Posts com a Tag ‘Tecnologia da Informação’

Nokia e Orange alcançam transmissão de 1,5 Tbps em única fibra na Polônia

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A Nokia a a filial na Polônia da operadora francesa Orange anunciaram nesta quinta-feira, 21, a conclusão de teste de transmissão com capacidade de 1,5 Tbps (terabit por segundo) em um caminho de 870 km entre as cidades polonesas de Varsóvia e Wroclaw. Assim, a fornecedora afirma ter conseguido pela primeira vez a transmissão de 250 Gbps por comprimento de onda na infraestrutura existente da operadora, ou cerca de 30% mais rápida do que a tecnologia atual. Isso significa que foram utilizados seis portadoras para compor um único supercanal de 1,5 Tbps com banda de 300 GHz em uma fibra comum.

A Nokia afirma que a capacidade é maximizada enquanto o espaçamento de canal permanece alinhado com a determinação de 50 GHz da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T). Além disso, o teste utilizou uma infraestrutura de rede flexível e amplificação de 20 dB na fibra. A Orange e a fornecedora finlandesa ainda demonstraram uma eficiência espectral com um transponder em tempo real de 5 bits/Hz e 250 Gbps em 50 GHz no percurso de 870 km e formato de modulação de 16 QAM. O link ótico poderia transmitir até 24 Tbps se fossem utilizados 96 amplificadores de canais.

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/21/07/2016/nokia-e-orange-alcancam-transmissao-de-15-tbps-em-unica-fibra-na-polonia/

FUJITSU DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA RESFRIAR DATA CENTERS

sábado, 10 de setembro de 2016

Tecnologia que prevê com alta precisão dados de clima do ambiente, reduz consumo de energia de ar-condicionado em data centers em até 20%
O centro de pesquisa da Fujitsu acaba de desenvolver uma tecnologia de previsão de alta precisão para medidas de temperatura e umidade, o que permite a economia de energia em equipamentos de ar-condicionado em data centers.
Com o objetivo de prevenir o aquecimento global e reduzir custos, surge cada vez mais a demanda por economia de energia em data centers, especificamente no que diz respeito aos equipamentos de ar-condicionado, que são responsáveis por uma fatia de 30 a 50% do total gasto com eletricidade. Para atender essa necessidade e responder com flexibilidade à dinâmica de um data center, como entradas e/ou saídas de equipamentos de informação e alterações do regime de racks, a Fujitsu desenvolveu uma tecnologia de alta precisão que constrói sequencialmente um modelo que prevê os efeitos do ar-condicionado a partir de dados coletados, permitindo reduções no consumo de energia do equipamento.
Confira os detalhes da inovação no site oficial em inglês:
http://www.fujitsu.com/global/about/resources/news/press-releases/2016/0629-02.html
Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/07/

fujitsu-desenvolve-tecnologia-para-resfriar-data-centers

Inteligência Artificial no Atendimento ao Cliente – Aperfeiçoamento ou Impessoalidade?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um exército de robôs está prestes a revolucionar a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. Cada vez mais as companhias recorrem aos algoritmos e mecanismos de inteligência artificial para aperfeiçoarem seus processos. Os casos de uso do conceito pipocam ao redor do mundo.

A Skyscanner, por exemplo, acabou de liberar uma iniciativa para surfar essa onda ainda em formação. O site desenvolveu um bot (uma aplicação de software concebido para simular ações humanas) para ajudar que usuários procurem voos a partir de uma conversa através do Facebook Messenger.

Segundo a companhia, a ferramenta “permitirá que os viajantes interajam com ele [robô] em inglês, perguntando preços de voos e pedindo dicas de destino”. A ideia é que o sistema responda utilizando linguagem natural.

O recurso foi habilitado por uma série de componentes tecnológicos e ganhou força em abril quando a rede social criada por Mark Zuckerberg lançou ferramentas e APIs para ajudar desenvolvedores a criarem esse tipo de ferramentas.

“A economia de mensagens instantâneas e buscas conversacionais são áreas que acreditamos serem importantes recursos evolucionários para o setor de viagens”, pondera Filip Filipov, diretor do Skyscanner, sobre o lançamento de sua empresa.

Outra empresa que utiliza robôs integrados ao Facebook é a brasileira Mecasei. A assistente virtual da startup, chamada Meeka, também foi portada para a rede social e, há algumas semanas, responde dúvidas pelo chat sobre questões relativas ao casamento.

Além do Facebook

Os robôs ocupam espaço para além das redes sociais. A Aspect lançou um chatbot que vem com a promessa de ampliar a eficiência para os agentes do contact center.

O Mila, como a assistente é chamada fornece informações práticas e automatizadas para decisões rápidas de funcionários que impactam diretamente no atendimento ao cliente.

A ferramenta é uma integração de tecnologias de compreensão de linguagem natural (NLU) da empresa. Segundo a companhia, o sistema permite aos supervisores gerenciar melhor as necessidades de pessoal, e capacita os agentes para assumir o controle das programações de escala a partir de qualquer lugar e usando dispositivos móveis.

O fato é que essas tecnologias – que ganharam popularidade com Siri (Apple) e Cortana (Microsoft) – viram aplicações práticas de automatizar rotinas. É o caso da “secretária virtual” da x.ia, que organiza o agendamento e realização de reuniões.

Garçom

A robótica também caminha para além dos assistentes virtuais. O Pepper, robô criado pela japonesa Softbank já se encontra em teste em campo em processos de atendimento aos clientes.

Recentemente, a MasterCard anunciou que o humanoide será implementado, em breve, em algumas unidades da Pizza Hut de Singapura. Em um vídeo, o dispositivo conversa com uma cliente e “anota” seus pedidos por meio do tablet acoplado a sua estrutura.

A inteligência artificial encontra-se apenas no início. A tendência é que novas aplicações surjam com o avanço da tecnologia e aplicação da criatividade humana, que ajudará a criar inovações baseadas nessa tecnologia emergente.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/revolucao-dos-robos-no-atendimento-aos-clientes

De acordo com a consultoria, mais do que nunca, colaboradores precisarão atuar de forma integrada às decisões de negócios digitais

terça-feira, 6 de setembro de 2016

 

O aumento da presença digital nas empresas irá alterar significativamente o modo como os profissionais de segurança lidam com a proteção. Mais do que nunca, os colaboradores precisarão atuar de forma integrada às decisões relativas aos negócios digitais e trabalhar junto aos líderes empresariais para assegurar a segurança corporativa.

“Atualmente, a segurança consiste em termos uma abordagem holística de todos os seus aspectos. A segurança digital é a próxima evolução em cibersegurança para proteger essa abrangente presença digital”, afirma Earl Perkins, vice-presidente de pesquisas do Gartner, que projetou seis tendências dentro desse contexto.

  1. Busca do equilíbrio –“Enquanto a segurança vai para um estado integrado dentro de cada setor da empresa, os profissionais da área estão sob uma pressão cada vez maior para equilibrar o risco e a resiliência”, diz o executivo. A meta será equilibrar a gestão do risco com a necessidade crescente da capacidade de resposta e de requisitos de conceito aberto das empresas. Para equilibrar risco e resiliência, os profissionais de TI devem criar métodos que permitam formas mais rápidas para tratar problemas com segurança e que demonstre agilidade.
  2. Aceleração da geração de habilidades e convergência –“À medida que as tendências de segurança mudam, as empresas devem incorporar novos conjuntos de habilidades, tais como ciência de dados, automatização da segurança e a gestão da identidade onipresente”, destaca Perkins. Será um desafio encontrar todas essas pessoas e, assim, os serviços externos se tornarão cada vez mais importantes. Para seus funcionários atuais, as companhias devem identificar as habilidades faltantes e focar na criação de profissionais versáteis que sejam capazes de preencher esses diversos requisitos.
  3. Desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento digital de segurança –“Conforme o número de softwares envolvidos na cadeia de fornecimento tradicional cresce, as tecnologias digitais criam uma cadeia de fornecimento igualmente digital, usando serviços de cloud”, explica o analista do Gartner. Os profissionais de segurança devem desenvolver uma estratégia para a Nuvem pública, avaliar se a estratégia de Nuvem privada da empresa pode ser empregada e criar uma abordagem de controle do ciclo de vida da Nuvem. Finalmente, as empresas devem implementar essas estratégias gradativamente para que a segurança da Nuvem não se torne difusa com tantos operadores.
  4. Inclusão da arquitetura de segurança adaptável –“As empresas já têm uma infinidade de produtos relacionados à segurança, prevenção, detecção e resposta”, afirma Perkins. Os responsáveis pela segurança devem alterar sua mentalidade de resposta a incidentes para resposta contínua, gastar menos tempo na prevenção e investir mais na detecção e reação. As redes, de acordo com o contexto, são capazes de fornecer diversas fontes de informação que os profissionais da segurança podem usar para determinar um ataque. As companhias devem arquitetar uma segurança contínua e abrangente para fornecerem visibilidade para suas diferentes camadas para a segurança futura.
  5. Adaptação da infraestrutura de segurança –“Devido ao aumento da conectividade e da diversidade de dispositivos, diferentes tipos de rede que nunca haviam se interligado estão se conectando”, diz o analista. Como resultado, os profissionais da segurança precisam tomar decisões para equiparem os pontos de integração dessas redes. As empresas devem criar diretrizes para as áreas de confiança para a segmentação da rede e avaliarem as técnicas de descoberta para que estejam cientes das mudanças que ocorrem em nível físico. Além disso, como esta é uma área para onde a segurança móvel tem sido direcionada, as empresas devem melhorar seus conjuntos de habilidades de segurança para incluírem todos os meios de comunicação sem fio e observarem a indústria móvel para aprenderem a simplificar as camadas de segurança.
  6. Definição da administração e do fluxo da segurança de dados –“As empresas precisam de uma abordagem focada na política de uso, monitoramento e proteção, e agrupar a infinidade de tipos de produtos do mercado em distintos segmentos. Dessa forma, os profissionais podem trabalhar de forma eficaz na criação da arquitetura de segurança. É preciso começar a lidar seriamente com os tipos de dados e focar na proteção dos aparelhos e na criação de perfis do fluxo de dados para determinar a estratégia de segurança para Internet das Coisas. No geral, as empresas devem avançar em direção à lógica que inclui a governança e que mostra algum formalismo na segurança de seus dados”, afirma Perkins.

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/seis-tendencias-em-ciberseguranca-segundo-o-gartner

General Electric economizará US$ 500 milhões com internet industrial

domingo, 4 de setembro de 2016

 

Um executivo da General Electric revelou à agência Reuters que a companhia deverá economizar US$ 500 em 2016 graças à internet industrial. A GE também anunciou, em uma coletiva de imprensa realizada na China, que firmou uma parceria com a Huawei para desenvolver sua estratégia nesse mercado. Internet industrial é como a GE chamou a fusão das tecnologias Big Iron e Big Data para criar máquinas que empregam os chamados dados inteligentes. Uma das maiores fabricantes de motores a jato e locomotivas diesel do mundo, a GE deseja se conectar a essas máquinas usando a internet ao produzir dados que podem melhorar a produtividade, reduzir as emissões de poluentes e o gasto com combustível. A companhia também inaugurou um espaço digital em Xangai nesta quarta-feira (20), onde planeja incubar novas startups e manter desenvolvedores trabalhando em novas aplicações com essa tecnologia. Quanto à parceria com a Huawei, por enquanto as companhias não divulgaram detalhes. Fonte: Reuters

Matéria completa:   http://corporate.canaltech.com.br/noticia/empresas-tech/

general-electric-economizara-us-500-milhoes-com-internet-industrial-73951/

 

Projeto do Google é ambicioso na tecnologia em hardware

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Projeto do Google pode definir padrão para a tecnologia

A aposta do Google no design modular vai muito além da oferta de mais uma opção de smartphone num mercado já saturado. Segundo especialistas consultados pelo Estado, o gigante das buscas pode transformar o Ara em uma espécie de padrão para que outras fabricantes possam desenvolver seus próprios chassis e módulos de acordo com seus interesses. Procurado, o Google não comentou o projeto.

“A plataforma tem que ser aberta porque não é viável para o fabricante produzir todos os módulos sozinho”, diz Jó Ueyama, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP).

O Google não é o único que tenta criar uma plataforma de hardware aberta. A Lenovo, por exemplo, vai permitir que outros fabricantes desenvolvam módulos extras para o Moto Z, quando o produto estiver no mercado. Por enquanto, o smartphone tem somente três opções de módulos – um projetor, uma bateria extra e um alto-falante – desenvolvidos em parceria com outras empresas.

O esforço da empresa, porém, acontece apenas na direção de estimular que terceiros desenvolvam módulos para seu smartphone; a companhia não pretende tornar as configurações dos módulos compatíveis com aparelhos de terceiros.

“É improvável que uma fabricante defina um padrão. O mercado é muito competitivo e elas não querem cooperar entre si”, diz Eduardo Pellanda, professor de comunicação digital da PUC-RS. “Já o Google poderia propor um padrão de hardware que se comunicasse diretamente com o sistema operacional.”

A definição de uma plataforma padrão para dispositivos modulares é importante para que os módulos sejam fabricados em escala e para que diferentes fabricantes produzam módulos e aparelhos modulares compatíveis entre si.

Novo mercado. Assim como o surgimento das lojas de aplicativos levaram vários desenvolvedores a criar aplicações para dispositivos móveis, o mesmo pode ocorrer com a definição de um padrão para smartphones modulares. A diferença é que esse mercado estaria centrado no hardware, não no software.

Se o Projeto Ara se tornar um padrão, o Google pode tentar repetir o sucesso do sistema operacional Android, que hoje está presente em 80% dos smartphones em todo o mundo. Como a aposta é arriscada, o projeto também pode terminar engavetado como o óculos inteligente Google Glass. Mesmo após inaugurar a categoria de eletrônicos que podem ser “vestidos” pelos usuários, ele foi descontinuado em 2015.

Mesmo assim pode não ser o fim da linha para o conceito modular. Para o analista do Gartner, Tuong Nguyen, os smartphones não são os dispositivos mais adequados para isso. “Talvez a tecnologia fosse melhor aplicada em tablets e carros, pois seria mais fácil customizá-los para os usuários.”

 

 

Fonte: http://link.estadao.com.br/noticias/gadget,projeto-do-google-pode-definir-padrao-para-a-tecnologia,10000063462

A quem pertencem seus dados?

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Brasil precisa ficar atento para que regras de proteção, sigilo e privacidade não se traduzam em obstáculo para uma série de serviços

Os casos de bloqueio do serviço de mensagens instantâneas WhatsApp e a prisão do executivo do Facebook no Brasil neste ano trouxeram, mais uma vez, à tona uma questão pertinente à sociedade atual que parece estar longe de se chegar a um consenso: segurança x privacidade.

Por um lado, temos as empresas de tecnologia que têm como parte fundamental do seu serviço garantir a privacidade de seus usuários e do outro as leis que regem o país destes mesmos cidadãos. E ainda entre estas duas forças, a sociedade que precisa se sentir segura ao utilizar as ferramentas digitais e ao mesmo tempo não quer que crimes deixem de ser solucionados ou que criminosos fiquem impunes por conta da falta de acesso à informação das autoridades policiais.

O legislador brasileiro precisa ficar atento, porém, para que as regras a respeito da proteção de dados, sigilo e privacidade do usuário não se traduza em obstáculo intransponível para que empresas possam oferecer uma série de serviços – de interesse desses mesmos usuários – cuja realização envolve tratamento e transferência de dados.

No Brasil, existem leis que tratam do assunto, dentre as quais o principal instrumento legal, o Marco Civil da Internet, amplamente debatido e considerado um grande avanço no mundo todo sobre este tema. No caso atual, em seu artigo 15, exige que um provedor de aplicações mantenha os respectivos registros de acesso (não o conteúdo) em aplicações de internet por seis meses.

As dúvidas, no entanto, se acirraram nos últimos meses. A punição empregada ao executivo do Facebook pode ser considerada justa? Até onde pode-se dizer que a empresa não respondeu à Justiça adequadamente? Os players de tecnologia internacionais ou não estão corretos em disponibilizar ao mercado serviços que implicam na transferência ou tratamento de dados, negando-se, porém, a revelar esses dados às autoridades dos países em que atuam?

Dentre os principais motivos que as empresas alegam para não mudar seus sistemas (e isso é realmente preocupante) destacam-se o dever de proteger os dados, o sigilo e privacidade dos usuários desses aplicativos e a garantia de que as informações privadas não sejam usadas por governos com regimes extremistas, que muitas vezes não respeitam os direitos humanos, por exemplo. Se a cessão das informações ocorrer em algum país, a empresa pode abrir precedentes para outras regiões exigirem o mesmo.

 

Essas são perguntas que a maioria dos especialistas do setor vem debatendo. A prisão de Diego Dzodan e o bloqueio do Whatsapp podem ser bons motivos para o Brasil avaliar se as leis existentes e suas regulamentações ainda pendentes são suficientes e se atendem às atuais necessidades que a internet vem apresentando à sociedade.

 

Engajada em abrir um fórum para discussões sobre uso, compartilhamento e proteção de dados, a ABES lançou o portal Brasil, País Digital, focado em informações sobre as leis de proteção de dados, com notícias e casos ligados ao assunto no Brasil e mundo. A entidade ainda atua com um Comitê sobre o Marco Regulatório, que se ocupa de temas relacionados com a internet e reúne vários executivos do setor para debater situações como essas.

 

Essa foi uma forma encontrada pela entidade para manter tanto as empresas quanto a sociedade atualizada quanto ao desenrolar de casos como os que as empresas Facebook, Whatsapp e Google, entre outras, vêm enfrentando.

 

O momento agora requer um debate com a participação de especialistas em direito penal, empresas do setor, especialistas em TI e sociedade civil para que se chegue a um consenso onde a internet seja um agregador para a evolução da comunicação e não um instrumento de litígios e espaço seguro para o crime.

 

*Paulo Milliet Roque é vice-presidente e diretor de inovação da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software)

 

 

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/bloqueio-do-whatsapp-quem-pertencem-seus-dados

Em 20 anos teremos mais robôs que humanos, será?

terça-feira, 30 de agosto de 2016

 

Estudo levantou expectativas de norte-americanos para o futuro, que preveem que em 20 anos, haverá mais robôs que humanos, pessoas vão namorar outras por meio de seus avatares e drones vão entregar pizzas. Essa é a visão de muitos para o futuro, de acordo com uma pesquisa do Imperial College of London, com mais de 2 mil americanos sobre como eles acreditam que a tecnologia irá transformar a vida deles.

O estudo, divulgado nessa semana, mostra que 1 em 4 americanos adultos espera que até o ano de 2036 haverá mais robôs que pessoas. Também descobriu que 35% delas espera namorar via avatares e cada vez menos presencialmente. Fora isso, 69% afirmaram que tecnologias substituirão moedas em espécie.

Ezra Gottheil, analista na empresa Technology Business Research, não é assim tão otimista em relação ao avanço da tecnologia como muitos responderam à pesquisa.

“Bem, eu tenho problemas com essas previsões”, disse a Computerworld. “Drones estarão sujeitos às restrições de voo devido ao tráfego intenso, mas haverá uma série de robôs fazendo coisas que pessoas fazem agora. Eu tenho certa dúvida de que pizzas serão entregues – e provavelmente feitas – por veículos não tripulados”.

Gottheil disse que não compra também a previsão de que nos relacionaremos por meio de avatares.

A pesquisa também mostrou que os entrevistados acreditam que a tecnologia mudará o futuro da medicina.

Entre as previsões usar realidade virtual para “ver” seus médicos até 2030, ao invés de ir fisicamente ao consultório. Quando alguém precisar de um transplante de órgão, ao invés de esperar por um doador, uma impressora 3D poderá simplesmente fabricar o órgão necessário. E cerca de metade dos respondentes afirmou que acredita que o primeiro clone humano nascerá até 2036.

Mas Gottheil sugere que a sociedade não está preparada para isso ainda.

“Eu penso que estamos perto de clonar humanos”, diz. “Mas a ética nos previne de fazer isso. Bem, isso ou multidões furiosas”.

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/pesquisa-sugere-que-existirao-mais-robos-que-humanos-no-mundo-em-20-anos

ATOS FORNECE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sistemas de transmissão de dados terão grande impacto e oferecerão uma experiência inédita aos usuários nos Jogos Olímpicos

 

A distribuição de resultados para o mundo em menos de meio segundo, sem erros, é um marco tecnológico que levou anos para ser desenvolvido e promete ser alcançado pela Atos, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Motivada pela maturidade da tecnologia móvel, a Atos, empresa global de serviços digitais e parceira de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), gerenciou os esforços tecnológicos do COI para permitir que resultados e outros dados fossem compartilhados on-line e por meio de meios tradicionais de forma mais rápida, em qualquer plataforma e em qualquer lugar.
Visando distribuir os resultados, informações de evento e de atletas para o público e para a mídia por todo o mundo, a Atos fortaleceu seus sistemas com novas tecnologias, como o Olympic Video Player (OVP), que oferece resultados, estatísticas, biografias e conversas em mídia social, em tempo real, para espectadores, tudo reunido e integrado em apenas uma tela. O Olympic Video Player vai exibir conteúdos nunca antes vistos, com apenas um clique. Sejam quais forem os dispositivos, onde quer que estejam, os espectadores dos Jogos Olímpicos terão em suas mãos opções e controle sobre como, onde e quando assistirem, nos territórios onde os detentores dos direitos de transmissão escolherem o uso do OVP.
A Atos fornece os seguintes sistemas de TI para os Jogos:
•  Sistemas de Gerenciamento dos Jogos: disponível na nuvem dos parceiros internos da Rio 2016, esse sistema oferece apoio às operações e planejamento dos Jogos. Credenciamento de mais de 300 mil pessoas; entradas e qualificações de esportes, gerenciamento do portal para apoiar 50 mil voluntários.
•  Sistemas de Difusão de Informações: grupo de sistemas que fornece resultados em tempo real para a mídia e para a família olímpica e paraolímpica. Isso inclui o Sistema de Informação para Comentaristas (Commentator Information System – CIS), e myIfo+, que oferece informações para mídia, atletas, juízes, técnicos e patrocinadores.
Os sistemas de resultados estão disponíveis nos estádios olímpicos, no Centro de Imprensa Principal (Main Press Center), no Centro de Transmissão Internacional (International Broadcasting Center) e, remotamente, nos estúdios de transmissoras para oferecer apoio à mídia na reportagem dos eventos à medida que acontecem.
CIS: gerenciado centralmente na Central de Operações Tecnológicas, o CIS fornece a comentaristas e jornalistas uma tecnologia com tela sensível ao toque que fornece resultados em tempo real, tão rápidos que os resultados podem ser visualizados antes da multidão comemorar. Também será a primeira vez que transmissoras terão acesso ao sistema para todos os esportes olímpicos e 12 esportes paraolímpicos.
•  myInfo+: aplicativo de internet que permite que representantes de mídia credenciados, oficiais dos esportes e atletas acessem as informações disponíveis. Pela primeira vez, os resultados ao vivo serão disponibilizados para todos os esportes Olímpicos e Paraolímpicos. Ele também fornece informações de calendário de competições, tabelas de classificação, notícias sobre transporte e registros esportivos. Tudo isso disponível nos laptops de usuários, que podem ajustar suas homepages para destacar os países em que desejam focar durante os jogos.
“Os sistemas de TI da Atos permitirão a reportagem instantânea de 6 mil horas de cobertura dos Jogos Olímpicos para todo o mundo pelos meios tradicionais de televisão e digitalmente, pelos bilhões de laptops, tablets e smartphones.“Esses jogos serão verdadeiramente globais, não só por conta de todos os países representados nele, mas pela contribuição dada pelo trabalho da Atos levando os jogos para todo o Mundo”, afirma Elly Resende, diretor de tecnologia da Rio 2016.
A Atos fornece soluções de TI para os Jogos Olímpicos desde 1992. Para os Jogos Olímpicos Rio 2016, mudou seu modelo de hospedagem de serviços TI para usar serviços Cloud fornecidos pelos parceiros de hospedagem da Rio 2016.
No Brasil, a empresa conta com cerca de 2.000 colaboradores, distribuídos nos escritórios de São Paulo e Londrina, este último com Centro de Operações inaugurado em 2013, além das equipes alocadas nas estruturas de clientes em diversas cidades do Brasil.

 

 

Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/07/

atos-fornece-integra%C3%A7%C3%A3o-de-tecnologias-para-os-jogos-ol%C3%ADmpicos-rio-2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

 

 

 

 

De 23 à 25 de Agosto de 2016 acontece em Indaiatuba a 7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região.

Com cerca de 100 Stands da indústria, comércio e unidades de ensino, o pavilhão estima receber cerca de 7mil pessoas durante os três dias de exposição e conta ainda com 12 palestras de ótimo conteúdo e profissionalismo!

 

A MAXLAN Tecnologia estará presente nos stands de nº 71 a 73, visite-nos ! Será um prazer recebê-los!

Também promoveremos a Palestra “Ameças de Segurança no Mundo Digital” no primeiro dia, às 20h15, no Auditório da Exposição!

Para detalhes da programação de palestras que acontecerão dentro da Feira durante os dias de funcionamento acesse: http://www.feiradasindustrias.com.br/cadastramento/

 
palestraMarco3