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Lançamento HPE ProLiant ML30v6 com processadores Intel® Xeon®

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Lançamento HPE ProLiant ML30v6 com processadores Intel® Xeon®

Conheça os benefícios do novo servidor HPE ProLiant ML30 E3-1200 v6 com a nova geração de processadores Intel® Xeon® Gen9, que são mais econômicos e mais poderosos.

• Suporta 4 discos padrão
• Fonte Redundante
• Acompanha 2 portas de Rede
• Com Mouse/Teclado
• Controladora Física
• Gerenciamento iLO
• Com Sistema Operacional
• Novo Processador e memória

Crimes virtuais afetam 42 milhões de brasileiros

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Em maio de 2012, o Brasil acompanhou um dos casos mais emblemáticos de crime cibernético cometidos no país.

hacker-okO Brasil ocupa lugar de destaque no cenário global de cibercrimes. Em 2016, 42,4 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes virtuais. Em comparação com 2015, houve um aumento de 10% no número de ataques digitais. Segundo dados da Norton, provedora global de soluções de segurança cibernética, o prejuízo total da prática para o país foi de US$ 10,3 bilhões.

Em maio de 2012, o Brasil acompanhou um dos casos mais emblemáticos de crime cibernético cometidos no país: o roubo e a divulgação de mais de 30 fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann. Hackers do interior de Minas Gerais e de São Paulo invadiram o e-mail da artista e a chantagearam, por meio de mensagens anônimas, pedindo R$ 10 mil para apagar as imagens. O caso foi parar no Congresso Nacional: a Câmara dos Deputados aprovou e colocou em vigor a Lei nº 12.737 – apelidada de Lei Carolina Dieckmann –, que tipifica delitos cometidos em meios eletrônicos e na internet.

Esse é apenas um entre muitos casos de crimes cibernéticos que ocorrem diariamente no Brasil e no mundo. O surgimento do termo “cibercrime” remonta ao fim da década de 1990, momento histórico no qual a internet se expandia pelos países da América do Norte. Após uma reunião em Lyon, na França, entre representantes das nações do G8, a palavra começou a ser utilizada para designar fraudes empreendidas em ambiente digital (seja na internet ou nas novas redes de telecomunicações).

“A cibercriminalidade não é diferente das infrações tradicionais: ela pode ser variada e ocorrer em qualquer hora ou lugar. O criminoso aplica diferentes recursos, conforme seus objetivos”, afirma Cláudio Felisbino, coordenador do curso de Segurança da Informação do Centro Tecnológico Positivo, em Curitiba (PR). Quando as fotos de Carolina Dieckmann foram espalhadas pela internet, os itens que diagnosticam e punem delitos virtuais compunham apenas um projeto que tramitava no Congresso. O escândalo, então, levou os deputados e senadores a agilizar o processo de aprovação da nova lei.

O texto da Lei Carolina Dieckmann determina que sejam punidas pessoas que cometam delitos de violação de senhas e invasão de computadores e outros dispositivos de informática. A obtenção de dados privados e comerciais sem consentimento do proprietário gera não apenas multas, mas também penas de três meses a dois anos de prisão. A aprovação da lei representa um salto para a Justiça no Brasil, cujo Código Penal carecia, até então, de artigos que abordam especificamente crimes eletrônicos. “A orientação básica para quem enfrenta alguma situação de crime cibernético, como ofensa, difamação e calúnia, é procurar ajuda especializada”, recomenda Felisbino. Segundo ele, os crimes digitais ocorrem em caráter de anonimato – por isso, o especialista, a partir das ferramentas adequadas, apura a autoria do delito, com base em pistas e nas informações repassadas pela vítima.

Fonte: IP News
http://ipnews.com.br/crimes-virtuais-afetam-42-milhoes-de-brasileiros/

Banrisul adota Windows 10 Pro em todas as suas 538 agências e 202 postos no país

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

As empresas estão atualizando suas bases de Windows 7 Pro para Windows 10 Pro visando melhor performance e produtividade, menor custo e maior segurança !

 

Banco ganha novos recursos de segurança e de produtividade com a atualização do sistema operacional corporativo

O Banrisul, tradicional banco do estado do Rio Grande do Sul e presente em dez estados brasileiros, migrou do Windows 7 para a mais recente versão do sistema operacional corporativo da Microsoft, o Windows 10 Pro de 64 bits. A adoção contempla os 8,5 mil funcionários da rede de agências, em cerca de 9,5 mil estações de trabalho.

A migração garante ao banco mais segurança com recursos que evitam o acesso a dados sensíveis em casos de furto de notebook, como o Bitlocker e o Active Directory, capazes de gerenciar diretórios de identidade privados na nuvem, além de recursos de produtividade e criptografia do hardware do dispositivo.

O gerente executivo da Unidade de Infraestrutura de TI do Banrisul, Vanderlei Pollon, comenta sobre um dos principais benefícios para a segurança na empresa utilizando a iniciação confiável. “Em relação a possíveis invasões, o malware (ameaças online) não consegue se acomodar no sistema ao iniciar a máquina, pois o Windows 10 Pro, com o firmware UEFI, verifica a assinatura de cada parte do software de inicialização e do sistema operacional, impossibilitando que ele seja sincronizado com as outras informações do computador.”

Todas as etapas de atualização foram feitas remotamente em um curto período de 38 dias, economizando custos da equipe de TI do Banrisul em viagem, estadia e combustível. De acordo com Gustavo Lang, diretor de Windows da Microsoft Brasil, a empresa atuou especificamente na apresentação das funcionalidades do novo sistema. “A equipe de TI do Banrisul realizou a homologação do Windows 10 Pro, a estruturação e a ativação de produtos básicos. A Microsoft ofereceu dicas sobre como usar a o sistema operacional em sua plenitude”, diz Lang.

Pollon ainda complementa. “Tivemos baixo custo para realizar a atualização e o apoio dos profissionais da Microsoft foi pontual para alcançarmos as premissas estabelecidas pelo banco, como aumento no desempenho e em segurança.”

 

Fonte: Computerworld

Backup Remoto Indaiatuba

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Backup Corporativo

Soluções corporativas de backup e armazenamento de dados em nuvem compatíveis com os mais diversos tipos de sistemas operacionais, bancos de dados, aplicações e sistemas de virtualização

Backup em Nuvem

Solução corporativa de backup onde os dados são enviados diretamente dos servidores dos nossos clientes aos nossos ambientes de data center padrão World Class Tier III localizados no Brasil.


Funcionalidades

  • Backup manual, agendado ou em tempo real
  • Backup full, incremental e diferencial
  • Backup de arquivos em ambiente Microsoft, Linux e Mac
  • Backup de bancos de dados Oracle, MS-SQL Server, MySQL, Firebird, Postgre
  • Backup de máquinas virtuais VMWARE e Hyper-V
  • Backup de arquivos abertos
  • Retenção e versionamento de dados
  • Criptografia padrão militar padrão AES 256 bits
  • Compressão de dados em ratio de até 80%
  • Filtros de backup por tipos de arquivos
  • Controle de banda de upload
  • Opção para realizar backup local antes do envio para nuvem
  • Multi-thread – permite a execução de rotinas simultâneas no mesmo servidor
  • Aplicação de backup como serviço do Windows (RunAsService)
  • Notificação diária da execução das rotinas de backups
  • Emissão consolidada de relatórios técnicos e executivos
  • Portal de auditoria e gestão de usuários
  • Dados armazenados em Data Center World Class Tier III no Brasil, atendendo todos os requisitos de compliance e auditoria
  • Permite a eliminação de qualquer outro tipo de solução interna de backup (robôs de backup, fitas, etc)
  • Conectividade de 1Gbps de backbone Internet
  • Suporte e monitoração 24×7

Topologia


Plataformas suportadas


Versões

    • Max.STD
    • Max.PRO

Quem deve liderar a transformação digital?

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

 

Estudo da IFS aponta que os diretores de TI estão bem cotados para conduzirem suas empresas rumo à digitalização

As responsabilidades sobre a condução dos processos de transformação digital ainda não estão claras dentro das hierarquias corporativas. Segundo uma pesquisa global da IFS, fabricante de ERPs, ainda há sérias dúvidas a respeito de quem é o líder desses projetos.

De acordo com o levantamento, os diretores de TI levam vantagem. Para 40% dos 500 respondentes do estudo, os CIOs têm a missão de conduzir a empresa rumo à digitalização. Os CEOs vêm logo atrás (39%), seguido pelos CFOs (35%), CTOs (20%) e CMOs (6%).

Uma ressalva se faz necessária: os respondentes frequentemente apontaram a si mesmos como responsáveis pela coordenação desse movimento digital. Assim, o resultado demonstrou que 53% dos diretores executivos consideram a si mesmos responsáveis. O número correspondente de gestores financeiros e de tecnologia foram 69% e 63% respectivamente.

A pesquisa da IFS traz, ainda, outros dados interessantes sobre o assunto, além de algumas afirmações que já se tornam bastante comuns nesse tipo de estudo.

Um exemplo? 40% dos respondentes afirmaram que suas empresas estão despreparadas para a transformação digital, apesar de 86% esperarem que o conceito desempenhe papel-chave dentro de cinco anos.

Alta prioridade, baixa estratégia

Um bom número (76%) de entrevistados indicou que precisará de mais informações sobre a transformação. Outro dado interessante é que muitas empresas nunca foram muito longe na implementação de estratégias: 40% afirmaram que sequer possuem uma estratégia clara para a transformação digital.

Ao serem solicitados para classificar as tecnologias disruptivas e o quão importante estas são para impulsionar a transformação digital nos setores onde atuam, a pesquisa identificou temas como Internet das Coisas, cloud, sistemas cognitivos e de aprendizado de máquinas, wearables, impressão 3D e drones.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/cdo-cmo-cio-ou-ceo-quem-deve-liderar-transformacao-digital

Nokia e Orange alcançam transmissão de 1,5 Tbps em única fibra na Polônia

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A Nokia a a filial na Polônia da operadora francesa Orange anunciaram nesta quinta-feira, 21, a conclusão de teste de transmissão com capacidade de 1,5 Tbps (terabit por segundo) em um caminho de 870 km entre as cidades polonesas de Varsóvia e Wroclaw. Assim, a fornecedora afirma ter conseguido pela primeira vez a transmissão de 250 Gbps por comprimento de onda na infraestrutura existente da operadora, ou cerca de 30% mais rápida do que a tecnologia atual. Isso significa que foram utilizados seis portadoras para compor um único supercanal de 1,5 Tbps com banda de 300 GHz em uma fibra comum.

A Nokia afirma que a capacidade é maximizada enquanto o espaçamento de canal permanece alinhado com a determinação de 50 GHz da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T). Além disso, o teste utilizou uma infraestrutura de rede flexível e amplificação de 20 dB na fibra. A Orange e a fornecedora finlandesa ainda demonstraram uma eficiência espectral com um transponder em tempo real de 5 bits/Hz e 250 Gbps em 50 GHz no percurso de 870 km e formato de modulação de 16 QAM. O link ótico poderia transmitir até 24 Tbps se fossem utilizados 96 amplificadores de canais.

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/21/07/2016/nokia-e-orange-alcancam-transmissao-de-15-tbps-em-unica-fibra-na-polonia/

Transações B2B pela web devem movimentar R$ 1,69 trilhão neste ano, diz pesquisa

domingo, 11 de setembro de 2016

Volume de transações digitais entre empresas aumenta e é esperado um crescimento de 2,42 % no período.
O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016, conforme aponta dados divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

Segundo o levantamento, medido há 14 anos e realizado com 500 empresas, o crescimento esperado é de 2,42 % no período, frente ao R$ 1,65 trilhão alcançado em 2015. A expansão do índice segue tímida neste ano se comparar os resultados de 2015 com os números de 2014, que teve um aumento de 9,2%. Em 2014, o volume apresentado foi de 1,5 trilhão.

O B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets).

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 77% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,37 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,34 trilhão de 2015. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (10,6%), Atacado & Varejo (10,2%), Química e Petroquímica (9,7%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,7%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu no trimestre o volume de R$ 359 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 351 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,8%), Atacado & Varejo (7,5%), Química e Petroquímica (12,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,3%) e Utilities (7,6%) são os mercados que ainda continuam a despontar no levantamento.

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do País, o segmento de B2B continua em expansão, mesmo que seja tímida. Cada vez mais empresas que vendem para outras empresasaumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal. É importante também realçar o maior crescimento comparativos do B2B e-marketplaces”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/transacoes-b2b-pela-web-devem-movimentar-r-169-trilhao-neste-ano-diz-pesquisa/

FUJITSU DESENVOLVE TECNOLOGIA PARA RESFRIAR DATA CENTERS

sábado, 10 de setembro de 2016

Tecnologia que prevê com alta precisão dados de clima do ambiente, reduz consumo de energia de ar-condicionado em data centers em até 20%
O centro de pesquisa da Fujitsu acaba de desenvolver uma tecnologia de previsão de alta precisão para medidas de temperatura e umidade, o que permite a economia de energia em equipamentos de ar-condicionado em data centers.
Com o objetivo de prevenir o aquecimento global e reduzir custos, surge cada vez mais a demanda por economia de energia em data centers, especificamente no que diz respeito aos equipamentos de ar-condicionado, que são responsáveis por uma fatia de 30 a 50% do total gasto com eletricidade. Para atender essa necessidade e responder com flexibilidade à dinâmica de um data center, como entradas e/ou saídas de equipamentos de informação e alterações do regime de racks, a Fujitsu desenvolveu uma tecnologia de alta precisão que constrói sequencialmente um modelo que prevê os efeitos do ar-condicionado a partir de dados coletados, permitindo reduções no consumo de energia do equipamento.
Confira os detalhes da inovação no site oficial em inglês:
http://www.fujitsu.com/global/about/resources/news/press-releases/2016/0629-02.html
Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/07/

fujitsu-desenvolve-tecnologia-para-resfriar-data-centers

Inteligência Artificial no Atendimento ao Cliente – Aperfeiçoamento ou Impessoalidade?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um exército de robôs está prestes a revolucionar a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. Cada vez mais as companhias recorrem aos algoritmos e mecanismos de inteligência artificial para aperfeiçoarem seus processos. Os casos de uso do conceito pipocam ao redor do mundo.

A Skyscanner, por exemplo, acabou de liberar uma iniciativa para surfar essa onda ainda em formação. O site desenvolveu um bot (uma aplicação de software concebido para simular ações humanas) para ajudar que usuários procurem voos a partir de uma conversa através do Facebook Messenger.

Segundo a companhia, a ferramenta “permitirá que os viajantes interajam com ele [robô] em inglês, perguntando preços de voos e pedindo dicas de destino”. A ideia é que o sistema responda utilizando linguagem natural.

O recurso foi habilitado por uma série de componentes tecnológicos e ganhou força em abril quando a rede social criada por Mark Zuckerberg lançou ferramentas e APIs para ajudar desenvolvedores a criarem esse tipo de ferramentas.

“A economia de mensagens instantâneas e buscas conversacionais são áreas que acreditamos serem importantes recursos evolucionários para o setor de viagens”, pondera Filip Filipov, diretor do Skyscanner, sobre o lançamento de sua empresa.

Outra empresa que utiliza robôs integrados ao Facebook é a brasileira Mecasei. A assistente virtual da startup, chamada Meeka, também foi portada para a rede social e, há algumas semanas, responde dúvidas pelo chat sobre questões relativas ao casamento.

Além do Facebook

Os robôs ocupam espaço para além das redes sociais. A Aspect lançou um chatbot que vem com a promessa de ampliar a eficiência para os agentes do contact center.

O Mila, como a assistente é chamada fornece informações práticas e automatizadas para decisões rápidas de funcionários que impactam diretamente no atendimento ao cliente.

A ferramenta é uma integração de tecnologias de compreensão de linguagem natural (NLU) da empresa. Segundo a companhia, o sistema permite aos supervisores gerenciar melhor as necessidades de pessoal, e capacita os agentes para assumir o controle das programações de escala a partir de qualquer lugar e usando dispositivos móveis.

O fato é que essas tecnologias – que ganharam popularidade com Siri (Apple) e Cortana (Microsoft) – viram aplicações práticas de automatizar rotinas. É o caso da “secretária virtual” da x.ia, que organiza o agendamento e realização de reuniões.

Garçom

A robótica também caminha para além dos assistentes virtuais. O Pepper, robô criado pela japonesa Softbank já se encontra em teste em campo em processos de atendimento aos clientes.

Recentemente, a MasterCard anunciou que o humanoide será implementado, em breve, em algumas unidades da Pizza Hut de Singapura. Em um vídeo, o dispositivo conversa com uma cliente e “anota” seus pedidos por meio do tablet acoplado a sua estrutura.

A inteligência artificial encontra-se apenas no início. A tendência é que novas aplicações surjam com o avanço da tecnologia e aplicação da criatividade humana, que ajudará a criar inovações baseadas nessa tecnologia emergente.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/revolucao-dos-robos-no-atendimento-aos-clientes

QUALCOMM PROJETA VENDAS DE ATÉ 1,72 BILHÃO DE APARELHOS 3G E 4G ESTE ANO

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Companhia registrou aumento de receita e do lucro líquido no último trimestre, graças a mais vendas para a China e corte de despesas.

A fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm divulgou hoje, 20, o balanço financeiro da companhia para o terceiro trimestre de seu ano fiscal. Também divulgou sua projeção para o mercado de dispositivos móveis 3G e 4G. A estimativa é que, em 2016, o mundo compre entre 5% e 11% mais aparelhos do tipo – o que resultaria em número entre 1,62 bilhão e 1,72 bilhão. Em 2015, as vendas foram de 1,55 bilhão.

A empresa ressalta, porém, que este volume pode ser maior, uma vez que há empresas chinesas que informam dados menores que o real, além de fabricantes do mercado cinza, que não pedem licenciamento das tecnologias.

Apesar disso, foi justamente o avanço das marcas chinesas de celular que contribuiu para a melhora dos números da fabricante. A receita cresceu 4% em um ano, atingindo US$ 6 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 1,6 bilhão, maior em 22%. O bom desempenho também foi alcançado devido a corte de custos. A empresa executa plano para reduzir as despesas em US$ 1,4 bilhão. Neste ano, espera realizar 50% desse plano.

A empresa forneceu chips para equipar quase 325 milhões de dispositivos 3G ou 4G no trimestre encerrado em junho, 11% mais que no mesmo período de 2015. Mas detectou uma queda no preço dos celulares, que teriam custado entre US$ 191 e US$ 197, 7% menor.

Para o quarto trimestre, que se encerrará em setembro, a companhia estima receita entre US$ 5,4 bilhões e US$ 6,2 bilhões e venda de até 215 milhões de chips. A crescimento nas vendas de aparelhos 3G e 4G deve ficar em um dígito.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/qualcomm-projeta-vendas-de-ate-172-bilhao-de-aparelhos-3g-e-4g-este-ano/