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Parque Tecnologico em São José dos Campos estimulaa acordos estratégicos

quinta-feira, 28 de julho de 2016
A Cisco e o Parque Tecnológico São José dos Campos, entidade brasileira que reúne centros empresariais e instituições de ensino e pesquisa, anunciam um acordo de cooperação estratégica que prevê a criação de um modelo de Smart Campus, que oferecerá um portfólio de serviços de conectividade, vídeo conferência e ambiente de colaboração em nuvem. A intenção é fomentar a produtividade e eficiência em projetos de pesquisa e inovação aplicada ao mercado. O projeto inclui ainda soluções de segurança e vídeo vigilância, além da automação de iluminação, energia elétrica e estacionamentos, seguindo modelos e boas práticas internacionais deSmart Campus.
O projeto será desenvolvido em quatro etapas, seguindo metodologia internacional da Vertical de Educação e Pesquisa da Cisco para a América Latina. A primeira, etapa tratará do alinhamento da visão estratégica sobre o uso de tecnologias no Parque. A segunda incluirá uma análise técnica da base legada, comparada com as competências desejadas e avaliando também as possibilidades do uso da Computação em Nuvem. Já na terceira etapa, está previsto um estudo de engenharia, apontando as soluções necessárias para atender as demandas levantadas pela análise técnica da etapa anterior. Por fim, na quarta etapa, será entregue um roadmap para a implantação, com a arquitetura proposta adequada às realidades de prazos e recursos de orçamento disponíveis.
Dentre as tecnologias previstas para o portfólio de serviços de Smart Campus, as tecnologias de colaboração terão prioridade. A ideia é criar um grande ambiente colaborativo para que usuários, empresas e instituições do Parque possam trabalhar e interagir mais facilmente entre si, com suas matrizes e com o ambiente externo, agilizando o co-desenvolvimento de novas soluções. O pacote de colaboração será utilizado também em treinamentos on-line, acompanhado por soluções básicas de conectividade e mobilidade através de uma infraestrutura de nuvem compartilhada entre pesquisadores economizando recursos e estimulando a sinergia nas cadeias de valor.
A partir desse estudo e modelo Smart Campus, será possível expandir o uso da tecnologia para os principais prédios e para o entorno do Parque Tecnológico. Dentre os cenários de soluções previstos estão: a Smart+Connected Buildings, que otimiza o consumo de energia elétrica através do controle via rede IP; Smart+Connect Lighting, que monitora dados de sensores para automatizar a iluminação pública e a sinalização das ruas; e, Smart+Connected Parking, solução que reúne e distribui dados para a gestão inteligente de estacionamentos e do tráfego; além de grande ênfase em um ambiente de colaboração na nuvem para a troca de experiências.
A equipe de trabalho será composta por membros do Parque Tecnológico, da Cisco, da Dalcon (integradora parceira da companhia na região) e do Centro de Inovação da Cisco no Rio de Janeiro. Atuando como agente catalisador de Inovação. Bem estabelecido no ecossistema brasileiro, o Centro conta com espaços de integração e simulação de ambientes que podem ajudar nos testes das aplicações.
“Considerando que a Cisco é ícone mundial em sistemas de informação, com hardwares e softwares sempre nos limites da tecnologia, ter a empresa como parceira é, antes de mais nada, motivo de orgulho para o Parque Tecnológico São José dos Campos. O projeto de implantação do Smart Campus traz a perspectiva de dotar o Parque de um diferencial para as instituições residentes, empresas incubadas e dos clusters de TIC, além de ser um forte elemento de atração de novas instituições. O projeto pode colocar o Parque num patamar superior em termos de vanguarda tecnológica, algo totalmente desejável para esse tipo de empreendimento, provendo às empresas novas facilidades operacionais sem necessidade de grandes investimentos em TI”, afirma Elso Alberti Junior, diretor técnico e de operações do Parque Tecnológico São José dos Campos.
Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/06/
cisco-e-parque-tecnol%C3%B3gico-s%C3%A3o-jos%C3%A9-dos-campos-anunciam-
coopera%C3%A7%C3%A3o-estrat%C3%A9gica

Parceria entre as gigantes da indústria deve tornar aplicações de Internet das Coisas mais inteligentes

domingo, 24 de julho de 2016

A Internet das Coisas serve para pouca coisa se não garantir a habilidade de agir com base nos dados que gera. Uma nova parceria entre dois gigantes de TI promete colocar mais inteligência e capacidades de análises avançadas aos dados no ponto em que são gerados.

IBM e Cisco trabalham em uma solução que une fog computing e computação cognitiva. A oferta integra análises realizadas pelo Watson IoT em dispositivos espalhados pelas bordas da rede.

A abordagem leva a inteligência para mais perto dos “pontos de ação” e ajudará empresas a operarem ambientes distantes de seus data centers de maneira mais eficiente.

Em 2014, a fabricante de tecnologias de rede apresentou pequenos roteadores e switches capazes de serem embarcados em máquinas e veículos espalhados em pontos distantes de um ponto central de processamento dos dados.

 Para esse sistema, a empresa deu o nome de “fog computing” (que, em tradução livre, podemos chamar de computação em neblina), uma vez que destina-se a processar dados que não necessariamente precisam ser trafegados pela rede a fim de serem computados em um ambiente de nuvem.

A Cisco inclui maneiras que permitem que outras plataformas analíticas trabalhem com esses dados nos dispositivos. O Watson é uma dessas tecnologias. A parceria com a IBM é um grande passo para tornar IoT mais inteligente.

A integração entre as ferramentas já está disponível e já se encontra em teste. O Porto de Cartagena, na Colômbia, possui milhares de dispositivos de IoT coletando dados de diversos tipos e planeja aplicar o Watson analytics nesses registros para realizar o processamento nas pontas.

Leva a análise para as bordas da rede possibilita agilidade de reação, uso mais eficiente de dados e redes e menos investimentos em dispositivos conectados à internet, sintetizou Chris O’Connor, gerente do IBM Watson IoT.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/

ibm-e-cisco-trabalham-para-levar-watson-analytics-bordas-da-iot

Os ataques estão cada vez mais sofisticados

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

No dia 24 de outubro, o Fantástico divulgou uma extensa reportagem sobre roubo de dados digitais. Essa modalidade de ataque, conhecida como Ransonware, tem comprometido a continuidade de negócios ao redor do mundo, em empresas de diversos portes, além de celulares. Ao atacar a rede, os hackers roubam todas suas informações em troca de valor de resgate.

A Cisco, através de seu reconhecido time de pesquisa, o Talos, conhece bem ataques como este e pode ajudar você e sua empresa e evitar o roubo de dados. Além disso, nosso relatório semestral de segurança, detectou o aumento destes ataques no Brasil. Confira o Cisco Security Mid-Year Report aqui.

Só quem entende pode proteger toda a extensão da sua rede.

A Cisco promove a proteção em toda a extensão de sua rede, em diversos devices e garante visibilidade, controle e remediação durante todo o ciclo de uma ameaça – seja antes, durante ou depois de um ataque.

Bug Heartbleed foi descoberto em equipamentos Cisco e Juniper

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O bug Heartbleed, uma vulnerabilidade envolvendo o protocolo de criptografia OpenSSL que colocou os administradores de rede e usuários de internet em alerta essa semana, foi descoberto em equipamentos de rede Cisco e Juniper.

Ambas fabricantes foram avisadas, identificando produtos afetados e aqueles que ainda estão sob investigação com possibilidade de também estarem vulneráveis. O problema teria atingido roteadores, switches e outros equipamentos de rede onde senhas podem ser interceptadas por hackers, bem como outras informações sensíveis que trafegam pelas redes corporativas.

A Cisco identificou 16 produtos afetados, incluindo fones Cisco IP, TelePresence Video Communication Server, Mobility Service Engine, a versão 2.x do WebEx Meeting Server e MS200X Ethernet Switch. A provedora listou, ainda, mais 60 equipamentos que estão sob análise quanto ao bug (mas informou que nenhum desses hospedava serviços que foram impactados).

A empresa negou-se a responder a reportagem de CRN EUA, mas afirmou que continuará aconselhando a atualização de seus produtos impactados a medida que mais informações estejam disponíveis. Além disso, lançará softwares grátis endereçados à solução do problema.
Do outro lado, a Juniper identificou oito produtos que podem estar vulneráveis. A lista inclui o Junos OS 13.3R1, certas versões de seu Network Connect, Pulse e Odissey versões 5.6r5. “Estamos encorajando os clientes a entrarem em contato com nosso centro de suporte para detalhamento de ações e atualização de produtos”, disse um porta-voz da companhia, em e-mail.

De acordo com um relatório do integrador de sistemas de segurança Accuvant, outros fabricantes, incluindo F5 Network, Red Hat, CheckPoint também tomaram conhecimento de produtos vulneráveis.

Coração sangrando
Heartbleed é uma falha grave descoberta no OpenSSL que expõe quase todo mundo que usa a internet. A vulnerabilidade – através da qual invasores podem chegar a servidores sem deixar nenhum rastro – foi descoberta pela equipe de segurança do Google.

OpenSSL provavelmente é parte do uso da web de todas as pessoas. O servidor Apache, responsável por quase metade de toda a web, usa OpenSSL. Grande parte de aplicativos e sites também usam o sistema para criptografar dados enviados. E é nele onde foi descoberto um grande bug chamado “Heartbleed” por especialistas de segurança, entre eles, Neel Mehta da equipe de segurança do Google.

Companhias como Amazon Web Services, Yahoo, Tumblr, entre outras, já afirmaram que estão atualizando seus softwares de OpenSSL com um patch lançado recentemente. A AWS, inclusive, publicou um boletim de segurança detalhando quais serviços foram atualizados em resposta ao Heartbleed.

por Kristin Bent | CRN EUA