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Investimentos em Inteligencia Artificial

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Ainda ão chegamos à Inteligência Artificial que Spielberg e Kubrick idealizaram em 2001, na ficção sobre a possibilidade da criação de máquinas com sentimentos, mas a tecnologia sensorial não está tão distante.

Estudo da Research and Markets estima que o mercado global de soluções de inteligência artificial deve movimentar cerca de US$ 23,4 bilhões até 2025. O montante representa um crescimento anual médio de 53,65% entre 2015 e 2020 e 44,3% até 2025.

O aumento do uso da tecnologias de aprendizado de máquina na publicidade e meios de comunicação social e em setores financeiros, aliados à crescente demanda por AI em outras e diversificadas áreas de aplicação de tecnologias como processamento de linguagem natural, reconhecimento de imagem e processamento de fala, estão impulsionando a crescimento do mercado, segundo o relatório “Worldwide Artificial Intelligence Market Research & Developments – Business Outlook to 2025”.

Segundo os analistas da consultoria, o mercado de inteligência artificial para o setor de mídia e publicidade deverá representar a maior fatia do mercado global de inteligência artificial durante o período, diante da necessidade crescente das empresas de determinar o comportamento do consumidor para influenciar o seu padrão de compra.

Haverá grande crescimento também no mercado de saúde, relacionado com o uso da IA para minimizar os custos relacionados aos diagnósticos e aumentar a eficiência dos tratamentos. Também se espera que setores como varejo, advocacia e de petróleo e gás passem a usar mais IA durante o período.

Conforme esperado, a América do Norte deverá deter a maior fatia do mercado global de Inteligência Artificial.

O levantamento da consultoria Research and Markets, que baseou-se em tendências de mercado, em dados das principais empresa do setor e em estimativas, deu especial atenção a 23 países, incluindo EUA, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, Espanha, França, Itália, China, Brasil, Arábia Saudita e África do Sul.

 

fonte: http://computerworld.com.br/mercado-de-inteligencia-artificial-movimentara-us-23-bilhoes-em-2025

O Crescimento nas transações realizadas por meio de dispositivos móveis no Brasil denunciam: o Mobile Banking conquistou o Brasileiro!

sábado, 16 de julho de 2016

Depois das facilidades trazidas pelos serviços oferecidos via Internet, agora chegou a vez do mobile banking conquistar o coração dos brasileiros. Aos poucos, os smartphones revolucionam a forma como as pessoas se relacionam com o setor financeiro.

Segundo dados da Febraban, o número de transações realizadas através de dispositivos móveis no Brasil saltou de 4,7 bilhões para 11,2 bilhões entre 2014 e 2015. O volume representa um aumento brutal da ordem de 138%.

A escalada da mobilidade no setor financeiro foi intensa, ainda mais se considerarmos que esse canal registrava menos de 1% do total de operações realizadas em 2012. Atualmente, já responde por 21% dentre um total de 54 bilhões de transações realizadas nos 17 maiores bancos em atividade no País.

Grande parte (95%) das operações realizadas através do mobile banking no ano passado são classificadas como movimentação não financeira, ou seja, referem-se a serviços de consulta de saldos e extratos, por exemplo.

Apesar disso, o telefone celular se consolidou como ferramenta de relacionamento entre correntistas e seus bancos. “O cliente pede e se mostra cada vez mais interessado na utilização desse canal”, enfatiza Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, projetando que o uso acentuado da mobilidade se mantenha forte pelos próximos anos.

O executivo baseia suas apostas nas estimativas do IBGE, que estima que 40% dos brasileiros possuem um smartphone atualmente. Esse percentual deve subir para 65% em 2020. “Isso mostra espaço para o serviço avançar”, resume, citando que atualmente, 33 milhões de brasileiros usam mobile banking.

Vetor digital

Considerando todos os canais eletrônicos (web, mobile e POS), o digital respondeu por 69% das transações registradas nos bancos brasileiros em 2015. O internet banking registrou 17,7 bilhões de transações no último ano, pouco abaixo das 18 bilhões verificadas em 2014. A representatividade do canal caiu de 37% para 33%, talvez influenciada pelo avanço da mobilidade.

Porém, segundo Fosse, mais pessoas têm utilizado a rede mundial de computadores para se relacionarem com instituições financeiras no Brasil. “Tivemos um crescimento de 6 milhões de contas correntes que passaram a utilizar o canal entre 2014 e 2015”, cita o executivo, apontando que, atualmente, 62 milhões de brasileiros usam internet banking.

“A tecnologia se mostra um grande indutor da bancarização no Brasil”, avalia Fosse, comentando que 89,6% dos brasileiros já se relacionam com o sistema financeiro tradicional. Para suportar os avanços dos canais eletrônicos, a indústria investe pesado em TI. No último ano, o segmento aplicou nada menos que R$ 19 bilhões em projetos de tecnologia.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/mobile-banking-conquista-o-coracao-dos-brasileiros

Será que os objetivos de Nessa Stein se concretizarão ?

sábado, 9 de julho de 2016

Quem já assistiu The Honourable Woman (série de televisão britânica) sabe que o maior desejo da protagonista, Nessa Stein, era  ligar Israel e Cisjordânia através de cabos de fibra ótica. O seriado muito aplaudido pela crítica por suas discussões de diplomacia, negócios e tecnologia não é ficção, pelo contrário, é tema do mais alto calibre.

 

Recentemente foi anunciado que  o Facebook e a Microsoft estaeleceram uma parceria para a implantação de um cabo submarino para cruzar o Oceano Atlântico.

Com pontos ligando a Virgínia do Norte, nos EUA, até Bilbao, na Esapnha, por exemplo, o MAREA vai se esticar por mais de 6.600km pelo oceano para uma capacidade de largura de banda de até 160 terabits por segundo.

A construção do empreendimento começa em agosto deste ano e tem previsão de ser finalizada em outubro de 2017. O projeto ficará a cargo da Telxius, companhia de infraestrutura da Telefónica.

Também é esperado que o cabo amplie os hubs de rede para locais como África, Oriente Médio e Ásia.

 

A ambiciosa proposta posicionará a globalização em outro patamar, indubitavelmente.

 

Fonte:

http://computerworld.com.br/microsoft-e-facebook-unem-forcas-para-construir-cabo-submarino-gigante

https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Honourable_Woman

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação – A Produtividade e a Redução de Custos como fatores decisivos

quarta-feira, 29 de junho de 2016

 

De acordo com estudo, redução de custos e aumento de produtividade motivam investimentos em TI

 

Os investimentos em TI foram impactados pela instabilidade econômica em 2015 – registraram um crescimento inferior dos dois últimos anos – mas ainda assim houve um crescimento de 3,01%, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade, revela estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Em 2014, o crescimento foi de 4,48% e de 5,97%, em 2013.
Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2009, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016:  A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42272&sid=16