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Investimentos em Tecnologia – A aposta dos Bancos Brasileiros em TI

sábado, 2 de julho de 2016

Segundo a Febraban, investimentos em tecnologia no período somaram R$ 5 bilhões, enquanto as despesas foram de R$ 14 bilhões

 

Os bancos brasileiros destinaram R$ 19,2 bilhões a esforços de tecnologia da informação ao longo de 2015. Segundo a Febraban, os recursos classificados como investimentos foram da ordem de R$ 5 bilhões, enquanto as despesas somaram R$ 14 bilhões no período. Do montante, 44% foi aplicado em software, 35% em hardware e 20% em telecom

 

O total verificado representa queda frente aos R$ 21 bilhões alocados em TI pelas instituições financeiras no ano anterior. Na ocasião, o setor investiu R$ 8 bilhões. As despesas, em 2014, foram da ordem de R$ 13 bilhões.

Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, classifica a retração no montante investido no comparativo anual à redução no preço de commodities e ao fato que, nos períodos anteriores, empresas como Itaú e Bradesco haviam realizado aportes intensos na construção de novos data centers.

“Há também uma mudança na forma como alguns bancos vem adquirindo tecnologia”, pondera o executivo, sinalizando que a contratação de recursos de cloud computing finalmente começa a aparecer no radar dos CIOs das instituições bancárias.

Fosse salienta, por exemplo, que a compra de TI “como serviço” é caracterizada contabilmente como “despesa”, o que justificaria a redução de R$ 3 bilhões no montante alocado em investimentos no comparativo anual.

Os números da federação revelam queda na proporção de recursos alocados para aquisição de hardware, de 40% para 35% nos últimos 12 meses. Porém, o dinheiro destinado a software teve um salto de 39% para 44% entre 2014 e 2015.

Na opinião da Febraban, o contexto alinha-se à redução nos gastos do setor verificada ao redor do mundo. Os investimentos e despesas globais em tecnologias pela indústria financeira foram de US$ 351 bilhões em 2015, contra US$ 362 bilhões no ano anterior e pouco abaixo dos US$ 354 bilhões em 2013.

De acordo com a associação, o setor bancário brasileiro é responsável por 13% do mercado brasileiro de TI. O percentual verificado no mercado local é proporcional ao gastos globais da vertical de finanças com informática.

A amostra contempla dados fornecidos por 17 bancos, que representam 93% dos ativos dessa indústria no Brasil. O País é o 7º colocado entre os países que mais aplicam recursos em TI no setor bancário em comparação ao PIB e lidera entre as nações que compõem o bloco dos Brics.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/bancos-brasileiros-destinaram-r-

192-bilhoes-esforcos-de-ti-em-2015

Brasileiros já realizam mais da metade das transações bancárias em plataformas digitais

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Consultar o saldo e realizar pagamentos de contas pela internet ou por celular e tablet são hábitos cada vez mais comuns entre os brasileiros. No primeiro semestre de 2013, mais da metade das operações bancárias no país foram efetuadas em canais internet e mobile representando 51% do total, contra 46% no primeiro semestre de 2012, segundo divulgou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Os aplicativos móveis para smartphones e tablets lançados pelos bancos para oferecer mais praticidade na realização de operações bancárias foram os grandes impulsionadores do uso dessas plataformas digitais. De junho de 2012 a junho de 2013, a participação do canal mobile cresceu de 3% para 6,2% do total de transações em levantamento realizado com Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú Unibanco e Santander. Já a quantidade de transações nas plataformas mobile saltou 237% do primeiro semestre de 2012 para o de 2013 – de 244 milhões para 822 milhões. A federação revela que em um dos bancos analisados, a participação do mobile já chega a 10% das transações totais.

Segurança

A Febraban alerta sobre as precauções que devem ser tomadas pelos usuários com a segurança e operações de bancárias nessas plataformas, como a restauração de aparelhos de segunda mão, bem como evitar a aquisição de smartphones que tenham sofrido jailbreak (desbloqueio ilegal). O órgão destaca também a importância dos programas de proteção contra software malicioso (malware), ofertados no mercado para os sistemas operacionais disponíveis.

Como precaução para perda ou rouba de aparelhos, a federação rienta a ativação da opção de exclusão dos dados do dispositivo, em caso de tentativas de acesso com senha incorreta e a habilitação da função de geolocalização para que o dispositivo seja encontrado e bloqueado à distância.

Para evitar cair em armadilhas de sites falsos, é recomendado que os usuários conheçam bem o site de seu banco e, caso seja constatada alguma anormalidade, entrem em contato imediatamente com a instituição.