Arquivo de agosto de 2016
7ª Feira das Indústrias & Negócios de Indaiatuba e Região
segunda-feira, 22 de agosto de 2016VIVO ADOTA METODOLOGIA DO VALE DO SILÍCIO PARA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL
segunda-feira, 22 de agosto de 2016Segundo Ricardo Sanfelice, responsável pela recém criada vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação da empresa, a missão é fazer com que 80% dos processos de sua área sejam desenvolvidos dentro de um novo conceito de trabalho, conduzido por pequenas equipes multidisciplinares, os chamados “esquadrões”. Com isso, o desenvolvimento de produtos digitais para os usuários vai ganhar maior agilidade, produtividade e eficiência.
A metodologia é responsável por muito do sucesso das empresas do Vale do Silício. E a Vivo decidiu incorporá-la, a partir deste mês de julho, para, segundo Sanfelice, tornar a empresa mais leve, mais ágil e mais produtiva. Como se trata de uma mudança cultural bastante radical, a nova metodologia começa a ser introduzida justamente nas áreas da empresa mais envolvidas com tecnologia e inovação: a de desenvolvimento de produtos digitais e a de Tecnologia da Informação, que dá a infraestrutura tecnológica para a primeira.
Não vai ser uma tarefa fácil transformar uma grande operadora, que caminha como um mamute, em uma gazela. Mesmo com a introdução de novos métodos de trabalho, a partir da privatização, em 1998, a Telefônica Vivo ainda tem resquícios da enorme burocracia das estatais. Originou-se da antiga Telesp e foi comprada pela espanhola Telefónica, também uma ex-estatal.
Nova cultura
Sob o comando de Sanfelice, que acompanha Amos Genish, presidente da Telefônica Vivo, desde os tempos da GVT, estão todas as iniciativas digitais, antes dispersas por diferentes áreas da empresa. São quatros pilares da atuação da nova vice-presidência: canais digitais, Business Inteligence e Big Data, produtos digitais e inovação e empreendedorismo.
O objetivo da área de canais digitais é fazer com que cada vez mais usuários se relacionem com a operadora através deles, sem recorrer ao call center ou às lojas. Para isso, diz Sanfelice, é preciso entender o comportamento do consumidor, como ele se relaciona com as redes sociais, “para melhorar o que já temos e oferecer novos serviços”.
Nesse segmento, a Vivo já tem várias ofertas, como o Meu Vivo, um aplicativo onde o usuário do serviço móvel – e mesmo fixo – pode realizar inúmeras atividades de seu relacionamento com a operadora, de consultar o consumo de dados, checar a fatura, fazer recarga a agendar atendimento em uma loja física. O Meu Vivo já soma 11 milhões de downloads e seu volume mensal de acessos cresceu 300% em um ano. “O que temos que fazer é colocar mais serviços na rede”, diz Sanfelice.
Mas tanto para entender o comportamento do cliente nas redes sociais como para lhe oferecer novos serviços digitais um insumo essencial são os seus dados: como acessa, quando acessa, o que consome e de que forma. Não é por outro motivo que todo o tratamento dos dados do cliente por meio de tecnologias como BI e Big Data também está sob o guarda-chuva da vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação. “São mais de 120 pessoas, das quais 50 são cientistas de dados, profissionais altamente qualificados que fazem a modelagem dos dados do cliente”, explica Sanfelice.
Em cima desses deles, se analisa desde o tráfego nas estações radiobase, para saber onde e em que período é necessário reforçar a rede, até o perfil de consumo do cliente, insumo essencial para direcionar os canais digitais e desenvolver novos serviços digitais.
Serviços digitais
Para o cliente Vivo e mesmo para o público em geral, a parte mais visível da nova estratégia da operadora são os serviços digitais, os chamados serviços de valor agregado (SVA). São mais de 80 aplicativos em áreas como música, saúde, educação e segurança, entre outros, que já atingem cerca de 40 milhões de clientes e geraram receita de R$ 1,9 bilhão em 2015. “No ano passado registraram crescimento de 15% e vão continuar crescendo”, diz Sanfelice.
Embora a maior parte dos apps esteja voltada a clientes pessoas físicas, também há oferta para o segmento corporativo. Nesse segmento, Sanfelice destaca os apps de segurança e os serviços na nuvem.
O quarto e último pilar na vice-presidência de Estratégia Digital e Inovação, que está subordinada à vice-presidência de Christian Gebara, responsável pelo maketing e vendas de todas as linhas de negócio, é a área de inovação e empreendedorismo. Ela envolve o Telefônica Open Future, programa de incentivo ao empreendedorismo e inovação do grupo, com escritórios em 17 países da América Latina, Europa e Ásia.
No Brasil, o programa está presente por meio do Fundo Amerigo/Investech, espaços de crowdworking e da aceleradora Wayra. Esta já acelerou 54 star ups e, no momento, abriga outras 13. Segundo Sanfelice, pelo menos sete apps desenvolvidos por essas star ups já foram absorvidos e fazem parte do catálogo da Vivo. Mas ele envolve também apps desenvolvidas por start ups da Wayra em outros países.
Entre os apps bem-sucedidos, Sanfelice aponta a atendente virtual Vivi, desenvolvida por uma start up chilena. No catálogo da Vivo já é um sucesso. A Vivi realiza cerca de 500 mil atendimentos/mês. “São 500 mil atendimentos a menos no call center. Queremos multiplicar este número, para aumentar nossa eficiência na relação com o cliente”, Diz Sanfelice.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-adota-metodologia-do-vale-do-silicio-para-transformacao-digital/
Huawei e Telefônica fecham acordo de inovação para rede 5G
domingo, 21 de agosto de 2016A empresa chinesa Huawei e a Telefônica, assinaram um acordo para o desenvolvimento conjunto da próxima rede de acesso (NG-RAN) da quinta geração de redes móveis. A parceria representa mais um passo da cooperação 5G entre as empresas, que foi iniciada no ano de 2015. Com a nova rede, os usuários poderão desfrutar de maior e melhor conectividade, beneficiando o desenvolvimento da internet móvel e da Internet das Coisas (IoT). Atualmente há diversos aplicativo que precisam de uma taxa de transferência alta, baixa latência e conexão massiva. Com isso, há uma necessidade de revolução na atual rede de celular. Empresas de telecomunicações estão procurando maneiras para aumentar a cobertura e a capacidade da rede, além de reduzir o custo e simplificar a manutenção, economizando energia e melhorando a eficiência e a flexibilidade. “A Telefônica possui compreensão das futuras tendências da rede móvel, enquanto a Huawei está investindo nas principais tecnologias para habilitar a inovação 5G. A cooperação entre Telefônica e Huawei ajudará a construir um mundo melhor e mais conectado”, disse David Wang, presidente de Rede Wireless da Huawei. Já o Chefe do Departamento de Tecnologia do Telefonica Group, Enrique Blanco, afirmou que a companhia está feliz com o novo acordo com a Huawei, visto que mantarão a cooperação na 5G e na próxima geração RAN. “A colaboração com a Huawei permite o compartilhamento de requisitos e experiências, além de focar no fornecimento das soluções nas redes avançadas”, destacou Blanco. A empresa chinesa já acumula uma experiência de seis anos em pesquisa com a 5G. A companhia se unirá com mais parceiros da indústria de telecomunicações para que juntas possam criar um ecossistema 5G e transformá-lo em realidade. Via Maxpress
Matéria completa: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/telecom/huawei-e-telefonica-fecham-acordo-de-inovacao-para-rede-5g-73679/
5G: Huawei acabou a sua primeira fase de testes com nova geração de transmissão de dados
sábado, 20 de agosto de 2016A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.
Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.
Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.
Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/huawei-completa-primeira-fase-de-testes-com-5g
5G já ameaça os serviços tradicionais em telecomunicações
sexta-feira, 19 de agosto de 2016O 5G vai abrir as portas a uma nova vaga de operadoras, que irão trazer disrupção e modificar o cenário dos fornecedores de serviço. É o que diz um novo relatório da consultora Strategy Analytics, “Mobile Service Evolution on the Road to 5G.”
A consultora indica que esses novos players 5G irão competir com os fornecedores de serviço tradicionais criando novos modelos de negócio, com ofertas de serviço dinâmicas e específicas aos casos de utilização.
A próxima geração da tecnologia irá abrir uma série de novos serviços e modelos, alguns dos quais ainda não foram imaginados, diz a Strategy Analytics. Estes players terão a oportunidade de se tornarem nos novos líderes do mercado.
“O 5G não irá apenas melhorar os serviços atuais e permitir novos —também abre as portas para novos líderes de mercado”, afirma Susan Welsh de Grimaldo, diretora do grupo Wireless Operator Strategies da Strategy Analytics e autora do relatório. “Com o 5G, irá mudar quem oferece serviços e como os pacotes de serviço serão construídos, já que a tecnologia permitirá não só novos modelos de negócio para também novos tipos de fornecedores, tais como operadores digitais virtuais (digital virtual network operators, DVNOs) – uma evolução do operador móvel virtual (MVNO)”, refere.
Estes DVNOs irão capitalizar no “network slicing” de plataformas 5G para criarem novas “fatias” de rede, de forma a oferecerem serviços específicos para alguns segmentos verticais e/ou para consumidores, empacotando o acesso e gerindo o desempenho.
Guang Yang, analista sénior do Analyst Wireless Operator Strategies, lembra que o 5G é parte de dez anos de evolução das redes e serviços do 4G. “O desenvolvimento e implementação do 5G permite a criação de novos serviços, modelos de negócio e players— e irá ocorrer em paralelo a investimentos no 4G /4.5G e Wi-Fi. À medida que os standards e tecnologias para a nova geração evoluem, o LTE 4G e o Wi-Fi vão continuar a serem redes poderosas e ativas na próxima década. . “Ambas oferecem melhorias que irão impulsionar a evolução do serviço paralelamente ao desenvolvimento do 5G development.”
O relatório completo pode ser encontrado aqui.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/07/5g-vai-trazer-novos-lideres-de-mercado-diz-consultora/#v2BeracTiflyyhUG.99
Novo ICMS em 11 Estados custa R$ 1,2 bi
quinta-feira, 18 de agosto de 2016Em um cenário de crise nas finanças públicas, as operadoras de telefonia e banda larga tornaram-se alvo dos fiscos estaduais. As alíquotas de ICMS que incidem sobre os serviços de telecomunicações subiram em 11 Estados e no Distrito Federal desde janeiro. O aumento deverá tirar R$ 1,2 bilhão do já combalido caixa das empresas em 2016, conforme estimativas do Sinditelebrasil, principal associação do setor
Para saber mais visite http://www.valor.com.br/empresas/4637371/novo-icms-em-11-estados-custa-r-12-bi-para-teles
Eletroeletrônicos e bens de informática tem destaque na exportação
quarta-feira, 17 de agosto de 2016As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 2,84 bilhões no primeiro semestre deste ano, 1,1% acima das registradas no mesmo período de 2015 (US$ 2,81 bilhões), segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).
No período, o destaque ficou com bens de informática, com aumento de 61% sobre os primeiros seis meses de 2015. Também houve alta nos itens de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de energia), de 20,3%, e de equipamentos industriais (+19,7%).
No acumulado, a Abinee ressalta o desempenho nas exportações de impressoras (+159%) e de máquinas para processamento de dados (+65%). Esses mesmos itens tiveram alta expressive no mês de junho sobre maio, período em que os bens de informática tiveram alta de 63,8%: impressoras (+193%) e máquinas de processamento de dados (+189%).
As importações seguem em baixa – a única exceção sendo compras consideradas pontuais pela Abinee no segmento de GTD. No geral, as importações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 12,1 bilhões, valor 31,6% abaixo das ocorridas em igual período de 2015 (US$ 17,8 bilhões). A retração foi verificada nos setores em geral: linha branca (-49%), portáteis (-48%) e imagem e som (-45%).
Como resultado, no acumulado dos primeiros seis meses de 2016 o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos alcançou US$ 9,30 bilhões, 38% abaixo do registrado em janeiro-junho de 2015 (US$ 14,96 bilhões). Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 7,31 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 3,80 bilhões.
Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42999&sid=5
A OUSADIA DA TIM
terça-feira, 16 de agosto de 2016Operadora firmou parceria com o Cubo Coworking, mantido pelo Itaú, e passa a usar o conceito de Open Innovation para rentabilizar serviços de conectividade, billing e big data
A intenção da tele é entrar no ecossistema de inovação sem lançar mão de capital. “Acreditamos que o ecossistema de empreendedorismo no Brasil está bem servido. O que de melhor podemos oferecer às startups é o acesso a nossos clientes, big data, sistemas”, diz Luis Minoru, CSO da TIM Brasil.
Segundo ele, o acesso a 65 milhões de clientes, a uma ampla rede 4G, o contato com uma série de serviços inovativos – área que fatura R$ 1,5 bilhões na operadora – e a capacidade de processar nada menos que 6 bilhões de CDRs por dia pode garantir o sucesso de uma empresa nascente e inovadora. A operadora está concluindo, ainda, a implementação de plataforma da Oracle e Engineering que, entre outras coisas, abrirá as portas para uso de API por parte das startups para acessar os sistemas da TIM.
“Para nós, como operadora, o Open Innovation abre possibilidades. Queremos ser mais vistos como empresa de serviços do que de infraestrutura. [Com essas parcerias] gero um cliente para minha infraestrutura de big data, billing, e serviços de conectividade”, afirma o executivo.
Quem vai fazer o meio de campo entre a operadora e as startups será o departamento de Inovação e Novos Negócios, dirigido por Janilson Bezerra. A área foi criada no final do ano passado e está subordinada à diretoria de estratégia, comandada por Minoru.
Para o Cubo, a visão da TIM faz todo sentido. Segundo Flavio Pripas, responsável pelo espaço, empresas dispostas a investir nas startups já não são a principal necessidade dos empreendedores. “O investimento em equity às vezes atrapalha o desenvolvimento de uma startup pois impede investimento de outras fontes”, observa. Em 10 meses de funcionamento, as empresas do Cubo fecharam 80 negócios de investimento ou parcerias das startups com grandes empresas.
A parceria com entre TIM e Cubo complementa a já existe iniciativa do Instituto TIM de incentivar a inovação por meio do Academic Working Capital (AWC). Neste caso, o instituto atua como uma aceleradora, financiando a prototipagem de produtos e oferecendo mentoria para incentivar o empreendedorismo inovador de alto impacto a formandos de universidades.
Por enquanto, a operadora não tem a intenção de trazer para o país o TIM Ventures, área de corporate investment da Telecom Italia e que já aportou capital na empresa local wiMAN, um sistema de WiFi compartilhado. “Eles [TIM Ventures] até estão olhando formas de atuar no Brasil. Mas acho que não é necessário neste momento. A principal moeda de troca hoje não é dinheiro”, conclui Minoru.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-vai-oferecer-startups-acesso-assinantes-e-big-data/
TIM QUER DOBRAR QUANTIDADE DE CIDADES COM 4G ATÉ FINAL DO ANO
segunda-feira, 15 de agosto de 2016Operadora pretende entrar em 2017 com a quarta geração de redes móveis disponível em mil cidades. Vai, também cobrir toda a capital do Rio de Janeiro com agregação de portadoras
A TIM aposta alto da expansão de sua rede 4G. O objetivo é ser rápido e aproveitar diferenciais competitivos que outras operadoras têm dificuldade em igualar – como a alta capilaridade da rede usando frequências em 1,8GHz.
A empresa pretende, até o final do ano, atingir a marca de mil cidades com cobertura LTE. No momento, são 520 cidades. O número será alcançado com o refarming do espectro. Os 1,8 GHz eram usados no 2G (GSM) pela tele. Por sua vez, o 2G atualmente concentra 1,5% do tráfego de dados e 20% do de voz.
Além de quase dobrar a lista de municípios atendidos com a rede móvel de quarta geração, a TIM dará atenção especial ao Rio de Janeiro, que se beficiária do legado olímpico. A cidade será a segunda a ter cobertura com agregação de portadoras.
A primeira é Rio Verde, em Goiás, onde a faixa de 700 MHz foi liberada no começo do ano. A pequena cidade tem funcionado como um piloto para a agregação de portadoras. Os resultados alcançados até agora mostram que vale a pena correr para usar a tecnologia. “Em Rio Verde obtivemos velocidades em campo de 60 Mbps. A combinação de faixas tem um caráter muito promissor”, afirma o CTO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.
Haverá uma diferença, porém. Enquanto em Rio Verde a TIM recorre à recém liberada faixa de 700 MHz, no Rio a agregação usará apenas as faixas de 1,8 GHz e 2,6 GHz. Mas a expectativa é grande. “Com os 700 Mhz comprovamos que o alcance é quatro vezes maior que o das estações de 2,6 GHz, sem qualquer interferência na TV”, falou. O Rio terá disponível os 700 MHz apenas em 2018, segundo o cronograma de limpeza da faixa, usada pelas emissoras de TV analógica.
Outra diferença diz respeito ao acordo de RAN sharing com a Oi. Na cidade, TIM e Oi compartilham infraestrutura de 2,5 GHz. Para fazer a agregação, a TIM está instalando equipamentos próprios, adicionais e não compartilhados. Mas isso não alterará o compartilhamento existente, garante o executivo.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-quer-dobrar-quantidade-de-cidades-com-4g-ate-final-do-ano/
GRUPO ALGAR INVESTIRÁ EM INOVAÇÃO
domingo, 14 de agosto de 2016
Para investir 5% do seu lucro líquido em inovação, lançou a Algar Ventures, que vai participar do ecossistema de inovação junto a start ups, incubadoras, universidades, espaços de coworking e fundos de investimento.
O investimento definido pelo grupo na Algar Ventures é de 5% de seu lucro líquido por ano. Isso significa que os recursos para o primeiro ano de atuação do fundo de investimento serão de R$ 10 milhões. De acordo com Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, o objetivo, com a Algar Ventures, é levar a inovação para todas as áreas do grupo e identificar oportunidades inovadoras e disruptivas que possam complementar o portfólio de negócios do grupo, nas áreas onde já atua.
Com a Algar Ventures, os investimentos em inovação que já são feitos pelas empresas do grupo, ganharão musculatura, na visão de Sganzerla. “É muito diferente uma empresa investir internamente em inovação com seus recursos, e ter um suporte do grupo”, avalia. Mesmo sem esse suporte, duas empresas do grupo, a Algar Telecom, que respondeu por metade de sua receita líquida e 75% de seu lucro em 2015, e a Algar Agronegócios já avançaram muito em inovação.
Tanto que acabam de ser premiadas em uma iniciativa do jornal “Valor Econômico”, conta Sganzerla. A Algar Telecom ganhou o primeiro lugar em seu segmento, onde atuam grandes operadoras de telecomunicações. No segmento de agronegócios, a empresa do Grupo ficou em terceiro lugar.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/grupo-algar-vai-investir-5-do-lucro-liquido-em-inovacao/

