Posts com a Tag ‘empresas’

Mudança de Liderança na TeamViewer

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Desde o início de maio de 2015, a TeamViewer tem um novo diretor.

Andreas König tem sido recentemente membro do comitê executivo da empresa de telecomunicação suíça Swisscom e substituirá Holger Felgner que está indo para o conselho consultivo. Leia qual a visão e as ideias de Andreas König nessa entrevista.

Para ver a entrevista, acesse: https://blog.teamviewer.com/feedback-teamviewer/?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BInterview&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

Fonte: TeamViewer

Notícias e negócios da atualidade com Sr. Jorge Carlos Bahia – Grupo Bahia Associados

terça-feira, 22 de setembro de 2015

O gestor do Grupo Bahia Associados, Sr. Jorge Carlos Bahia foi convidado para mais uma entrevista no Programa Panorama de Negócios na Rede Família de televisão.

O Programa foi exibido em 14/08/2015 às 23h30min, com o assunto bem atual e interessante do momento econômico em nosso país.

Aponta-se necessidade de atenção ao Plano de Negócios, ao planejamento de orçamento empresarial, e a avaliação positiva que se pode ter na contratação de serviços especializados.

Para assistir a entrevista acesse o Link: https://www.youtube.com/watch?v=o6k_yHaoMY8

Tecnologia sensível ao toque chega às empresas

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A tecnologia sensível ao toque revolucionou o uso de dispositivos no cotidiano das pessoas em todo o mundo e parece estar pronta para entrar pela porta da frente também no ambiente de trabalho nas empresas. As pessoas estão acostumadas com a tecnologia de toque em sua vida pessoal e, agora, esperam a mesma experiência em sua vida profissional.

Pesquisa recente da Forrester Research registra que o total dos tablets vendidos deve atingir 375 milhões até 2016. Em consequência do sucesso dos dispositivos sensíveis ao toque no consumo, uma nova geração de dispositivos touch screen para a área corporativa traz a promessa de aprimorar e maximizar a forma de trabalho, utilizando as mais recentes ferramentas e recursos para trabalhar remotamente, de forma flexível e produtiva.

E como incorporar essa nova ferramenta e modo de trabalho de forma segura? Para investir e implementar uma nova tecnologia, as empresas devem fazer uma série de perguntas que auxiliam a definir se as exigências do negócio serão atendidas com os benefícios corretos e no nível certo de investimento.

Nesse contexto, a tecnologia sensível ao toque não é exceção. No entanto, a grande diferença é que esta não é apenas uma atualização de software e alguns recursos extras. É importante que as empresas entendam que a tecnologia touch inova e modifica a maneira de fazer negócios e como os trabalhadores podem realizar suas atividades.

Novos aparelhos tecnológicos de toque estimulam uma nova geração de ferramentas de negócios, que buscam não só atender às demandas de trabalho, mas também podem representar em ganho real de produtividade, permitindo que os funcionários trabalhem a qualquer hora e em qualquer lugar.

Cuidados com a segurança

Para as empresas, esta é uma decisão estratégica, tanto quanto uma decisão tecnológica e, como tal, devem se perguntar ‘como a tecnologia touch pode estimular a produtividade e a escolha do dispositivo, sem negligenciar a segurança, gerenciabilidade e ROI (retorno sobre investimento)?’.

Entender como e onde os funcionários são produtivos é vital para decidir como os dispositivos sensíveis ao toque podem ser usados de forma eficiente e otimizada. Para aqueles que trabalham com conhecimento, a produtividade pode ser aumentada ao ter um dispositivo que pode funcionar tanto como um tablet quanto laptop.

Se um tablet estiver funcionando como dispositivo secundário, alguns sistemas operacionais também oferecem uma interface que permite que os usuários mudem dos PCs convencionais para tablets e dispositivos móveis, e vice-versa.

No setor de varejo, as equipes de vendas podem abordar os clientes com uma proposta que pode ser imediatamente demonstrada em um tablet. Acesso rápido e flexível à informação significa que negócios podem ser fechados na hora e comunicados à sede, imediatamente.

Para o setor público, os alunos podem colaborar facilmente em sala de aula e remotamente, usando dispositivos móveis. O setor de saúde também se beneficia de dispositivos sensíveis ao toque, por permitir que médicos, enfermeiros e equipe acessem e atualizem informações do paciente, em tempo real, otimizando e melhorando o atendimento.

Porém, ao oferecer as tecnologias sensíveis ao toque destinadas a área corporativa, deve-se atentar para o fator de risco de segurança e complexidades de cumprimento, decorrentes de tendências como BYOD (em inglês, traga seu próprio dispositivo), dando aos funcionários o tipo de tecnologia que eles mais desejam usar, ao mesmo tempo em que atendam às demandas de TI.

A tecnologia de toque é excelente para a produtividade, mas manter a segurança de dispositivos, dados, conexões e redes – sem restringir o fluxo de trabalho e sem impedir que os funcionários façam suas tarefas, é uma preocupação e foco permanentes. Globalmente, o custo médio de uma violação de dados é de U$ 136, tornando a segurança uma preocupação fundamental e um fator significativo na composição dos custos.

Independentemente do recurso interno de TI disponível, é imprescindível adotar um alto nível de segurança e proteção contra as principais ameaças, incluindo vírus, malware, spyware, trojans e danos ou perda de dispositivos. Além disso, a mobilidade e flexibilidade possibilitadas por tecnologias sensíveis ao toque, como os tablets, significa que os dados podem mover-se por meio de outros dispositivos e para a nuvem.

Para garantir uma colaboração segura, a proteção de dados precisa ser abrangente, fácil de gerenciar e deve estender-se por meio de múltiplas plataformas, de dispositivos a mídias removíveis e armazenamento em nuvem pública. Algumas práticas recomendadas são a criptografia de arquivos, assim como métodos avançados de autenticação, opções de controle de portas, bloqueio físico de hardware e serviços opcionais de rastreamento e recuperação.

Redução de custos

Há uma série de fatores que as empresas devem considerar ao decidir sobre investimento em tecnologia. Em média, as instituições, que gerenciam atualmente tablets, investem cerca de U$ 2,2 mil na configuração desses dispositivos. Estes custos são normalmente mais altos do que a despesa real de adquirir o dispositivo, o que significa que para se tomar uma decisão consciente deve-se, em primeiro lugar, entender a necessidade e exigência do negócio, em comparação a tecnologia e equipamento já implementados.

Outra economia significativa de custo, de longo prazo, está relacionada ao apoio da evolução da força de trabalho. Utilizar a tecnologia certa para aumentar a produtividade e a eficiência dos funcionários proporciona não só aumento dos resultados, mas também funcionários trabalhando mais satisfeitos, o que influirá diretamente no aumento de produtividade e rentabilidade.

Após a ponderação de todos esses fatores de investimento e dos benefícios empresariais, as empresas provavelmente chegarão à conclusão de que não podem se dar ao luxo de não migrar. Novos softwares, hardwares e serviços estão aptos a oferecer uma tecnologia que é a “melhor dos dois mundos”, proporcionando às empresas confiança em relação à segurança. Também ajudam no gerenciamento de dispositivos e dados, ao mesmo tempo em que oferecem ferramentas de produtividade de forma adequada para atender às demandas e expectativas de um processo produtivo em constante evolução.

* Silvia Barros é gerente de Marketing de Produto para notebooks, ultrabooks e tablets na Dell Brasil.

Nova tecnologia de recarga de bateria sem fios tenta atrair os consumidores

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Várias empresas estão anunciando durante a CES 2014 produtos baseados na tecnologia de transferência ressonante de energia, um sistema de recarga sem fios que permitirá recargas a maiores distâncias, ou de vários aparelhos ao mesmo tempo.

A tecnologia de recarga sem fios já está no mercado há algum tempo, mas até o momento não teve muito sucesso entre os consumidores. Mas empresas como a ConvenientPower, MediaTek, PowerByProxy e WiTricity esperam mudar isso com a introdução de sistemas muito mais flexíveis do que os atuais sistemas por indução.

De certa forma os sistemas ressonantes são similares aos indutivos, com uma bobina primária (no carregador) que transfere uma carga elétrica para uma bobina secundária (no dispositivo). Mas no sistema indutivo as bobinas tem de estar precisamente alinhadas, o que não é necessário em um sistema ressonante. Além disso, de acordo com um white paper publicado pela MediaTek, várias bobinas secundárias podem obter energia de uma única bobina primária.

A WiTricity planeja oferecer seu sistema ressonante de carga como um “design de referência” e plataforma de desenvolvimento para os fabricantes de dispositivos móveis, de acessórios e até mesmo de móveis. O sistema foi inicialmente projetado para funcionar no iPhone 5 e 5S, e é baseado em um “case” onde o smartphone é acoplado e uma base.

A base pode carregar dois smartphones ao mesmo tempo, e ser colocada sobre a mesa em pé, deitada ou até mesmo escondida debaixo dela, segundo a WiTricity. Nesse caso os usuários ficam livres da bagunça causada por cabos e aparelhos sobre a mesa.

A ConvenientPower, por sua vez, está anunciando o WoW Z, que segundo a empresa é o primeiro sistema ressonante capaz de recarregar smartphones compatíveis com a tecnologia Qi, como o Lumia 820, Lumia 920, Nexus 4, Nexus 5 e muitos outros. O sistema funciona a distâncias de até 18 mm do aparelho, três vezes mais que as soluções atuais compatíveis com Qi, e com eficiência de 65%.

O padrão Qi foi desenvolvido pelo Wireless Power Consortium (WPC) e tem o apoio de fabricantes de smartphones como a HTC, LG Electronics, Nokia e Samsung.

A fabricante de chips MediaTek apóia tanto a WPC quando a PMA (Power Matters Alliance), e na CES está demonstrando um receptor multimodo que funciona tanto com carregamento ressonante quanto indutivo. O apoio da MediaTek abre o caminho para a inclusão da tecnologia em smartphones de baixo custo, principal segmento onde a empresa atua.

Mas uma coisa que os fabricantes não estão dizendo é quando os produtos baseados na tecnologia de transferência ressonante de energia irão chegar aos consumidores. Eles ainda estão em desenvolvimento, e podem ter os problemas tipicamente associados a uma nova tecnologia. Mas os benefícios prometidos podem levá-la ao sucesso, diz a MediaTek.

Mikael Ricknäs, IDG News Service