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5G no Brasil – Será ? Quando ?

quinta-feira, 7 de julho de 2016

 

O que parecia impossível, começa a se tornar realidade: parceria entre empresas impulsionará o desenvolvimento do 5G no Brasil.

 

A National Instruments anunciou recentemente sua parceria com o Inatel para a exploração de novas tecnologias de rede sem fio 5G no Brasil, utilizando o ambiente de projeto oferecido pelo LabVIEW Communications e a plataforma de rádio definida por software, o RDS.

“As futuras redes de comunicações móveis 5G demandam uma flexibilidade única. A utilização de uma plataforma que permite integrar a agilidade do desenvolvimento por meio de um software com a capacidade de processamento de hardware é a chave para a pesquisa. E é exatamente isso que o LabVIEW Communications e a USRP RIO oferecem. Estamos gratos por contar com a National Instruments nesse desafio e tornar o 5G uma realidade no Brasil”, afirma Luciano Mendes, professor e coordenador de pesquisa do Centro de Referência em Radiocomunicações do Inatel.

Fundado em 1965, o Inatel atua como centro de excelência e referência no ensino e pesquisa na área de engenharia e tecnologia. Atualmente, abriga o centro de referência em radiocomunicações para atender as demandas nacionais para as áreas de comunicação via satélite, enlaces ponto-a-ponto de longo alcance e grande capacidade, acesso à banda larga sem fio e redes móveis de quinta geração, realizando trabalho constante para se consolidar no Brasil e exterior como celeiro de inovação promovida por grandes talentos.

O Inatel realiza trabalhos em conjunto com instituições de pesquisa europeias, em especial com a Universidade de Dresden, na Alemanha, para a padronização e desenvolvimento do 5G. Pesquisadores brasileiros e alemães desenvolvem um modem, que pode atender aos vários cenários de aplicação da quinta geração de comunicação móvel.

“O Inatel é uma das mais renomadas instituições de pesquisa e ensino do Brasil na área de telecomunicações. Nós temos certeza que essa parceria trará uma grande contribuição para definição das tecnologias que serão escolhidas no 5G”, conclui Alexsander Loula, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da National Instruments.

 

Para nós, a expectativa é grande !

 

Fonte: http://ipnews.com.br/parceria-entre-empresas-impulsionara-o-desenvolvimento-do-5g-no-brasil/

Pouco antes de entrar em Recuperação Judicial – Oi investiu no RJ

quarta-feira, 6 de julho de 2016

De janeiro a março, a Oi investiu R$ 218,7 milhões no Estado do Rio de Janeiro, segundo informou a empresa nesta quarta, 25, alegando ser um montante para redes como uma estratégia de transformação operacional para melhoria da qualidade de serviço. Também no primeiro trimestre, a empresa implantou 33 novos sites com antenas 2G, 3G e 4G na região, incluindo duas novas cidades (Carmo e Sumidouro) com a cobertura de terceira geração. A rede LTE está disponível nas cidades de Belford Roxo, Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Itaboraí, Macaé, Magé, Niterói, Nova Iguaçu, Petrópolis, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João do Meriti e Volta Redonda.

Os investimentos da Oi no trimestre para o País inteiro foram de R$ 1,204 bilhão, um aumento de 12,3% em relação ao ano anterior. Isso significa que o investimento para o Rio de Janeiro foi cerca de 18% do total do Capex entre janeiro e março deste ano. A companhia afirma estar concentrando esforços para o plano de longo prazo baseado em convergência, digitalização, austeridade nos custos e experiência no cliente.

Vale lembrar que na semana passada a Anatel aprovou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Oi prevendo a troca de R$ 1,5 bilhão de multas aplicadas e estimadas por investimentos de R$ 3,2 bilhões em quatro anos. Entre as determinações da decisão do Conselho Diretor, está a proposta de trocar a rede de cobre principalmente na Baixada Fluminense, beneficiando 1 milhão de domicílios.

Mas, notícias recentes informam que a Oi entrou em recuperação judicial. Qual será o futuro desta empresa que tem investido tanto no setor de TI ?

 

Fontes:

http://www.mobiletime.com.br/25/05/2016/

oi-investiu-r-218-7-milhoes-no-rio-de-janeiro-no-primeiro-trimestre/440367/news.aspx

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/06/

oi-entra-com-pedido-de-recuperacao-judicial.html

 

 

REDE LTE – Brasil em 4º na America Latina

terça-feira, 5 de julho de 2016

 

A 5G Américas, entidade que representa fornecedores de tecnologias de telefonia móvel, divulgou hoje, 02, um ranking para a penetração das redes LTE nos diversos países da América Latina. O Brasil, maior país da região em área e população, ficou em quarto lugar, com cerca de 15,51% das pessoas com acessos do tipo. O ranking considera a quantidade de linhas sobre o total da população no primeiro trimestre do ano.

O Uruguai é o primeiro colocado, com 55,88% das pessoas usando o LTE. O Chile vem em segundo (20,22%), e a Argentina em terceiro (16,02%). Considerando a região, o índice apresenta penetração LTE de 11,35% sobre o total da população latino-americana. Isto representa um crescimento de 2,44 pontos percentuais frente ao quarto trimestre de 2015, quando a penetração total da América Latina era de 8,91%.

O índice confirma que a América Central continua sendo a região mais lenta para adoção da LTE na América Latina, com 3 mercados da área: Honduras, Guatemala e Nicarágua – exibindo níveis de penetração inferiores a 1%. El Salvador e Cuba mantém-se como os únicos dois mercados da região sem nenhuma rede LTE com oferta comercial destes serviços durante o primeiro trimestre de 2016.

O índice de penetração da LTE foi elaborado pela 5G Americas com informações estatísticas fornecidas pelas consultorias: 451 Research, Carrier & Asociados (Argentina), ITC SA (Uruguai), Ovum, Teleco (Brasil), The Competitive Intelligence Unit – The CIU (México), e dados populacionais da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL).

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/brasil-e-o-4-pais-da-america-latina-em-uso-lte/

 

 

Dados confirmam: Banda Larga Fixa mantém expansão no Brasil!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A banda larga fixa no Brasil manteve a tendência de expansão em abril. O mês terminou com 25,88 milhões de assinantes do serviço no país, 84,78 mil a mais que em março, equivalente a crescimento de 0,33%. Comparando-se o número a abril de 2015, tem-se um crescimento de 4,83% no período na base de acessos de banda larga fixa. Os dados foram divulgados hoje, 02, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A prestadora de serviço de comunicação multimídia, ou seja, de acesso à internet, que mais atraiu clientes no período foi a Telecom Américas (nome do grupo que reúne Claro, Net e Embratel). Foram adicionados, em um ano, 439.852 acessos a sua base. Em termos relativos, foi uma evolução de 5,65% em 12 meses. A empresa também terminou o mês como maior operadora, com 8,22 milhões de acessos.

Os provedores regionais formam o que seria a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e foram os que mais atraíram clientes depois de Net. Encerram abril com 2,42 milhões de acessos, 323.423 a mais que um ano antes, ou 15,37% de crescimento.

A Telefônica obteve 234 mil assinantes em um ano, expansão de 3,26%. Terminou o mês com 7,4 milhões de acessos.

A Oi, terceira maior operadora de banda larga fixa, apresentou o pior desempenho de todas as empresas do setor. Foi a única entre as empresas a registrar retração da base em 12 meses: perdeu 94 mil acessos, encolhendo 1,46%.

Quem mais cresceu em termos relativos foram empresas que apostam em novas tecnologias. A Sky, com sua internet por LTE, ampliou sua base de assinantes em 71,4% em um ano. Ganhou 121,3 mil clientes e fechou abril com 291,18 mil acessos. A Telecom Italia (TIM), com seu serviço FTTC e FTTH, cresceu 60,95% em um ano, ganhando 108.161 acessos. Encerrou abril com 285.619 clientes.

 

Fonte: Anatel e http://www.telesintese.com.br/banda-larga-fixa-mantem-crescimento-em-abril/

O UBER está conquistando os brasileiros de forma avassaladora !

domingo, 3 de julho de 2016

 

A Uber Technologies triplicou o número de solicitações de viagens de carros por meio de seu aplicativo nos quatro primeiros meses do ano na América Latina, que se tornou a região de mais rápido crescimento para a empresa.

A convergência de uso generalizado de smartphones e transporte público insuficiente tem gerado uma demanda crescente, do México à Argentina, e os lucros do primeiro país estão ajudando a financiar a expansão da empresa, disse o gerente-geral regional da Uber para a América Latina, Rodrigo Arévalo.

O Brasil deverá passar à frente do México e se tornar o maior usuário do aplicativo Uber na América Latina neste ano, porque os motoristas brasileiros estão buscando complementar suas rendas em meio à pior recessão do país em um século, disse ele.

A Uber planeja lançar seu novo serviço de compartilhamento de carros UberPool no Rio de Janeiro antes dos Jogos Olímpicos, em agosto, e enxerga um enorme potencial de maior crescimento na região, que tem cerca de 600 milhões de habitantes.

“Ainda estamos apenas na ponta do iceberg”, disse Arévalo, em entrevista, em Cartagena, Colômbia, na semana passada. “Ainda há muito que fazer em termos de acesso para que estejamos à disposição de toda a população e nos tornemos parte da solução aos congestionamentos de trânsito”.

Quatro das 10 cidades mais congestionadas do mundo em 2015 estavam na América Latina, segundo um índice global compilado pela provedora de navegação de satélite TomTom, com sede em Amsterdã. A Cidade do México lidera a lista, que inclui as cidades brasileiras do Rio de Janeiro, de Salvador e de Recife.

A Uber escolheu a Cidade do México para sua primeira incursão na América Latina, em 1o de julho de 2013. Hoje a empresa está nas ruas de 45 cidades de 10 países da região, somando mais de 2 milhões de usuários por semana.

Assim como em Bogotá e em outras cidades da região, a chegada da Uber a Buenos Aires, há sete semanas, foi recebida com protestos de taxistas e bloqueios de vias. Ao mesmo tempo, a adesão de usuários e motoristas na capital argentina tem sido mais rápida do que em qualquer outra parte da América Latina, disse Arévalo.

 

 

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/

brasil-deve-liderar-area-de-mais-rapido-crescimento-do-uber

Investimentos em Tecnologia – A aposta dos Bancos Brasileiros em TI

sábado, 2 de julho de 2016

Segundo a Febraban, investimentos em tecnologia no período somaram R$ 5 bilhões, enquanto as despesas foram de R$ 14 bilhões

 

Os bancos brasileiros destinaram R$ 19,2 bilhões a esforços de tecnologia da informação ao longo de 2015. Segundo a Febraban, os recursos classificados como investimentos foram da ordem de R$ 5 bilhões, enquanto as despesas somaram R$ 14 bilhões no período. Do montante, 44% foi aplicado em software, 35% em hardware e 20% em telecom

 

O total verificado representa queda frente aos R$ 21 bilhões alocados em TI pelas instituições financeiras no ano anterior. Na ocasião, o setor investiu R$ 8 bilhões. As despesas, em 2014, foram da ordem de R$ 13 bilhões.

Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, classifica a retração no montante investido no comparativo anual à redução no preço de commodities e ao fato que, nos períodos anteriores, empresas como Itaú e Bradesco haviam realizado aportes intensos na construção de novos data centers.

“Há também uma mudança na forma como alguns bancos vem adquirindo tecnologia”, pondera o executivo, sinalizando que a contratação de recursos de cloud computing finalmente começa a aparecer no radar dos CIOs das instituições bancárias.

Fosse salienta, por exemplo, que a compra de TI “como serviço” é caracterizada contabilmente como “despesa”, o que justificaria a redução de R$ 3 bilhões no montante alocado em investimentos no comparativo anual.

Os números da federação revelam queda na proporção de recursos alocados para aquisição de hardware, de 40% para 35% nos últimos 12 meses. Porém, o dinheiro destinado a software teve um salto de 39% para 44% entre 2014 e 2015.

Na opinião da Febraban, o contexto alinha-se à redução nos gastos do setor verificada ao redor do mundo. Os investimentos e despesas globais em tecnologias pela indústria financeira foram de US$ 351 bilhões em 2015, contra US$ 362 bilhões no ano anterior e pouco abaixo dos US$ 354 bilhões em 2013.

De acordo com a associação, o setor bancário brasileiro é responsável por 13% do mercado brasileiro de TI. O percentual verificado no mercado local é proporcional ao gastos globais da vertical de finanças com informática.

A amostra contempla dados fornecidos por 17 bancos, que representam 93% dos ativos dessa indústria no Brasil. O País é o 7º colocado entre os países que mais aplicam recursos em TI no setor bancário em comparação ao PIB e lidera entre as nações que compõem o bloco dos Brics.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/bancos-brasileiros-destinaram-r-

192-bilhoes-esforcos-de-ti-em-2015

Ericsson projeta 16 bilhões de dispositivos conectados se juntarão à Internet das Coisas até o fim de 2021

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Há estimativas de que as conexões de dispositivos Iot ultrapassarão celulares em uso em 2018.

Segundo as previsões de pesquisadores da Ericsson, responsáveis pela edição 2016 do Relatório de Mobilidade da companhia, entre 2015 e 2021, o número de dispositivos de Internet das Coisas conectados crescerá 23% anualmente,somando 16 bilhões do total previsto de 28 bilhões de dispositivos conectados até 2021. Os dispositivos de Internet das Coisas conectados deverão superar os celulares como a maior categoria de dispositivos conectados já em 2018.

O relatório define um dispositivo conectado como um objeto físico que possui uma pilha de IP que permite uma comunicação bilateral em uma interface de rede.

Segundo as projeções, em 2021 o undo terá 1,5 bilhões de dispositivos da Internet das Coisas conectados a celulares. Em 2015 eram 400 milhões. O crescimento expressivo será impulsionado pelo maior foco da indústria no padrão 3GPP para suporte a aplicações de IoT nos celulares.

A Europa Ocidental será a líder na adição de conexões de IoT – com projeções de crescimento de 400% até 2021, graças principalmente às aplicações de smart grid, com o uso de medidores inteligentes e à crescente demanda por carros conectados, incluindo a orientação de e-call da União Europeia, que tem a sua implementação planejada para 2018.

“A IoT está crescendo conforme os custos de dispositivos caem e os aplicativos inovadores surgem”, afirma Carla Belitardo, vice- presidente de Estratégia e Sustentabilidade da Ericsson na America Latina e Caribe. A executiva lembra que, a partir de 2020 a implantação comercial das redes 5G oferecerá recursos adicionais essenciais para a IoT, tais como divisão de rede e a capacidade de conectar exponencialmente mais dispositivos do que é possível hoje.”

Smartphones 

Em 2021, as assinaturas de smartphones praticamente dobrarão, passando de 3,4 bilhões para 6,3 bilhões. Segundo o relatório, o número de assinaturas móveis únicas é de 5 bilhões hoje, o que mostra essa o rápido crescimento da tecnologia móvel em um curto período de tempo.

As conexões LTE continuam crescendo de fora acelerada. Só no primeiro trimestre de 2016, 150 milhões de novas assinaturas foram ativadas, atingindo um total de 1,2 bilhões em todo o mundo. E as velocidades de dados de pico de LTE de 1 Gbps deverão estar comercialmente disponíveis já no segundo semestre deste ano, inicialmente para mercados como Japão, EUA, Coreia do Sul e China. Com dispositivos de conexões de1 Gbps, os usuários móveis poderão consumir conteúdo a velocidades de download até dois terços mais rápidas em comparação com a tecnologia atual.

 

Entre o primeiro trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016, o tráfego de dados móveis global cresceu 60%, devido ao aumento do número de assinaturas de smartphones e do aumento do consumo de dados por assinante. Até o final de 2021, cerca de 90% do tráfego de dados móveis será de smartphones.

O relatório é otimista também em relação à rápida disponibilidade das redes 5G. O que irá requerer um esforço de harmonização de espectro entre os países que planejam lançamentos antecipados.

Consumo de dados

O material também apresenta uma visão detalhada da mudança dos hábitos dos jovens: o uso de dados móveis de vídeos em smartphones cresceu 127% em 15 meses, considerando 2014 e 2015. Em um período de quatro anos (2011-2015), o tempo gasto assistindo TV e filmes em um aparelho de TV caiu pela metade e o de consumo de TV e vídeo em smartphones cresceu 85%. Essa tendência e o fato que essa geração de usuários são os maiores consumidores de dados para streaming de vídeo em smartphone – somando as conexões wi-fi e as celulares -, torna-os o grupo mais importante a ser analisado pelas operadoras.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/conexoes-de-dispositivos-iot-

ultrapassarao-celulares-em-uso-em-2018

 

Consumo Sustentável – A vida útil dos computadores

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito, afirma Idec e Market Analysis em pesquisa inédita sobre o desempenho e durabilidade de aparelhos eletroeletrônicos na visão do consumidor

 

Dentre os dez produtos analisados, computadores e celulares são os que apresentam a maior frequência de problemas de funcionamento. E, em média, os consumidores esperam uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato os aparelhos apresentam. 
Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor com relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.
Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:
Combinando o tempo de posse dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito. Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.
Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne os atendimentos de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.
Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação com os aparelhos eletrônicos está relacionada à ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema com os aparelhos, a satisfação já apresenta queda.
“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.
“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.
Os segmentos com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e os de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.
“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerada uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.
Como foi feita a pesquisa
Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada capital. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
 Para mais informações e gráficos, leia mais em:  http://www.idec.org.br/consultas/teste-e-pesquisa/

em-cinco-anos-metade-dos-computadores-apresentara-algum-defeito

 

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação – A Produtividade e a Redução de Custos como fatores decisivos

quarta-feira, 29 de junho de 2016

 

De acordo com estudo, redução de custos e aumento de produtividade motivam investimentos em TI

 

Os investimentos em TI foram impactados pela instabilidade econômica em 2015 – registraram um crescimento inferior dos dois últimos anos – mas ainda assim houve um crescimento de 3,01%, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade, revela estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Em 2014, o crescimento foi de 4,48% e de 5,97%, em 2013.
Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2009, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016:  A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42272&sid=16

Diante do atual cenário economico nacional, Lenovo opta por transferir suas operações de Itu para Indaiatuba

sábado, 16 de abril de 2016

Este mês a Lenovo informou aos clientes e parceiros comerciais, via e-mail, que estaria redimensionando sua capacidade fabril no Brasil, transferindo as operações de Itu para um novo complexo em Indaiatuba, no interior de São Paulo.

De acordo com o informativo, a mudança foi escolhida considerando o cenário econômico do país, o segmento mercadológico de PCs e a sustentabilidade dos negócios da companhia, que está interessada em evitar demissões e manter as mesmas características de logística e mão de obra utilizadas atualmente, além de manter a qualidade e eficiência de produção.

A pretensão é que a fábrica em Itu continue operando até que a nova planta esteja qualificada, o que está previsto para o dia 1° de agosto.

Tal decisão vem para reafirmar o compromisso da Lenovo com o Brasil, marcando um novo momento da companhia no mercado nacional, adequando sua capacidade fabril para atender melhor seus consumidores – tanto no setor de varejo como no corporativo – ao mesmo tempo em que continua a investir em inovação para seus produtos mantendo-se competitivos.

Confira o texto na íntegra, na imagem:

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