consultoria estima que 349 milhões de dispositivos móveis inteligentes foram adquiridos por usuários finais apenas no primeiro trimestre.

30 de julho de 2016

Nada menos que 3,8 milhões de smartphones foram vendidos por dia ao redor do mundo nos primeiros três meses de 2016. A estimativa se baseia em estatísticas do Gartner. A consultoria estima que 349 milhões de dispositivos móveis inteligentes foram adquiridos por usuários finais apenas no primeiro trimestre.

Três fabricantes chinesas (Huawei, Oppo e Xiaomi) aparecem na lista dos cinco principais players mercado e responderam por 17% do mercado no período. Além disso, no quarter, a Samsung estendeu sua liderança sobre a Apple.

Aliás, a pesquisa do Gartner aponta que a fabricante do iPhone registrou seu primeiro declínio de dois dígitos no primeiro trimestre do ano, com as vendas de seus celulares caindo 14%.

Em relação ao sistema operacional, o Android alcançou 84% do total de vendas no período. “Apesar dos avanços da plataforma e de sua participação dominante no mercado, os fabricantes que adotam esse sistema ainda encaram desafios de lucratividade”, afirma Roberta Cozza, diretora de pesquisa do Gartner.

Para a consultoria, o retorno anunciado pela Nokia aos mercados de smartphones e tablets não será uma missão fácil. “No cenário atual, é preciso muito mais que uma marca bem conhecida para vender dispositivos”, sentencia a companhia.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/38-milhoes-de-smartphones-sao-vendidos-no-mundo-diariamente

Tecnologia, Smart Cities, e a Internet das Coisas – Huawei apresenta estudo global

29 de julho de 2016

Durante o Safe City Summit 2016, evento realizado nos dias 17 e 18 de maio, em Dubai, a Huawei apresentou o estudo global “Cidades Seguras: Uma Revolução Estimulada pela Nova TIC” que destaca as inovações tecnológicas que auxiliam a existência de cidades inteligentes e seguras.

O estudo, realizado em parceria com IHS Critical Communications Group  refere que um projeto de cidade segura é focado na segurança mas visa também ajudar a resolver problemas nas mais diversas áreas, desde os serviços de emergência à energia ou ao transporte. Estes projectos devem também envolver e promover a colaboração de todos os agentes, quer governamentais, quer empresariais, quer das pessoas que vivem e trabalham nas cidades.

A Huawei afirma que as tecnologias que estão na base de uma cidade inteligente e segura são a vídeo-vigilância, LTE e soluções de comando e controlo mas que a Internet das Coisas (IoT) vai ter, sem dúvida, um impacto muito significativo, levando a uma revolução na forma como as cidades estão organizadas.

O IoT vai originar um crescente número de equipamentos e serviços conectados sendo que os mesmos podem ser integrados nas soluções de controlo das cidades e os dados gerados podem, em conjunto com soluções de Big Data e Analytics, ajudar a melhorar a tomada de decisão.

“As cidades modernas enfrentam diversos desafios à medida que a população continua a crescer e o desenvolvimento urbano a se expandir. Isso serve como alerta para que a inovação seja considerada essencial na obtenção de serviços de resposta às emergências mais eficientes e processos mais rápidos no combate às ameaças da segurança pública”, explicou, em nota à imprensa, Thomas Lynch, diretor do IHS Critical Communications Group.

A Huawei indicou que já implementou com sucesso soluções em todo o mundo para ajudar a melhorar os níveis de segurança pública em mais de 100 cidades, de mais de 30 países. Durante o Safe City Summit 2016, KhamisMattar Al Mazeina, da Polícia de Dubai partilhou um dos casos de sucesso com a colaboração da Huawei que permite ter 115 serviços inteligentes acessíveis ao público em todas as esquadras da polícia.

“As novas tecnologias estão redefinindo a infraestrutura da cidade segura. Acreditamos que a visualização e a convergência são componentes importantes das soluções para a cidade segura.”, disse em comunicado Edwin Diender, vice-presidente do segmento para governos e serviços públicos da Huawei. “A colaboração é a chave para garantir uma maior segurança para a população. A Huawei criou uma plataforma de TIC e um ecossistema de parceiros abertos para reunir algumas das equipas mais qualificadas e experientes da indústria e as tecnologias necessárias para a criação de uma ampla gama de soluções confiáveis para a cidade segura”, acrescentou o executivo da companhia chinesa

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/huawei-apresenta-estudo-sobre-cidades-inteligentes-e-seguras/#95wzSjpmphZtqElo.99

Parque Tecnologico em São José dos Campos estimulaa acordos estratégicos

28 de julho de 2016
A Cisco e o Parque Tecnológico São José dos Campos, entidade brasileira que reúne centros empresariais e instituições de ensino e pesquisa, anunciam um acordo de cooperação estratégica que prevê a criação de um modelo de Smart Campus, que oferecerá um portfólio de serviços de conectividade, vídeo conferência e ambiente de colaboração em nuvem. A intenção é fomentar a produtividade e eficiência em projetos de pesquisa e inovação aplicada ao mercado. O projeto inclui ainda soluções de segurança e vídeo vigilância, além da automação de iluminação, energia elétrica e estacionamentos, seguindo modelos e boas práticas internacionais deSmart Campus.
O projeto será desenvolvido em quatro etapas, seguindo metodologia internacional da Vertical de Educação e Pesquisa da Cisco para a América Latina. A primeira, etapa tratará do alinhamento da visão estratégica sobre o uso de tecnologias no Parque. A segunda incluirá uma análise técnica da base legada, comparada com as competências desejadas e avaliando também as possibilidades do uso da Computação em Nuvem. Já na terceira etapa, está previsto um estudo de engenharia, apontando as soluções necessárias para atender as demandas levantadas pela análise técnica da etapa anterior. Por fim, na quarta etapa, será entregue um roadmap para a implantação, com a arquitetura proposta adequada às realidades de prazos e recursos de orçamento disponíveis.
Dentre as tecnologias previstas para o portfólio de serviços de Smart Campus, as tecnologias de colaboração terão prioridade. A ideia é criar um grande ambiente colaborativo para que usuários, empresas e instituições do Parque possam trabalhar e interagir mais facilmente entre si, com suas matrizes e com o ambiente externo, agilizando o co-desenvolvimento de novas soluções. O pacote de colaboração será utilizado também em treinamentos on-line, acompanhado por soluções básicas de conectividade e mobilidade através de uma infraestrutura de nuvem compartilhada entre pesquisadores economizando recursos e estimulando a sinergia nas cadeias de valor.
A partir desse estudo e modelo Smart Campus, será possível expandir o uso da tecnologia para os principais prédios e para o entorno do Parque Tecnológico. Dentre os cenários de soluções previstos estão: a Smart+Connected Buildings, que otimiza o consumo de energia elétrica através do controle via rede IP; Smart+Connect Lighting, que monitora dados de sensores para automatizar a iluminação pública e a sinalização das ruas; e, Smart+Connected Parking, solução que reúne e distribui dados para a gestão inteligente de estacionamentos e do tráfego; além de grande ênfase em um ambiente de colaboração na nuvem para a troca de experiências.
A equipe de trabalho será composta por membros do Parque Tecnológico, da Cisco, da Dalcon (integradora parceira da companhia na região) e do Centro de Inovação da Cisco no Rio de Janeiro. Atuando como agente catalisador de Inovação. Bem estabelecido no ecossistema brasileiro, o Centro conta com espaços de integração e simulação de ambientes que podem ajudar nos testes das aplicações.
“Considerando que a Cisco é ícone mundial em sistemas de informação, com hardwares e softwares sempre nos limites da tecnologia, ter a empresa como parceira é, antes de mais nada, motivo de orgulho para o Parque Tecnológico São José dos Campos. O projeto de implantação do Smart Campus traz a perspectiva de dotar o Parque de um diferencial para as instituições residentes, empresas incubadas e dos clusters de TIC, além de ser um forte elemento de atração de novas instituições. O projeto pode colocar o Parque num patamar superior em termos de vanguarda tecnológica, algo totalmente desejável para esse tipo de empreendimento, provendo às empresas novas facilidades operacionais sem necessidade de grandes investimentos em TI”, afirma Elso Alberti Junior, diretor técnico e de operações do Parque Tecnológico São José dos Campos.
Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/06/
cisco-e-parque-tecnol%C3%B3gico-s%C3%A3o-jos%C3%A9-dos-campos-anunciam-
coopera%C3%A7%C3%A3o-estrat%C3%A9gica

Em meio à crise, aumenta o número de empresas criadas no Brasil, e MEIs despontam em maior número.

27 de julho de 2016

No primeiro trimestre de 2016, o país contabilizou 516.201 novas empresas, o maior registro para o período desde 2010, de acordo com oIndicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é 7,5% maior que no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 480.364 nascimentos. Em março, houve ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 184.560.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizados, alternativas econômicas para a geração de renda.

Nascimento de Empresas por natureza jurídica

No primeiro trimestre de 2016 o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) totalizou 413.555, crescimento de 14,0% sobre o mesmo período de 2015, quando 362.804 novos MEIs surgiram. Observa-se, inclusive, um aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos. No mês de março de 2016 o número de MEIs totalizou 148.673, crescimento de 16,5% sobre março de 2015, quando 134.803 novos MEIs surgiram.

Os MEIs foram a única natureza jurídica a apresentar crescimento no trimestre, enquanto as demais tiveram decréscimo. O número de nascimentos em Empresas Individuais apresentou queda de 13,8% no período, com 38.553 companhias nascidas, contra 44.718 no mesmo trimestre do ano anterior. As Sociedades Limitadas também registraram diminuição nos nascimentos de um trimestre para outro, de 48.012 para 39.994, queda de 16,7%. O nascimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9% e totalizou 24.099.

 

Nascimento de Empresas por Setor

 

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, no primeiro trimestre de 2016, com a abertura de 324.984 novas empresas no segmento, o equivalente a 63,0% do total de nascimentos. Em seguida, 146.830 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos três primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total).

O indicador revela um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgiram no país nos últimos seis anos, passando de 53,5% (março de 2010) para 63,0% (março de 2016). Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,0%, em março de 2010, para 28,4%, em março deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

Metodologia do estudo sobre Nascimento de Empresas

Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

 

Para gráficos e mais detalhes, leia mais em: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/

numero-de-empresas-criadas-bate-recorde-historico-no-primeiro-trimestre-afirma-serasa/

Vale do Silício ameaçado?

26 de julho de 2016

O Vale do Silício ainda reina soberano como o principal polo mundial de inovação. O império criado no entorno de São Francisco (EUA), porém, começa a ficar um pouco ofuscado com a melhoria do ambiente empreendedor em outras regiões do mundo, especialmente em países da Ásia e da Europa.

Pelo menos esse é o cenário revelado por um estudo feito pela Capgemini e Altimeter. A análise tenta compreender como as empresas têm direcionado suas iniciativas de inovação e explorado ideias das startups que nascem nesses hubs.

O relatório “Digital Dynasties: The Rise of Innovation Empires Worldwide” identifica uma tendência de intensificação e de descentralização cada vez mais seus esforços de inovação em localidades espalhadas ao redor do mundo.

De acordo com o levantamento, 56 centros de inovação foram abertos e outros onze foram anunciados, em 20 países, entre julho de 2015 e fevereiro de 2016. O avanço mais considerável dessas iniciativas ocorre no Oriente.

Um destaque especial vai para a Índia, que parece ter virado o xodó do momento. O país é o destino de investimentos para criação de bases de inovação de companhias como Apple, Airbus e Visa.

Os novos centros de inovação que tomam lugar no mundo miram a criação de soluções de serviços financeiros (24% dos anúncios), seguido por eletrônicos e TI (21%) e manufatura (16%). Mais da metade das empresas (51%) estabelecem esses hubs em busca de parcerias com o ecossistema naquela região e seguido por desenvolvimento de novos produtos (28%).

A maioria dessas iniciativas (21%) busca inovações no campo de internet das coisas/cidades inteligentes. O segundo foco é tecnologias financeiras/fintechs (13%), seguido por biotecnologia e saúde digital (12%), cloud e software (12%), Big Data (10%), tecnologia para manufatura e robótica (10%) e cibersegurança (6%).

Ainda imbatível

No entanto, mesmo com o avanço de outros países, parece difícil competir com o charme do Vale do Silício, que mantém o topo da lista entre os polos globais de inovação.

Os outros nove hubs que aparecem no ranking são Londres (Inglaterra), Paris (França), Singapura (Singapura), Bangalore (Índia), Tóquio (Japão), Xangai (China), Berlin (Alemanha), Munique (Alemanha) e Boston (EUA).

 

Fonte: http://computerworld.com.br/vale-do-silicio-perde-peso-como-polo-global-de-inovacao

Cientistas mostram novidades na Computação Quantica

25 de julho de 2016

Pegue um átomo do elemento antimônio, use um feixe de íons para atirá-lo em um substrato de silício, e você pode estar no caminho para a construção de um computador quântico.

Isso de acordo com pesquisadores do Sandia National Laboratories, que anunciaram que usaram a técnica descrita e tiveram resultados promissores. Em seu experimento, descrito na revista Applied Physics Letters, os pesquisadores usaram um gerador de feixe de íons para inserir o átomo de antimônio em um substrato de silício padrão da indústria – um processo que levou apenas microssegundos.

Tal átomo, equipado com cinco elétrons, transporta mais do que um átomo de silício. Uma vez que os elétrons se emparelham, o elétron antimônio estranho permanece livre. É este o elétron livre que reserva potencial. Os pesquisadores o colocaram sob a pressão de um campo eletromagnético e monitoraram seu spin, para checar se ele se mantinha para cima ou para baixo.

O spin é o que permite que os elétrons sirvam como bits quânticos, ou “qubits”, que são os principais componentes de computação quântica.

Embora os computadores tradicionais representam números como “0s” ou “1s”, um qubit pode, simultaneamente, ser um “0” e um “1” a um estado conhecido como superposição.

Agora que eles conseguiram colocar precisamente um átomo doador no silício, os pesquisadores imaginam que eles possam inserir um segundo na distância correta para a comunicação entre eles. Isso será, essencialmente, o início de um circuito de computação quântica.

O Sandia National Laboratories planeja a próxima façanha ainda este ano. “Nosso método é promissor porque, uma vez que lê o spin do elétron, em vez de sua carga elétrica, a sua informação não é engolida pelo fundo estático e em vez disso permanece coerente por um tempo relativamente longo”, disse o pós-doutorado e pesquisador líder, Meenakshi Singh.

O fato de que a técnica utiliza silício é outra vantagem, uma vez que tecnologias de fabricação comerciais para silício já são desenvolvidas e são muito mais baratas do que os materiais supercondutores especializados.

Enquanto algumas partes da experiência foram demonstrados antes, esta é a primeira vez que todas elas trabalharam juntas em um único chip e com cada qubit precisamente colocado. Outros métodos têm tomado mais de uma abordagem, o que significa que os cientistas podiam apenas adivinhar onde cada qubit esteve através de uma aproximação estatística.

Graças em parte a maior precisão, a nova técnica pode permitir que fabricantes façam estruturas “multi-qubit” mais complexas do que outros métodos poderiam produzir, disseram os pesquisadores.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/cientistas-projetam-novos-saltos-para-computacao-quantica

 

Parceria entre as gigantes da indústria deve tornar aplicações de Internet das Coisas mais inteligentes

24 de julho de 2016

A Internet das Coisas serve para pouca coisa se não garantir a habilidade de agir com base nos dados que gera. Uma nova parceria entre dois gigantes de TI promete colocar mais inteligência e capacidades de análises avançadas aos dados no ponto em que são gerados.

IBM e Cisco trabalham em uma solução que une fog computing e computação cognitiva. A oferta integra análises realizadas pelo Watson IoT em dispositivos espalhados pelas bordas da rede.

A abordagem leva a inteligência para mais perto dos “pontos de ação” e ajudará empresas a operarem ambientes distantes de seus data centers de maneira mais eficiente.

Em 2014, a fabricante de tecnologias de rede apresentou pequenos roteadores e switches capazes de serem embarcados em máquinas e veículos espalhados em pontos distantes de um ponto central de processamento dos dados.

 Para esse sistema, a empresa deu o nome de “fog computing” (que, em tradução livre, podemos chamar de computação em neblina), uma vez que destina-se a processar dados que não necessariamente precisam ser trafegados pela rede a fim de serem computados em um ambiente de nuvem.

A Cisco inclui maneiras que permitem que outras plataformas analíticas trabalhem com esses dados nos dispositivos. O Watson é uma dessas tecnologias. A parceria com a IBM é um grande passo para tornar IoT mais inteligente.

A integração entre as ferramentas já está disponível e já se encontra em teste. O Porto de Cartagena, na Colômbia, possui milhares de dispositivos de IoT coletando dados de diversos tipos e planeja aplicar o Watson analytics nesses registros para realizar o processamento nas pontas.

Leva a análise para as bordas da rede possibilita agilidade de reação, uso mais eficiente de dados e redes e menos investimentos em dispositivos conectados à internet, sintetizou Chris O’Connor, gerente do IBM Watson IoT.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/

ibm-e-cisco-trabalham-para-levar-watson-analytics-bordas-da-iot

EMPREGO LIGADO – o app brasileiro premiado no FbStart

23 de julho de 2016

 

O Facebook anunciou as cinco startups premiadas em seu programa FbStart. Entre os vencedores de 2016, o aplicativo (app) brasileiro Emprego Ligado foi um dos destaques, escolhido o melhor app da América Latina. O objetivo do aplicativo é conectar pessoas a vagas de empregos em diversas áreas com praticidade.

O FbStart, que acontece há três anos, é um programa focado em ajudar startups de aplicativos para mobile em todo o mundo a serem bem-sucedidas, oferecendo ferramentas, serviços, benefícios em parcerias e orientação. Anualmente, é realizada a competição FbStart Apps do Ano para reconhecer os melhores aplicativos dentro do programa. Este ano, o programa recebeu mais de mil inscrições vindas de 89 países.

Os aplicativos foram julgados a partir de quatro princípios: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e alavancagem da plataforma do Facebook. As categorias premiadas incluem os melhores apps por região, melhor app de bem social e vencedor do grande prêmio.

O VoiceTube, vencedor do Grande Prêmio, recebeu US$ 50 mil em dinheiro e mais US$ 50 mil em créditos para Facebook Ad. Os outros ganhadores recebem cada um US$ 5 mil em dinheiro e US$ 7,5 mil em créditos para Facebook Ad. Os inscritos foram julgados por um painel de especialistas em tecnologia como Andreessen Horowitz, ChangeCorp, DeskConnect, GitHub, Facebook e Saavn.

Com base em Taiwan, o VoiceTube é uma forma de aprender inglês por meio de vídeos. Fundado pelo casal Richard Zenn e Carol Lai, o aplicativo oferece mais de 30 mil vídeos com ferramentas como legendas bilíngue, dicionário on-line, repetição de frases e gravação. Segundo Richard, a ideia da plataforma de vídeo surgiu devido a “educação em Taiwan ensinar a ler e escrever em inglês, mas não desenvolve a escuta e a fala”.

App do Ano na América Latina: o brasileiro Emprego Ligado (Android)

O Emprego Ligado é um aplicativo brasileiro gratuito, que ajuda o usuário a encontrar vagas de emprego próximas à sua residência. O app permite a busca por vagas operacionais que estejam, principalmente, na região metropolitana de São Paulo, e traz ainda a facilidade do usuário marcar a data e o horário da própria entrevista. O aplicativo tem facilitado o alcance de entrevistas de emprego para os brasileiros, com 18% dos usuários tendo recebido uma proposta de trabalho um dia após se inscrever no aplicativo.

Completando seu terceiro ano, o FbStart possui mais de 9 mil membros de 137 países, sendo 70% desses membros vindos de fora dos Estados Unidos.

 

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/06/app-brasileiro-e-melhor-da-al-em-competicao-do-facebook/#WzG0eB8MhYCsIsFc.99

Projeto de lei 5.276/16 que trata da proteção dos dados pessoais ganha força, embora tenha recebido emendas

22 de julho de 2016

Com novas adesões, agora são 41 entidades do Brasil e do exterior que pedem aos parlamentares a aprovação do projeto de lei 5.276/16, que trata da proteção dos dados pessoais, na forma como enviada por Dilma Rousseff em 12/5, depois de mais de cinco anos de discussões.

Para as entidades, esse projeto “oferece maiores garantias aos usuários e previne a expansão de mercados de ‘data brokers’ e empresas especializadas na coleta de dados sem consentimento dos titulares, colocando regras rígidas para tais negócios digitais”.

Na prática, é uma defesa para que o Congresso privilegie o PL 5.276/16 sobre outras propostas que já circulam nas duas Casas Legislativas, em particular o PL 4.060/12, que tem uma abordagem distinta, com maior flexibilidade às atividades de coleta e tratamento de dados.

Além dessa há ainda o PLS 181/14, que tramita no Senado. Nesse caso o texto é mais próximo do PL do Poder Executivo, tendo como principal diferença a criação da autoridade nacional para fiscalizar e normatizar o assunto, algo que o PLS não inclui por ser prerrogativa exclusiva do governo propor.

Até aqui, porém, o PL 5.276/16 já recebeu 11 emendas, em sua grande maioria em direção a regras mais flexíveis para o uso dos dados, como para avaliação de crédito, ou que reduzem o poder de intervenção da proposta autoridade nacional de proteção de dados.

 

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42547&sid=4

O mercado global de serviços de voz sobre IP, VoIP, vai valer US$ 193,9 bilhões em 2024, segundo um novo relatório da consultora Persistent Market Research.

21 de julho de 2016

 

No ano passado, o mercado de VoIP valeu US$ 85 bilhões, o que antecipa um crescimento de 9,5% ao ano até 2024. Os principais players são, segundo a PMR, a Vonage Holdings Corporation, 8×8, ShoreTel Nextiva, RingCentral, West Corporation, Verizon Communications, Thinking Phone Networks, Inphonex e Phone Power.

Neste momento, o mercado de serviços é impulsionado sobretudo por fatores como baixos custos de manutenção, maior flexibilidade e baixos requisitos em termos de suporte. O relatório também menciona a crescente penetração do acesso à internet nas cidades e áreas semi-urbanas

No entanto, refere, a flutuação na qualidade do acesso à internet pode afetar o crescimento do mercado. Durante as horas de pico, a rede pode estar congestionada, e tal é um dos principais obstáculos possíveis ao crescimento do mercado de serviços VoIP

A região com maior peso neste mercado será a Ásia-Pacífico, imediatamente seguida pela Europa. No velho continente, o crescimento será atribuído sobretudo à introdução de um grande número de empresas de pequena e média dimensão. Por outro lado, a expansão do mercado de comunicações unificadas na Bélgica deverá suportar o alargamento do mercado na Europa, diz a PMR. A taxa de crescimento anual será de 8,4%, em termos de receitas.

No entanto, é na América Latina que se encontram as taxas de crescimento mais rápido, prevê a consultora. Na América do Norte, que em 2015 teve um peso global de 27%, a expansão será moderada. “A adoção crescente de políticas ‘bring your own device’ (BYOD) é um grande fator que irá impulsionar o mercado de serviços”, lê-se no relatório.

O segmento das chamadas internacionais de longa distância dará o maior contributo em termos de valor já no final deste ano, seguido das chamadas locais.

No que respeita a usuários, o segmento dos clientes individuais crescerá mais rapidamente, a uma taxa de 9,2% ao ano.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/mercado-de-servicos-voip-vai-valer-us-194-bilhoes-em-2024/#tiZ1oAiX31wq9QpZ.99