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Quem deve liderar a transformação digital?

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

 

Estudo da IFS aponta que os diretores de TI estão bem cotados para conduzirem suas empresas rumo à digitalização

As responsabilidades sobre a condução dos processos de transformação digital ainda não estão claras dentro das hierarquias corporativas. Segundo uma pesquisa global da IFS, fabricante de ERPs, ainda há sérias dúvidas a respeito de quem é o líder desses projetos.

De acordo com o levantamento, os diretores de TI levam vantagem. Para 40% dos 500 respondentes do estudo, os CIOs têm a missão de conduzir a empresa rumo à digitalização. Os CEOs vêm logo atrás (39%), seguido pelos CFOs (35%), CTOs (20%) e CMOs (6%).

Uma ressalva se faz necessária: os respondentes frequentemente apontaram a si mesmos como responsáveis pela coordenação desse movimento digital. Assim, o resultado demonstrou que 53% dos diretores executivos consideram a si mesmos responsáveis. O número correspondente de gestores financeiros e de tecnologia foram 69% e 63% respectivamente.

A pesquisa da IFS traz, ainda, outros dados interessantes sobre o assunto, além de algumas afirmações que já se tornam bastante comuns nesse tipo de estudo.

Um exemplo? 40% dos respondentes afirmaram que suas empresas estão despreparadas para a transformação digital, apesar de 86% esperarem que o conceito desempenhe papel-chave dentro de cinco anos.

Alta prioridade, baixa estratégia

Um bom número (76%) de entrevistados indicou que precisará de mais informações sobre a transformação. Outro dado interessante é que muitas empresas nunca foram muito longe na implementação de estratégias: 40% afirmaram que sequer possuem uma estratégia clara para a transformação digital.

Ao serem solicitados para classificar as tecnologias disruptivas e o quão importante estas são para impulsionar a transformação digital nos setores onde atuam, a pesquisa identificou temas como Internet das Coisas, cloud, sistemas cognitivos e de aprendizado de máquinas, wearables, impressão 3D e drones.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/cdo-cmo-cio-ou-ceo-quem-deve-liderar-transformacao-digital

Em 20 anos teremos mais robôs que humanos, será?

terça-feira, 30 de agosto de 2016

 

Estudo levantou expectativas de norte-americanos para o futuro, que preveem que em 20 anos, haverá mais robôs que humanos, pessoas vão namorar outras por meio de seus avatares e drones vão entregar pizzas. Essa é a visão de muitos para o futuro, de acordo com uma pesquisa do Imperial College of London, com mais de 2 mil americanos sobre como eles acreditam que a tecnologia irá transformar a vida deles.

O estudo, divulgado nessa semana, mostra que 1 em 4 americanos adultos espera que até o ano de 2036 haverá mais robôs que pessoas. Também descobriu que 35% delas espera namorar via avatares e cada vez menos presencialmente. Fora isso, 69% afirmaram que tecnologias substituirão moedas em espécie.

Ezra Gottheil, analista na empresa Technology Business Research, não é assim tão otimista em relação ao avanço da tecnologia como muitos responderam à pesquisa.

“Bem, eu tenho problemas com essas previsões”, disse a Computerworld. “Drones estarão sujeitos às restrições de voo devido ao tráfego intenso, mas haverá uma série de robôs fazendo coisas que pessoas fazem agora. Eu tenho certa dúvida de que pizzas serão entregues – e provavelmente feitas – por veículos não tripulados”.

Gottheil disse que não compra também a previsão de que nos relacionaremos por meio de avatares.

A pesquisa também mostrou que os entrevistados acreditam que a tecnologia mudará o futuro da medicina.

Entre as previsões usar realidade virtual para “ver” seus médicos até 2030, ao invés de ir fisicamente ao consultório. Quando alguém precisar de um transplante de órgão, ao invés de esperar por um doador, uma impressora 3D poderá simplesmente fabricar o órgão necessário. E cerca de metade dos respondentes afirmou que acredita que o primeiro clone humano nascerá até 2036.

Mas Gottheil sugere que a sociedade não está preparada para isso ainda.

“Eu penso que estamos perto de clonar humanos”, diz. “Mas a ética nos previne de fazer isso. Bem, isso ou multidões furiosas”.

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/pesquisa-sugere-que-existirao-mais-robos-que-humanos-no-mundo-em-20-anos

Drones para monitorar torres de celular ??

sexta-feira, 26 de agosto de 2016
A AT&T está utilizando drones para realizar inspeções aéreas de suas torres celulares. Além disso, a companhia prevê usá-los como uma forma de reforçar a sua rede LTE sem fio para melhorar a cobertura em grandes eventos esportivos ou shows, onde milhares de fãs podem sobrecarregar a rede.

Drones também poderiam ser usados para uma resposta rápida a desastres, oferecendo cobertura em áreas atingidas por uma tempestade ou outra catástrofe.

Algumas dessas ideias foram anunciadas por John Donovan, diretor de estratégia para a AT&T, em um post publicado no blog da companhia. A publicação inclui um vídeo onde mostra como drones já estão inspecionando torres de celular.

Drones transmitem ao vivo vídeos das condições das torres a um engenheiro, baseado em um escritório, que pode fazer inspeções de cabos e componentes. O processo é mais rápido e mais seguro do que usar uma equipe de funcionários e permite o acesso a partes de uma torre que uma pessoa não teria acesso.

Os veículos também podem ser conectados a uma rede LTE em uma área específica para capturar dados para análise através dos servidores remotos da AT&T para permitir mudanças na rede e correções em tempo real, caso ocorreram problemas.

Art Pregler, diretor do programa que usa drones para a companhia, disse que as informações obtidas a partir de uma inspeção por drone tendem a ser mais precisa do que a forma tradicional. “Isso é emocionante”, disse. “Nós estamos na infância da utilização de drones no setor comercial. O céu é o limite.” Como drones continuam a evoluir, assim como robôs e inteligência artificial, observou ele. “Podemos ver tudo isso se unindo em um relacionamento homem-máquina muito interessante”, disse Pregler.

A companhia também está explorando o uso de drones ao desenvolver soluções em Internet das Coisas nas áreas de seguros, agricultura, inspeções de instalações e serviços de entrega.

O interesse pelo uso comercial de drones está rapidamente se expandindo. O Google e a Amazon têm projetos com drones, assim como a Verizon, esta concorrente direta da AT&T. Em dezembro passado, a Verizon anunciou um projeto piloto com a PrecisionHawk para monitorar uma colheita de uvas na Califórnia, usando drones.

O interesse das duas principais operadoras dos EUA em aplicações de Internet das coisas para clientes vêm como resposta ao declínio da receita de serviços sem fio. As operadoras estão buscando novas áreas de renda com a Internet das coisas, inclusive usando drones.

 

Fonte: http://idgnow.com.br/internet/2016/07/15/at-t-usa-drones-para-monitorar-torres-de-celular/