Arquivo de junho de 2016

Estratégia e Negócios – Por que ainda não pensei em TI ??

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Algumas organizações ainda não compreenderam, ou não querem perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve.

Então, como gerenciar a operação de TI em um mundo digital ?

A transformação digital é o conceito do momento. Embora muito comentada por executivos e profissionais de TI, são poucas as empresas que, de fato, são totalmente digitais. É um engano pensar que temos que nos preparar para esta transformação como se fosse algo que tivesse uma data certa para chegar, pois ela já acontece. O que algumas organizações ainda não compreenderam, ou talvez não queiram perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve. E essa mudança pode vir de um concorrente que não seja do mesmo mercado ou que ainda nem exista.

Mas afinal, o que é transformação digital? Não é simplesmente ter um app no smartphone ou mover todos os seus dados para a nuvem. A transformação digital é uma mudança de mentalidade, onde a TI não é mais uma área de apoio e, sim, o cerne da empresa.

Neste cenário, o nível executivo de TI fica em uma encruzilhada, onde a área deve manter seus serviços antigos em funcionamento e sendo atualizados mas, por outro lado, precisa ser leve, flexível e rápida, para entregar novos serviços em plataformas e formatos diferenciados.

Este é o modelo bimodal – duas TIs com objetivos e resultados diferentes. E como a empresa terá duas equipes e dois ambientes produtivos? Os desafios já não são suficientemente grandes para apenas uma TI? Talvez, agora, a transformação digital não pareça assim tão fácil.

O caminho para as operações de TI suportarem a transformação digital é garantir que algumas capacidades básicas sejam colocadas em prática, como interatividade e facilidade de uso para os clientes e funcionários, por exemplo. Afinal, eles utilizam aplicativos ‘Google-like’ que respondem perguntas e interagem utilizando o comportamento e a localização. Ao mesmo tempo, outra capacidade fundamental é atuar em ambientes heterogêneos, utilizando o que há de melhor em cada um deles, como por exemplo, a escalabilidade das nuvens públicas tais quais Amazon (AWS) e Microsoft (Azure), sem perder os investimentos no ambiente privado (físico e virtual).

Obviamente, existem capacidades que hoje são praticadas em silos e, a partir de agora, terão que cobrir todo o ciclo de vida dos serviços de negócios, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM) e de segurança e conformidade. Estas capacidades devem atender aquelas duas TIs e responder adequadamente aos seus requisitos.

Todas essas questões só podem ser facilitadas com o uso sistemático e estruturado de automação, que não se atenha a um produto ou fabricante, mas que permita o atendimento da TI em suas operações diárias e pense nas inovações do futuro. Este processo de automação irá amadurecer à medida que o mercado mudar e novos desafios forem encontrados, mas sempre melhorando. E irá, também, permitir que diversas destas capacidades se integrem e atuem como um sistema inteligente e autônomo, quando possível. Pode parecer surreal, mas é o que várias empresas estão colocando em prática. Ao invés de gastar horas em salas de crise, elas estão implantando sistemas que identificam, priorizam e, em alguns casos, autor-remediam seus ambientes.

A empresa que pensa como cliente e automatiza seus processos não lucra apenas ao oferecer confiança, custo, credibilidade e segurança diferenciados; ela ganha também ao obter fidelização, capacidade de gerenciar mais usuários e expandir seus serviços para novos mercados. Tudo isso feito por meio de tecnologias já disponíveis e com base na infraestrutura tecnológica das companhias – importantes atalhos para a transformação digital.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/como-gerenciar-operacao-de-ti-em-um-mundo-digital

 

Consumo Sustentável – A vida útil dos computadores

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito, afirma Idec e Market Analysis em pesquisa inédita sobre o desempenho e durabilidade de aparelhos eletroeletrônicos na visão do consumidor

 

Dentre os dez produtos analisados, computadores e celulares são os que apresentam a maior frequência de problemas de funcionamento. E, em média, os consumidores esperam uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato os aparelhos apresentam. 
Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor com relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.
Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:
Combinando o tempo de posse dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito. Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.
Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne os atendimentos de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.
Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação com os aparelhos eletrônicos está relacionada à ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema com os aparelhos, a satisfação já apresenta queda.
“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.
“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.
Os segmentos com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e os de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.
“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerada uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.
Como foi feita a pesquisa
Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada capital. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
 Para mais informações e gráficos, leia mais em:  http://www.idec.org.br/consultas/teste-e-pesquisa/

em-cinco-anos-metade-dos-computadores-apresentara-algum-defeito

 

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação – A Produtividade e a Redução de Custos como fatores decisivos

quarta-feira, 29 de junho de 2016

 

De acordo com estudo, redução de custos e aumento de produtividade motivam investimentos em TI

 

Os investimentos em TI foram impactados pela instabilidade econômica em 2015 – registraram um crescimento inferior dos dois últimos anos – mas ainda assim houve um crescimento de 3,01%, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade, revela estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Em 2014, o crescimento foi de 4,48% e de 5,97%, em 2013.
Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2009, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016:  A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42272&sid=16

Produtos da Grandstream recebem o certificado da Anatel no Brasil

terça-feira, 28 de junho de 2016

Em Novembro de 2015 a Grandstream anúnciou, com mérito, a conquista da certificação de uma variedade de telefones IP da Grandstream, como IP com Vídeo, IP para Soluções Empresariais e IP para Pequenas Empresas através da ANATEL.

Mas muitos profissionais ainda não se deram conta de que os Produtos da Grandstream possibilitam maior eficiência no dia-a-dia corporativo !

Com tal certificação, os parceiros no Brasil, podem distribuir e utilizar os produtos da Grandstream na sua região e começar a tirar proveito dos seus benefícios.

 

A linha de produtos da certificação inclui:

 

  • GXV3240 Telefone IP Android com Video
  • GXV3275  Telefone  IP  Android com Video
  • GXP2160   Telefone IP Corporativo
  • GXP2140   Telefone IP Corporativo
  • GXP2130    Telefone IP Corporativo
  • GXP1620/1625 Telefone IP para pequenos negócios
  • GXP1610 Telefone IP para pequenos negócios

Para saber mais acerca desta certificação e dos produtos, visite o  comunicado de imprensa na pagina.

 

A Maxlan também pode te atender em estruturas de multiplataforma digital, com infraestrutura, assessoria e assistência técnica !

Consulte-nos !