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Parque Tecnologico em São José dos Campos estimulaa acordos estratégicos
quinta-feira, 28 de julho de 2016Em meio à crise, aumenta o número de empresas criadas no Brasil, e MEIs despontam em maior número.
quarta-feira, 27 de julho de 2016No primeiro trimestre de 2016, o país contabilizou 516.201 novas empresas, o maior registro para o período desde 2010, de acordo com oIndicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é 7,5% maior que no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 480.364 nascimentos. Em março, houve ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 184.560.
De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizados, alternativas econômicas para a geração de renda.
Nascimento de Empresas por natureza jurídica
No primeiro trimestre de 2016 o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) totalizou 413.555, crescimento de 14,0% sobre o mesmo período de 2015, quando 362.804 novos MEIs surgiram. Observa-se, inclusive, um aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos. No mês de março de 2016 o número de MEIs totalizou 148.673, crescimento de 16,5% sobre março de 2015, quando 134.803 novos MEIs surgiram.
Os MEIs foram a única natureza jurídica a apresentar crescimento no trimestre, enquanto as demais tiveram decréscimo. O número de nascimentos em Empresas Individuais apresentou queda de 13,8% no período, com 38.553 companhias nascidas, contra 44.718 no mesmo trimestre do ano anterior. As Sociedades Limitadas também registraram diminuição nos nascimentos de um trimestre para outro, de 48.012 para 39.994, queda de 16,7%. O nascimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9% e totalizou 24.099.
Nascimento de Empresas por Setor
O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, no primeiro trimestre de 2016, com a abertura de 324.984 novas empresas no segmento, o equivalente a 63,0% do total de nascimentos. Em seguida, 146.830 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos três primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total).
O indicador revela um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgiram no país nos últimos seis anos, passando de 53,5% (março de 2010) para 63,0% (março de 2016). Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,0%, em março de 2010, para 28,4%, em março deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.
Metodologia do estudo sobre Nascimento de Empresas
Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.
Para gráficos e mais detalhes, leia mais em: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/
numero-de-empresas-criadas-bate-recorde-historico-no-primeiro-trimestre-afirma-serasa/
Vale do Silício ameaçado?
terça-feira, 26 de julho de 2016O Vale do Silício ainda reina soberano como o principal polo mundial de inovação. O império criado no entorno de São Francisco (EUA), porém, começa a ficar um pouco ofuscado com a melhoria do ambiente empreendedor em outras regiões do mundo, especialmente em países da Ásia e da Europa.
Pelo menos esse é o cenário revelado por um estudo feito pela Capgemini e Altimeter. A análise tenta compreender como as empresas têm direcionado suas iniciativas de inovação e explorado ideias das startups que nascem nesses hubs.
O relatório “Digital Dynasties: The Rise of Innovation Empires Worldwide” identifica uma tendência de intensificação e de descentralização cada vez mais seus esforços de inovação em localidades espalhadas ao redor do mundo.
De acordo com o levantamento, 56 centros de inovação foram abertos e outros onze foram anunciados, em 20 países, entre julho de 2015 e fevereiro de 2016. O avanço mais considerável dessas iniciativas ocorre no Oriente.
Os novos centros de inovação que tomam lugar no mundo miram a criação de soluções de serviços financeiros (24% dos anúncios), seguido por eletrônicos e TI (21%) e manufatura (16%). Mais da metade das empresas (51%) estabelecem esses hubs em busca de parcerias com o ecossistema naquela região e seguido por desenvolvimento de novos produtos (28%).
A maioria dessas iniciativas (21%) busca inovações no campo de internet das coisas/cidades inteligentes. O segundo foco é tecnologias financeiras/fintechs (13%), seguido por biotecnologia e saúde digital (12%), cloud e software (12%), Big Data (10%), tecnologia para manufatura e robótica (10%) e cibersegurança (6%).
Ainda imbatível
No entanto, mesmo com o avanço de outros países, parece difícil competir com o charme do Vale do Silício, que mantém o topo da lista entre os polos globais de inovação.
Os outros nove hubs que aparecem no ranking são Londres (Inglaterra), Paris (França), Singapura (Singapura), Bangalore (Índia), Tóquio (Japão), Xangai (China), Berlin (Alemanha), Munique (Alemanha) e Boston (EUA).
Fonte: http://computerworld.com.br/vale-do-silicio-perde-peso-como-polo-global-de-inovacao
Cientistas mostram novidades na Computação Quantica
segunda-feira, 25 de julho de 2016Pegue um átomo do elemento antimônio, use um feixe de íons para atirá-lo em um substrato de silício, e você pode estar no caminho para a construção de um computador quântico.
Isso de acordo com pesquisadores do Sandia National Laboratories, que anunciaram que usaram a técnica descrita e tiveram resultados promissores. Em seu experimento, descrito na revista Applied Physics Letters, os pesquisadores usaram um gerador de feixe de íons para inserir o átomo de antimônio em um substrato de silício padrão da indústria – um processo que levou apenas microssegundos.
Tal átomo, equipado com cinco elétrons, transporta mais do que um átomo de silício. Uma vez que os elétrons se emparelham, o elétron antimônio estranho permanece livre. É este o elétron livre que reserva potencial. Os pesquisadores o colocaram sob a pressão de um campo eletromagnético e monitoraram seu spin, para checar se ele se mantinha para cima ou para baixo.
Embora os computadores tradicionais representam números como “0s” ou “1s”, um qubit pode, simultaneamente, ser um “0” e um “1” a um estado conhecido como superposição.
Agora que eles conseguiram colocar precisamente um átomo doador no silício, os pesquisadores imaginam que eles possam inserir um segundo na distância correta para a comunicação entre eles. Isso será, essencialmente, o início de um circuito de computação quântica.
O Sandia National Laboratories planeja a próxima façanha ainda este ano. “Nosso método é promissor porque, uma vez que lê o spin do elétron, em vez de sua carga elétrica, a sua informação não é engolida pelo fundo estático e em vez disso permanece coerente por um tempo relativamente longo”, disse o pós-doutorado e pesquisador líder, Meenakshi Singh.
O fato de que a técnica utiliza silício é outra vantagem, uma vez que tecnologias de fabricação comerciais para silício já são desenvolvidas e são muito mais baratas do que os materiais supercondutores especializados.
Enquanto algumas partes da experiência foram demonstrados antes, esta é a primeira vez que todas elas trabalharam juntas em um único chip e com cada qubit precisamente colocado. Outros métodos têm tomado mais de uma abordagem, o que significa que os cientistas podiam apenas adivinhar onde cada qubit esteve através de uma aproximação estatística.
Graças em parte a maior precisão, a nova técnica pode permitir que fabricantes façam estruturas “multi-qubit” mais complexas do que outros métodos poderiam produzir, disseram os pesquisadores.
Fonte: http://computerworld.com.br/cientistas-projetam-novos-saltos-para-computacao-quantica
Parceria entre as gigantes da indústria deve tornar aplicações de Internet das Coisas mais inteligentes
domingo, 24 de julho de 2016A Internet das Coisas serve para pouca coisa se não garantir a habilidade de agir com base nos dados que gera. Uma nova parceria entre dois gigantes de TI promete colocar mais inteligência e capacidades de análises avançadas aos dados no ponto em que são gerados.
IBM e Cisco trabalham em uma solução que une fog computing e computação cognitiva. A oferta integra análises realizadas pelo Watson IoT em dispositivos espalhados pelas bordas da rede.
A abordagem leva a inteligência para mais perto dos “pontos de ação” e ajudará empresas a operarem ambientes distantes de seus data centers de maneira mais eficiente.
Em 2014, a fabricante de tecnologias de rede apresentou pequenos roteadores e switches capazes de serem embarcados em máquinas e veículos espalhados em pontos distantes de um ponto central de processamento dos dados.
A Cisco inclui maneiras que permitem que outras plataformas analíticas trabalhem com esses dados nos dispositivos. O Watson é uma dessas tecnologias. A parceria com a IBM é um grande passo para tornar IoT mais inteligente.
A integração entre as ferramentas já está disponível e já se encontra em teste. O Porto de Cartagena, na Colômbia, possui milhares de dispositivos de IoT coletando dados de diversos tipos e planeja aplicar o Watson analytics nesses registros para realizar o processamento nas pontas.
Leva a análise para as bordas da rede possibilita agilidade de reação, uso mais eficiente de dados e redes e menos investimentos em dispositivos conectados à internet, sintetizou Chris O’Connor, gerente do IBM Watson IoT.
Fonte: http://computerworld.com.br/
ibm-e-cisco-trabalham-para-levar-watson-analytics-bordas-da-iot
EMPREGO LIGADO – o app brasileiro premiado no FbStart
sábado, 23 de julho de 2016
O Facebook anunciou as cinco startups premiadas em seu programa FbStart. Entre os vencedores de 2016, o aplicativo (app) brasileiro Emprego Ligado foi um dos destaques, escolhido o melhor app da América Latina. O objetivo do aplicativo é conectar pessoas a vagas de empregos em diversas áreas com praticidade.
O FbStart, que acontece há três anos, é um programa focado em ajudar startups de aplicativos para mobile em todo o mundo a serem bem-sucedidas, oferecendo ferramentas, serviços, benefícios em parcerias e orientação. Anualmente, é realizada a competição FbStart Apps do Ano para reconhecer os melhores aplicativos dentro do programa. Este ano, o programa recebeu mais de mil inscrições vindas de 89 países.
Os aplicativos foram julgados a partir de quatro princípios: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e alavancagem da plataforma do Facebook. As categorias premiadas incluem os melhores apps por região, melhor app de bem social e vencedor do grande prêmio.
O VoiceTube, vencedor do Grande Prêmio, recebeu US$ 50 mil em dinheiro e mais US$ 50 mil em créditos para Facebook Ad. Os outros ganhadores recebem cada um US$ 5 mil em dinheiro e US$ 7,5 mil em créditos para Facebook Ad. Os inscritos foram julgados por um painel de especialistas em tecnologia como Andreessen Horowitz, ChangeCorp, DeskConnect, GitHub, Facebook e Saavn.
Com base em Taiwan, o VoiceTube é uma forma de aprender inglês por meio de vídeos. Fundado pelo casal Richard Zenn e Carol Lai, o aplicativo oferece mais de 30 mil vídeos com ferramentas como legendas bilíngue, dicionário on-line, repetição de frases e gravação. Segundo Richard, a ideia da plataforma de vídeo surgiu devido a “educação em Taiwan ensinar a ler e escrever em inglês, mas não desenvolve a escuta e a fala”.
App do Ano na América Latina: o brasileiro Emprego Ligado (Android)
O Emprego Ligado é um aplicativo brasileiro gratuito, que ajuda o usuário a encontrar vagas de emprego próximas à sua residência. O app permite a busca por vagas operacionais que estejam, principalmente, na região metropolitana de São Paulo, e traz ainda a facilidade do usuário marcar a data e o horário da própria entrevista. O aplicativo tem facilitado o alcance de entrevistas de emprego para os brasileiros, com 18% dos usuários tendo recebido uma proposta de trabalho um dia após se inscrever no aplicativo.
Completando seu terceiro ano, o FbStart possui mais de 9 mil membros de 137 países, sendo 70% desses membros vindos de fora dos Estados Unidos.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/06/app-brasileiro-e-melhor-da-al-em-competicao-do-facebook/#WzG0eB8MhYCsIsFc.99
Projeto de lei 5.276/16 que trata da proteção dos dados pessoais ganha força, embora tenha recebido emendas
sexta-feira, 22 de julho de 2016Com novas adesões, agora são 41 entidades do Brasil e do exterior que pedem aos parlamentares a aprovação do projeto de lei 5.276/16, que trata da proteção dos dados pessoais, na forma como enviada por Dilma Rousseff em 12/5, depois de mais de cinco anos de discussões.
Para as entidades, esse projeto “oferece maiores garantias aos usuários e previne a expansão de mercados de ‘data brokers’ e empresas especializadas na coleta de dados sem consentimento dos titulares, colocando regras rígidas para tais negócios digitais”.
Na prática, é uma defesa para que o Congresso privilegie o PL 5.276/16 sobre outras propostas que já circulam nas duas Casas Legislativas, em particular o PL 4.060/12, que tem uma abordagem distinta, com maior flexibilidade às atividades de coleta e tratamento de dados.
Além dessa há ainda o PLS 181/14, que tramita no Senado. Nesse caso o texto é mais próximo do PL do Poder Executivo, tendo como principal diferença a criação da autoridade nacional para fiscalizar e normatizar o assunto, algo que o PLS não inclui por ser prerrogativa exclusiva do governo propor.
Até aqui, porém, o PL 5.276/16 já recebeu 11 emendas, em sua grande maioria em direção a regras mais flexíveis para o uso dos dados, como para avaliação de crédito, ou que reduzem o poder de intervenção da proposta autoridade nacional de proteção de dados.
Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42547&sid=4
O mercado global de serviços de voz sobre IP, VoIP, vai valer US$ 193,9 bilhões em 2024, segundo um novo relatório da consultora Persistent Market Research.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
No ano passado, o mercado de VoIP valeu US$ 85 bilhões, o que antecipa um crescimento de 9,5% ao ano até 2024. Os principais players são, segundo a PMR, a Vonage Holdings Corporation, 8×8, ShoreTel Nextiva, RingCentral, West Corporation, Verizon Communications, Thinking Phone Networks, Inphonex e Phone Power.
Neste momento, o mercado de serviços é impulsionado sobretudo por fatores como baixos custos de manutenção, maior flexibilidade e baixos requisitos em termos de suporte. O relatório também menciona a crescente penetração do acesso à internet nas cidades e áreas semi-urbanas
No entanto, refere, a flutuação na qualidade do acesso à internet pode afetar o crescimento do mercado. Durante as horas de pico, a rede pode estar congestionada, e tal é um dos principais obstáculos possíveis ao crescimento do mercado de serviços VoIP
A região com maior peso neste mercado será a Ásia-Pacífico, imediatamente seguida pela Europa. No velho continente, o crescimento será atribuído sobretudo à introdução de um grande número de empresas de pequena e média dimensão. Por outro lado, a expansão do mercado de comunicações unificadas na Bélgica deverá suportar o alargamento do mercado na Europa, diz a PMR. A taxa de crescimento anual será de 8,4%, em termos de receitas.
No entanto, é na América Latina que se encontram as taxas de crescimento mais rápido, prevê a consultora. Na América do Norte, que em 2015 teve um peso global de 27%, a expansão será moderada. “A adoção crescente de políticas ‘bring your own device’ (BYOD) é um grande fator que irá impulsionar o mercado de serviços”, lê-se no relatório.
O segmento das chamadas internacionais de longa distância dará o maior contributo em termos de valor já no final deste ano, seguido das chamadas locais.
No que respeita a usuários, o segmento dos clientes individuais crescerá mais rapidamente, a uma taxa de 9,2% ao ano.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/mercado-de-servicos-voip-vai-valer-us-194-bilhoes-em-2024/#tiZ1oAiX31wq9QpZ.99
Porto Maravilha no Rio de Janeiro – Zona Portuária tem projeto para reestruturar infraestrutura de telecomunicações
quarta-feira, 20 de julho de 2016A Prefeitura do Rio de Janeiro, a TCR Telecom, a Avaya e a First Tech se uniram para reestruturar a infraestrutura de telecomunicações da zona portuária da cidade maravilhosa. O projeto, chamado de Porto Maravilha, proveu ao local rede rápida e 100% em fibra óptica e permitiu a melhoria dos processos de comunicação, que agora está preparada para suportar novos postos de trabalho e atender à demanda de grandes eventos.
Do ponto de vista da estrutura de telecomunicação, todo o Porto Maravilha está sendo cabeado com rede 100% em fibra óptica, estendendo-se ao longo de 95,5 km de malha subterrânea de dutos. A TCR, prestadora de serviços de telecomunicações e responsável por distribuir fibra para a região, se interconecta com as companhias de Telecom e leva os serviços até casas e escritórios. A empresa, após avaliar as opções de mercado, escolheu a Avaya e a integradora First Tech para implementar e gerenciar a infraestrutura de rede.
Segundo Carlos Bertholdi, diretor geral de Vendas de Serviços Estratégicos da Avaya para região de Américas Internacional, os serviços oferecidos são de alta performance e englobam aplicações de vídeo, voz e dados de todas as operadoras que atuam no porto. “Conseguimos desenvolver um projeto totalmente customizado e aderente às necessidades da região”, diz.
Para dar inteligência a toda essa estrutura, permitindo assim a construção de um ambiente multisserviço, capaz de suportar o tráfego de voz, vídeo e dados, a solução adotada foi a Avaya Fabric Connect. Por meio de uma rede única e simplificada, a plataforma otimiza a configuração e gestão do ambiente, permitindo simplificar a rede, reduzir o custo operacional e implementar serviços mais facilmente.
Para que a região conseguisse de fato expandir sua rede foram construídos três pontos de presença, sendo dois deles para data center. Dentro dessa infraestrutura, o Fabric Connect possibilitou a integração de múltiplas aplicações. Toda essa interação é estruturada em apenas uma sala, que armazena as informações do sistema e permite um gerenciamento mais assertivo.
De acordo com Alfredo de Moraes Neto, engenheiro de Sistemas da First Tech, essa integração de múltiplas aplicações que a rede permite foi um dos desafios e, ao mesmo tempo, um dos diferenciais do projeto, uma vez que o ambiente não mistura o tráfego das diversas redes VLAN.
Ele explica que cada prestadora de serviço de telecom opera com sua própria rede VLAN e, na infraestrutura desenvolvida pela First Tech e Avaya, todas essas redes passam por uma mesma e única fibra, chegando ao consumidor final por meio de um device que serve para qualquer operadora, facilitando assim a configuração. “Outro grande benefício do projeto é a redução de custo pois exige menos equipamentos e investimentos futuros”, lembra ele. Hoje a First Tech continua com atuação junto ao Porto Maravilha, prestando serviços de recuperação e suporte de equipamentos.
Fonte: http://ipnews.com.br/zona-portuaria-de-rj-ganha-nova-infra-de-rede/
Previsão de crescimento nas vendas de Smartphone até o final de 2016 !
quarta-feira, 20 de julho de 2016A previsão é positiva para a indústria de smartphones !
Os fabricantes de smartphones venderão 3% mais smartphones este ano do que venderam em 2015, no mundo. A previsão é da IDC, que publicou hoje, 02, uma revisão de suas estimativas anuais. A consultoria acredita que, até o final de dezembro, a indústria vai remeter a distribuidores e varejo 1,48 bilhão de aparelhos. Desse total, 83,7% será Android e 15,3%, iOs.
O relatório indica, ainda, crescimento de 6,2% nas vendas dos aparelhos Android, retração de 2% nas vendas da Apple, e de 61,6% dos smartphones Windows. Até 2020, haverá crescimento médio anual de 5%. Naquele ano, serão vendidos 1,84 milhões de smartphones. A fatia Android vai crescer para 85,1%, e a do iPhone vai cair para 14,5%. O resultado será o quase desaparecimento de sistemas operacionais alternativos a estes dois. O Windows Phone será o único que ainda existirá, mas terá apenas 0,4% do mercado mundial de smartphones.
fonte: http://www.telesintese.com.br/industria-vendera-148-bilhao-de-smartphones-em-2016-preve-idc/