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QUALCOMM PROJETA VENDAS DE ATÉ 1,72 BILHÃO DE APARELHOS 3G E 4G ESTE ANO

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Companhia registrou aumento de receita e do lucro líquido no último trimestre, graças a mais vendas para a China e corte de despesas.

A fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm divulgou hoje, 20, o balanço financeiro da companhia para o terceiro trimestre de seu ano fiscal. Também divulgou sua projeção para o mercado de dispositivos móveis 3G e 4G. A estimativa é que, em 2016, o mundo compre entre 5% e 11% mais aparelhos do tipo – o que resultaria em número entre 1,62 bilhão e 1,72 bilhão. Em 2015, as vendas foram de 1,55 bilhão.

A empresa ressalta, porém, que este volume pode ser maior, uma vez que há empresas chinesas que informam dados menores que o real, além de fabricantes do mercado cinza, que não pedem licenciamento das tecnologias.

Apesar disso, foi justamente o avanço das marcas chinesas de celular que contribuiu para a melhora dos números da fabricante. A receita cresceu 4% em um ano, atingindo US$ 6 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 1,6 bilhão, maior em 22%. O bom desempenho também foi alcançado devido a corte de custos. A empresa executa plano para reduzir as despesas em US$ 1,4 bilhão. Neste ano, espera realizar 50% desse plano.

A empresa forneceu chips para equipar quase 325 milhões de dispositivos 3G ou 4G no trimestre encerrado em junho, 11% mais que no mesmo período de 2015. Mas detectou uma queda no preço dos celulares, que teriam custado entre US$ 191 e US$ 197, 7% menor.

Para o quarto trimestre, que se encerrará em setembro, a companhia estima receita entre US$ 5,4 bilhões e US$ 6,2 bilhões e venda de até 215 milhões de chips. A crescimento nas vendas de aparelhos 3G e 4G deve ficar em um dígito.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/qualcomm-projeta-vendas-de-ate-172-bilhao-de-aparelhos-3g-e-4g-este-ano/

5G já ameaça os serviços tradicionais em telecomunicações

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O 5G vai abrir as portas a uma nova vaga de operadoras, que irão trazer disrupção e modificar o cenário dos fornecedores de serviço. É o que diz um novo relatório da consultora Strategy Analytics, “Mobile Service Evolution on the Road to 5G.”

A consultora indica que esses novos players 5G irão competir com os fornecedores de serviço tradicionais criando novos modelos de negócio, com ofertas de serviço dinâmicas e específicas aos casos de utilização.

A próxima geração da tecnologia irá abrir uma série de novos serviços e modelos, alguns dos quais ainda não foram imaginados, diz a Strategy Analytics. Estes players terão a oportunidade de se tornarem nos novos líderes do mercado.

“O 5G não irá apenas melhorar os serviços atuais e permitir novos —também abre as portas para novos líderes de mercado”, afirma Susan Welsh de Grimaldo, diretora do grupo Wireless Operator Strategies da Strategy Analytics e autora do relatório. “Com o 5G, irá mudar quem oferece serviços e como os pacotes de serviço serão construídos, já que a tecnologia permitirá não só novos modelos de negócio para também novos tipos de fornecedores, tais como operadores digitais virtuais (digital virtual network operators, DVNOs) – uma evolução do operador móvel virtual (MVNO)”, refere.

Estes  DVNOs irão capitalizar no “network slicing” de plataformas 5G para criarem novas “fatias” de rede, de forma a oferecerem serviços específicos para alguns segmentos verticais e/ou para consumidores, empacotando o acesso e gerindo o desempenho.

Guang Yang, analista sénior do Analyst Wireless Operator Strategies, lembra que o 5G é parte de dez anos de evolução das redes e serviços do 4G. “O desenvolvimento e implementação do 5G permite a criação de novos serviços, modelos de negócio e players— e irá ocorrer em paralelo a investimentos no 4G /4.5G e Wi-Fi. À medida que os standards e tecnologias para a nova geração evoluem, o LTE 4G e o Wi-Fi vão continuar a serem redes poderosas e ativas na próxima década. . “Ambas oferecem melhorias que irão impulsionar a evolução do serviço paralelamente ao desenvolvimento do 5G development.”

O relatório completo pode ser encontrado aqui. 

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/07/5g-vai-trazer-novos-lideres-de-mercado-diz-consultora/#v2BeracTiflyyhUG.99

TIM testa vídeochamada e voz sobre 4G durante as Olimpíadas

sábado, 13 de agosto de 2016

A Olimpíada transformou a cidade do Rio de Janeiro na mais conectada do Brasil, pelo menos, até o final do ano. Somente na TIM, informa o CTO, Leonardo Capdeville, os sites 4G vão passar de 773 para quase 1,3 mil até dezembro. A cobertura do 3G também foi ampliada passando e 883 para 1003. Os investimentos também estão sendo feitos na região metropolitana e para garantir a qualidade, 90% dos sites da TIM serão conectados por fibra óptica ainda em 2016.

“Temos a convicção de que pelo menos 70% das conexões de dados durante o evento vão ser pela rede 4G. Na Copa do Mundo de 2014, a tecnologia representou apenas 10%. Em junho, chegamos a 40% do tráfego de dados no Rio com 4G. E vamos passar de 50% até dezembro”, enumera Capdeville. O executivo salienta que a infraestrutura da TIM para os jogos começou a ser estruturada há um ano.

E nesse plano, se estruturou o piloto para vídeochamada em LTE, em alta definição, como hoje acontece com as OTTs. Também haverá o teste com o Wi-Fi Calling, chamada de voz por canais de dados por meio do Wi-Fi, onde não houver o sinal da rede 3G ou 4G. O teste, informa Capdeville, será feito com um grupo selecionado pela TIM entre funcionários e parceiros. “Mas ele vai acontecer num período de grande estresse para a rede. E queremos que isso aconteça mesmo”, relata.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante evento realizado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 21/07, o executivo da TIM fala ainda sobre os acordos de compartilhamento; garante que não vai ter falta de conexão de dados na Rio 2016 e revela a importância do roaming com os turistas no período. “Somos a única operadora com 4G em 1,8 Mhz, bastante usada em outros países, como os EUA. Fechamos vários acordos internacionais”.

Assistam em http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43032&sid=17#.V5-mrjsrLIV

Conexão 4G avança, mas 3G ainda é maioria

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

O 4G tem sido a salvação econômica das operadoras móveis no Brasil em 2016 ao apresentar uma taxa constante de crescimento. O serviço cresceu 208% em 12 meses e chegou a 36,6 milhões de terminais ativos em maio, de acordo com dados da Anatel, divulgados na semana passada. Mas há uma questão a ser discutida: a cobertura ofertada. Mesmo que muito acima do que estabelece as diretrizes da Anatel para a aquisição das frequências, o 4G – como aconteceu com o 3G – cresce nos municípios de maior desempenho econômico e está presente em 558 municípios, com 55% da população economicamente ativa, ou 9,6% do total de municípios – 5770.

Na disputa das teles, informam os números apurados pelo portal Teleco, a Vivo é a operadora com maior número de celulares 4G ativos com 13.481 milhões. A TIM desponta na segunda posição com 10.433 milhões. A Claro aparece na terceira posição com 7.044 milhões e a Oi na quarta posição com 4.650 milhões. A população atendida com o 4G ficou assim em junho: TIM (55,0%), Claro (48,2%), Vivo (47,2%), Oi (45,7%) e Nextel (5,1%).

As velocidades das redes LTE não são uniformes. Elas tendem a variar entre operadoras. Com dados de fevereiro, de um estudo da Open Signal, o portal Teleco informa que a Vivo possuia a maior velocidade de 4G no Brasil com média de 15 Mbps, seguida da Oi (13 Mbps), Claro (12 Mbps), Tim (9 Mbps) e Nextel (3 Mbps).

Já o 3G – que perde base para o 4G de forma constante – está presente em 4.791 municípios do país, com pouco mais de 700 municípios, ou cerca de 6 milhões de brasileiros ainda sem serviço, ou 3,2% da população.

Mas é fato que em 2062 municípios, o serviço 3G é prestado sem concorrência e por apenas um único provedor. Isso representa que 21 milhões de brasileiros não têm acesso a disputa entre as operadoras. A concorrência entre as quatro grandes operadoras acontece em apenas 438 municípios, que atendem a 20,8% da população, ou 42.607.622 milhões.

 

 

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/

start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42985&sid=17#.V5-J1DsrLIV

Os Correios atuando como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual ? Isso é possível?

domingo, 17 de julho de 2016

 

Parece que sim !

Os Correios e a EuTV (Surf Telecom) assinaram nesta segunda-feira, 30, o contrato de representação que permitirá à estatal atuar como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO) no modelo credenciado. De acordo com a empresa, o lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017.

A EuTV, criada no Brasil em 2007, possui várias iniciativas no mercado móvel nacional – ela mesma é uma MVNO autorizada e que já tem três projetos de serviços móveis credenciados e protocolados na Anatel. A operadora usa a rede da TIM, mas em breve terá uma parte própria da infraestrutura: a empresa adquiriu no leilão de sobras realizado pela Anatel no ano passado a frequência de 2,5 GHz em São Paulo. Atualmente, o contrato de compartilhamento entre a EuTV e a TIM abrange não só a infraestrutura, mas as frequências em 2G, 3G e 4G.

Possui ainda experiência em Angola como segunda operadora de telefonia móvel a atuar naquele país, com soluções que vão ao encontro do objetivo dos Correios:  desenvolver planos de serviços simples, que sejam fáceis de entender e de utilizar, segundo requer a estatal.

A empresa ressalta por fim que, com a MVNO, serão desenvolvidos serviços de valor agregado (SVA) que procurem facilitar o dia a dia dos clientes dos Correios nos diferentes segmentos de negócios, incluindo o postal, o financeiro, o de encomendas e o de logística integrada.

 

As expectativas são grandes !

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/

mvno-dos-correios-sera-lancada-ate-marco-de-2017/440522/news.aspx

Ericsson projeta 16 bilhões de dispositivos conectados se juntarão à Internet das Coisas até o fim de 2021

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Há estimativas de que as conexões de dispositivos Iot ultrapassarão celulares em uso em 2018.

Segundo as previsões de pesquisadores da Ericsson, responsáveis pela edição 2016 do Relatório de Mobilidade da companhia, entre 2015 e 2021, o número de dispositivos de Internet das Coisas conectados crescerá 23% anualmente,somando 16 bilhões do total previsto de 28 bilhões de dispositivos conectados até 2021. Os dispositivos de Internet das Coisas conectados deverão superar os celulares como a maior categoria de dispositivos conectados já em 2018.

O relatório define um dispositivo conectado como um objeto físico que possui uma pilha de IP que permite uma comunicação bilateral em uma interface de rede.

Segundo as projeções, em 2021 o undo terá 1,5 bilhões de dispositivos da Internet das Coisas conectados a celulares. Em 2015 eram 400 milhões. O crescimento expressivo será impulsionado pelo maior foco da indústria no padrão 3GPP para suporte a aplicações de IoT nos celulares.

A Europa Ocidental será a líder na adição de conexões de IoT – com projeções de crescimento de 400% até 2021, graças principalmente às aplicações de smart grid, com o uso de medidores inteligentes e à crescente demanda por carros conectados, incluindo a orientação de e-call da União Europeia, que tem a sua implementação planejada para 2018.

“A IoT está crescendo conforme os custos de dispositivos caem e os aplicativos inovadores surgem”, afirma Carla Belitardo, vice- presidente de Estratégia e Sustentabilidade da Ericsson na America Latina e Caribe. A executiva lembra que, a partir de 2020 a implantação comercial das redes 5G oferecerá recursos adicionais essenciais para a IoT, tais como divisão de rede e a capacidade de conectar exponencialmente mais dispositivos do que é possível hoje.”

Smartphones 

Em 2021, as assinaturas de smartphones praticamente dobrarão, passando de 3,4 bilhões para 6,3 bilhões. Segundo o relatório, o número de assinaturas móveis únicas é de 5 bilhões hoje, o que mostra essa o rápido crescimento da tecnologia móvel em um curto período de tempo.

As conexões LTE continuam crescendo de fora acelerada. Só no primeiro trimestre de 2016, 150 milhões de novas assinaturas foram ativadas, atingindo um total de 1,2 bilhões em todo o mundo. E as velocidades de dados de pico de LTE de 1 Gbps deverão estar comercialmente disponíveis já no segundo semestre deste ano, inicialmente para mercados como Japão, EUA, Coreia do Sul e China. Com dispositivos de conexões de1 Gbps, os usuários móveis poderão consumir conteúdo a velocidades de download até dois terços mais rápidas em comparação com a tecnologia atual.

 

Entre o primeiro trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016, o tráfego de dados móveis global cresceu 60%, devido ao aumento do número de assinaturas de smartphones e do aumento do consumo de dados por assinante. Até o final de 2021, cerca de 90% do tráfego de dados móveis será de smartphones.

O relatório é otimista também em relação à rápida disponibilidade das redes 5G. O que irá requerer um esforço de harmonização de espectro entre os países que planejam lançamentos antecipados.

Consumo de dados

O material também apresenta uma visão detalhada da mudança dos hábitos dos jovens: o uso de dados móveis de vídeos em smartphones cresceu 127% em 15 meses, considerando 2014 e 2015. Em um período de quatro anos (2011-2015), o tempo gasto assistindo TV e filmes em um aparelho de TV caiu pela metade e o de consumo de TV e vídeo em smartphones cresceu 85%. Essa tendência e o fato que essa geração de usuários são os maiores consumidores de dados para streaming de vídeo em smartphone – somando as conexões wi-fi e as celulares -, torna-os o grupo mais importante a ser analisado pelas operadoras.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/conexoes-de-dispositivos-iot-

ultrapassarao-celulares-em-uso-em-2018

 

Índice de empresas brasileiras conectadas à internet chega a 96%, mas conexão mais comum é o DSL

terça-feira, 27 de maio de 2014

O índice de empresas brasileiras conectadas à internet atingiu 96% em 2013, o que demonstra que o acesso à rede mundial no país está se tornado universal, mostra a nova edição da pesquisa anual TIC Empresas divulgada nesta terça-feira, 27, realizada pelo Cetic.br, departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC BR), organização que implementa as decisões do Comitê Gestor da Internet no Brasil. A edição deste ano ouviu representantes de 6.429 empresas com dez ou mais funcionários.

O levantamento revela que as conexões de banda larga mais comuns são o cabo e o limitado DSL, que usam a rede telefônica analógica para transmitir sinais digitais, com 64% das conexões cada uma. Mas mostra também uma expansão das redes celular 3G e 4G, utilizadas por 43% das empresas em 20013. Além disso, o estudo aponta que 20% das organizações usam conexão via rádio.

Entre as atividades mais comuns na internet dos empregados estão enviar e receber e-mail (98%) buscar informações sobre produtos e serviços (92%) e fazer pagamentos e consultas bancárias (86%).

De acordo com a pesquisa, 56% das empresas têm site na web, número que varia bastante dependendo do porte da organização. Entre as pequenas empresas, a proporção das que possuem site é 50%. Entre, as médias, é 74% e, entre as grandes, 89%. O site quase sempre é usado para fornecer informações sobre a empresa (institucional, contato, endereço, mapas). Somente 19% têm sistema de comércio eletrônico e apenas 13% aceitam pagamento online.

A pesquisa TIC Empresas revela que as redes sociais ainda não fazem parte do dia-a-dia da maioria das empresas brasileiras. Entre as consultadas na pesquisa, só 39% têm perfil em algum site de relacionamento. E o número também varia com o porte — 37% nas pequenas empresas, 48% nas médias e 45% nas grandes.

Das que estão presentes em redes sociais, 77% publicam notícias relacionadas à empresa ou temas relacionados à sua área de atuação, e 74% divulgam produtos e serviços. O relatório completo pode ser visto no site do Cetic.br.

por Erivelto Tadeu