Posts com a Tag ‘Transmissão de Dados’

Nokia e Orange alcançam transmissão de 1,5 Tbps em única fibra na Polônia

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A Nokia a a filial na Polônia da operadora francesa Orange anunciaram nesta quinta-feira, 21, a conclusão de teste de transmissão com capacidade de 1,5 Tbps (terabit por segundo) em um caminho de 870 km entre as cidades polonesas de Varsóvia e Wroclaw. Assim, a fornecedora afirma ter conseguido pela primeira vez a transmissão de 250 Gbps por comprimento de onda na infraestrutura existente da operadora, ou cerca de 30% mais rápida do que a tecnologia atual. Isso significa que foram utilizados seis portadoras para compor um único supercanal de 1,5 Tbps com banda de 300 GHz em uma fibra comum.

A Nokia afirma que a capacidade é maximizada enquanto o espaçamento de canal permanece alinhado com a determinação de 50 GHz da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T). Além disso, o teste utilizou uma infraestrutura de rede flexível e amplificação de 20 dB na fibra. A Orange e a fornecedora finlandesa ainda demonstraram uma eficiência espectral com um transponder em tempo real de 5 bits/Hz e 250 Gbps em 50 GHz no percurso de 870 km e formato de modulação de 16 QAM. O link ótico poderia transmitir até 24 Tbps se fossem utilizados 96 amplificadores de canais.

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/21/07/2016/nokia-e-orange-alcancam-transmissao-de-15-tbps-em-unica-fibra-na-polonia/

QUALCOMM PROJETA VENDAS DE ATÉ 1,72 BILHÃO DE APARELHOS 3G E 4G ESTE ANO

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Companhia registrou aumento de receita e do lucro líquido no último trimestre, graças a mais vendas para a China e corte de despesas.

A fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm divulgou hoje, 20, o balanço financeiro da companhia para o terceiro trimestre de seu ano fiscal. Também divulgou sua projeção para o mercado de dispositivos móveis 3G e 4G. A estimativa é que, em 2016, o mundo compre entre 5% e 11% mais aparelhos do tipo – o que resultaria em número entre 1,62 bilhão e 1,72 bilhão. Em 2015, as vendas foram de 1,55 bilhão.

A empresa ressalta, porém, que este volume pode ser maior, uma vez que há empresas chinesas que informam dados menores que o real, além de fabricantes do mercado cinza, que não pedem licenciamento das tecnologias.

Apesar disso, foi justamente o avanço das marcas chinesas de celular que contribuiu para a melhora dos números da fabricante. A receita cresceu 4% em um ano, atingindo US$ 6 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 1,6 bilhão, maior em 22%. O bom desempenho também foi alcançado devido a corte de custos. A empresa executa plano para reduzir as despesas em US$ 1,4 bilhão. Neste ano, espera realizar 50% desse plano.

A empresa forneceu chips para equipar quase 325 milhões de dispositivos 3G ou 4G no trimestre encerrado em junho, 11% mais que no mesmo período de 2015. Mas detectou uma queda no preço dos celulares, que teriam custado entre US$ 191 e US$ 197, 7% menor.

Para o quarto trimestre, que se encerrará em setembro, a companhia estima receita entre US$ 5,4 bilhões e US$ 6,2 bilhões e venda de até 215 milhões de chips. A crescimento nas vendas de aparelhos 3G e 4G deve ficar em um dígito.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/qualcomm-projeta-vendas-de-ate-172-bilhao-de-aparelhos-3g-e-4g-este-ano/

A quem pertencem seus dados?

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Brasil precisa ficar atento para que regras de proteção, sigilo e privacidade não se traduzam em obstáculo para uma série de serviços

Os casos de bloqueio do serviço de mensagens instantâneas WhatsApp e a prisão do executivo do Facebook no Brasil neste ano trouxeram, mais uma vez, à tona uma questão pertinente à sociedade atual que parece estar longe de se chegar a um consenso: segurança x privacidade.

Por um lado, temos as empresas de tecnologia que têm como parte fundamental do seu serviço garantir a privacidade de seus usuários e do outro as leis que regem o país destes mesmos cidadãos. E ainda entre estas duas forças, a sociedade que precisa se sentir segura ao utilizar as ferramentas digitais e ao mesmo tempo não quer que crimes deixem de ser solucionados ou que criminosos fiquem impunes por conta da falta de acesso à informação das autoridades policiais.

O legislador brasileiro precisa ficar atento, porém, para que as regras a respeito da proteção de dados, sigilo e privacidade do usuário não se traduza em obstáculo intransponível para que empresas possam oferecer uma série de serviços – de interesse desses mesmos usuários – cuja realização envolve tratamento e transferência de dados.

No Brasil, existem leis que tratam do assunto, dentre as quais o principal instrumento legal, o Marco Civil da Internet, amplamente debatido e considerado um grande avanço no mundo todo sobre este tema. No caso atual, em seu artigo 15, exige que um provedor de aplicações mantenha os respectivos registros de acesso (não o conteúdo) em aplicações de internet por seis meses.

As dúvidas, no entanto, se acirraram nos últimos meses. A punição empregada ao executivo do Facebook pode ser considerada justa? Até onde pode-se dizer que a empresa não respondeu à Justiça adequadamente? Os players de tecnologia internacionais ou não estão corretos em disponibilizar ao mercado serviços que implicam na transferência ou tratamento de dados, negando-se, porém, a revelar esses dados às autoridades dos países em que atuam?

Dentre os principais motivos que as empresas alegam para não mudar seus sistemas (e isso é realmente preocupante) destacam-se o dever de proteger os dados, o sigilo e privacidade dos usuários desses aplicativos e a garantia de que as informações privadas não sejam usadas por governos com regimes extremistas, que muitas vezes não respeitam os direitos humanos, por exemplo. Se a cessão das informações ocorrer em algum país, a empresa pode abrir precedentes para outras regiões exigirem o mesmo.

 

Essas são perguntas que a maioria dos especialistas do setor vem debatendo. A prisão de Diego Dzodan e o bloqueio do Whatsapp podem ser bons motivos para o Brasil avaliar se as leis existentes e suas regulamentações ainda pendentes são suficientes e se atendem às atuais necessidades que a internet vem apresentando à sociedade.

 

Engajada em abrir um fórum para discussões sobre uso, compartilhamento e proteção de dados, a ABES lançou o portal Brasil, País Digital, focado em informações sobre as leis de proteção de dados, com notícias e casos ligados ao assunto no Brasil e mundo. A entidade ainda atua com um Comitê sobre o Marco Regulatório, que se ocupa de temas relacionados com a internet e reúne vários executivos do setor para debater situações como essas.

 

Essa foi uma forma encontrada pela entidade para manter tanto as empresas quanto a sociedade atualizada quanto ao desenrolar de casos como os que as empresas Facebook, Whatsapp e Google, entre outras, vêm enfrentando.

 

O momento agora requer um debate com a participação de especialistas em direito penal, empresas do setor, especialistas em TI e sociedade civil para que se chegue a um consenso onde a internet seja um agregador para a evolução da comunicação e não um instrumento de litígios e espaço seguro para o crime.

 

*Paulo Milliet Roque é vice-presidente e diretor de inovação da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software)

 

 

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/bloqueio-do-whatsapp-quem-pertencem-seus-dados

ATOS FORNECE INTEGRAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA OS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Sistemas de transmissão de dados terão grande impacto e oferecerão uma experiência inédita aos usuários nos Jogos Olímpicos

 

A distribuição de resultados para o mundo em menos de meio segundo, sem erros, é um marco tecnológico que levou anos para ser desenvolvido e promete ser alcançado pela Atos, nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Motivada pela maturidade da tecnologia móvel, a Atos, empresa global de serviços digitais e parceira de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), gerenciou os esforços tecnológicos do COI para permitir que resultados e outros dados fossem compartilhados on-line e por meio de meios tradicionais de forma mais rápida, em qualquer plataforma e em qualquer lugar.
Visando distribuir os resultados, informações de evento e de atletas para o público e para a mídia por todo o mundo, a Atos fortaleceu seus sistemas com novas tecnologias, como o Olympic Video Player (OVP), que oferece resultados, estatísticas, biografias e conversas em mídia social, em tempo real, para espectadores, tudo reunido e integrado em apenas uma tela. O Olympic Video Player vai exibir conteúdos nunca antes vistos, com apenas um clique. Sejam quais forem os dispositivos, onde quer que estejam, os espectadores dos Jogos Olímpicos terão em suas mãos opções e controle sobre como, onde e quando assistirem, nos territórios onde os detentores dos direitos de transmissão escolherem o uso do OVP.
A Atos fornece os seguintes sistemas de TI para os Jogos:
•  Sistemas de Gerenciamento dos Jogos: disponível na nuvem dos parceiros internos da Rio 2016, esse sistema oferece apoio às operações e planejamento dos Jogos. Credenciamento de mais de 300 mil pessoas; entradas e qualificações de esportes, gerenciamento do portal para apoiar 50 mil voluntários.
•  Sistemas de Difusão de Informações: grupo de sistemas que fornece resultados em tempo real para a mídia e para a família olímpica e paraolímpica. Isso inclui o Sistema de Informação para Comentaristas (Commentator Information System – CIS), e myIfo+, que oferece informações para mídia, atletas, juízes, técnicos e patrocinadores.
Os sistemas de resultados estão disponíveis nos estádios olímpicos, no Centro de Imprensa Principal (Main Press Center), no Centro de Transmissão Internacional (International Broadcasting Center) e, remotamente, nos estúdios de transmissoras para oferecer apoio à mídia na reportagem dos eventos à medida que acontecem.
CIS: gerenciado centralmente na Central de Operações Tecnológicas, o CIS fornece a comentaristas e jornalistas uma tecnologia com tela sensível ao toque que fornece resultados em tempo real, tão rápidos que os resultados podem ser visualizados antes da multidão comemorar. Também será a primeira vez que transmissoras terão acesso ao sistema para todos os esportes olímpicos e 12 esportes paraolímpicos.
•  myInfo+: aplicativo de internet que permite que representantes de mídia credenciados, oficiais dos esportes e atletas acessem as informações disponíveis. Pela primeira vez, os resultados ao vivo serão disponibilizados para todos os esportes Olímpicos e Paraolímpicos. Ele também fornece informações de calendário de competições, tabelas de classificação, notícias sobre transporte e registros esportivos. Tudo isso disponível nos laptops de usuários, que podem ajustar suas homepages para destacar os países em que desejam focar durante os jogos.
“Os sistemas de TI da Atos permitirão a reportagem instantânea de 6 mil horas de cobertura dos Jogos Olímpicos para todo o mundo pelos meios tradicionais de televisão e digitalmente, pelos bilhões de laptops, tablets e smartphones.“Esses jogos serão verdadeiramente globais, não só por conta de todos os países representados nele, mas pela contribuição dada pelo trabalho da Atos levando os jogos para todo o Mundo”, afirma Elly Resende, diretor de tecnologia da Rio 2016.
A Atos fornece soluções de TI para os Jogos Olímpicos desde 1992. Para os Jogos Olímpicos Rio 2016, mudou seu modelo de hospedagem de serviços TI para usar serviços Cloud fornecidos pelos parceiros de hospedagem da Rio 2016.
No Brasil, a empresa conta com cerca de 2.000 colaboradores, distribuídos nos escritórios de São Paulo e Londrina, este último com Centro de Operações inaugurado em 2013, além das equipes alocadas nas estruturas de clientes em diversas cidades do Brasil.

 

 

Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/07/

atos-fornece-integra%C3%A7%C3%A3o-de-tecnologias-para-os-jogos-ol%C3%ADmpicos-rio-2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

 

 

 

 

De 23 à 25 de Agosto de 2016 acontece em Indaiatuba a 7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região.

Com cerca de 100 Stands da indústria, comércio e unidades de ensino, o pavilhão estima receber cerca de 7mil pessoas durante os três dias de exposição e conta ainda com 12 palestras de ótimo conteúdo e profissionalismo!

 

A MAXLAN Tecnologia estará presente nos stands de nº 71 a 73, visite-nos ! Será um prazer recebê-los!

Também promoveremos a Palestra “Ameças de Segurança no Mundo Digital” no primeiro dia, às 20h15, no Auditório da Exposição!

Para detalhes da programação de palestras que acontecerão dentro da Feira durante os dias de funcionamento acesse: http://www.feiradasindustrias.com.br/cadastramento/

 
palestraMarco3

5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados

sábado, 20 de agosto de 2016

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

 A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

 

Fonte:  http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g

Novo ICMS em 11 Estados custa R$ 1,2 bi

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Em um cenário de crise nas finanças públicas, as operadoras de telefonia e banda larga tornaram-se alvo dos fiscos estaduais. As alíquotas de ICMS que incidem sobre os serviços de telecomunicações subiram em 11 Estados e no Distrito Federal desde janeiro. O aumento deverá tirar R$ 1,2 bilhão do já combalido caixa das empresas em 2016, conforme estimativas do Sinditelebrasil, principal associação do setor

Para saber mais visite http://www.valor.com.br/empresas/4637371/novo-icms-em-11-estados-custa-r-12-bi-para-teles

GRUPO ALGAR INVESTIRÁ EM INOVAÇÃO

domingo, 14 de agosto de 2016

 

 

Para investir 5% do seu lucro líquido em inovação, lançou a Algar Ventures, que vai participar do ecossistema de inovação junto a start ups, incubadoras, universidades, espaços de coworking e fundos de investimento.

Com receita líquida de R$ 4,8 bilhões e lucro líquido de R$ 200 milhões em 2015, o Grupo Algar, com sede em Uberlândia (MG), lançou hoje (19) a Algar Ventures, braço pelo qual pretende participar ativamente do ecossistema da inovação. Em seu primeiro ano de atuação, o fundo vai investir em parcerias com start ups, universidades, espaços de coworking, incubadoras, etc. A partir do segundo ano os investimentos serão diretos em start ups, com projetos nas áreas de atuação do grupo: telecom, agronegócios, turismo e serviços.

O investimento definido pelo grupo na Algar Ventures é de 5% de seu lucro líquido por ano. Isso significa que os recursos para o primeiro ano de atuação do fundo de investimento serão de R$ 10 milhões. De acordo com Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, o objetivo, com a Algar Ventures, é levar a inovação para todas as áreas do grupo e identificar oportunidades inovadoras e disruptivas que possam complementar o portfólio de negócios do grupo, nas áreas onde já atua.

Com a Algar Ventures, os investimentos em inovação que já são feitos pelas empresas do grupo, ganharão musculatura, na visão de Sganzerla. “É muito diferente uma empresa investir internamente em inovação com seus recursos, e ter um suporte do grupo”, avalia. Mesmo sem esse suporte, duas empresas do grupo, a Algar Telecom, que respondeu por metade de sua receita líquida e 75% de seu lucro em 2015, e a Algar Agronegócios já avançaram muito em inovação.

Tanto que acabam de ser premiadas em uma iniciativa do jornal “Valor Econômico”, conta Sganzerla. A Algar Telecom ganhou o primeiro lugar em seu segmento, onde atuam grandes operadoras de telecomunicações. No segmento de agronegócios, a empresa do Grupo ficou em terceiro lugar.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/grupo-algar-vai-investir-5-do-lucro-liquido-em-inovacao/

TIM testa vídeochamada e voz sobre 4G durante as Olimpíadas

sábado, 13 de agosto de 2016

A Olimpíada transformou a cidade do Rio de Janeiro na mais conectada do Brasil, pelo menos, até o final do ano. Somente na TIM, informa o CTO, Leonardo Capdeville, os sites 4G vão passar de 773 para quase 1,3 mil até dezembro. A cobertura do 3G também foi ampliada passando e 883 para 1003. Os investimentos também estão sendo feitos na região metropolitana e para garantir a qualidade, 90% dos sites da TIM serão conectados por fibra óptica ainda em 2016.

“Temos a convicção de que pelo menos 70% das conexões de dados durante o evento vão ser pela rede 4G. Na Copa do Mundo de 2014, a tecnologia representou apenas 10%. Em junho, chegamos a 40% do tráfego de dados no Rio com 4G. E vamos passar de 50% até dezembro”, enumera Capdeville. O executivo salienta que a infraestrutura da TIM para os jogos começou a ser estruturada há um ano.

E nesse plano, se estruturou o piloto para vídeochamada em LTE, em alta definição, como hoje acontece com as OTTs. Também haverá o teste com o Wi-Fi Calling, chamada de voz por canais de dados por meio do Wi-Fi, onde não houver o sinal da rede 3G ou 4G. O teste, informa Capdeville, será feito com um grupo selecionado pela TIM entre funcionários e parceiros. “Mas ele vai acontecer num período de grande estresse para a rede. E queremos que isso aconteça mesmo”, relata.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante evento realizado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 21/07, o executivo da TIM fala ainda sobre os acordos de compartilhamento; garante que não vai ter falta de conexão de dados na Rio 2016 e revela a importância do roaming com os turistas no período. “Somos a única operadora com 4G em 1,8 Mhz, bastante usada em outros países, como os EUA. Fechamos vários acordos internacionais”.

Assistam em http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43032&sid=17#.V5-mrjsrLIV

Consultoria projeta que as receitas da indústria de TI passarão de US$ 6,46 bilhões, em 2015, para US$ 7,78 bilhões em 2016

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

 

A Frost & Sullivan estima que a indústria de tecnologia na América Latina gerou receitas de US$ 6,46 bilhões em 2015 e deve alcançar um faturamento de US$ 7,78 bilhões em 2016. Apesar de animador, o desempenho poderia ser bem melhor.

De acordo com a consultoria, a migração da computação tradicional para processos mais disruptivos tem sido severamente dificultada nas empresas latino-americanas devido a questões relacionadas à confiabilidade e falta de infraestrutura.

“Considerando o vasto potencial de receitas da indústria de serviços de TI na América Latina, seus stakeholders estão gradualmente percebendo que a cooperação é a melhor maneira de superar esses desafios fazendo com que todos saiam ganhando”, indica a consultoria.

A empresa liberou o estudo 2016 Latin America Outlook for the Information Technology Services Industry, no qual mostra, ainda, outro gargalo para o avanço de soluções disruptivas: preocupações com temas de segurança.

“Não importa a tecnologia, sem uma estratégia de segurança bem desenhada, há pouca chance de sucesso no longo prazo”, observa Leandro Scalize, consultor de transformação digital da Frost & Sullivan.

Na visão do executivo, essa preocupação se tornará cada vez mais relevante à medida que as empresas continuam o processo de digitalização de suas operações. Esse contexto impactará positivamente o faturamento desse mercado.

O setor de serviços de segurança gerenciada – como consequência – irá crescer de US$ 580,2 milhões em 2015 para US$ 687,5 milhões 2016, a uma taxa de crescimento de 18,4%.

Cloud e Big Data

Ainda que os serviços de data center continuem liderando o mercado de serviços de TI em termos de receita, esse panorama deve mudar em breve, uma vez que a taxa composta de crescimento anual desse segmento é a menor dentre os serviços analisados no estudo.

“Um segmento que está rapidamente caminhando para a maturidade na América Latina é a computação em nuvem, devido principalmente à maior compreensão sobre o conceito e também às recentes implementações de SaaS e IaaS”, afirma.

A expectativa é de que cloud pública gere uma receita de mais de US$ 2 bilhões em 2016. Já o Big Data terá uma posição de destaque na indústria de TI, impulsionado pela grande ênfase dada pelas empresas atualmente à análise de dados.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/infraestrutura-precaria-limita-inovacao-na-al-indica-frost-sullivan