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GRUPO ALGAR INVESTIRÁ EM INOVAÇÃO

domingo, 14 de agosto de 2016

 

 

Para investir 5% do seu lucro líquido em inovação, lançou a Algar Ventures, que vai participar do ecossistema de inovação junto a start ups, incubadoras, universidades, espaços de coworking e fundos de investimento.

Com receita líquida de R$ 4,8 bilhões e lucro líquido de R$ 200 milhões em 2015, o Grupo Algar, com sede em Uberlândia (MG), lançou hoje (19) a Algar Ventures, braço pelo qual pretende participar ativamente do ecossistema da inovação. Em seu primeiro ano de atuação, o fundo vai investir em parcerias com start ups, universidades, espaços de coworking, incubadoras, etc. A partir do segundo ano os investimentos serão diretos em start ups, com projetos nas áreas de atuação do grupo: telecom, agronegócios, turismo e serviços.

O investimento definido pelo grupo na Algar Ventures é de 5% de seu lucro líquido por ano. Isso significa que os recursos para o primeiro ano de atuação do fundo de investimento serão de R$ 10 milhões. De acordo com Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, o objetivo, com a Algar Ventures, é levar a inovação para todas as áreas do grupo e identificar oportunidades inovadoras e disruptivas que possam complementar o portfólio de negócios do grupo, nas áreas onde já atua.

Com a Algar Ventures, os investimentos em inovação que já são feitos pelas empresas do grupo, ganharão musculatura, na visão de Sganzerla. “É muito diferente uma empresa investir internamente em inovação com seus recursos, e ter um suporte do grupo”, avalia. Mesmo sem esse suporte, duas empresas do grupo, a Algar Telecom, que respondeu por metade de sua receita líquida e 75% de seu lucro em 2015, e a Algar Agronegócios já avançaram muito em inovação.

Tanto que acabam de ser premiadas em uma iniciativa do jornal “Valor Econômico”, conta Sganzerla. A Algar Telecom ganhou o primeiro lugar em seu segmento, onde atuam grandes operadoras de telecomunicações. No segmento de agronegócios, a empresa do Grupo ficou em terceiro lugar.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/grupo-algar-vai-investir-5-do-lucro-liquido-em-inovacao/

Vale do Silício ameaçado?

terça-feira, 26 de julho de 2016

O Vale do Silício ainda reina soberano como o principal polo mundial de inovação. O império criado no entorno de São Francisco (EUA), porém, começa a ficar um pouco ofuscado com a melhoria do ambiente empreendedor em outras regiões do mundo, especialmente em países da Ásia e da Europa.

Pelo menos esse é o cenário revelado por um estudo feito pela Capgemini e Altimeter. A análise tenta compreender como as empresas têm direcionado suas iniciativas de inovação e explorado ideias das startups que nascem nesses hubs.

O relatório “Digital Dynasties: The Rise of Innovation Empires Worldwide” identifica uma tendência de intensificação e de descentralização cada vez mais seus esforços de inovação em localidades espalhadas ao redor do mundo.

De acordo com o levantamento, 56 centros de inovação foram abertos e outros onze foram anunciados, em 20 países, entre julho de 2015 e fevereiro de 2016. O avanço mais considerável dessas iniciativas ocorre no Oriente.

Um destaque especial vai para a Índia, que parece ter virado o xodó do momento. O país é o destino de investimentos para criação de bases de inovação de companhias como Apple, Airbus e Visa.

Os novos centros de inovação que tomam lugar no mundo miram a criação de soluções de serviços financeiros (24% dos anúncios), seguido por eletrônicos e TI (21%) e manufatura (16%). Mais da metade das empresas (51%) estabelecem esses hubs em busca de parcerias com o ecossistema naquela região e seguido por desenvolvimento de novos produtos (28%).

A maioria dessas iniciativas (21%) busca inovações no campo de internet das coisas/cidades inteligentes. O segundo foco é tecnologias financeiras/fintechs (13%), seguido por biotecnologia e saúde digital (12%), cloud e software (12%), Big Data (10%), tecnologia para manufatura e robótica (10%) e cibersegurança (6%).

Ainda imbatível

No entanto, mesmo com o avanço de outros países, parece difícil competir com o charme do Vale do Silício, que mantém o topo da lista entre os polos globais de inovação.

Os outros nove hubs que aparecem no ranking são Londres (Inglaterra), Paris (França), Singapura (Singapura), Bangalore (Índia), Tóquio (Japão), Xangai (China), Berlin (Alemanha), Munique (Alemanha) e Boston (EUA).

 

Fonte: http://computerworld.com.br/vale-do-silicio-perde-peso-como-polo-global-de-inovacao

Maior Universidade de País, USP, vai criar laboratório experimental de Indústria 4.0

terça-feira, 19 de julho de 2016

 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.

A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.

A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.

O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.

Perfil do profissional da nova indústria

Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).

“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”

 

 

 

Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/

 

 

Brasil cai nove posições em ranking de TI do Fórum Econômico Mundial

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O Brasil caiu nove posições no ranking do relatório global de tecnologia da informação, divulgado na quarta-feira (23) pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Depois de mostrar recuperação e subir cinco posições em 2013, para o 60º lugar em uma lista de 148 países, o Brasil voltou a recuar, e ficou no 69º lugar este ano.
As seis primeiras posições no ranking de 2013 foram mantidas este ano: Finlândia, Cingapura, Suíça, Holanda, Noruega e Suécia.
Realizado em parceria com uma rede de organizações em todo o mundo, o estudo avalia a influência e os impactos da tecnologia da informação e comunicações (TIC) para o desenvolvimento e a competitividade de 148 países. O relatório é baseado na análise de quatro vertentes: infraestrutura, qualificação e custo de acesso à tecnologia; preparo de governos, empresas e pessoas para o uso da TIC; ambiente de inovação, de negócios, político e regulatório; e impactos econômicos e sociais gerados pela tecnologia.
Segundo o estudo, a pior colocação do Brasil no ranking está no item de ambiente de negócios e inovação: 121º lugar. No item habilidades, o país aparece na 86ª colocação. Já no subíndice de uso, o Brasil está na 54ª posição – 66º em uso individual, 56º em uso governamental e 33º em uso nos negócios.
O WEF aponta que, desde o início da crise financeira em 2008, a economia global registra uma mudança em seus padrões de crescimento. Economias avançadas têm crescimento negativo ou lento, enquanto os mercados emergentes – incluindo o Brasil – continuaram a mostrar expansão robusta.
“Apesar desse progresso dos Brics, observamos recentemente que muitas dessas economias emergentes estão tendo dificuldades para manter o rápido crescimento econômico dos últimos anos. Muitas das condições favoráveis que incentivavam esse crescimento começaram a desaparecer. Isso pode ter consequências não apenas para esses países, mas – dado seu tamanho e crescente importância em um mundo interconectado – também para a economia global no longo prazo”, diz o relatório.

Do G1, em São Paulo