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Parceria entre as gigantes da indústria deve tornar aplicações de Internet das Coisas mais inteligentes

domingo, 24 de julho de 2016

A Internet das Coisas serve para pouca coisa se não garantir a habilidade de agir com base nos dados que gera. Uma nova parceria entre dois gigantes de TI promete colocar mais inteligência e capacidades de análises avançadas aos dados no ponto em que são gerados.

IBM e Cisco trabalham em uma solução que une fog computing e computação cognitiva. A oferta integra análises realizadas pelo Watson IoT em dispositivos espalhados pelas bordas da rede.

A abordagem leva a inteligência para mais perto dos “pontos de ação” e ajudará empresas a operarem ambientes distantes de seus data centers de maneira mais eficiente.

Em 2014, a fabricante de tecnologias de rede apresentou pequenos roteadores e switches capazes de serem embarcados em máquinas e veículos espalhados em pontos distantes de um ponto central de processamento dos dados.

 Para esse sistema, a empresa deu o nome de “fog computing” (que, em tradução livre, podemos chamar de computação em neblina), uma vez que destina-se a processar dados que não necessariamente precisam ser trafegados pela rede a fim de serem computados em um ambiente de nuvem.

A Cisco inclui maneiras que permitem que outras plataformas analíticas trabalhem com esses dados nos dispositivos. O Watson é uma dessas tecnologias. A parceria com a IBM é um grande passo para tornar IoT mais inteligente.

A integração entre as ferramentas já está disponível e já se encontra em teste. O Porto de Cartagena, na Colômbia, possui milhares de dispositivos de IoT coletando dados de diversos tipos e planeja aplicar o Watson analytics nesses registros para realizar o processamento nas pontas.

Leva a análise para as bordas da rede possibilita agilidade de reação, uso mais eficiente de dados e redes e menos investimentos em dispositivos conectados à internet, sintetizou Chris O’Connor, gerente do IBM Watson IoT.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/

ibm-e-cisco-trabalham-para-levar-watson-analytics-bordas-da-iot

Projeto de lei 5.276/16 que trata da proteção dos dados pessoais ganha força, embora tenha recebido emendas

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Com novas adesões, agora são 41 entidades do Brasil e do exterior que pedem aos parlamentares a aprovação do projeto de lei 5.276/16, que trata da proteção dos dados pessoais, na forma como enviada por Dilma Rousseff em 12/5, depois de mais de cinco anos de discussões.

Para as entidades, esse projeto “oferece maiores garantias aos usuários e previne a expansão de mercados de ‘data brokers’ e empresas especializadas na coleta de dados sem consentimento dos titulares, colocando regras rígidas para tais negócios digitais”.

Na prática, é uma defesa para que o Congresso privilegie o PL 5.276/16 sobre outras propostas que já circulam nas duas Casas Legislativas, em particular o PL 4.060/12, que tem uma abordagem distinta, com maior flexibilidade às atividades de coleta e tratamento de dados.

Além dessa há ainda o PLS 181/14, que tramita no Senado. Nesse caso o texto é mais próximo do PL do Poder Executivo, tendo como principal diferença a criação da autoridade nacional para fiscalizar e normatizar o assunto, algo que o PLS não inclui por ser prerrogativa exclusiva do governo propor.

Até aqui, porém, o PL 5.276/16 já recebeu 11 emendas, em sua grande maioria em direção a regras mais flexíveis para o uso dos dados, como para avaliação de crédito, ou que reduzem o poder de intervenção da proposta autoridade nacional de proteção de dados.

 

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42547&sid=4