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Banrisul adota Windows 10 Pro em todas as suas 538 agências e 202 postos no país

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

As empresas estão atualizando suas bases de Windows 7 Pro para Windows 10 Pro visando melhor performance e produtividade, menor custo e maior segurança !

 

Banco ganha novos recursos de segurança e de produtividade com a atualização do sistema operacional corporativo

O Banrisul, tradicional banco do estado do Rio Grande do Sul e presente em dez estados brasileiros, migrou do Windows 7 para a mais recente versão do sistema operacional corporativo da Microsoft, o Windows 10 Pro de 64 bits. A adoção contempla os 8,5 mil funcionários da rede de agências, em cerca de 9,5 mil estações de trabalho.

A migração garante ao banco mais segurança com recursos que evitam o acesso a dados sensíveis em casos de furto de notebook, como o Bitlocker e o Active Directory, capazes de gerenciar diretórios de identidade privados na nuvem, além de recursos de produtividade e criptografia do hardware do dispositivo.

O gerente executivo da Unidade de Infraestrutura de TI do Banrisul, Vanderlei Pollon, comenta sobre um dos principais benefícios para a segurança na empresa utilizando a iniciação confiável. “Em relação a possíveis invasões, o malware (ameaças online) não consegue se acomodar no sistema ao iniciar a máquina, pois o Windows 10 Pro, com o firmware UEFI, verifica a assinatura de cada parte do software de inicialização e do sistema operacional, impossibilitando que ele seja sincronizado com as outras informações do computador.”

Todas as etapas de atualização foram feitas remotamente em um curto período de 38 dias, economizando custos da equipe de TI do Banrisul em viagem, estadia e combustível. De acordo com Gustavo Lang, diretor de Windows da Microsoft Brasil, a empresa atuou especificamente na apresentação das funcionalidades do novo sistema. “A equipe de TI do Banrisul realizou a homologação do Windows 10 Pro, a estruturação e a ativação de produtos básicos. A Microsoft ofereceu dicas sobre como usar a o sistema operacional em sua plenitude”, diz Lang.

Pollon ainda complementa. “Tivemos baixo custo para realizar a atualização e o apoio dos profissionais da Microsoft foi pontual para alcançarmos as premissas estabelecidas pelo banco, como aumento no desempenho e em segurança.”

 

Fonte: Computerworld

General Electric economizará US$ 500 milhões com internet industrial

domingo, 4 de setembro de 2016

 

Um executivo da General Electric revelou à agência Reuters que a companhia deverá economizar US$ 500 em 2016 graças à internet industrial. A GE também anunciou, em uma coletiva de imprensa realizada na China, que firmou uma parceria com a Huawei para desenvolver sua estratégia nesse mercado. Internet industrial é como a GE chamou a fusão das tecnologias Big Iron e Big Data para criar máquinas que empregam os chamados dados inteligentes. Uma das maiores fabricantes de motores a jato e locomotivas diesel do mundo, a GE deseja se conectar a essas máquinas usando a internet ao produzir dados que podem melhorar a produtividade, reduzir as emissões de poluentes e o gasto com combustível. A companhia também inaugurou um espaço digital em Xangai nesta quarta-feira (20), onde planeja incubar novas startups e manter desenvolvedores trabalhando em novas aplicações com essa tecnologia. Quanto à parceria com a Huawei, por enquanto as companhias não divulgaram detalhes. Fonte: Reuters

Matéria completa:   http://corporate.canaltech.com.br/noticia/empresas-tech/

general-electric-economizara-us-500-milhoes-com-internet-industrial-73951/

 

VIVO ADOTA METODOLOGIA DO VALE DO SILÍCIO PARA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Segundo Ricardo Sanfelice, responsável pela recém criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da empresa, a missão é fazer com que 80% dos processos de sua área sejam desenvolvidos dentro de um novo conceito de trabalho, conduzido por pequenas equipes multidisciplinares, os chamados “esquadrões”. Com isso, o desenvolvimento de produtos digitais para os usuários vai ganhar maior agilidade, produtividade e eficiência.

A adoção da metodologia de trabalho, que começou neste mês de julho, envolve a formação de pequenas equipes, de sete a 12 pessoas, para desenvolver uma tarefa. Cada equipe, ou squad (esquadrão), é dirigida por um líder, que tem como principal tarefa ser o facilitador do trabalho. Atingido o objetivo, forma-se nova equipe para outra missão. “É um novo jeito de trabalhar, onde a equipe desenvolve o produto, testa, verifica as falhas e aprende com elas”, conta Ricardo Sanfelice, responsável pela recém-criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da Vivo.

A metodologia é responsável por muito do sucesso das empresas do Vale do Silício. E a Vivo decidiu incorporá-la, a partir deste mês de julho, para, segundo Sanfelice, tornar a empresa mais leve, mais ágil e mais produtiva. Como se trata de uma mudança cultural bastante radical, a nova metodologia começa a ser introduzida justamente nas áreas da empresa mais envolvidas com tecnologia e inovação: a de desenvolvimento de produtos digitais e a de Tecnologia da Informação, que dá a infraestrutura tecnológica para a primeira.

Não vai ser uma tarefa fácil transformar uma grande operadora, que caminha como um mamute, em uma gazela. Mesmo com a introdução de novos métodos de trabalho, a partir da privatização, em 1998, a Telefônica Vivo ainda tem resquícios da enorme burocracia das estatais. Originou-se da antiga Telesp e foi comprada pela espanhola Telefónica, também uma ex-estatal.

Nova cultura

Sob o comando de Sanfelice, que acompanha Amos Genish, presidente da Telefônica Vivo, desde os tempos da GVT, estão todas as iniciativas digitais, antes dispersas por diferentes áreas da empresa. São quatros pilares da atuação da nova vice-presidência: canais digitais, Business Inteligence e Big Data, produtos digitais e inovação e empreendedorismo.

O objetivo da área de canais digitais é fazer com que cada vez mais usuários se relacionem com a operadora através deles, sem recorrer ao call center ou às lojas. Para isso, diz Sanfelice, é preciso entender o comportamento do consumidor, como ele se relaciona com as redes sociais, “para melhorar o que já temos e oferecer novos serviços”.

Nesse segmento, a Vivo já tem várias ofertas, como o Meu Vivo, um aplicativo onde o usuário do serviço móvel – e mesmo fixo – pode realizar inúmeras atividades de seu relacionamento com a operadora, de consultar o consumo de dados, checar a fatura, fazer recarga a agendar atendimento em uma loja física. O Meu Vivo já soma 11 milhões de downloads e seu volume mensal de acessos cresceu 300% em um ano. “O que temos que fazer é colocar mais serviços na rede”, diz Sanfelice.

Mas tanto para entender o comportamento do cliente nas redes sociais como para lhe oferecer novos serviços digitais um insumo essencial são os seus dados: como acessa, quando acessa, o que consome e de que forma. Não é por outro motivo que todo o tratamento dos dados do cliente por meio de tecnologias como BI e Big Data também está sob o guarda-chuva da vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação. “São mais de 120 pessoas, das quais 50 são cientistas de dados, profissionais altamente qualificados que fazem a modelagem dos dados do cliente”, explica Sanfelice.

Em cima desses deles, se analisa desde o tráfego nas estações radiobase, para saber onde e em que período é necessário reforçar a rede, até o perfil de consumo do cliente, insumo essencial para direcionar os canais digitais e desenvolver novos serviços digitais.

Serviços digitais

Para o cliente Vivo e mesmo para o público em geral, a parte mais visível da nova estratégia da operadora são os serviços digitais, os chamados serviços de valor agregado (SVA). São mais de 80 aplicativos em áreas como música, saúde, educação e segurança, entre outros, que já atingem cerca de 40 milhões de clientes e geraram receita de R$ 1,9 bilhão em 2015. “No ano passado registraram crescimento de 15% e vão continuar crescendo”, diz Sanfelice.

Embora a maior parte dos apps esteja voltada a clientes pessoas físicas, também há oferta para o segmento corporativo. Nesse segmento, Sanfelice destaca os apps de segurança e os serviços na nuvem.

O quarto e último pilar na vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação, que está subordinada à vice-presidência de Christian Gebara, responsável pelo maketing e vendas de todas as linhas de negócio, é a área de inovação e empreendedorismo. Ela envolve o Telefônica Open Future, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação do grupo, com escritórios em 17 países da América Latina, Europa e Ásia.

No Brasil, o programa está presente por meio do Fundo Amerigo/Investech, espaços de crowdworking e da aceleradora Wayra. Esta já acelerou 54 star ups e, no momento, abriga outras 13. Segundo Sanfelice, pelo menos sete apps desenvolvidos por essas star ups já foram absorvidos e fazem parte do catálogo da Vivo. Mas ele envolve também apps desenvolvidas por start ups da Wayra em outros países.

Entre os apps bem-sucedidos, Sanfelice aponta a atendente virtual Vivi, desenvolvida por uma start up chilena. No catálogo da Vivo já é um sucesso. A Vivi realiza cerca de 500 mil atendimentos/mês. “São 500 mil atendimentos a menos no call center. Queremos multiplicar este número, para aumentar nossa eficiência na relação com o cliente”, Diz Sanfelice.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-adota-metodologia-do-vale-do-silicio-para-transformacao-digital/

Maior Universidade de País, USP, vai criar laboratório experimental de Indústria 4.0

terça-feira, 19 de julho de 2016

 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.

A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.

A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.

O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.

Perfil do profissional da nova indústria

Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).

“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”

 

 

 

Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/

 

 

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação – A Produtividade e a Redução de Custos como fatores decisivos

quarta-feira, 29 de junho de 2016

 

De acordo com estudo, redução de custos e aumento de produtividade motivam investimentos em TI

 

Os investimentos em TI foram impactados pela instabilidade econômica em 2015 – registraram um crescimento inferior dos dois últimos anos – mas ainda assim houve um crescimento de 3,01%, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade, revela estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Em 2014, o crescimento foi de 4,48% e de 5,97%, em 2013.
Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2009, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016:  A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42272&sid=16

Tecnologia sensível ao toque chega às empresas

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A tecnologia sensível ao toque revolucionou o uso de dispositivos no cotidiano das pessoas em todo o mundo e parece estar pronta para entrar pela porta da frente também no ambiente de trabalho nas empresas. As pessoas estão acostumadas com a tecnologia de toque em sua vida pessoal e, agora, esperam a mesma experiência em sua vida profissional.

Pesquisa recente da Forrester Research registra que o total dos tablets vendidos deve atingir 375 milhões até 2016. Em consequência do sucesso dos dispositivos sensíveis ao toque no consumo, uma nova geração de dispositivos touch screen para a área corporativa traz a promessa de aprimorar e maximizar a forma de trabalho, utilizando as mais recentes ferramentas e recursos para trabalhar remotamente, de forma flexível e produtiva.

E como incorporar essa nova ferramenta e modo de trabalho de forma segura? Para investir e implementar uma nova tecnologia, as empresas devem fazer uma série de perguntas que auxiliam a definir se as exigências do negócio serão atendidas com os benefícios corretos e no nível certo de investimento.

Nesse contexto, a tecnologia sensível ao toque não é exceção. No entanto, a grande diferença é que esta não é apenas uma atualização de software e alguns recursos extras. É importante que as empresas entendam que a tecnologia touch inova e modifica a maneira de fazer negócios e como os trabalhadores podem realizar suas atividades.

Novos aparelhos tecnológicos de toque estimulam uma nova geração de ferramentas de negócios, que buscam não só atender às demandas de trabalho, mas também podem representar em ganho real de produtividade, permitindo que os funcionários trabalhem a qualquer hora e em qualquer lugar.

Cuidados com a segurança

Para as empresas, esta é uma decisão estratégica, tanto quanto uma decisão tecnológica e, como tal, devem se perguntar ‘como a tecnologia touch pode estimular a produtividade e a escolha do dispositivo, sem negligenciar a segurança, gerenciabilidade e ROI (retorno sobre investimento)?’.

Entender como e onde os funcionários são produtivos é vital para decidir como os dispositivos sensíveis ao toque podem ser usados de forma eficiente e otimizada. Para aqueles que trabalham com conhecimento, a produtividade pode ser aumentada ao ter um dispositivo que pode funcionar tanto como um tablet quanto laptop.

Se um tablet estiver funcionando como dispositivo secundário, alguns sistemas operacionais também oferecem uma interface que permite que os usuários mudem dos PCs convencionais para tablets e dispositivos móveis, e vice-versa.

No setor de varejo, as equipes de vendas podem abordar os clientes com uma proposta que pode ser imediatamente demonstrada em um tablet. Acesso rápido e flexível à informação significa que negócios podem ser fechados na hora e comunicados à sede, imediatamente.

Para o setor público, os alunos podem colaborar facilmente em sala de aula e remotamente, usando dispositivos móveis. O setor de saúde também se beneficia de dispositivos sensíveis ao toque, por permitir que médicos, enfermeiros e equipe acessem e atualizem informações do paciente, em tempo real, otimizando e melhorando o atendimento.

Porém, ao oferecer as tecnologias sensíveis ao toque destinadas a área corporativa, deve-se atentar para o fator de risco de segurança e complexidades de cumprimento, decorrentes de tendências como BYOD (em inglês, traga seu próprio dispositivo), dando aos funcionários o tipo de tecnologia que eles mais desejam usar, ao mesmo tempo em que atendam às demandas de TI.

A tecnologia de toque é excelente para a produtividade, mas manter a segurança de dispositivos, dados, conexões e redes – sem restringir o fluxo de trabalho e sem impedir que os funcionários façam suas tarefas, é uma preocupação e foco permanentes. Globalmente, o custo médio de uma violação de dados é de U$ 136, tornando a segurança uma preocupação fundamental e um fator significativo na composição dos custos.

Independentemente do recurso interno de TI disponível, é imprescindível adotar um alto nível de segurança e proteção contra as principais ameaças, incluindo vírus, malware, spyware, trojans e danos ou perda de dispositivos. Além disso, a mobilidade e flexibilidade possibilitadas por tecnologias sensíveis ao toque, como os tablets, significa que os dados podem mover-se por meio de outros dispositivos e para a nuvem.

Para garantir uma colaboração segura, a proteção de dados precisa ser abrangente, fácil de gerenciar e deve estender-se por meio de múltiplas plataformas, de dispositivos a mídias removíveis e armazenamento em nuvem pública. Algumas práticas recomendadas são a criptografia de arquivos, assim como métodos avançados de autenticação, opções de controle de portas, bloqueio físico de hardware e serviços opcionais de rastreamento e recuperação.

Redução de custos

Há uma série de fatores que as empresas devem considerar ao decidir sobre investimento em tecnologia. Em média, as instituições, que gerenciam atualmente tablets, investem cerca de U$ 2,2 mil na configuração desses dispositivos. Estes custos são normalmente mais altos do que a despesa real de adquirir o dispositivo, o que significa que para se tomar uma decisão consciente deve-se, em primeiro lugar, entender a necessidade e exigência do negócio, em comparação a tecnologia e equipamento já implementados.

Outra economia significativa de custo, de longo prazo, está relacionada ao apoio da evolução da força de trabalho. Utilizar a tecnologia certa para aumentar a produtividade e a eficiência dos funcionários proporciona não só aumento dos resultados, mas também funcionários trabalhando mais satisfeitos, o que influirá diretamente no aumento de produtividade e rentabilidade.

Após a ponderação de todos esses fatores de investimento e dos benefícios empresariais, as empresas provavelmente chegarão à conclusão de que não podem se dar ao luxo de não migrar. Novos softwares, hardwares e serviços estão aptos a oferecer uma tecnologia que é a “melhor dos dois mundos”, proporcionando às empresas confiança em relação à segurança. Também ajudam no gerenciamento de dispositivos e dados, ao mesmo tempo em que oferecem ferramentas de produtividade de forma adequada para atender às demandas e expectativas de um processo produtivo em constante evolução.

* Silvia Barros é gerente de Marketing de Produto para notebooks, ultrabooks e tablets na Dell Brasil.