Posts com a Tag ‘Internet das Coisas’

Transações B2B pela web devem movimentar R$ 1,69 trilhão neste ano, diz pesquisa

domingo, 11 de setembro de 2016

Volume de transações digitais entre empresas aumenta e é esperado um crescimento de 2,42 % no período.
O índice Business-to-Business online (B2BOL), que mede as transações comerciais entre empresas, deverá chegar a R$ 1,69 trilhão em 2016, conforme aponta dados divulgados pela E-Consulting, boutique de estratégia e projetos em criação, desenvolvimento e implementação de serviços profissionais em Web, TI, Telecom, Contact Center, Multicanais e Novas Mídias para 47 das 100 maiores empresas do Brasil.

Segundo o levantamento, medido há 14 anos e realizado com 500 empresas, o crescimento esperado é de 2,42 % no período, frente ao R$ 1,65 trilhão alcançado em 2015. A expansão do índice segue tímida neste ano se comparar os resultados de 2015 com os números de 2014, que teve um aumento de 9,2%. Em 2014, o volume apresentado foi de 1,5 trilhão.

O B2BOL mede, a cada três meses, os volumes transacionados digitalmente entre empresas (Portais, EDI, Plataformas B2B, etc), seja por meio de portais proprietários (B2BOL_Companies) ou via intermediários – os E-Marketplaces independentes (B2BOL_ E-Markets).

O B2BOL Companies, praticado entre as trinta maiores empresas do país, que representam em torno de 77% de toda a movimentação brasileira entre companhias e suas cadeias de valor, alcançou R$ 1,37 trilhão no primeiro trimestre, contra R$ 1,34 trilhão de 2015. Os segmentos que mais representam neste nicho são Bens de Consumo Duráveis e Não Duráveis (11,1%), Governo e Agências públicas (10,6%), Atacado & Varejo (10,2%), Química e Petroquímica (9,7%) e Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,7%).

Já o B2BOL realizado entre e-marketplaces independentes – os chamados mercados digitais intermediários – atingiu no trimestre o volume de R$ 359 bilhões. No mesmo período do ano passado, este valor foi de R$ 351 bilhões. Nesta categoria, Consumo Duráveis e Não Duráveis (12,8%), Atacado & Varejo (7,5%), Química e Petroquímica (12,5%), Telecomunicações, TI e Internet, Entretenimento e Mídia (8,3%) e Utilities (7,6%) são os mercados que ainda continuam a despontar no levantamento.

“Diferente de outros nichos da economia, que sofrem com a atual crise econômica do País, o segmento de B2B continua em expansão, mesmo que seja tímida. Cada vez mais empresas que vendem para outras empresasaumentam seus investimentos em plataformas de e-commerce, em integração end to end (pedidos de gestão, ERP, ferramentas financeiras, dentre outros) e multicanal. É importante também realçar o maior crescimento comparativos do B2B e-marketplaces”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/transacoes-b2b-pela-web-devem-movimentar-r-169-trilhao-neste-ano-diz-pesquisa/

De acordo com a consultoria, mais do que nunca, colaboradores precisarão atuar de forma integrada às decisões de negócios digitais

terça-feira, 6 de setembro de 2016

 

O aumento da presença digital nas empresas irá alterar significativamente o modo como os profissionais de segurança lidam com a proteção. Mais do que nunca, os colaboradores precisarão atuar de forma integrada às decisões relativas aos negócios digitais e trabalhar junto aos líderes empresariais para assegurar a segurança corporativa.

“Atualmente, a segurança consiste em termos uma abordagem holística de todos os seus aspectos. A segurança digital é a próxima evolução em cibersegurança para proteger essa abrangente presença digital”, afirma Earl Perkins, vice-presidente de pesquisas do Gartner, que projetou seis tendências dentro desse contexto.

  1. Busca do equilíbrio –“Enquanto a segurança vai para um estado integrado dentro de cada setor da empresa, os profissionais da área estão sob uma pressão cada vez maior para equilibrar o risco e a resiliência”, diz o executivo. A meta será equilibrar a gestão do risco com a necessidade crescente da capacidade de resposta e de requisitos de conceito aberto das empresas. Para equilibrar risco e resiliência, os profissionais de TI devem criar métodos que permitam formas mais rápidas para tratar problemas com segurança e que demonstre agilidade.
  2. Aceleração da geração de habilidades e convergência –“À medida que as tendências de segurança mudam, as empresas devem incorporar novos conjuntos de habilidades, tais como ciência de dados, automatização da segurança e a gestão da identidade onipresente”, destaca Perkins. Será um desafio encontrar todas essas pessoas e, assim, os serviços externos se tornarão cada vez mais importantes. Para seus funcionários atuais, as companhias devem identificar as habilidades faltantes e focar na criação de profissionais versáteis que sejam capazes de preencher esses diversos requisitos.
  3. Desenvolvimento de uma cadeia de fornecimento digital de segurança –“Conforme o número de softwares envolvidos na cadeia de fornecimento tradicional cresce, as tecnologias digitais criam uma cadeia de fornecimento igualmente digital, usando serviços de cloud”, explica o analista do Gartner. Os profissionais de segurança devem desenvolver uma estratégia para a Nuvem pública, avaliar se a estratégia de Nuvem privada da empresa pode ser empregada e criar uma abordagem de controle do ciclo de vida da Nuvem. Finalmente, as empresas devem implementar essas estratégias gradativamente para que a segurança da Nuvem não se torne difusa com tantos operadores.
  4. Inclusão da arquitetura de segurança adaptável –“As empresas já têm uma infinidade de produtos relacionados à segurança, prevenção, detecção e resposta”, afirma Perkins. Os responsáveis pela segurança devem alterar sua mentalidade de resposta a incidentes para resposta contínua, gastar menos tempo na prevenção e investir mais na detecção e reação. As redes, de acordo com o contexto, são capazes de fornecer diversas fontes de informação que os profissionais da segurança podem usar para determinar um ataque. As companhias devem arquitetar uma segurança contínua e abrangente para fornecerem visibilidade para suas diferentes camadas para a segurança futura.
  5. Adaptação da infraestrutura de segurança –“Devido ao aumento da conectividade e da diversidade de dispositivos, diferentes tipos de rede que nunca haviam se interligado estão se conectando”, diz o analista. Como resultado, os profissionais da segurança precisam tomar decisões para equiparem os pontos de integração dessas redes. As empresas devem criar diretrizes para as áreas de confiança para a segmentação da rede e avaliarem as técnicas de descoberta para que estejam cientes das mudanças que ocorrem em nível físico. Além disso, como esta é uma área para onde a segurança móvel tem sido direcionada, as empresas devem melhorar seus conjuntos de habilidades de segurança para incluírem todos os meios de comunicação sem fio e observarem a indústria móvel para aprenderem a simplificar as camadas de segurança.
  6. Definição da administração e do fluxo da segurança de dados –“As empresas precisam de uma abordagem focada na política de uso, monitoramento e proteção, e agrupar a infinidade de tipos de produtos do mercado em distintos segmentos. Dessa forma, os profissionais podem trabalhar de forma eficaz na criação da arquitetura de segurança. É preciso começar a lidar seriamente com os tipos de dados e focar na proteção dos aparelhos e na criação de perfis do fluxo de dados para determinar a estratégia de segurança para Internet das Coisas. No geral, as empresas devem avançar em direção à lógica que inclui a governança e que mostra algum formalismo na segurança de seus dados”, afirma Perkins.

 

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/seis-tendencias-em-ciberseguranca-segundo-o-gartner

General Electric economizará US$ 500 milhões com internet industrial

domingo, 4 de setembro de 2016

 

Um executivo da General Electric revelou à agência Reuters que a companhia deverá economizar US$ 500 em 2016 graças à internet industrial. A GE também anunciou, em uma coletiva de imprensa realizada na China, que firmou uma parceria com a Huawei para desenvolver sua estratégia nesse mercado. Internet industrial é como a GE chamou a fusão das tecnologias Big Iron e Big Data para criar máquinas que empregam os chamados dados inteligentes. Uma das maiores fabricantes de motores a jato e locomotivas diesel do mundo, a GE deseja se conectar a essas máquinas usando a internet ao produzir dados que podem melhorar a produtividade, reduzir as emissões de poluentes e o gasto com combustível. A companhia também inaugurou um espaço digital em Xangai nesta quarta-feira (20), onde planeja incubar novas startups e manter desenvolvedores trabalhando em novas aplicações com essa tecnologia. Quanto à parceria com a Huawei, por enquanto as companhias não divulgaram detalhes. Fonte: Reuters

Matéria completa:   http://corporate.canaltech.com.br/noticia/empresas-tech/

general-electric-economizara-us-500-milhoes-com-internet-industrial-73951/

 

Dez aplicações possíveis de Internet das Coisas em PMEs

sábado, 3 de setembro de 2016

Possibilidades da IoT são infinitas e vão desde a gestão do ciclo de vida do produto até o uso em verticais específicas

 

Internet das Coisas (IoT) é a “revolução silenciosa…cuja hora finalmente chegou” de acordo com uma pesquisa recente da Unidade de Inteligência Economista (EIU), que mostra que 96% dos líderes de negócios esperam que seus negócios estejam usando Internet das Coisas, de uma forma ou de outra, em 2016.

Além disso, 60% dos 779 líderes de negócios globais que participaram da pesquisa concorda que empresas lentas na integração de Internet das Coisas ficarão para trás de seus competidores.

No entanto, tais iniciativas não são apenas para grandes corporações. A Internet das Coisas também oferece muitas oportunidades para as pequenas e médias. Na verdade, investir em aplicações e tecnologia ao invés de mais pessoas, as PMEs e startups podem ser igualmente – ou até mais – competitivas, mesmo continuando pequenas.

As possibilidades que surgem com a Internet das Coisas são infinitas, passando por todos os estágios do ciclo de vida do produto até ocasiões de uso em indústrias verticais específicas. Aqui estão 10 exemplos de como PMEs podem utilizar Internet das Coisas para manter uma vantagem competitiva:

  1. Design e Marketing de Produto –Sensores podem reportar exatamente onde, quando e como um produto é usado para ajudar em processos de design e marketing. O processo de coleta de dados em tempo real pode ter um custo menor, ser mais rápido e mais preciso que pesquisas com o consumidor e pesquisas de mercado.
  2. Manutenção de Produto –Informação sobre desgaste de componentes pode ajudar a cortar custos de manutenção e operação, além de identificar potenciais falhas de equipamento antes que quebrem completamente. Por exemplo, se uma máquina quebra durante uma impressão o dano financeiro é bem alto incluindo o custo do envio de técnicos para reparos emergenciais, assim como a perda de confiança do consumidor e possíveis penalidades por atraso na entrega. Ao sentir vibrações ou indicações de calor que possam indicar potenciais problemas nos equipamentos, os técnicos podem ser enviados proativamente para prevenir a falha no equipamento.
  3. Vendas de Produtos –Monitorando a condição e o uso de componentes conectados, PMEs podem prever quando consumidores precisarão de peças de substituição e garantir que tenham os produtos certos disponíveis no inventário. Vendas proativas de partes de reposição podem também prevenir perda de receita para outros vendedores.
  4. Engenharia de Produto –Monitorar condições das máquinas, configurações e uso pode resultar em ajustes que podem melhorar escolhas de materiais e de design.
  5. Logística –Sensores em grandes contêineres de entrega podem receber dados em tempo real sobre onde está um pacote, qual a frequência de manuseio e qual sua condição. Ao conectar esta informação com o sistema de gerenciamento do depósito, empresas podem aumentar sua eficiência, acelerar o tempo de entrega e melhorar o atendimento ao consumidor.
  6. Processos de Fabricação –Ao monitorar a condição, as definições e o uso do equipamento de produção, os problemas que impactem os níveis de saída podem ser identificados para ativar ações de correção e aumentar o tempo de funcionamento e a eficiência.
  7. Manutenção de Frota –Sensores podem ser usados para monitorar velocidade, quilômetros por litro, quilometragem, número de paradas e saúde do motor para frotas de serviço de campo. Ao monitorar a condição do veículo e problemas de uso, reparos podem ser agendados evitando interrupções inesperadas na logística, comportamentos que diminuam a eficiência do combustível podem ser identificados e dicas de condução customizadas podem ser distribuídas. Além de diminuir os custos do combustível, manutenção e condução mais eficientes podem diminuir emissões de CO² e aumentar a expectativa de vida dos veículos.
  8. Transporte –PMEs podem oferecer serviços baseados em aplicações de Internet das Coisas para promover a tendência de cidade inteligente. Por exemplo, Barcelona oferece parquímetros inteligentes que operam através de Wi-Fi na cidade toda, fornecendo aos moradores atualizações em tempo real sobre vagas disponíveis e permitindo que paguem com seu próprio telefone. Pontos de ônibus inteligentes exibem os horários de chegada de forma precisa e possibilitam que os passageiros recebam atualizações adicionais em tempo real através de painéis touch screen.
  9. Agricultura –Sensores podem ser usados para monitorar temperatura do ar, do solo, velocidade do vento, umidade, radiação solar, probabilidade de chuva, umidade das folhas e coloração das frutas. Agricultores podem melhorar seus rendimentos utilizando estes dados para ajustar fatores como horários e quantidades de irrigação e períodos de colheita.
  10. Medicina –Usando Internet das Coisas, os médicos e hospitais podem coletar e organizar dados vindos de dispositivos médicos conectados, incluindo wearables e monitores de saúde instalados nas casas. Ao coletar dados em tempo real, profissionais da medicina têm dados mais completos de seus pacientes, melhorando o atendimento através de diagnósticos e tratamentos mais eficazes.

Seja usando aplicações de Internet das Coisas para simplificar cadeias de produção, melhorar o conhecimento de seu cliente ou gerenciar consumo de energia, algo que todas as aplicações de Internet das Coisas têm em comum é a necessidade de se conectar.

Dados de sensores e dispositivos remotos precisam estar combinados com um ou mais sistemas back-end das PMEs incluindo seus CRMs, ERPs, gerenciamento de depósito, pagamento, atendimento ao cliente ou outras aplicações para ativar automaticamente notificações ou processos de negócios completos, ou para fornecer um painel abrangente de todas as informações importantes.

PMEs deveriam procurar uma plataforma de integração com recursos de computação em memória para fornecer processamento em tempo-real e à prova de erros da vasta quantidade de dados produzidos por sistemas de Internet das Coisas. Com todas as ferramentas para o sucesso disponíveis, não há época melhor do que está para começar.

*Stephan Romeder é managing director da Magic Software Europe.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/dez-aplicacoes-possiveis-do-conceito-de-internet-das-coisas-em-pmes

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/dez-aplicacoes-possiveis-do-conceito-de-internet-das-coisas-em-pmes

Privacidade e Segurança são as chaves para a consolidação da Internet das Coisas

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

 

Apesar de Internet das Coisas (IoT) já ser uma realidade, antes que ela seja consolidada duas questões precisam ser amplamente debatidas: a privacidade e a segurança das pessoas. O alerta é de Desirée dos Santos, desenvolvedora de software da ThoughtWorks Brasil e especialista em robótica, que participou de um painel sobre o tema no 17º Fórum Internacional Software Livre (FISL), que termina neste sábado, 16, em Porto Alegre.

Segundo a especialista, o problema da privacidade é consequência do uso constante de um grande número de objetos e produtos conectados à internet. “Eles coletam dados importantes sobre você: o que faz, por onde anda, o que consome. Todos esses rastros são captados sem sua autorização, e você não tem noção de como isso está sendo utilizado”, explicou Desireé. Ela disse que a sociedade precisa debater o assunto para estabelecer limites a essa prática.

Sobre segurança, Desirée explicou que os produtos da IoT, por estarem conectados à internet, ficam sujeitos a ataques virtuais. “Se você instala um sistema para controlar as portas e janelas da sua casa, e alguém ataca esse sistema, quem vai se responsabilizar? O fornecedor, o governo?”

De acordo com a especialista, a disseminação do software livre pode ser uma solução para esse problema. “O código aberto permite que muito mais pessoas atuem juntas para consertar as brechas de segurança.”

Internet e a nova economia

O coordenador-geral da Associação Software Livre (ASL) e do FISL, Sady Jacques, também vislumbra nos programas de código aberto o futuro da IoT. “Não há nenhuma solução proprietária capaz de produzir, sozinha, internet das coisas em escala mundial. A interoperabilidade é fundamental, e só é alcançada ao limite quando utilizamos softwares livres.”

Com o avanço dos produtos conectados à rede, Jacques considera essencial que se discuta o espaço virtual, pois este é percebido cada vez mais como um grande negócio. “Os gigantes da tecnologia tendem a fazer da internet um espaço proprietário. Ela é uma plataforma que transaciona informação e, portanto, conhecimento”, ressaltou.

Para Jacques, os negócios na internet devem ser realizados em um modelo de colaboração e compartilhamento de informações. “Não se trata da ausência de negócios, mas sim da existência deles a partir de uma base de conhecimento aberta para todos. Consegue-se ter uma economia menos hierarquizada e mais capilarizada, que tende a atender melhor a sociedade como um todo”, afirmou.Com informações da Agência Brasil.

Fonte: http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/15/07/2016/

para-especialista-antes-de-iot-se-consolidar-e-preciso-debater-privacidade-e-seguranca/

Zona Franca de Manaus inclui Economia Digital em incentivos fiscais

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Uma resolução do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia criou três novos programas prioritários para investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Polo Industrial de Manaus e um deles trata de setores diretamente ligados à economia digital.

Na prática, significa que o processo de aportes de P&D associados a incentivos fiscais da Lei de Informática ficam facilitados – por ser essa a finalidade primordial dos ‘programas prioritários’. Basicamente, a prestação de contas fica um pouco menos burocrática.

Até aqui eram sete desses programas prioritários, número ampliado para 10 com a resolução 12/2016, publicada nesta terça-feira, 19/7, no Diário Oficial da União. Foram criados os programas de economia digital, biotecnologia e de formação de recursos humanos.

No caso específico do programa prioritário de economia digital, passam a ser consideradas as seguintes áreas de investimentos em P&D:

1) Internet das coisas: tecnologias que envolvem a comunicação entre dispositivos eletrônicos, máquinas industriais, etc. à internet;

2) Segurança e defesa cibernética;

3) Cidades Inteligentes: diz respeito a utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação para facilitar a sobrevivência

4) Integração, processamento e análise de grandes volumes de dados (Big Data) e computação em nuvem;

5) Manufatura avançada: utilização de tecnologia avançada envolvendo sensores, processamento de dados e inteligência artificial na automação de linhas de produção;

6) Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas às áreas de Saúde, Educação, Segurança, Energia e Mobilidade;

7) Telecomunicações.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42996&sid=3

Huawei e Telefônica fecham acordo de inovação para rede 5G

domingo, 21 de agosto de 2016

A empresa chinesa Huawei e a Telefônica, assinaram um acordo para o desenvolvimento conjunto da próxima rede de acesso (NG-RAN) da quinta geração de redes móveis. A parceria representa mais um passo da cooperação 5G entre as empresas, que foi iniciada no ano de 2015. Com a nova rede, os usuários poderão desfrutar de maior e melhor conectividade, beneficiando o desenvolvimento da internet móvel e da Internet das Coisas (IoT). Atualmente há diversos aplicativo que precisam de uma taxa de transferência alta, baixa latência e conexão massiva. Com isso, há uma necessidade de revolução na atual rede de celular. Empresas de telecomunicações estão procurando maneiras para aumentar a cobertura e a capacidade da rede, além de reduzir o custo e simplificar a manutenção, economizando energia e melhorando a eficiência e a flexibilidade. “A Telefônica possui compreensão das futuras tendências da rede móvel, enquanto a Huawei está investindo nas principais tecnologias para habilitar a inovação 5G. A cooperação entre Telefônica e Huawei ajudará a construir um mundo melhor e mais conectado”, disse David Wang, presidente de Rede Wireless da Huawei. Já o Chefe do Departamento de Tecnologia do Telefonica Group, Enrique Blanco, afirmou que a companhia está feliz com o novo acordo com a Huawei, visto que mantarão a cooperação na 5G e na próxima geração RAN. “A colaboração com a Huawei permite o compartilhamento de requisitos e experiências, além de focar no fornecimento das soluções nas redes avançadas”, destacou Blanco. A empresa chinesa já acumula uma experiência de seis anos em pesquisa com a 5G. A companhia se unirá com mais parceiros da indústria de telecomunicações para que juntas possam criar um ecossistema 5G e transformá-lo em realidade. Via Maxpress

Matéria completa:  http://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/huawei-e-telefonica-fecham-acordo-de-inovacao-para-rede-5g-73679/

 

Eletroeletrônicos e bens de informática tem destaque na exportação

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 2,84 bilhões no primeiro semestre deste ano, 1,1% acima das registradas no mesmo período de 2015 (US$ 2,81 bilhões), segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

No período, o destaque ficou com bens de informática, com aumento de 61% sobre os primeiros seis meses de 2015. Também houve alta nos itens de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de energia), de 20,3%, e de equipamentos industriais (+19,7%).

No acumulado, a Abinee ressalta o desempenho nas exportações de impressoras (+159%) e de máquinas para processamento de dados (+65%). Esses mesmos itens tiveram alta expressive no mês de junho sobre maio, período em que os bens de informática tiveram alta de 63,8%: impressoras (+193%) e máquinas de processamento de dados (+189%).

As importações seguem em baixa – a única exceção sendo compras consideradas pontuais pela Abinee no segmento de GTD. No geral, as importações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 12,1 bilhões, valor 31,6% abaixo das ocorridas em igual período de 2015 (US$ 17,8 bilhões). A retração foi verificada nos setores em geral: linha branca (-49%), portáteis (-48%) e imagem e som (-45%).

Como resultado, no acumulado dos primeiros seis meses de 2016 o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos alcançou US$ 9,30 bilhões, 38% abaixo do registrado em janeiro-junho de 2015 (US$ 14,96 bilhões). Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 7,31 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 3,80 bilhões.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42999&sid=5

Atuação do MCTIC no campo das Telecomunicações

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) implantou o Portal de Serviços  para facilitar a adesão a programas na área de telecomunicações por gestores públicos. A ferramenta reúne 20 conjuntos de dados como o número de telecentros instalados no País, a quantidade de equipamentos direcionados para pontos de inclusão digital, as solicitações para a implantação do programa Cidades Digitais, a desoneração de smartphones e informações sobre lançamentos de debêntures para infraestrutura.

A página destaca os passos a serem adotados para instalação dos serviços. Um exemplo é a possibilidade de uma das 5.570 prefeituras brasileiras solicitar o acesso ao Cidades Digitais. Os prazos dos serviços são definidos no meio digital, evidenciando a preocupação do MCTIC em estabelecer o tempo necessário para prestação de cada um deles.

No caso de Denúncia Sobre Serviços de Radiodifusão, por exemplo, o cidadão deverá ter a resposta em um dia. Outros serviços têm um prazo de resposta maior, variando entre 30 e 90 dias. Eles estão ligados ao Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac).

A disponibilização das informações no Portal de Serviços é resultado de uma etapa cumprida dentro do Plano de Trabalho firmado entre o MCTIC e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Essa iniciativa das pastas também está inserida na Estratégia de Governança Digital (EGD), que pode ser acessada aqui.

 

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/20/07/2016/

mctic-lanca-portal-para-facilitar-adesao-programas-de-telecomunicacoes/

Fabricantes de computador ainda tem mercado !

domingo, 7 de agosto de 2016

O Gartner estimou que o mercado mundial de computadores ainda tem várias oportunidades de lucros para fabricantes de PC, apesar de ter registrado uma de suas mais baixas taxas de crescimento no primeiro trimestre de 2016.

“Os computadores já não são a primeira ou única escolha dos usuários para acessar a Internet. Nos últimos cinco anos, as vendas globais de PCs tradicionais (desktop e notebooks) caíram de 343 milhões de unidades em 2012 para cerca de 232 milhões de unidades em 2016. Em termos de receita, o mercado global de computadores tinha em 2012 um contrato de US$ 219 bilhões. Para 2016, a expectativa é de US$ 122 bilhões”, afirma Meike Escherich, analista de Pesquisa do Gartner.

Muitos fabricantes intermediários de computadores estão enfrentando dificuldades. “Eles estão reduzindo severamente sua presença nacional e regional ou deixando o mercado de computadores por completo. A Acer, a Fujitsu, a Samsung, a Sony e a Toshiba perderam 10,5% de participação no mercado desde 2011. No primeiro trimestre de 2016, a Dell, HP Inc. e Lenovo ganharam participação, mas registram declínio ano a ano”, explica Escherich.

Os negócios regionais também estão mudando. O preço baixo do petróleo e as incertezas políticas levam a um agravamento da economia no Brasil e na Rússia, fazendo com que estes países deixem de ser impulsionadores de crescimento. Em termos de volume, os Estados Unidos, a China, a Alemanha, o Reino Unido e o Japão permanecem como os cinco primeiros do ranking, mas seus consumidores também diminuíram o número de computadores por domicílio.

“No entanto, os PCs ainda são capazes de atuar em áreas onde os smartphones e tablets não podem, com telas maiores, teclados ergonômicos, maior capacidade de armazenamento e processadores mais potentes. Com um mercado saturado e com a queda nos ASPs (do inglês “average selling price”ou preço médio de venda), os fabricantes de computadores devem focar na otimização da rentabilidade para sustentar o crescimento”, afirma Tracy Tsai, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.

 Captação da crescente demanda por ultraportáteis premium

Apesar do declínio do mercado de computadores, o segmento ultraportátil premium é o único com a certeza de alcançar um crescimento de receita este ano. Estima-se que o mercado chegue a US$ 34,6 bilhões, um aumento de 16% em relação a 2015. Em 2019, o Gartner prevê que a indústria de modelos ultraportáteis premium se tornará a maior do mercado de PCs em termos de receita, com US$ 57,6 bilhões.

“O mercado ultraportátil premium também é o mais lucrativo em comparação com o de entrada, em que computadores custam até US$ 500 e têm uma margem bruta de 5%. Esse percentual pode alcançar até 25% para PCs ultraportáteis premium superiores a US$ 1.000”, explica Tracy.

O segmento continuará a crescer devido à demanda de substituição de computadores tradicionais e à experiência de toque que o mercado dois-em-um (tablets e híbridos) fornece. Há uma expectativa de queda lenta para o ASP do segmento de ultraportáteis premium podendo chegar a US$600 em longo prazo. Esta situação, junto com os inovadores produtos dois-em-um, irá motivar os usuários não somente a substituírem seus computadores, mas também a trocarem por um dispositivo com mais funcionalidade e flexibilidade.

Dessa forma, os fabricantes de PCs precisam ajustar seu portfólio de ultraportáteis premium em mercados como a América do Norte, Europa Ocidental, China, Ásia/Pacífico e Japão, onde o segmento continua a crescer.

 

Capitalizar na rentabilidade em longo prazo do mercado de computadores para jogos

Embora o mercado de computadores para jogos seja pequeno, com somente alguns milhões de unidades vendidas por ano, o ASP de um modelo desse tipo é significativamente maior do que o de um PC comum. Seu valor médio de venda varia de US$ 850 – opção de entrada de notebook para jogos – a US$ 1.500 para uma versão premium.

“Os modelos de ponta do segmento de computadores fabricados para jogos devem ser o foco dos fabricantes, pois, apesar da alta competitividade, apresentam maior rentabilidade em longo prazo”, afirma Tracy.

 

A Internet das Coisas está cheia de oportunidades

As empresas de PCs também precisam olhar para o mercado de Internet das Coisas (Internet of Things – IoT) e identificar as áreas que possuem maior potencial para lucro. Por exemplo, podem usar a IoT para melhorar os produtos e os serviços para o cliente.

“Os fabricantes podem detectar com sensores se a bateria está ficando muito quente ou se o HD está sendo sobrecarregado e enviar um alerta ao cliente para verificarem o computador antes que ele desligue. Isso pouparia custos de operação dos produtores e também ajudaria os usuários com um serviço melhor”, conclui Tracy.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/oportunidades-de-lucro-para-fabricantes-

de-computadores-ainda-sao-boas-diz-gartner/