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Os Correios atuando como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual ? Isso é possível?

domingo, 17 de julho de 2016

 

Parece que sim !

Os Correios e a EuTV (Surf Telecom) assinaram nesta segunda-feira, 30, o contrato de representação que permitirá à estatal atuar como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO) no modelo credenciado. De acordo com a empresa, o lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017.

A EuTV, criada no Brasil em 2007, possui várias iniciativas no mercado móvel nacional – ela mesma é uma MVNO autorizada e que já tem três projetos de serviços móveis credenciados e protocolados na Anatel. A operadora usa a rede da TIM, mas em breve terá uma parte própria da infraestrutura: a empresa adquiriu no leilão de sobras realizado pela Anatel no ano passado a frequência de 2,5 GHz em São Paulo. Atualmente, o contrato de compartilhamento entre a EuTV e a TIM abrange não só a infraestrutura, mas as frequências em 2G, 3G e 4G.

Possui ainda experiência em Angola como segunda operadora de telefonia móvel a atuar naquele país, com soluções que vão ao encontro do objetivo dos Correios:  desenvolver planos de serviços simples, que sejam fáceis de entender e de utilizar, segundo requer a estatal.

A empresa ressalta por fim que, com a MVNO, serão desenvolvidos serviços de valor agregado (SVA) que procurem facilitar o dia a dia dos clientes dos Correios nos diferentes segmentos de negócios, incluindo o postal, o financeiro, o de encomendas e o de logística integrada.

 

As expectativas são grandes !

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/

mvno-dos-correios-sera-lancada-ate-marco-de-2017/440522/news.aspx

O Crescimento nas transações realizadas por meio de dispositivos móveis no Brasil denunciam: o Mobile Banking conquistou o Brasileiro!

sábado, 16 de julho de 2016

Depois das facilidades trazidas pelos serviços oferecidos via Internet, agora chegou a vez do mobile banking conquistar o coração dos brasileiros. Aos poucos, os smartphones revolucionam a forma como as pessoas se relacionam com o setor financeiro.

Segundo dados da Febraban, o número de transações realizadas através de dispositivos móveis no Brasil saltou de 4,7 bilhões para 11,2 bilhões entre 2014 e 2015. O volume representa um aumento brutal da ordem de 138%.

A escalada da mobilidade no setor financeiro foi intensa, ainda mais se considerarmos que esse canal registrava menos de 1% do total de operações realizadas em 2012. Atualmente, já responde por 21% dentre um total de 54 bilhões de transações realizadas nos 17 maiores bancos em atividade no País.

Grande parte (95%) das operações realizadas através do mobile banking no ano passado são classificadas como movimentação não financeira, ou seja, referem-se a serviços de consulta de saldos e extratos, por exemplo.

Apesar disso, o telefone celular se consolidou como ferramenta de relacionamento entre correntistas e seus bancos. “O cliente pede e se mostra cada vez mais interessado na utilização desse canal”, enfatiza Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, projetando que o uso acentuado da mobilidade se mantenha forte pelos próximos anos.

O executivo baseia suas apostas nas estimativas do IBGE, que estima que 40% dos brasileiros possuem um smartphone atualmente. Esse percentual deve subir para 65% em 2020. “Isso mostra espaço para o serviço avançar”, resume, citando que atualmente, 33 milhões de brasileiros usam mobile banking.

Vetor digital

Considerando todos os canais eletrônicos (web, mobile e POS), o digital respondeu por 69% das transações registradas nos bancos brasileiros em 2015. O internet banking registrou 17,7 bilhões de transações no último ano, pouco abaixo das 18 bilhões verificadas em 2014. A representatividade do canal caiu de 37% para 33%, talvez influenciada pelo avanço da mobilidade.

Porém, segundo Fosse, mais pessoas têm utilizado a rede mundial de computadores para se relacionarem com instituições financeiras no Brasil. “Tivemos um crescimento de 6 milhões de contas correntes que passaram a utilizar o canal entre 2014 e 2015”, cita o executivo, apontando que, atualmente, 62 milhões de brasileiros usam internet banking.

“A tecnologia se mostra um grande indutor da bancarização no Brasil”, avalia Fosse, comentando que 89,6% dos brasileiros já se relacionam com o sistema financeiro tradicional. Para suportar os avanços dos canais eletrônicos, a indústria investe pesado em TI. No último ano, o segmento aplicou nada menos que R$ 19 bilhões em projetos de tecnologia.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/mobile-banking-conquista-o-coracao-dos-brasileiros

Olhos de VIVO e CLARO apontam as Zonas Rurais

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Claro e Vivo ampliam o acordo de ran sharing e ampliam o número de erbs e antenas compartilhadas para o atendimento das metas rurais.

O conselho diretor da Anatel concedeu em 25 de Maio, a anuência prévia para os quintos e sextos projetos de ampliação do acordo de compartilhamento de sites e de espectro entre a Vivo e a Claro para o atendimento das metas de cobertura rural com banda larga estabelecidas no edital de venda das frequências de 2,5 GHz. Serão mais 180 sites compartilhados. Acrescido aos já aprovados, o projeto conta com um total de 412 erbs e antenas compartilhadas.

Ao comprarem essas frequências as empresas assumiram o compromisso de levar a banda larga fixa a velocidades de até 525 Kbps para as áreas rurais brasileiras até 30 quilômetros dos municípios brasileiros.

Para autorizar o compartilhamento das redes e da frequência e consequente otimização dos investimentos, a agência determinou que as metas de cobertura resultante desses acordos só poderiam ser atendidas pelo serviço móvel, e não mais pelo serviço fixo, como permitia o edital. As operadoras concordaram com essa determinação e estão ampliando o acordo, que teve hoje, 25, nova autorização da agência.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-e-claro-ampliam-ran-sharing-nas-areas-rurais/

 

 

Anatel e o Leilão de Frequencias

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 

A Anatel aprendeu com o  leilão de frequências realizado no final do ano passado que foi bem sucedido, e rapidamente realizou um novo certame com a “sobra das sobras”, onde também novas faixas foram leiloadas.

O conselheiro da agência Rodrigo Zerbone, na quarta-feira, 1º/Junho explicou, durante congresso da Abrint em São Paulo, que o órgão regulador estudava as duas possibilidades para aproveitar as faixas que não foram arrematadas em 2015, embora ainda não tivessem prazo para chegarem a uma conclusão. “O leilão ainda está em andamento, (estamos discutindo) se a gente abre ou não um novo leilão, ou se parte direto para a venda direta, que só pode ser feita quando não há disputa, só há um interessado”, disse. Ou seja, se houver mais de um interessado e em várias faixas, necessariamente a agência faria um novo leilão “ainda este ano”. “Uma dessas duas soluções deve ser implantada em breve”, diz.

Avaliação do leilão

O processo do leilão do ano passado ainda está em andamento. Segundo Zerbone, nesta quarta-feira o conselho diretor deverá tomar uma decisão sobre os lotes “que não tem problemas, recursos e pendências”. Esses lotes deverão entrar para homologação, assinatura de termo, e pagamento de valor, com o início da operação em até 18 meses.

O conselheiro da Anatel avalia ainda que os pequenos provedores deverão prestar atenção no debate sobre a renovação do modelo de concessão de telefonia fixa em favor da universalização da banda larga, em especial com a possibilidade de haver uma licença única, convergente, agnóstica em relação à tecnologia; e nas possibilidades dos modelos de negócio conforme o Marco Civil. “A mobilidade é essência da rede LTE, essa é a diferença e o grande trunfo que uma faixa dessa pode trazer, a possibilidade de incrementar a gama de serviços para o consumidor final, fazendo diferença no serviço e com mais qualidade e menor preço”, afirma.

HOMOLOGAÇÃO

Em 2 de Junho, a Anatel disponibilizou a Lista de Lotes Homologados, e a licitação já está em andamento!

 

TDD

O pesquisador do CPqD, Carlos Lorena, destaca também a possibilidade do TDD no LTE (com licença de comunicação multimídia – SCM), que vem ganhando novos releases no 3GPP e com fabricantes dos terminais CPEs. “O mercado de TDD é muito grande na China, e a tendência é que (os fabricantes de equipamentos e terminais) venham ao Brasil, até para se beneficiar de regras, deve ter produção local”, afirmou ele.

 

 

 

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/01/06/2016/

anatel-devera-fazer-ainda-este-ano-leilao-de-sobra-das-sobras/

Lotes homologados: http://www.teleco.com.br/lic_sobras.asp

Congresso já tem 21 projetos de lei sobre franquia na internet

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mas nem tudo são lágrimas… a Anatel pode se omitir,  mas parece que nossos legisladores estão atentos!

 

A cobrança por limite de dados na internet fixa pode não causar o mesmo estrago que a crise política, mas se tornou um tema muito popular no Parlamento brasileiro no último mês e meio. Desde que a Anatel mandou suspender os efeitos de qualquer plano com franquia, a partir de 18 de abril, 21 projetos de lei sobre o tema foram apresentados na Câmara e no Senado.

A abordagem, porém, varia. Até aqui, oito projetos na Câmara obrigam a oferta de planos ‘ilimitados’. Outros nove projetos – sete na Câmara, dois no Senado – proíbem a oferta comercial de planos com franquia. E há ainda quatro propostas que proíbem a suspensão ou a redução das velocidades ao fim do consumo das franquias contratadas.

Um desses quatro foi o primeiro da lista e surgiu por iniciativa popular ainda antes da cautelar anatelina (é de 13/4). Segundo o Senado, que administra o portal e-Cidadania, trata-se da ideia legislativa com adesão mais rápida dessa ferramenta, tendo reunido mais de 20 mil assinaturas em apenas seis dias – o que o transformou em projeto formal na Comissão de Legislação Participativa.

O dia em que a cautelar da agência saiu no Diário Oficial da União, por sinal, também marcou o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Internet Livre e Sem Limites, que reúne 228 deputados e seis senadores – grupo largo o suficiente para acomodar a distância ideológica como a que separa Jean Wyllys (PSOL-RJ) de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). O que também ajuda a explicar a dificuldade do coordenador, JHC (PSB-AL) de costurar os 10 princípios norteadores da Frente, como desejado.

O número de projetos deve aumentar. Nesta semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou a realização de uma audiência pública, em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle, para discutir com a agência reguladora, consumidores e operadoras “a limitação da internet fixa”.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42541&sid=4

 

Anatel se omite, e brasileiros podem ter sua franquia de banda larga ainda pior!

terça-feira, 12 de julho de 2016

 

Franquia de banda larga: Anatel descarta regular ou controlar provedores Internet

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não vai regular ou controlar os modelos de negócio das empresas prestadoras de acesso à Internet, deixando-as livres para optar entre colocar ou não a franquia de dados, defendeu o presidente da agência, João Rezende, durante o 8º ISP, evento realizado pela Abrint nesta semana em São Paulo. Interferir nos modelos de negócio, alega Rezende, seria um desincentivo à expansão de rede.

O debate sobre franquia de dados ganhou força depois de a Vivo anunciar a intenção de incorporar a franquia na banda larga fixa. Na sua participação na Abrint, o secretário de inclusão digital e internet do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Maximiliano Martinhão, classificou a decisão da tele como uma ‘falha muito grande de comunicação’ que terminou por gerar uma polêmica desnecessária, uma vez que a medida está prevista na legislação.

Após a repercussão, a Anatel proibiu por 90 dias as operadoras de serviços de Internet em banda larga de restringir a velocidade, suspender serviços ou cobrar excedente caso seja ultrapassado limites da franquia. Para Rezende, qualquer alteração nos contratos deve seguir regras claras, mas o presidente da Anatel lembrou que nada impede a cobrança da franquia.

O maior empecilho, destacaram ambos os representantes do governo, é a falta de ferramentas para monitorar o consumo de dados, principalmente, por parte dos usuários. “Melhores mecanismos para detalhar o uso de dados têm de ser apresentados. Os usuários precisam de ferramentas para acompanhar o consumo de dados”, pontuou Rezende, para quem a maioria das empresas provedoras de banda larga fixa não tem hoje capacidade de adotar ferramentas para usuários acompanharem consumo de dados.

“A Internet deixou de ser lazer e passou a ser trabalho, educação, saúde. É normal que as pessoas reajam com a intensidade que foi”, destacou Maximiliano Martinhão. “É fundamental que o consumidor não seja prejudicado e abusos não serão aceitos no processo de estabelecer franquia, mas precisamos entender que o sistema tem de ser rentável”, ressaltou o secretário.

Martinhão disse ainda que o ministério realizou benchmarking para entender os modelos de negócios praticados em outros países. “Não vimos nenhum país que determine que só haja um determinado tipo de plano; existe liberdade e o usuário escolhe o seu em função da característica de consumo e renda escolhe o plano mais adequado”, completou.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42534&sid=4

Kassab interessado em reestruturar conselho consultivo da Anatel

segunda-feira, 11 de julho de 2016

O novo Ministro parece empenhado.  Na área de telecomunicações, diz que proposta parte de demanda de setores da sociedade atualmente não representados.

O novo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, do governo do presidente interino Michel Temer pretende modificar o conselho consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ele discursou na tarde de hoje, 01, durante a abertura do 8º ISP – Encontro Nacional de Provedores, realizado pela Abrint, em São Paulo. Foi o primeiro evento solene em que ele participou como ministro da pasta.

“Devemos reestruturar o conselho consultivo da Anatel para aumentar a participação desse segmento [provedores] e de outros da sociedade não representados”, disse.  Ele não detalhou, porém, em que implicará a reestruturação.

“Vamos rediscutir a composição do conselho para que possamos readequá-lo para que todos tenham a oportunidade de participar. Talvez até em um sistema de rotatividade. É uma demanda não só desse setor, mas de outros”, afirmou. Ele não disse quais, no entanto.

Atualmente o Conselho Consultivo é formado por 12 integrantes. Os nomes são definidos por decreto da Presidência da República, em mandatos de três anos. São sempre dois representantes de Senado, Câmara, Poder Executivo, entidades de classe das operadoras, entidades dos usuários, e entidades representativas da sociedade. É papel do conselho, entre outras coisas, avaliar os relatórios anuais de trabalho da Anatel e opinar quanto a questões de regime público ou privado no setor de telecomunicações.

No momento, o Conselho Consultivo tem apenas metade das cadeiras ocupadas: pelo Poder Executivo, Alan Trajano tem mandato até fevereiro de 2018; pela Câmara dos Deputados, Cristiano Lopes, que fica até fevereiro de 2017; duas por entidades de usuários, ocupadas por Flávia Lefévre e Igo Salaru, até fevereiro de 2017 e 2018, respectivamente; por representante da sociedade, Marcio Patusco, até fevereiro de 2017; pelas operadoras, Carlos Duprat, que também tem mandato até fevereiro de 2017.

 

 

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/kassab-quer-reestruturar-conselho-consultivo-da-anatel/

Será que unir em apenas um Ministério os setores de comunicações, ciência e inovação é uma boa idéia?

domingo, 10 de julho de 2016

Para o Ministro Kassab, parece que sim, pois a sinergia entre comunicações, ciência e inovação permite a reorganização das pastas.

 

 

O ministro Gilberto Kassab defendeu na terça-feira (31) a fusão entre os ministérios que resultou na pasta da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Em almoço oferecido pelo Conselho Superior da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), ele afirmou que existe o consenso de que o governo reorganizou a estrutura ministerial.

“Existe muita sinergia e vinculação entre as comunicações, a ciência, a inovação e a pesquisa. Serão cinco secretarias diretamente ligadas ao ministro, que terá mais força perante à sociedade, e o legitimará a conseguir avançar mais em todos os setores desse novo ministério”, disse Kassab.

Segundo o ministro, os desafios são “inúmeros” em virtude dos avanços e conquistas dos últimos anos. “O que temos em relação à radiodifusão e à tecnologia comparado ao que tínhamos há 30 anos são melhorias notáveis. Vou ter uma relação com o setor harmônica e companheira, para que possamos solucionar problemas e trazer progressos para o Brasil.”

Kassab apontou ainda uma “convergência” entre a visão dos radiodifusores e a do MCTIC. “Vamos desburocratizar, trazer mais tecnologia, avançar na internet, na transferência do analógico para o digital e proporcionar segurança aos investidores, senão o setor não progride. Vamos avançar rápido”, assegurou.

Durante o evento, o presidente da Abert, Daniel Slavieiro, declarou apoio à transferência de competências e o fortalecimento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para Slavieiro, o ministério precisa de mudanças estruturais. “O radiodifusor tem convido com processos morosos que são meramente burocráticos, cartoriais, por conta de falta de estrutura, falta de investimento em sistemas”, afirmou.

Sobre o setor de rádio, Slavieiro reconheceu a migração da faixa AM para FM como a questão mais significativa nas últimas décadas, mas defendeu a revisão dos valores das multas, notificações e processos de aumento de potência. Sobre TV, pediu uma diretriz firme do ministério para que o cronograma de desligamento do sinal analógico seja cumprido.

Participaram do almoço representantes das câmaras de rádio e televisão da Abert e de associações estaduais, além dos futuros secretários do MCTIC Vanda Bonna Nogueira (Radiodifusão), Maxmiliano Martinhão (de Inclusão e Internet) e André Borges (Telecomunicações).

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/gilberto-kassab-defende-fusao-dos-ministerios

Será que os objetivos de Nessa Stein se concretizarão ?

sábado, 9 de julho de 2016

Quem já assistiu The Honourable Woman (série de televisão britânica) sabe que o maior desejo da protagonista, Nessa Stein, era  ligar Israel e Cisjordânia através de cabos de fibra ótica. O seriado muito aplaudido pela crítica por suas discussões de diplomacia, negócios e tecnologia não é ficção, pelo contrário, é tema do mais alto calibre.

 

Recentemente foi anunciado que  o Facebook e a Microsoft estaeleceram uma parceria para a implantação de um cabo submarino para cruzar o Oceano Atlântico.

Com pontos ligando a Virgínia do Norte, nos EUA, até Bilbao, na Esapnha, por exemplo, o MAREA vai se esticar por mais de 6.600km pelo oceano para uma capacidade de largura de banda de até 160 terabits por segundo.

A construção do empreendimento começa em agosto deste ano e tem previsão de ser finalizada em outubro de 2017. O projeto ficará a cargo da Telxius, companhia de infraestrutura da Telefónica.

Também é esperado que o cabo amplie os hubs de rede para locais como África, Oriente Médio e Ásia.

 

A ambiciosa proposta posicionará a globalização em outro patamar, indubitavelmente.

 

Fonte:

http://computerworld.com.br/microsoft-e-facebook-unem-forcas-para-construir-cabo-submarino-gigante

https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Honourable_Woman

Cidades Inteligentes e Tecnologia na Mira da ONU e da UIT

sexta-feira, 8 de julho de 2016

 

Em parceria com a Comissão Econômica das Nações Unidas para a Europa (Unece), a União Internacional de Telecomunicações (UIT) lançou uma iniciativa global com foco em smart cities, a United for Smart Sustainable Cities (U4SSC). A parceria visa impulsionar o uso de tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas políticas públicas, promovendo as metas de 11 dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU. A ação está aberta a todas as agências das Nações Unidas, bem como municipalidades, indústrias, academia e outros setores. Em comunicado, o vice-secretário-geral da UIT, Malcolm Johnson, afirma que “a U4SSC reunirá atores dos setores privado e público para garantir uma aplicação coerente e integrada das tecnologias da informação e comunicação dentro de cidades inteligentes e sustentáveis”.

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/02/06/2016/

uit-e-comissao-economica-da-onu-lancam-iniciativa-global-para-smart-city/440785/news.aspx