Posts com a Tag ‘Tecnologia’

Plugin para Jira

sábado, 7 de novembro de 2015

Os desenvolvedores irão amar a integração do TeamViewer ao software de rastreamento de projetos JIRA!

No futuro, os desenvolvedores irão conectar-se uns aos outros remotamente. Você pode ver quais usuários estão online e conversar com eles diretamente no JIRA—através do bate-papo, videochamada, sessão de suporte remoto ou de uma apresentação. Com a integração completa, você pode solucionar problemas e discuti-los com seus colegas, simplificando a colaboração da equipe.

Mais infos: https://integrate.teamviewer.com/pt/integrate/jira/index.aspx?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BJira&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

Fonte: TeamViewer

TIM para de cobrar taxas entre operadoras em ligações

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A operadora móvel TIM anunciou o fim da taxa de interconexão entre operadoras, que, em bom português, significa que vai reduzir o custo da chamada para as concorrentes em todas as modalidades de planos (pré, controle e pós).

A empresa afirmou que uma chamada para outra operadora tem o valor médio de R$ 1,50/minuto — quarenta vezes mais que uma ligação dentro de sua própria rede. Com a mudança, chamadas para os concorrentes custarão o mesmo que uma ligação TIM para TIM: R$ 0,25.

A operadora que foi uma das pioneiras em criar o efeito comunidade (implantação de ofertas entre seus clientes para incentivá-los a convencer outros a aderirem), quer criar uma comunidade única e, de preferência, com menos chips no mundo e agendas telefônicas menos caóticas, segundo explica Rogerio Takayanagi, CMO da TIM Brasil:

Nosso cliente terá uma experiência muito melhor, sem ter mais o inconveniente de precisar manter mais de um chip. Não será preciso se preocupar em gravar o nome dos parentes e amigos na agenda do celular com o ‘sobrenome’ da operadora a qual pertence a linha. Isso representa uma revolução na telefonia móvel.

Já era hora disso acabar. As ligações entre operadoras sempre foram caríssimas. Além disso, não fazia sentido encarecer as chamadas de voz, sendo que o consumo de dados é o futuro das operadoras. Aliás, por que você acha que todas cortam o acesso após o fim da franquia? É uma mudança de modelo de negócio que está só começando.

As informações sobre os novos planos da operadora, que passaram a vigorar em 1 de novembro, são encontradas na página da TIM.

A adesão a esse novo esquema da TIM estará disponível para novos clientes. Os usuários TIM que queiram aderir devem ligar para os números *222 ou *144#. Clientes pré podem fazer o processo pelo número 4141.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/tim-taxa-entre-operadoras/

TI lidera lista de PMEs que mais crescem Tamanho da fonte:-A+A RANKING TI lidera lista de PMEs que mais crescem

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

A edição 2015 do estudo da Deloitte que avalia as pequenas e médias empresas (PMEs) que mais crescem no Brasil conta com 200 empresas. Entre elas, 27% são do segmento de serviços de TI, a categoria com mais representantes no ranking (um total de 53 companhias).

Depois de TI, o segmento com mais representantes na pesquisa foi o de serviços a empresas (outsourcing), segmento de 15% das companhias listadas. Em 3º lugar ficou o segmento de manufatura, com 11% das empresas, seguido por comércio, com 10%.

Entre as 200 empresas que mais cresceram, 41,5% são de São Paulo. Enquanto isso, 29% são da região sul; 14% da sudeste (exceto SP); 10,5% da nordeste 10,5%; e 5% das regiões centro-oeste e norte.

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/14/09/2015/ti-lidera-lista-de-pmes-que-mais-crescem

O que esperar do mercado brasileiro de TIC em 2014?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Uma estratégia bem desenhada e sua execução meticulosa são pontos fundamentais em momentos de instabilidade macroeconômica e transformação tecnológicas. Queremos saber como sua empresa está se preparando para 2014 nesse cenário turbulento. CRN Brasil, em parceria com Advance, conduzem uma pesquisa para medir a evolução do mercado brasileiro de TI e telecom ao longo do ano.

Para participar do levantamento, basta clicar NESSE LINK e responder o questionário, que leva de 5 a 10 minutos para ser completado. Todas as informações serão mantidas confidenciais, em sigilo absoluto e tratadas estatisticamente.

A pesquisa será encerrada no dia 16 de abril (quarta-feira) ao meio-dia. Em retribuição por sua participação, enviaremos o resultado do estudo em primeira mão, assim que ele for concluído, portanto, é importante que forneça seu e-mail ao final do questionário.

Vale ressaltar que essa é a segunda etapa (de quatro previstas para o ano) do estudo. Faremos esse levantamento a cada três meses a fim de compreender a evolução do setor ao longo do ano e termos um extrato o mais preciso do que movimentou a indústria em 2014.

No primeiro levantamento, foi possível mapear o fato de que o dinheiro vem mudando de mãos. O que isso significa? Que empresas despreparadas estão perdendo mercado. Além disso, o estudo revelou que os empresários brasileiros esperam que o setor cresça 7,17% frente a 2013.

por CRN Brasil

Gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 trilhões em 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A economia mundial dá sinais de recuperação e, segundo o Gartner, isso impactará positivamente o consumo de tecnologia ao longo do ano. A consultoria projeta que os gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 bilhões em 2014, uma expansão de 3,2% sobre o desempenho verificado no comparativo anual.

Os investimentos têm relação a utilização de ferramentas tecnológicas para suportar o crescimento das organizações. A projeção considera indicadores nas frentes de software, hardware, serviços e telecom.

A projeção é de vendas elevadas de dispositivos. A previsão é de retomada a taxas de crescimento da ordem de 4,4%, terminando o ano gerando um mercado de US$ 689 bilhões. Percebe-se, contudo, uma mudança de comportamento com as compras mais orientadas a aparelhos menos sofisticados.

De acordo com o Gartner, o mercado de data center atingirá US$ 143 bilhões, crescendo 2,3% sobre o número medido em 2013. Há uma orientação dos gastos para questões relacionadas a cloud e impactadas por conceitos de mobilidade.

Softwares corporativos atingirão US$ 320 bilhões. O desempenho revela crescimento de 6,9% frente ao ano passado. Trata-se da categoria de maior expansão apontada para o ano. Serviços de TI crescerão 4,6% e movimentarão US$ 964 bilhões no período. Segundo as projeções, os gastos nessa frente migrarão de consultoria (planejamento) para a implementação de projetos.

O maior volume de gastos ficará com telecom, responsável por um mercado total avaliado em US$ 1,655 trilhão.

por CRN Brasil

Primeiro update do Windows 8.1 chega no segundo trimestre; foco é a interação com o mouse

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Durante uma conferência com a imprensa na Mobile World Congress, a Microsoft divulgou que a primeira atualização do sistema Windows 8.1 vai chegar aos consumidores durante a primavera (algo que, no hemisfério norte, fica entre os dias 21 de março e 21 de junho). O principal foco deste update é a melhoria na interação do sistema, para os usuários que o utilizam da forma tradicional, no bom e velho mouse e teclado.
Entre as novidades estão os novos botões, já vazados anteriormente, assim como interações acionadas apenas pelo mouse. A taskbar faz seu retorno, aparecendo na base da tela quando o usuário usar o scroll do mouse. “Adoramos a interação por telas sensíveis a toque, e nada disto ira impactar nesta experiência”, explicou Joe Belfiore, vice-presidente de Sistema Operacionais da Microsoft. Estas mudanças vem com o objetivo de atender ao público incomodado com as alterações do sistema, que não operam tão bem quando usadas com o mouse e o teclado.
Outra novidade importante do sistema é que a Microsoft pretende “abrir o leque” de opções com o update, alterando os requerimentos básicos necessários para o sistema. Uma das mudanças é que agora aparelhos com apenas 16GB de armazenamento já serão capazes de rodar o sistema.
Segundo a Microsoft, foram vendidas 200 milhões de licenças do Windows 8, sendo que 40% dos aparelhos vendidos com novo sistema, nos Estados Unidos, possuem telas sensíveis a toques. 4 milhões de aplicativos são baixados na loja de apps do Windows, diariamente.
Windows Phone
A Microsoft também falou um pouco da situação de seu sistema para smartphones, o Windows Phone. A empresa anunciou o update que irá possibilitar modelos com dual-sim, além de um novo programa de cooperação com fabricantes, o “Hardware Partner Portal”, que irá auxiliar o protejo e fabricação de aparelhos com o Windows Phone.
O sistema cresceu 91% durante 2013, passando os 10% de participação de mercado em 6 países. O WP já é o terceiro maior SO, segundo a Microsoft, com 245 mil apps disponíveis, sendo que 500 são adicionados todos os dias. Recentemente, vazou o plano da Microsoft de venda da licença do sistema para as fabricantes, onde aparelhos com custo inferior a US$ 250 teriam que pagar apenas US$ 15 para uso do Windows Phone, 70% mais barato que o preço anterior.

Crianças aprendem a navegar na internet antes de saber amarrar cadarço

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Ver uma criança de com até dois anos de idade brincando com um celular tornou-se algo comum. A chamada geração Alpha, de crianças nascidas depois de 2010, é principalmente conhecida por interagir com a tecnologia desde o nascimento. Segundo uma pesquisa da AVG Technologies, 57% das crianças de até cinco anos sabem usar aplicativos em smartphones, mas somente 14% sabem amarrar os sapatos.

Por trás dessa intimidade com a tecnologia, existem riscos de segurança que muitos pais ignoram. Além do perigo da aproximação de estranhos com as crianças por meio da internet, malwares podem ser prejudiciais aos computadores e dispositivos móveis e permitem o roubo de dados pessoais dos usuários.
“Por mais que a criança saiba mexer no dispositivo, ela não consegue diferenciar o que é bom e o que é ruim. Se alguma página em que ela entrou pedir o número de telefone, ela não vai saber o porquê desse pedido”, exemplifica o especialista de segurança da Symantec Nelson Barbosa. Neste momento, os pais não podem deixar de saber o que a criança está fazendo. “Não existe um malware específico para atingir crianças, vai depender do comportamento dos pais. E muitos têm o hábito de emprestar seus tablets e smartphones para distrair os filhos sem monitorá-los”, diz o diretor da McAfee José Matias Neto.

A superexposição dos filhos em redes sociais também traz riscos de crimes virtuais, sequestro de dados e malwares. Muitos pais registram fotos de cada momento da criança, desde um ultrassom até detalhes do dia a dia, incluindo os lugares onde ela foi e a escola em que estuda. O compartilhamento nas redes sociais pode parecer natural e refletir a empolgação dos pais com os filhos, mas ser cauteloso é essencial para evitar problemas.

Confira dez dicas para proteger seus filhos na internet:
1. Antes de postar fotos do seu filho ou criar um perfil para ele nas redes sociais, considere a idade dele e pense se você está fazendo isso por você ou por ele. Seu filho vai entrar na vida digital de qualquer maneira, vale a pena antecipar?

2. Antes que a criança entre no mundo digital, converse com ela sobre os perigos, ensine-a sobre o que é seguro ou não compartilhar e reforce que ela não deve conversar ou marcar encontros com estranhos.

3. Vale também ensiná-las a não enviar nenhum dado pessoal por SMS ou e-mail sem ter certeza de quem é o destinatário.

4. Defina quanto tempo e em qual momento do dia é ideal para seu filho ficar conectado.

5. Bloqueie conteúdos impróprios relacionados a sexo, drogas, entre outros. Muitos programas possuem ferramentas para isso, como a SafeSearch, do Google.

6. Tenha um software de segurança em todos os seus dispositivos e mantenha-o atualizado. Na hora de escolher, opte por um que tenha funções de controle parental.

7. Além do computador, controle a navegação no smartphone e no tablet. Isso pode ser feito checando o histórico dos navegadores.

8. Monitore as conversas nos programas de mensagens instantâneas e certifique-se de que eles podem bloquear o seu número de telefone, endereço de e-mail ou qualquer outro dado pessoal.

9. Se mantida aberta, a conexão Wi-Fi pode ser uma porta de entrada para cibercriminosos. Crie senhas seguras para o Wi-Fi, sem utilizar palavras comuns, data de aniversário, número da casa, entre outras senhas previsíveis.

10. Fique atento quando a criança usa outros dispositivos, como Smart TVs e consoles de games, que se conectam à internet e possuem chats de bate-papo.

Terra

Confira 10 hábitos tecnológicos que deveriam ser abandonados

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Infelizmente, os equipamentos tecnológicos não possuem manuais de bom senso. Por conta de hábitos que irritam e que deveriam ser abandonados, a revista americana Time elencou cinco maneiras para evitar essas situações e melhorar sua relação com seus novos aparelhos de tecnologia. Além disso, incluímos mais cinco dicas sobre o assunto. Confira:

Falar alto ao telefone em público
As outras pessoas não se importam com a sua vida, se seu chefe é horrível, com seus problemas de relacionamento com seu namorado ou se seus amigos fizeram uma coisa estúpida. Ou seja, se você está tendo uma conversa durante uma caminhada até o elevador, coloque a outra pessoa em espera ou ligue para ela mais tarde, e de longe evite ser a pessoa mais odiada no trem ou no seu prédio.
Tirar fotografia com tablet
Em um recente comercial, a Apple tentou fazer com que o desagradável ato de tirar fotos com o tablet fosse tido como “legal”. Não seja a pessoa segurando um iPad que bloqueia a visão de outras 60 pessoas atrás, só para fazer uma foto embaçada.

Monopolizando o wi–fi público
Você está sentado em seu café favorito, com wi-fi gratuito, e você pensa consigo mesmo que este é um bom momento para recuperar o atraso de seu programa favorito na Netflix. Você se tornou a encarnação humana do egoísmo.

Compartilhamento de fotos sem a permissão
​Você se senta em sua casa para se ​​recuperar da festa que você foi na noite anterior, um amigo te pergunta por que você não compareceu a um determinado programa, que ele tinha convidado. Você inventa uma desculpa e diz que trabalhou até tarde. Sem o seu conhecimento, o amigo cuja festa que você realmente foi marcou você em uma foto no Facebook, que agora está em seu mural para todo o mundo ver. Postar fotos sem permissão é uma grave violação do contrato social não escrito.

Mensagens de texto gratuitas durante conversas na vida real
Você e eu estamos tendo uma conversa profunda sobre algo e você me responde com mensagens de texto. Se você cometeu esta grave violação, por favor, peça desculpas àqueles que você magoou. As pessoas continuam a existir de uma forma tangível, ainda tem sentimentos. Seja cortês. Seja atencioso.
Checar a tela do celular no cinema
Qual motivo você teria para checar seu e-mail no meio de um filme no cinema com seus amigos ou sua namorada ou namorado? O que pode ser mais importante do que ter um momento de prazer com pessoas queridas ou que o desfecho de uma história inédita? Tudo tem sua hora.

Fotografar e postar pratos em restaurantes
Você está em um restaurante maravilhoso com sua família ou amigos, as pessoas já sabem disso por que você marcou esse evento no Facebook. Mas não foi suficiente, você tem que postar todos os pratos que comeu naquele dia. Menos, né?

Vingança digital
Você brigou com alguém e durante semanas fica mandando mensagens indiretas e diretas que vão encher o mural dos seus outros 500 amigos no Facebook. Entenda, ninguém se importa com a sua vida pessoal, direcione melhor seus textos de vingança.

Encher a caixa dos amigos de mensagens motivacionais ou “filosóficas”
Seus amigos gostam de você, mas isso não significa que eles gostem de tudo que você gosta ou que eles querem receber aquela mensagem religiosa 300 vezes por dia. Pega leve nas correntes com promoções, frases e slides de autoajuda.

Usar as redes sociais como plataforma para radicalismos políticos
Novamente, nem todo mundo tem a sua opinião ou posicionamento político. Viva as diferenças! Não obrigue seus amigos e conhecidos a excluírem seu perfil nas redes por conta de comentários preconceituosos, memes chatos ou mensagens que dão audiência para pessoas idiotas que estão em alta na mídia.

Tecnologia sensível ao toque chega às empresas

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A tecnologia sensível ao toque revolucionou o uso de dispositivos no cotidiano das pessoas em todo o mundo e parece estar pronta para entrar pela porta da frente também no ambiente de trabalho nas empresas. As pessoas estão acostumadas com a tecnologia de toque em sua vida pessoal e, agora, esperam a mesma experiência em sua vida profissional.

Pesquisa recente da Forrester Research registra que o total dos tablets vendidos deve atingir 375 milhões até 2016. Em consequência do sucesso dos dispositivos sensíveis ao toque no consumo, uma nova geração de dispositivos touch screen para a área corporativa traz a promessa de aprimorar e maximizar a forma de trabalho, utilizando as mais recentes ferramentas e recursos para trabalhar remotamente, de forma flexível e produtiva.

E como incorporar essa nova ferramenta e modo de trabalho de forma segura? Para investir e implementar uma nova tecnologia, as empresas devem fazer uma série de perguntas que auxiliam a definir se as exigências do negócio serão atendidas com os benefícios corretos e no nível certo de investimento.

Nesse contexto, a tecnologia sensível ao toque não é exceção. No entanto, a grande diferença é que esta não é apenas uma atualização de software e alguns recursos extras. É importante que as empresas entendam que a tecnologia touch inova e modifica a maneira de fazer negócios e como os trabalhadores podem realizar suas atividades.

Novos aparelhos tecnológicos de toque estimulam uma nova geração de ferramentas de negócios, que buscam não só atender às demandas de trabalho, mas também podem representar em ganho real de produtividade, permitindo que os funcionários trabalhem a qualquer hora e em qualquer lugar.

Cuidados com a segurança

Para as empresas, esta é uma decisão estratégica, tanto quanto uma decisão tecnológica e, como tal, devem se perguntar ‘como a tecnologia touch pode estimular a produtividade e a escolha do dispositivo, sem negligenciar a segurança, gerenciabilidade e ROI (retorno sobre investimento)?’.

Entender como e onde os funcionários são produtivos é vital para decidir como os dispositivos sensíveis ao toque podem ser usados de forma eficiente e otimizada. Para aqueles que trabalham com conhecimento, a produtividade pode ser aumentada ao ter um dispositivo que pode funcionar tanto como um tablet quanto laptop.

Se um tablet estiver funcionando como dispositivo secundário, alguns sistemas operacionais também oferecem uma interface que permite que os usuários mudem dos PCs convencionais para tablets e dispositivos móveis, e vice-versa.

No setor de varejo, as equipes de vendas podem abordar os clientes com uma proposta que pode ser imediatamente demonstrada em um tablet. Acesso rápido e flexível à informação significa que negócios podem ser fechados na hora e comunicados à sede, imediatamente.

Para o setor público, os alunos podem colaborar facilmente em sala de aula e remotamente, usando dispositivos móveis. O setor de saúde também se beneficia de dispositivos sensíveis ao toque, por permitir que médicos, enfermeiros e equipe acessem e atualizem informações do paciente, em tempo real, otimizando e melhorando o atendimento.

Porém, ao oferecer as tecnologias sensíveis ao toque destinadas a área corporativa, deve-se atentar para o fator de risco de segurança e complexidades de cumprimento, decorrentes de tendências como BYOD (em inglês, traga seu próprio dispositivo), dando aos funcionários o tipo de tecnologia que eles mais desejam usar, ao mesmo tempo em que atendam às demandas de TI.

A tecnologia de toque é excelente para a produtividade, mas manter a segurança de dispositivos, dados, conexões e redes – sem restringir o fluxo de trabalho e sem impedir que os funcionários façam suas tarefas, é uma preocupação e foco permanentes. Globalmente, o custo médio de uma violação de dados é de U$ 136, tornando a segurança uma preocupação fundamental e um fator significativo na composição dos custos.

Independentemente do recurso interno de TI disponível, é imprescindível adotar um alto nível de segurança e proteção contra as principais ameaças, incluindo vírus, malware, spyware, trojans e danos ou perda de dispositivos. Além disso, a mobilidade e flexibilidade possibilitadas por tecnologias sensíveis ao toque, como os tablets, significa que os dados podem mover-se por meio de outros dispositivos e para a nuvem.

Para garantir uma colaboração segura, a proteção de dados precisa ser abrangente, fácil de gerenciar e deve estender-se por meio de múltiplas plataformas, de dispositivos a mídias removíveis e armazenamento em nuvem pública. Algumas práticas recomendadas são a criptografia de arquivos, assim como métodos avançados de autenticação, opções de controle de portas, bloqueio físico de hardware e serviços opcionais de rastreamento e recuperação.

Redução de custos

Há uma série de fatores que as empresas devem considerar ao decidir sobre investimento em tecnologia. Em média, as instituições, que gerenciam atualmente tablets, investem cerca de U$ 2,2 mil na configuração desses dispositivos. Estes custos são normalmente mais altos do que a despesa real de adquirir o dispositivo, o que significa que para se tomar uma decisão consciente deve-se, em primeiro lugar, entender a necessidade e exigência do negócio, em comparação a tecnologia e equipamento já implementados.

Outra economia significativa de custo, de longo prazo, está relacionada ao apoio da evolução da força de trabalho. Utilizar a tecnologia certa para aumentar a produtividade e a eficiência dos funcionários proporciona não só aumento dos resultados, mas também funcionários trabalhando mais satisfeitos, o que influirá diretamente no aumento de produtividade e rentabilidade.

Após a ponderação de todos esses fatores de investimento e dos benefícios empresariais, as empresas provavelmente chegarão à conclusão de que não podem se dar ao luxo de não migrar. Novos softwares, hardwares e serviços estão aptos a oferecer uma tecnologia que é a “melhor dos dois mundos”, proporcionando às empresas confiança em relação à segurança. Também ajudam no gerenciamento de dispositivos e dados, ao mesmo tempo em que oferecem ferramentas de produtividade de forma adequada para atender às demandas e expectativas de um processo produtivo em constante evolução.

* Silvia Barros é gerente de Marketing de Produto para notebooks, ultrabooks e tablets na Dell Brasil.

Terceira Plataforma pauta a agenda de TI em 2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

No ano em que o Brasil sedia a Copa do Mundo é esperado que Terceira Plataforma de Computação, pós mainframe e PCs, ganhe um grande impulso no País. Analistas de mercado e indústrias preveem que esse tema consumirá boa parte da agenda dos CIOs e fornecedores de TI no Brasil em 2014 pela pressão que as companhias estão enfrentando para ganhos de eficiência operacional e transformação dos negócios.

As apostas dos fornecedores de tecnologias e serviços em torno dos negócios que serão gerados pela Terceira Plataforma no Brasil são grandes. Para a demanda prometida, há uma movimentação no mercado com fusões, incorporações, chegada ao País de novos players e investimentos em ampliação de data center.

O setor espera investimentos maiores em projetos baseados nos quatro pilares desse conceito, que são cloud computing, mobilidade, Big Data e social business. Ao mesmo tempo, a disseminação dessas megatendências traz desafios para o Brasil. Entre os quais a necessidade de ampliação das redes de banda larga com conexões mais baratas, redução dos custos de data center, capacitação de mão de obra especializada e definição de questões regulatórias como na área de segurança.

A expectativa do mercado é que alguns desses entraves sejam resolvidos no próximo ano, quando o Brasil estará no centro das atenções do mundo por ser sede da Copa do Mundo e também por causa de outros eventos. Em 2014, o País terá duas eleições e em 2016 será o anfitrião das Olimpíadas, o que obrigará investimentos em novas tecnologias e infraestrutura para processamento.

A Terceira Plataforma começou a ganhar mais força no Brasil em 2013, com participação nos novos projetos de TI, conforme revelou a 13a edição do Prêmio IT Leaders, realizado em agosto pela COMPUTERWORLD, em parceria com a IDC, que elegeu os 100 melhores CIOs do Brasil. O levantamento comprovou a existência de uma ou mais iniciativas baseadas no novo conceito nos investimentos das companhias que concorreram ao prêmio.

O estudo mostra que os gestores de TI vão abraçar esse conceito em 2014. Entre os entrevistados, 89% informaram intenção de investir em consumerização e uso de dispositivos móveis. Uma parcela de 74% disse que planeja iniciativas para infraestrutura de TI no modelo de cloud computing, 89% desembolsarão recursos para BI e 69% vão comprar ferramentas de Customer Relationship Management (CRM) para reforçar o relacionamento com os clientes.

A IDC estima que em 2020, cerca de 90% do crescimento de TI estará relacionado à Terceira Plataforma, que hoje representa 22% dos gastos com Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Diferentemente de outras ondas tecnológicas em que o Brasil entra atrasado, nesta o País está junto aos demais mercados.

Em estudo do Gartner sobre as dez prioridades dos CIOS em 2013 o Brasil aparece pela primeira vez alinhado com o resto do mundo, apontando nos três primeiros lugares as mesmas tecnologias do mercado global e da América Latina, que são: ferramentas para análise de dados (analitycs e BI), mobilidade e cloud computing, na respectiva ordem.

Cassio Dreyfuss, chairman e keynote do Gartner/ITxpo 2013, realizado no começo de novembro em São Paulo, diz que antes as tecnologias levavam uns três anos para chegar ao mercado brasileiro e que hoje os lançamentos são quase que simultâneo. “Existe uma pressão grande para que as empresas invistam em novas tecnologias para serem mais competitivas”, constata.

O consultor observa que a situação privilegiada do Brasil atraiu mais fornecedores internacionais, obrigando eles a reposicionar seus produtos para o mercado local. “Antes, eles traziam produtos enlatados. Agora os vendors perceberam que a forma de o CIO brasileiro gerir TI é diferente”.

Por que adotar a Terceira Plataforma?

O crescimento do uso da mobilidade no Brasil é a necessidade de dar respostas rápidas aos negócios são algumas das alavancas para as empresas investirem na Terceira Plataforma. Hoje o País conta com quase 270 milhões de celulares ativos e, segundo relatório da IDC, 46,2% dos terminais vendidos no primeiro semestre de 2013 são smarthphones. Ainda de acordo com o instituto de pesquisas, foram comercializados, 3,3 milhões de tablets nos primeiros seis meses de 2013, com aumento de 165% sobre os volumes do mesmo período em 2012.

Aliado a isso, o Brasil está ampliando as redes de 4G e de Wi-Fi em locais públicos, permitindo que mais pessoas acessem internet. Erasmo Rojas, ex-diretor da 4G América para América Latina, observa que o Brasil já conta com mais de 400 mil usuários das novas redes de quarta geração, o que é uma oportunidade para as empresas lançarem serviços de dados para dispositivos móveis.

A consumerização faz com que usuários levem seus dispositivos para o ambiente de trabalho, desafiando as companhias a abraçarem o movimento do Bring your Own Device (BYOD) e buscarem ferramentas de segurança para proteger informações sensíveis que serão acessadas por esses aparelhos pessoais.

Transformar negócios em um mundo conectado com inovação. Esse é o lema dentro das empresas. “Todos estão buscando ser mais competitivos e mais rápidos”, afirma Eduardo Lopez, vice-presidente de Aplicativos da Oracle para a América Latina. A TI tem a grande missão de ajudar as companhias a se reinventarem. O executivo acredita que a saída para os CIOs liderarem esse movimento é se apoiarem nos quatro pilares da Terceira Plataforma. Eles são os facilitadores para implementação de arquiteturas que permitem projetos com mais velocidade, como aplicações para colaboração e redes sociais, bem como soluções em nuvem.

Com mobilidade, as pessoas estão conectadas o tempo todo, navegando em redes sociais, consumindo e acessando uma série de serviços. “As companhias têm que ser rápidas para agir antes que o cliente faça queixas”, adverte Lopez, ressaltando que esse dinamismo puxado pela mobilidade e consumidor conectado exige que as organizações tenham inteligência para ouvir o que as pessoas estão falando de suas marcas nessas mídias.

É preciso dar respostas com produtos personalizados. Lopez afirma que a tendência daqui para frente é a área de marketing apoiar o desenvolvimento de novos produtos não mais baseada em análises históricas de dados, mas em informações coletadas em tempo real nas redes sociais.

Arlindo Maluli Junior, diretor de estratégia e alianças da Microsoft, acredita que as companhias do Brasil vão investir mais em ferramentas de mídia social não apenas para monitorar clientes, mas para ganhar produtividade internamente Segundo ele, muitos funcionários estão preferindo usar mais as redes sociais corporativas para se comunicar com seus times que o e-mail.

Uma pesquisa realizada pela Microsoft com 9,9 mil profissionais em 32 países, incluindo o Brasil, revelou que 51% acreditam ser mais produtivos com uso das redes sociais corporativas. Com a possibilidade de as empresas contratarem essas aplicações na nuvem, Maluli aposta num crescimento da busca por esse tipo de solução em 2014, principalmente pelo desejo dos funcionários de terem seus serviços de comunicação integrados para acesso em qualquer lugar e qualquer dispositivo.

Maturidade da nuvem

A forma mais rápida, encontrada pelos CIOS para colocar aplicações no ar e ampliar a infraestutura de acordo com a necessidade dos negócios, é a contratação de serviços na nuvem. Esse modelo, que era visto com desconfiança no Brasil, avançou no Brasil em 2013 e o ritmo de crescimento tende a continuar em 2014.

Estudos do Gartner estimam que o mercado brasileiro termine o ano com movimento de US$ 2 bilhões em contratos de serviços de cloud computing. Para 2017, os negócios nessa área mais que vão se multiplicar no País e gerar uma receita de aproximadamente US$ 4,5 bilhões.

Ao analisar o estágio dos serviços em nuvem no Brasil, Cassio Dreyfuss, vice-presidente Gartner no Brasil, avaliou que as empresas estão mais receptivas a esse modelo de contratação de TI. “Os CIOs estão percebendo que cloud é inevitável”, afirmou o executivo.

Fabio Costa, presidente da VMware Brasil, constata crescimento nas aplicações de nuvem no País, pelo aumento das vendas de seus sistemas para implementação de ambientes preparados para esse modelo de processamento. Ele observa que uma das razões que estão fazendo com que CIOs migrem para cloud são os orçamentos apertados para inovar. Hoje 70% do orçamento deles são para manutenção e que sobra apenas 30% para infraestrutura. Assim, o novo modelo permite expandir com maior controle dos investimentos.

A nuvem também tem se apresentado como solução para as pequenas e médias empresas (PMEs), informatizarem seus negócios, constata Alexandre Kasuki, diretor de marketing da HP. Ele revela que as soluções de rede pública da companhia têm registrado uma grande procura por esse segmento e que o cenário é otimista para 2014.

Entretanto, Dreyfuss observa que a falta de infraestrutura de telecomunicações fora dos grandes centros ainda é uma barreira para expansão desse modelo no Brasil. Apesar de reconhecer que a conectividade é um obstáculo para nuvem no País, Ione Coco, responsável pelo programa de CIO do Gartner Brasil, afirma que esse problema não deve ser uma desculpa para adiar os projetos de cloud. Sua recomendação é: “comece pequeno, mas faça. Não reclame da falta de infraestrutura”, aconselha.

Big Data em busca de seu espaço

Entre os quatro pilares da Terceira Plataforma o que está menos desenvolvimento no Brasil é o Big Data, por ainda ser um conceito novo. A sua proposta é ajudar as companhias a lidar com grandes volumes de dados, coletando informações em tempo real de redes sociais ou transações de negócios para tomada de decisão com mais assertividade.

Porém, o conceito gerou confusão no mercado sobre o que são ferramentas analíticas de dados e analistas do Gartner acreditam que esse ruído vai atrasar o crescimento dos negócios nessa área e retardar os projetos de Big Data. O alerta é de João Tapadinhas, diretor de Business Intelligence do Gartner.

Tapadinhas afirma que há uma dificuldade por parte das empresas em entenderem sobre o uso correto das ferramentas analíticas, o que faz com o processo de decisão de compra se torne mais lento. Esse problema já existia antes da propagação do conceito de Big Data, segundo o analista do Gartner. “Muitas companhias fizeram investimentos em BI analítico e não tiveram o retorno esperado”.

Como resultado disso, os negócios nessa área, que haviam registrado crescimento de 17% em 2011, fecharam com queda de 7% em 2012. Tapadinhas espera que as vendas de ferramentas analíticas voltem a crescer, chegando a patamares de 10% até 2016.

A indústria tem parcela de culpa pela confusão gerada no mundo das tecnologias de inteligência de dados. Mas o analista do Gartner percebe um esforço delas em tentar orientar o mercado. “Em 2015, a maioria dos fornecedores de ferramentas analíticas terá ofertas diferenciadas”, acredita Tapadinhas.

O presidente da Teradata Brasil, Sérgio Farina, confirma que muitas companhias ainda estão tentando entender como extrair valor do Big Data. “Estamos ainda em momento de laboratório”, diz, indicando que setores como varejo e telecom estão entre os segmentos interessados em se apoiar em ferramentas para análises de dados.

“Em 2013, percebemos que o mercado estava aberto a ouvir falar sobre Big Data no Brasil”, conta Ana Claudia Oliveira, gerente de vendas para América Latina da Pivotal, unidade de negócios da EMC. Ela acredita que 2014 será o ano em que as iniciativas vão se transformar em projetos reais. Seu argumento é de que as implementações são complexas, envolvendo mudança de processos, procedimentos, preparação do ambiente e também a capacitação de mão de obra. O cientista de dados é um talento escasso no Brasil.

EDILEUZA SOARES