O quarto e último pilar na vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação, que está subordinada à vice-presidência de Christian Gebara, responsável pelo maketing e vendas de todas as linhas de negócio, é a área de inovação e empreendedorismo. Ela envolve o Telefônica Open Future, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação do grupo, com escritórios em 17 países da América Latina, Europa e Ásia.

No Brasil, o programa está presente por meio do Fundo Amerigo/Investech, espaços de crowdworking e da aceleradora Wayra. Esta já acelerou 54 star ups e, no momento, abriga outras 13. Segundo Sanfelice, pelo menos sete apps desenvolvidos por essas star ups já foram absorvidos e fazem parte do catálogo da Vivo. Mas ele envolve também apps desenvolvidas por start ups da Wayra em outros países.

Entre os apps bem-sucedidos, Sanfelice aponta a atendente virtual Vivi, desenvolvida por uma start up chilena. No catálogo da Vivo já é um sucesso. A Vivi realiza cerca de 500 mil atendimentos/mês. “São 500 mil atendimentos a menos no call center. Queremos multiplicar este número, para aumentar nossa eficiência na relação com o cliente”, Diz Sanfelice.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-adota-metodologia-do-vale-do-silicio-para-transformacao-digital/

Huawei e Telefônica fecham acordo de inovação para rede 5G

domingo, 21 de agosto de 2016

A empresa chinesa Huawei e a Telefônica, assinaram um acordo para o desenvolvimento conjunto da próxima rede de acesso (NG-RAN) da quinta geração de redes móveis. A parceria representa mais um passo da cooperação 5G entre as empresas, que foi iniciada no ano de 2015. Com a nova rede, os usuários poderão desfrutar de maior e melhor conectividade, beneficiando o desenvolvimento da internet móvel e da Internet das Coisas (IoT). Atualmente há diversos aplicativo que precisam de uma taxa de transferência alta, baixa latência e conexão massiva. Com isso, há uma necessidade de revolução na atual rede de celular. Empresas de telecomunicações estão procurando maneiras para aumentar a cobertura e a capacidade da rede, além de reduzir o custo e simplificar a manutenção, economizando energia e melhorando a eficiência e a flexibilidade. “A Telefônica possui compreensão das futuras tendências da rede móvel, enquanto a Huawei está investindo nas principais tecnologias para habilitar a inovação 5G. A cooperação entre Telefônica e Huawei ajudará a construir um mundo melhor e mais conectado”, disse David Wang, presidente de Rede Wireless da Huawei. Já o Chefe do Departamento de Tecnologia do Telefonica Group, Enrique Blanco, afirmou que a companhia está feliz com o novo acordo com a Huawei, visto que mantarão a cooperação na 5G e na próxima geração RAN. “A colaboração com a Huawei permite o compartilhamento de requisitos e experiências, além de focar no fornecimento das soluções nas redes avançadas”, destacou Blanco. A empresa chinesa já acumula uma experiência de seis anos em pesquisa com a 5G. A companhia se unirá com mais parceiros da indústria de telecomunicações para que juntas possam criar um ecossistema 5G e transformá-lo em realidade. Via Maxpress

Matéria completa:  http://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/huawei-e-telefonica-fecham-acordo-de-inovacao-para-rede-5g-73679/

 

5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados

sábado, 20 de agosto de 2016

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

 A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g

5G já ameaça os serviços tradicionais em telecomunicações

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O 5G vai abrir as portas a uma nova vaga de operadoras, que irão trazer disrupção e modificar o cenário dos fornecedores de serviço. É o que diz um novo relatório da consultora Strategy Analytics, “Mobile Service Evolution on the Road to 5G.”

A consultora indica que esses novos players 5G irão competir com os fornecedores de serviço tradicionais criando novos modelos de negócio, com ofertas de serviço dinâmicas e específicas aos casos de utilização.

A próxima geração da tecnologia irá abrir uma série de novos serviços e modelos, alguns dos quais ainda não foram imaginados, diz a Strategy Analytics. Estes players terão a oportunidade de se tornarem nos novos líderes do mercado.

“O 5G não irá apenas melhorar os serviços atuais e permitir novos —também abre as portas para novos líderes de mercado”, afirma Susan Welsh de Grimaldo, diretora do grupo Wireless Operator Strategies da Strategy Analytics e autora do relatório. “Com o 5G, irá mudar quem oferece serviços e como os pacotes de serviço serão construídos, já que a tecnologia permitirá não só novos modelos de negócio para também novos tipos de fornecedores, tais como operadores digitais virtuais (digital virtual network operators, DVNOs) – uma evolução do operador móvel virtual (MVNO)”, refere.

Estes  DVNOs irão capitalizar no “network slicing” de plataformas 5G para criarem novas “fatias” de rede, de forma a oferecerem serviços específicos para alguns segmentos verticais e/ou para consumidores, empacotando o acesso e gerindo o desempenho.

Guang Yang, analista sénior do Analyst Wireless Operator Strategies, lembra que o 5G é parte de dez anos de evolução das redes e serviços do 4G. “O desenvolvimento e implementação do 5G permite a criação de novos serviços, modelos de negócio e players— e irá ocorrer em paralelo a investimentos no 4G /4.5G e Wi-Fi. À medida que os standards e tecnologias para a nova geração evoluem, o LTE 4G e o Wi-Fi vão continuar a serem redes poderosas e ativas na próxima década. . “Ambas oferecem melhorias que irão impulsionar a evolução do serviço paralelamente ao desenvolvimento do 5G development.”

O relatório completo pode ser encontrado aqui. 

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/07/5g-vai-trazer-novos-lideres-de-mercado-diz-consultora/#v2BeracTiflyyhUG.99

Novo ICMS em 11 Estados custa R$ 1,2 bi

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Em um cenário de crise nas finanças públicas, as operadoras de telefonia e banda larga tornaram-se alvo dos fiscos estaduais. As alíquotas de ICMS que incidem sobre os serviços de telecomunicações subiram em 11 Estados e no Distrito Federal desde janeiro. O aumento deverá tirar R$ 1,2 bilhão do já combalido caixa das empresas em 2016, conforme estimativas do Sinditelebrasil, principal associação do setor

Para saber mais visite http://www.valor.com.br/empresas/4637371/novo-icms-em-11-estados-custa-r-12-bi-para-teles

TIM QUER DOBRAR QUANTIDADE DE CIDADES COM 4G ATÉ FINAL DO ANO

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Operadora pretende entrar em 2017 com a quarta geração de redes móveis disponível em mil cidades. Vai, também cobrir toda a capital do Rio de Janeiro com agregação de portadoras

A TIM aposta alto da expansão de sua rede 4G. O objetivo é ser rápido e aproveitar diferenciais competitivos que outras operadoras têm dificuldade em igualar – como a alta capilaridade da rede usando frequências em 1,8GHz.

A empresa pretende, até o final do ano, atingir a marca de mil cidades com cobertura LTE. No momento, são 520 cidades. O número será alcançado com o refarming do espectro. Os 1,8 GHz eram usados no 2G (GSM) pela tele. Por sua vez, o 2G atualmente concentra 1,5% do tráfego de dados e 20% do de voz.

Além de quase dobrar a lista de municípios atendidos com a rede móvel de quarta geração, a TIM dará atenção especial ao Rio de Janeiro, que se beficiária do legado olímpico. A cidade será a segunda a ter cobertura com agregação de portadoras.

A primeira é Rio Verde, em Goiás, onde a faixa de 700 MHz foi liberada no começo do ano. A pequena cidade tem funcionado como um piloto para a agregação de portadoras. Os resultados alcançados até agora mostram que vale a pena correr para usar a tecnologia. “Em Rio Verde obtivemos velocidades em campo de 60 Mbps. A combinação de faixas tem um caráter muito promissor”, afirma o CTO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.

Haverá uma diferença, porém. Enquanto em Rio Verde a TIM recorre à recém liberada faixa de 700 MHz, no Rio a agregação usará apenas as faixas de 1,8 GHz e 2,6 GHz. Mas a expectativa é grande. “Com os 700 Mhz comprovamos que o alcance é quatro vezes maior que o das estações de 2,6 GHz, sem qualquer interferência na TV”, falou. O Rio terá disponível os 700 MHz apenas em 2018, segundo o cronograma de limpeza da faixa, usada pelas emissoras de TV analógica.

Outra diferença diz respeito ao acordo de RAN sharing com a Oi. Na cidade, TIM e Oi compartilham infraestrutura de 2,5 GHz. Para fazer a agregação, a TIM está instalando equipamentos próprios, adicionais e não compartilhados. Mas isso não alterará o compartilhamento existente, garante o executivo.

 

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-quer-dobrar-quantidade-de-cidades-com-4g-ate-final-do-ano/