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Zona Franca de Manaus inclui Economia Digital em incentivos fiscais

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Uma resolução do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia criou três novos programas prioritários para investimentos em pesquisa e desenvolvimento no Polo Industrial de Manaus e um deles trata de setores diretamente ligados à economia digital.

Na prática, significa que o processo de aportes de P&D associados a incentivos fiscais da Lei de Informática ficam facilitados – por ser essa a finalidade primordial dos ‘programas prioritários’. Basicamente, a prestação de contas fica um pouco menos burocrática.

Até aqui eram sete desses programas prioritários, número ampliado para 10 com a resolução 12/2016, publicada nesta terça-feira, 19/7, no Diário Oficial da União. Foram criados os programas de economia digital, biotecnologia e de formação de recursos humanos.

No caso específico do programa prioritário de economia digital, passam a ser consideradas as seguintes áreas de investimentos em P&D:

1) Internet das coisas: tecnologias que envolvem a comunicação entre dispositivos eletrônicos, máquinas industriais, etc. à internet;

2) Segurança e defesa cibernética;

3) Cidades Inteligentes: diz respeito a utilização de Tecnologias da Informação e Comunicação para facilitar a sobrevivência

4) Integração, processamento e análise de grandes volumes de dados (Big Data) e computação em nuvem;

5) Manufatura avançada: utilização de tecnologia avançada envolvendo sensores, processamento de dados e inteligência artificial na automação de linhas de produção;

6) Tecnologias de Informação e Comunicação aplicadas às áreas de Saúde, Educação, Segurança, Energia e Mobilidade;

7) Telecomunicações.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42996&sid=3

Os ataques cibernéticos possibilitam crescimento no mercado de seguros

sábado, 6 de agosto de 2016

A evolução da tecnologia e o aumento da interconectividade dos dispositivos digitais têm resultado em uma maior exposição a ataques cibernéticos pelas corporações. Segundo o Relatório Global de Impacto Cibernético 2015, produzido pela consultoria e corretora de seguros Aon, as empresas do ramo farmacêutico, saúde, TI e organizações financeiras são os principais alvos dos criminosos porque armazenam dados confidenciais mas, no geral, todas as empresas que usam tecnologia correm o mesmo risco.

Para proteger essas empresas, as seguradoras desenvolveram um novo produto, que promete ser uma tendência para os próximos anos: o seguro cibernético. Esse modelo é uma forma de assegurar a empresa, no sentido mais direto do termo, e não apenas uma solução adicional de segurança.

Este tipo de apólice compensa possíveis perdas financeiras no caso de uma invasão, ressarcindo financeiramente a empresa que tiver perdas monetárias ou pagando indenizações a terceiros que se sentirem lesados, no caso de vazamento de dados.

No Brasil, o seguro cibernético ainda é recente, foi regulamentado há apenas nove anos pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). Em outros países a prática já é comum, como nos Estados Unidos, onde 20% das empresas já usam esse tipo de proteção. É preciso mudar essa cultura no Brasil e conscientizar sobre a importância da prevenção contra os crimes cibernéticos.

O Relatório da Aon indica que o mercado tem muito a crescer. Segundo o estudo, que envolveu 2.243 participantes de 37 países, apenas 19% das companhias no mundo todo adquirem esse seguro. Se for considerado somente o Brasil, o índice é inferior a 1%.

A companhia de pesquisas Micro Market Monitor estima que o mercado latino deve crescer em torno de 17,6% por ano até 2020 e o Brasil responderá por mais da metade dos investimentos das organizações no continente nos próximos cinco anos.

Os riscos cibernéticos precisam ser mais bem explorados pelas seguradoras, já que é um mercado em ascensão e levando em consideração que seu Core Business é justamente proteger seus clientes. No caso de um ataque, ter uma apólice de seguro cibernético é a principal solução para minimizar perdas.

Fonte: http://computerworld.com.br/seguro-cibernetico-contra-ataques-virtuais-tem-espaco-para-crescer-no-pais