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Transações B2B pela web devem movimentar R$ 1,69 trilhão neste ano, diz pesquisa

domingo, 11 de setembro de 2016

Volume de transações digitais entre empresas aumenta e é esperado um crescimento de 2,42 % no período.
O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016, conforme aponta dados divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

Segundo o levantamento, medido há 14 anos e realizado com 500 empresas, o crescimento esperado é de 2,42 % no período, frente ao R$ 1,65 trilhão alcançado em 2015. A expansão do índice segue tímida neste ano se comparar os resultados de 2015 com os números de 2014, que teve um aumento de 9,2%. Em 2014, o volume apresentado foi de 1,5 trilhão.

O B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets).

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 77% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,37 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,34 trilhão de 2015. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (10,6%), Atacado & Varejo (10,2%), Química e Petroquímica (9,7%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,7%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu no trimestre o volume de R$ 359 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 351 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,8%), Atacado & Varejo (7,5%), Química e Petroquímica (12,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,3%) e Utilities (7,6%) são os mercados que ainda continuam a despontar no levantamento.

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do País, o segmento de B2B continua em expansão, mesmo que seja tímida. Cada vez mais empresas que vendem para outras empresasaumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal. É importante também realçar o maior crescimento comparativos do B2B e-marketplaces”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/transacoes-b2b-pela-web-devem-movimentar-r-169-trilhao-neste-ano-diz-pesquisa/

Inteligência Artificial no Atendimento ao Cliente – Aperfeiçoamento ou Impessoalidade?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um exército de robôs está prestes a revolucionar a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. Cada vez mais as companhias recorrem aos algoritmos e mecanismos de inteligência artificial para aperfeiçoarem seus processos. Os casos de uso do conceito pipocam ao redor do mundo.

A Skyscanner, por exemplo, acabou de liberar uma iniciativa para surfar essa onda ainda em formação. O site desenvolveu um bot (uma aplicação de software concebido para simular ações humanas) para ajudar que usuários procurem voos a partir de uma conversa através do Facebook Messenger.

Segundo a companhia, a ferramenta “permitirá que os viajantes interajam com ele [robô] em inglês, perguntando preços de voos e pedindo dicas de destino”. A ideia é que o sistema responda utilizando linguagem natural.

O recurso foi habilitado por uma série de componentes tecnológicos e ganhou força em abril quando a rede social criada por Mark Zuckerberg lançou ferramentas e APIs para ajudar desenvolvedores a criarem esse tipo de ferramentas.

“A economia de mensagens instantâneas e buscas conversacionais são áreas que acreditamos serem importantes recursos evolucionários para o setor de viagens”, pondera Filip Filipov, diretor do Skyscanner, sobre o lançamento de sua empresa.

Outra empresa que utiliza robôs integrados ao Facebook é a brasileira Mecasei. A assistente virtual da startup, chamada Meeka, também foi portada para a rede social e, há algumas semanas, responde dúvidas pelo chat sobre questões relativas ao casamento.

Além do Facebook

Os robôs ocupam espaço para além das redes sociais. A Aspect lançou um chatbot que vem com a promessa de ampliar a eficiência para os agentes do contact center.

O Mila, como a assistente é chamada fornece informações práticas e automatizadas para decisões rápidas de funcionários que impactam diretamente no atendimento ao cliente.

A ferramenta é uma integração de tecnologias de compreensão de linguagem natural (NLU) da empresa. Segundo a companhia, o sistema permite aos supervisores gerenciar melhor as necessidades de pessoal, e capacita os agentes para assumir o controle das programações de escala a partir de qualquer lugar e usando dispositivos móveis.

O fato é que essas tecnologias – que ganharam popularidade com Siri (Apple) e Cortana (Microsoft) – viram aplicações práticas de automatizar rotinas. É o caso da “secretária virtual” da x.ia, que organiza o agendamento e realização de reuniões.

Garçom

A robótica também caminha para além dos assistentes virtuais. O Pepper, robô criado pela japonesa Softbank já se encontra em teste em campo em processos de atendimento aos clientes.

Recentemente, a MasterCard anunciou que o humanoide será implementado, em breve, em algumas unidades da Pizza Hut de Singapura. Em um vídeo, o dispositivo conversa com uma cliente e “anota” seus pedidos por meio do tablet acoplado a sua estrutura.

A inteligência artificial encontra-se apenas no início. A tendência é que novas aplicações surjam com o avanço da tecnologia e aplicação da criatividade humana, que ajudará a criar inovações baseadas nessa tecnologia emergente.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/revolucao-dos-robos-no-atendimento-aos-clientes

Projeto do Google é ambicioso na tecnologia em hardware

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Projeto do Google pode definir padrão para a tecnologia

A aposta do Google no design modular vai muito além da oferta de mais uma opção de smartphone num mercado já saturado. Segundo especialistas consultados pelo Estado, o gigante das buscas pode transformar o Ara em uma espécie de padrão para que outras fabricantes possam desenvolver seus próprios chassis e módulos de acordo com seus interesses. Procurado, o Google não comentou o projeto.

“A plataforma tem que ser aberta porque não é viável para o fabricante produzir todos os módulos sozinho”, diz Jó Ueyama, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP).

O Google não é o único que tenta criar uma plataforma de hardware aberta. A Lenovo, por exemplo, vai permitir que outros fabricantes desenvolvam módulos extras para o Moto Z, quando o produto estiver no mercado. Por enquanto, o smartphone tem somente três opções de módulos – um projetor, uma bateria extra e um alto-falante – desenvolvidos em parceria com outras empresas.

O esforço da empresa, porém, acontece apenas na direção de estimular que terceiros desenvolvam módulos para seu smartphone; a companhia não pretende tornar as configurações dos módulos compatíveis com aparelhos de terceiros.

“É improvável que uma fabricante defina um padrão. O mercado é muito competitivo e elas não querem cooperar entre si”, diz Eduardo Pellanda, professor de comunicação digital da PUC-RS. “Já o Google poderia propor um padrão de hardware que se comunicasse diretamente com o sistema operacional.”

A definição de uma plataforma padrão para dispositivos modulares é importante para que os módulos sejam fabricados em escala e para que diferentes fabricantes produzam módulos e aparelhos modulares compatíveis entre si.

Novo mercado. Assim como o surgimento das lojas de aplicativos levaram vários desenvolvedores a criar aplicações para dispositivos móveis, o mesmo pode ocorrer com a definição de um padrão para smartphones modulares. A diferença é que esse mercado estaria centrado no hardware, não no software.

Se o Projeto Ara se tornar um padrão, o Google pode tentar repetir o sucesso do sistema operacional Android, que hoje está presente em 80% dos smartphones em todo o mundo. Como a aposta é arriscada, o projeto também pode terminar engavetado como o óculos inteligente Google Glass. Mesmo após inaugurar a categoria de eletrônicos que podem ser “vestidos” pelos usuários, ele foi descontinuado em 2015.

Mesmo assim pode não ser o fim da linha para o conceito modular. Para o analista do Gartner, Tuong Nguyen, os smartphones não são os dispositivos mais adequados para isso. “Talvez a tecnologia fosse melhor aplicada em tablets e carros, pois seria mais fácil customizá-los para os usuários.”

 

 

Fonte: http://link.estadao.com.br/noticias/gadget,projeto-do-google-pode-definir-padrao-para-a-tecnologia,10000063462

terça-feira, 23 de agosto de 2016

 

 

 

 

De 23 à 25 de Agosto de 2016 acontece em Indaiatuba a 7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região.

Com cerca de 100 Stands da indústria, comércio e unidades de ensino, o pavilhão estima receber cerca de 7mil pessoas durante os três dias de exposição e conta ainda com 12 palestras de ótimo conteúdo e profissionalismo!

 

A MAXLAN Tecnologia estará presente nos stands de nº 71 a 73, visite-nos ! Será um prazer recebê-los!

Também promoveremos a Palestra “Ameças de Segurança no Mundo Digital” no primeiro dia, às 20h15, no Auditório da Exposição!

Para detalhes da programação de palestras que acontecerão dentro da Feira durante os dias de funcionamento acesse: http://www.feiradasindustrias.com.br/cadastramento/

 
palestraMarco3

7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região

segunda-feira, 22 de agosto de 2016
A Feira visa fomentar negócios entre expositores e movimentar a economia
 
A Prefeitura de Indaiatuba, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, realiza a 7ª Feira das Indústrias de Indaiatuba e Região de 23 a 25 de agosto, das 15h às 21h, no Pavilhão da Viber. O evento reunirá 90 estandes entre indústrias e prestadores de serviços, além de palestras voltadas aos empresários. A Feira visa apresentar para a população o que é produzido em Indaiatuba e em sua região, assim como fomentar negócios entre expositores, movimentando a economia.  O evento conta com o patrocínio da Unimed e tem apoio do Sebrae, Grupo GTA, Laktus e Arganet. A entrada é gratuita.
As empresas já confirmadas para o evento são: SEW Eurodrive;  Kion South;  Big & Strong;  Marca Brindes ; Daran Automação; Argus;  Finita Móveis;  Acquametal;  Metasil;  Torcetex;  Yanmar South;  Shopstar Uniformes;  Birô;  J.Feres Embalagens;  Polychem Produtos Químicos;  Foccus;  TK Logística;  Balilla;  Ivesa;  Jeep;  Manitec Geradores;  Visinox;  Platz Marketing; Seriprint;  Grupo Rekiman;  Concceito Mix;  Engelo;  Maxlan Tecnologia;  Sethi 3D; Rodomago;  Inset Clean;  Megatec;  ASK Tech;  Dunex Logística;  Aliberti;  Printline; Prisma Projetos;  Action Technology; ERS Serviços de Reciclagem; Total Medical; Dynamic Hidraulica e Pneumática;  Casa Americana Artigos de Laboratórios; Aquarela Serviços; M.Mídia; Reduzino Exaustores e Climatizadores ; Compway; CSM Tube do Brasil; Nova Opção Turismo; Meka; Acop Files; Victoria Home; Octo Label; Technocut; VDA Lubrificantes; Inductotherm Group; Golfe Cart; Escola Tecnica Santos Dumont; R&S Resíduos; Cea do Brasil; Newcom; Casa Grande Comunicação Visual;  Total Medical
Palestras Gratuitas:

 

 
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Huawei e Telefônica fecham acordo de inovação para rede 5G

domingo, 21 de agosto de 2016

A empresa chinesa Huawei e a Telefônica, assinaram um acordo para o desenvolvimento conjunto da próxima rede de acesso (NG-RAN) da quinta geração de redes móveis. A parceria representa mais um passo da cooperação 5G entre as empresas, que foi iniciada no ano de 2015. Com a nova rede, os usuários poderão desfrutar de maior e melhor conectividade, beneficiando o desenvolvimento da internet móvel e da Internet das Coisas (IoT). Atualmente há diversos aplicativo que precisam de uma taxa de transferência alta, baixa latência e conexão massiva. Com isso, há uma necessidade de revolução na atual rede de celular. Empresas de telecomunicações estão procurando maneiras para aumentar a cobertura e a capacidade da rede, além de reduzir o custo e simplificar a manutenção, economizando energia e melhorando a eficiência e a flexibilidade. “A Telefônica possui compreensão das futuras tendências da rede móvel, enquanto a Huawei está investindo nas principais tecnologias para habilitar a inovação 5G. A cooperação entre Telefônica e Huawei ajudará a construir um mundo melhor e mais conectado”, disse David Wang, presidente de Rede Wireless da Huawei. Já o Chefe do Departamento de Tecnologia do Telefonica Group, Enrique Blanco, afirmou que a companhia está feliz com o novo acordo com a Huawei, visto que mantarão a cooperação na 5G e na próxima geração RAN. “A colaboração com a Huawei permite o compartilhamento de requisitos e experiências, além de focar no fornecimento das soluções nas redes avançadas”, destacou Blanco. A empresa chinesa já acumula uma experiência de seis anos em pesquisa com a 5G. A companhia se unirá com mais parceiros da indústria de telecomunicações para que juntas possam criar um ecossistema 5G e transformá-lo em realidade. Via Maxpress

Matéria completa:  http://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/huawei-e-telefonica-fecham-acordo-de-inovacao-para-rede-5g-73679/

 

A OUSADIA DA TIM

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Operadora firmou parceria com o Cubo Coworking, mantido pelo Itaú, e passa a usar o conceito de Open Innovation para rentabilizar serviços de conectividade, billing e big data

A TIM lançou hoje, 19, em São Paulo, uma parceria com o Cubo Coworking, espaço dedicado ao empreendedorismo mantido pelo Itaú e Redpoint Ventures. Inicialmente, a operadora móvel irá fornecer a infraestrutura de rede de ultra banda larga no prédio, que hoje abriga 55 empresas – a maioria, startups. E já iniciou reuniões com os empreendedores do local para oferecer mentoria, encontrar potenciais clientes ou parceiros.

A intenção da tele é entrar no ecossistema de inovação sem lançar mão de capital. “Acreditamos que o ecossistema de empreendedorismo no Brasil está bem servido. O que de melhor podemos oferecer às startups é o acesso a nossos clientes, big data, sistemas”, diz Luis Minoru, CSO da TIM Brasil.

Segundo ele, o acesso a 65 milhões de clientes, a uma ampla rede 4G, o contato com uma série de serviços inovativos – área que fatura R$ 1,5 bilhões na operadora – e a capacidade de processar nada menos que 6 bilhões de CDRs por dia pode garantir o sucesso de uma empresa nascente e inovadora. A operadora está concluindo, ainda, a implementação de plataforma da Oracle e Engineering que, entre outras coisas, abrirá as portas para uso de API por parte das startups para acessar os sistemas da TIM.

“Para nós, como operadora, o Open Innovation abre possibilidades. Queremos ser mais vistos como empresa de serviços do que de infraestrutura. [Com essas parcerias] gero um cliente para minha infraestrutura de big data, billing, e serviços de conectividade”, afirma o executivo.

Quem vai fazer o meio de campo entre a operadora e as startups será o departamento de Inovação e Novos Negócios, dirigido por Janilson Bezerra. A área foi criada no final do ano passado e está subordinada à diretoria de estratégia, comandada por Minoru.

Para o Cubo, a visão da TIM faz todo sentido. Segundo Flavio Pripas, responsável pelo espaço, empresas dispostas a investir nas startups já não são a principal necessidade dos empreendedores. “O investimento em equity às vezes atrapalha o desenvolvimento de uma startup pois impede investimento de outras fontes”, observa. Em 10 meses de funcionamento, as empresas do Cubo fecharam 80 negócios  de investimento ou parcerias das startups com grandes empresas.

A parceria com entre TIM e Cubo complementa a já existe iniciativa do Instituto TIM de incentivar a inovação por meio do Academic Working Capital (AWC). Neste caso, o instituto atua como uma aceleradora, financiando a prototipagem de produtos e oferecendo mentoria para incentivar o empreendedorismo inovador de alto impacto a formandos de universidades.

Por enquanto, a operadora não tem a intenção de trazer para o país o TIM Ventures, área de corporate investment da Telecom Italia e que já aportou capital na empresa local wiMAN, um sistema de WiFi compartilhado. “Eles [TIM Ventures] até estão olhando formas de atuar no Brasil. Mas acho que não é necessário neste momento. A principal moeda de troca hoje não é dinheiro”, conclui Minoru.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-vai-oferecer-startups-acesso-assinantes-e-big-data/

Os ataques cibernéticos possibilitam crescimento no mercado de seguros

sábado, 6 de agosto de 2016

A evolução da tecnologia e o aumento da interconectividade dos dispositivos digitais têm resultado em uma maior exposição a ataques cibernéticos pelas corporações. Segundo o Relatório Global de Impacto Cibernético 2015, produzido pela consultoria e corretora de seguros Aon, as empresas do ramo farmacêutico, saúde, TI e organizações financeiras são os principais alvos dos criminosos porque armazenam dados confidenciais mas, no geral, todas as empresas que usam tecnologia correm o mesmo risco.

Para proteger essas empresas, as seguradoras desenvolveram um novo produto, que promete ser uma tendência para os próximos anos: o seguro cibernético. Esse modelo é uma forma de assegurar a empresa, no sentido mais direto do termo, e não apenas uma solução adicional de segurança.

Este tipo de apólice compensa possíveis perdas financeiras no caso de uma invasão, ressarcindo financeiramente a empresa que tiver perdas monetárias ou pagando indenizações a terceiros que se sentirem lesados, no caso de vazamento de dados.

No Brasil, o seguro cibernético ainda é recente, foi regulamentado há apenas nove anos pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). Em outros países a prática já é comum, como nos Estados Unidos, onde 20% das empresas já usam esse tipo de proteção. É preciso mudar essa cultura no Brasil e conscientizar sobre a importância da prevenção contra os crimes cibernéticos.

O Relatório da Aon indica que o mercado tem muito a crescer. Segundo o estudo, que envolveu 2.243 participantes de 37 países, apenas 19% das companhias no mundo todo adquirem esse seguro. Se for considerado somente o Brasil, o índice é inferior a 1%.

A companhia de pesquisas Micro Market Monitor estima que o mercado latino deve crescer em torno de 17,6% por ano até 2020 e o Brasil responderá por mais da metade dos investimentos das organizações no continente nos próximos cinco anos.

Os riscos cibernéticos precisam ser mais bem explorados pelas seguradoras, já que é um mercado em ascensão e levando em consideração que seu Core Business é justamente proteger seus clientes. No caso de um ataque, ter uma apólice de seguro cibernético é a principal solução para minimizar perdas.

Fonte: http://computerworld.com.br/seguro-cibernetico-contra-ataques-virtuais-tem-espaco-para-crescer-no-pais

Dificuldades na gestão de Big Data

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

As empresas demonstram confiança em suas estratégias de Big Data e sinalizam que caminham na direção correta. Porém, grande parte dessas companhias ainda sofre para operacionalizar suas estratégias.

“Big Data avança aos poucos. As pessoas começam a entender diferentes tipos de aplicação do conceito e movem projetos de experimentação para produção”, avalia Stephen Baker, CEO da Attivio, fornecedora de soluções focadas em projetos de grandes volumes de dados.

Segundo o executivo, as companhias enfrentam alguns desafios em suas jornadas. Os principais deles vinculam-se à contratação dos recursos adequados a seus objetivos e à criação de uma cultura corporativa orientada a dados.

Entre abril e maio, a Attivio entrevistou 150 executivos de grandes empresas (com mais de 5 mil funcionários) sobre modos como recorrem a Big Data para basear a tomada de decisões corporativas, bem como a forma que se relacionam com provedores de ferramentas para tocarem seus projetos.

No caminho da eficiência

A pesquisa descobriu que 94% dos executivos responsáveis por iniciativas de Big Data, de forma geral, acreditam que suas estratégias estão no caminho certo. Além disso, praticamente todos (98%) afirmaram que suas companhias estimulam os empregados a tomarem decisões com base em dados e evidências.

Adicionalmente, 81% dos respondentes indicaram que suas empresas ampliarão os investimentos no recrutamento de talentos e contratação de ferramentas que permitam extrair ainda mais valor de grandes volumes de dados ao longo dos próximos cinco anos.

O estudo revela que apenas 23% dos respondentes sente que suas empresas atingiu o sucesso pleno em utilizar Big Data para a tomada de decisões.

Dados por todos os lados

Enquanto 78% dos respondentes relatou que um membro da gestão de sua organização puxa os esforços de utilização de analytics, 41% observam que os registros em suas organizações espalham-se por muitos silos, o que dificulta os projetos devido à inacessibilidade. De fato, apenas 23% dos respondentes afirmaram que suas empresas utilizam mais de três quatros dos dados disponíveis.

Mesmo quando esses dados estão acessíveis, as companhias levam muito tempo para acessarem registros coletados a partir de diferentes fontes. Segundo o levantamento, 37% dos respondentes sinalizaram que essas rotinas consomem um dia ou mais – sendo que, em alguns casos, levam semanas.

Esses não são os únicos desafios. De acordo com o levantamento, 59% dos entrevistados revelou que seus sistemas legados para armazenamento de dados requerem muito processamento e não atendem os requerimentos atuais de negócios.

A percepção de que faltam cientistas de dados é correta, sendo que 66% dos participantes do estudo revelaram que encontram dificuldade de contratar profissionais para essa função. Além disso, o estudo revela que há um cenário de “shadow analytics” (contratação de ferramentas a despeito das regras de TI), o que gera problemas de governança da informação junto a 59% dos entrevistados.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/empresas-ainda-sofrem-para-operacionalizar-iniciativas-de-big-data

Avanço da tecnologia no Brasil acontece com estudantes !

sábado, 30 de julho de 2016

Um grupo de estudantes do Inatel criou uma plataforma de Internet das Coisas online e gratuita, a Taurus System, que permite ligar qualquer hardware à Internet utilizando microcontroladores como placas Raspberry Pi ou Arduino e até mesmo planilhas de Excel para enviar dados.

Criado por Leonardo Gonçalves, José Carlos Costa Júnior e Guilherme Cassemiro, estudantes de engenharia de Telecom e engenharia de automação, o projeto teve como inspiração a plataforma romena Device Hub e serviria inicialmente para automação.

No entanto, os desenvolvedores perceberam que poderiam alcançar outras verticais, como agricultura, comércio e smart cities. Em um dos testes, uma fazenda de plantação de café usou o Taurus System para controle de temperatura em um secador de café, explicou Leonardo Gonçalves a MOBILE TIME. O teste deu certo e está em uso há dois meses.

Agora, o grupo com os três estudantes se chama AlfaTech. Eles passaram por um processo de pré-incubação na Inatel e começam a procurar parcerias para desenvolver a plataforma. Uma delas, já fechada, é com a Escola Técnica Estadual (ETE) de Santa Rita do Sapucaí, cidade a 406 km de Belo Horizonte que possui campus do Inatel. O AlfaTech será apresentado para alunos do último ano do curso técnico de eletrônica.

Para o futuro, Gonçalves explica que o AlfaTech estuda manter o Taurus System com dois modelos: um gratuito para até dez equipamentos; e outro premium, para clientes que buscarem ter uma consultoria com a empresa. Outra forma de monetizar que os estudantes vislumbram com a plataforma será uma loja virtual, com manuais para criar e conectar objetos à IoT. Contudo, o desenvolvedor ressalta que o intutito será continuar com a plataforma gratuita.

O Taurus System pode ser acessado por qualquer dispositivo (smartphone, tablet ou PC). Para tanto, o usuário pode enviar e-mail ao grupo – pedindo login, número serial e senha – ou se registrar no site. Atualmente, o sistema da AlfaTech consegue acessar gráficos de aparelhos e sensores conectados à plataforma, como sensor de umidade relativa do solo, sensor de temperatura e sensor de luz. Nas próximas atualizações, o sistema deve ganhar gráficos responsivos e temporizador para fazer tarefas.

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/

estudantes-de-minas-gerais-criam-sistema-gratuito-de-internet-das-coisas/440482/news.aspx