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O que esperar do mercado brasileiro de TIC em 2014?

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Uma estratégia bem desenhada e sua execução meticulosa são pontos fundamentais em momentos de instabilidade macroeconômica e transformação tecnológicas. Queremos saber como sua empresa está se preparando para 2014 nesse cenário turbulento. CRN Brasil, em parceria com Advance, conduzem uma pesquisa para medir a evolução do mercado brasileiro de TI e telecom ao longo do ano.

Para participar do levantamento, basta clicar NESSE LINK e responder o questionário, que leva de 5 a 10 minutos para ser completado. Todas as informações serão mantidas confidenciais, em sigilo absoluto e tratadas estatisticamente.

A pesquisa será encerrada no dia 16 de abril (quarta-feira) ao meio-dia. Em retribuição por sua participação, enviaremos o resultado do estudo em primeira mão, assim que ele for concluído, portanto, é importante que forneça seu e-mail ao final do questionário.

Vale ressaltar que essa é a segunda etapa (de quatro previstas para o ano) do estudo. Faremos esse levantamento a cada três meses a fim de compreender a evolução do setor ao longo do ano e termos um extrato o mais preciso do que movimentou a indústria em 2014.

No primeiro levantamento, foi possível mapear o fato de que o dinheiro vem mudando de mãos. O que isso significa? Que empresas despreparadas estão perdendo mercado. Além disso, o estudo revelou que os empresários brasileiros esperam que o setor cresça 7,17% frente a 2013.

por CRN Brasil

Opinião: 2014 será o ano dos mini smartphones

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Enquanto 2013 teve sua cota de monstruosidades super-dimensionadas, houve também uma tendência contrária favorável às versões pequeninas de dispositivos populares.

O ano passado foi a introdução do HTC One mini e do Samsung Galaxy S4 mini, para não mencionar os modelos mais em conta de grandes marcas na forma de iPhone 5c e o Moto G.

E o trem das miniaturas não mostra nenhum sinal de desaceleração em 2014. Um site grego de tecnologia relatou que a LG está preparando um LG G2 mini de 4,7 polegadas (embora eu hesite em referir o LG G2 como um grande telefone).

Além disso, a SamMobile confirmou que a Samsung irá introduzir um “lite” aos seus populares Galaxy Note 3 e Galaxy Grand 2. A tendência ainda vai se estender a outros dispositivos sob o disfarce de uma versão lite do Tab Galaxy 3, que custará cerca de 135 dólares. Eles não serão necessariamente menores, mas são parte de uma tendência que traz marcas de última geração para dispositivos de baixo custo.

É um mundo pequeno, afinal de contas?

Será que essa onda de dispositivos mini e lite é uma reação ao fato de que nós, como espécies, estamos encolhendo? Não. É exatamente o contrário.

O negócio é o seguinte. Meu pai tem um smartphone agora – e ele ama essa coisa. Esse é um cara que conseguiu o seu primeiro micro-ondas há apenas 10 anos e me julgou por comprar meu primeiro celular em 2001 como sendo uma extravagância desnecessária.

O que um sessentão, nascido na época do baby boom, e tecnofóbico tem a ver com as tendências de smartphones? É o símbolo de uma tendência muito maior: smartphones estão em toda parte agora.

A manifestação mais importante dessa tendência é que os smartphones estão rapidamente se expandindo para o mundo em desenvolvimento. E os fabricantes querem um pedaço dessa ação, mas eles terão que criar dispositivos mais baratos para conseguir.

“Se você olhar para o mercado de smartphones em todo o mundo, você vai notar que a maioria parte do volume e do crescimento vem de médias empresas, especialmente, que custam cerca de 200 dólares. Eles possuem grande demanda”, disse Anshul Gupta, analista-chefe de pesquisa da Gartner.

A tendência do preço mais acessível não apenas tem um efeito sobre o hardware, mas também sobre a forma como o software é projetado. Por exemplo, o mais recente OS do Google foi projetado especificamente para rodar em smartphones que têm no mínimo 512 MB de RAM.

Durante a inauguração do Googlerola de baixo custo Moto G, a empresa fez a declaração ousada de que a abordagem baseada em software do telefone de 200 dólares o tornaria mais poderoso do que um Galaxy S4 de 600 dólares.

Embora não tenhamos tido a oportunidade de testá-lo ainda, se for verdade, essa tendência pode ter um efeito muito real em smartphones que estão mais acima na “cadeia alimentar”.

“Quando você pode fornecer um smartphone de alta qualidade, isso causará um impacto sobre os smartphones Android mais caros – na faixa de preço de 400 e 600 dólares”, disse Roger Kay, presidente e diretor da Endpoint Technologies Associates. “Ou a qualidade dos smartphones mais caros terão de melhorar, ou podem cair no esquecimento.”

Para bem ou mal, 2014 pode ser o ano dos minis.