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Fusão bilionária entre DELL e EMC

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Empresa que nasce da integração se chamará Dell Technologies e terá um portfólio com servidores, PCs, storage, segurança e virtualização

Os acionistas da EMC aprovaram a fusão com a Dell. Em outubro de 2015, a fabricante de computadores anunciou que pretendia desembolsar US$ 67 bilhões pelo grupo de provedores de TI que abriga, além da própria EMC, a VMware, Pivotal, VirtuStream, RSA e VCE. Atualmente, o negócio estaria estimado em US$ 62 bilhões.

A empresa que nasce da integração se chamará Dell Technologies e terá um portfólio composto por servidores, PCs, unidades de storage, segurança, cloud e sistemas de virtualização. Com essa abordagem, irá competir contra players como HPE, Oracle, Citrix, Lenovo e muitas outras.

A fusão representa um momento histórico para a TI, pela dimensão da empresa que surge. Além disso, será um marco pessoal para Joe Tucci, CEO e chairman da EMC, que irá se aposentar. Nesse processo, a liderança da nova organização ficará nas mãos de Michael Dell.

Em maio, o novo líder forneceu alguns detalhes da empresa que emerge. Quando as operações forem combinadas, estaremos no centro da infraestrutura de TI”, comentou Dell, sinalizando que a companhia vai operar com o capital fechado e terá como pilares tecnologias em flash, cloud e equipamentos definidos por software.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/acionistas-aprovam-fusao-bilionaria-entre-dell-e-emc

Software-Defined Data Center (SDDC). Será que realmente é tendência?

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Nos meses de julho e agosto de 2013, abordei aqui no blog como seria o Data Center do futuro. Reforcei que o ideal seria caminharmos para alguma solução que seguisse o conceito de IT-as-a-Service (ITaaS) auxiliado por uma Infraestrutura de Cloud Elástica (Automática e Híbrida com transbordo da rede do cliente para o Data Center).

A meu ver, essa visão amadureceu. No decorrer do ano, visitei alguns eventos e muitos deles apontavam para uma tendência comum: Data Center Como Um Elemento Virtualizado. Esta tendência mostra como pilares os seguintes elementos:

Tecnologia i386;
Virtualização de todas as aplicações;
Virtualização dos hardwares e componentes usados comumente dentro do Data Center (Firewalls, switches, roteadores, servidores, Load Balances, storages, etc).
Tal tendência toma vida no conceito comumente chamado de Software-Defined Data Center (SDDC)/Data Center Definido por Software. De forma geral podemos dizer que Software-Defined Data Center é o Data Center virtualizado entregue como serviço (As A Service), onde todo o controle do Data Center é completamente automatizado por software.

Imagine o Software-Defined Data Center no centro de uma esfera tendo ao seu redor diversas camadas. Olhando para estas camadas reconhecemos elementos como Virtualização da Infraestrutura de Rede, Virtualização de Storage, Virtualização de Servidores e Automação.

Claro que isso possibilita criar uma máquina virtual e associar a ela automaticamente VLANs, firewalls, Load Balance e demais elementos customizados para as necessidades desta máquina virtual. Quando esta máquina for removida, toda a sua infraestrutura seria removida, liberando recursos como processamento, memória, disco, acessos de rede, etc. Imagine quanto tempo ganharíamos no processo de ativação e também de desligamento!

Veja que não estamos referenciando um conceito focado na ficção. A Virtualização da Infraestrutura de Rede é comumente indagada como Software-Defined Network (SDN)/Rede Definida por Software. A comercialização deste conceito é real e pode ser encontrada nas tecnologias Cisco Systems, Nicira (comprada pela VMware por $1.26 bilhões em 23/07/12), BigSwitch Networks, Lyatiss e Xsigo Systems.

Já a virtualização de storage não é o elemento mais novo dos temas aqui discutidos, mas ainda tem muito que amadurecer. Podemos encontra-la presente em empresas como Nutanix, Virsto, Nexenta, iWave, DataCore Software, NexGen Storage, PistonCloud e diversas outras. É sem dúvida um tema para ser discutido detalhadamente em um artigo específico.

Já o segredo da automação está representado pela habilidade de traduzir a lógica ligada ao negócio de cada empresa em elementos automatizáveis. Será preciso alguns anos para termos uma solução flexível e integrável a um Data Center virtual.

O Software-Defined Data Center é um conceito fantástico e é também uma tendência, mas existe uma segunda linha de pensamento revelando que ele não é suficiente e que deveríamos caminhar para um conceito mais amplo chamado de Business-Defined Data Center/Data Center Definido pelo Negócio, conforme apontado pela Forrester Research.

Segundo o Forrester Research, um ambiente mais indicado para uma organização deveria ser 80% em estruturas genéricas e 20% com estruturas especialistas. As estruturas genéricas estariam focadas nas aplicações que são realmente importantes para o negócio, fazendo uso massivo de automações e dos elementos virtualizáveis na solução. Estaríamos com isto identificando, sem interações humanas, as aplicações mais vitais para o negócio de cada empresa e dando mais apoio para estas aplicações de forma dinâmica, usando as regras de negócio definidas anteriormente.

Acredito que o ano de 2014 vai nos brindar com algumas boas surpresas dentro do conceito de Software-Defined Data Center. Mas, precisaremos gastar algum tempo e muito esforço para entender a “sopa” de siglas que virá junto com os recursos e possibilidades.

Forte abraço e boa leitura,

Denis Augusto

Dez competências essenciais para profissionais de TI

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O mercado de TI tem crescido muito e no mesmo ritmo estão crescendo as exigências para quem atua nesse ramo. Segundo Sandro Melo, professor e coordenador do curso de Redes de Computadores da BandTec, faculdade de TI ligada ao colégio Bandeirantes, os talentos dessa área precisam reinventar-se constantemente.

“Trata-se de uma área em que o surgimento das novas tecnologias exige uma atualização continuada”, destaca o professor. Ele também observa que as habilidades tradicionais já não são suficientes para atender a atual demanda,

Melo afirma que TI está numa fase de mudanças e requer novas competências. Portanto, é essencial que os cursos universitários acompanhem esse ritmo.

Para ajudar os jovens talentos a se preparem para o mercado de trabalho, Melo lista as dez principais competências que oferecem o mix de habilidades necessárias para suprir as novas exigências das empresas.

1. Cloud computing e virtualização

A computação em nuvem possui um modelo de infraestrutura de TI que provê recursos de modo mais fácil e econômico. Dessa forma, as empresas podem pensar em ter mais aplicações para aprimorar e alavancar negócios, o que, consequentemente, demanda que os profissionais de TI e os desenvolvedores de aplicativos tenham a habilidade de explorar os recursos da nuvem.

O primeiro passo para pensar em uma cloud é ter a capacidade de virtualizar. Todavia é possível ter um ambiente baseado em virtualização que não atenda todos os quesitos para ser classificado com uma infraestrutura de nuvem.

Por isso, cada vez mais, o mercado requer profissionais que conheçam virtualização e que saibam trabalhar com o modelo novo de data center, desenhado para este fim. Apesar de muita tecnologia estar sendo virtualizada, ainda “falta gente com competência apurada nesse segmento”, constata o professor da BandTech.

2. Programação e desenvolvimento de aplicativos

“Saber programar é sempre e será um grande diferencial em qualquer função de TI que o profissional deseja atuar”, afirma Melo. Esta habilidade é importante, não só para quem atua com programação, mas também em outras áreas, como, por exemplo, o profissional de rede e banco de dados, em que o conhecimento de programação passa ser um diferencial para prover automação e escalabilidade.

“As empresas querem funcionários que criem tecnologias com o objetivo de aprimorar processos por meio de programação e desenvolvimento de aplicações”, complementa.

3. Armazenamento de dados

Outra competência em alta é a de armazenamento de dados. “As pessoas falam de computação em nuvem e se esquecem que esses arquivos têm que estar armazenados em algum lugar”, explica Melo. Por isso, há uma demanda crescente de profissionais com capacidade de criar, registrar, armazenar e gerenciar grande quantidade de estoque de dados.

4. Business inteligence

As empresas já aprenderam que inteligência de dados é algo relevante. Apesar de ser uma competência consolidada, as crescentes demandas motivam um campo fértil para expansão e também especialistas com domínio em BI.

5. Big Data

É preciso tratar dados não estruturados e torná-los úteis. Isso demanda profissionais com conhecimentos arrojados, que tenham boa base educacional nas áreas exatas, como cientistas de dados. Big Data é uma das principais prioridades para muitas empresas, mas precisa de pessoas certas para analisar a montanha de informação gerada todos os dias, principalmente a produzida pelas redes sociais.

6. Mobilidade

Em um futuro próximo, as pessoas deixarão de comprar computadores e passarão a utilizar apenas itens móveis. E conforme há o crescimento deste recurso, as empresas passam a precisar, cada vez mais, de profissionais que estejam aptos a lidar com as demandas relacionadas à proliferação de tais dispositivos.

7. IPv6

A “Internet das Coisas” vai gerar um outro conceito computacional, por isso é necessário existir estrutura que permita isso. No entanto, infelizmente, o Brasil ainda é um dos países que pouco fizeram. Muito disso por conta da falta de profissionais capacitados em IPv6.

8. Segurança

Garantir segurança nos ambientes atuais está cada vez mais complexo. Por isso, o mercado tem procurado profissionais que tenham a capacidade não só de construir modelos de segurança, mas também de testá-los, além de serem capaz de atuar quando o problema ocorrer.

9. Soft Skills

Além das competências técnicas listadas acima, cada vez mais as empresas têm reconhecido a importância dos fatores comportamentais no trabalho. Seja para o sucesso dos projetos e processos, ou ainda, para o próprio desenvolvimento profissional, competências globais em gestão têm tido o mesmo peso que os conhecimentos técnicos.

“O ideal é que um profissional tenha um bom equilíbrio entre os hard e os ‘soft skills”, comenta Melo. Para trabalhar essas competências com seus alunos, a BandTec oferece aos estudantes o Programa H, que integra formação humanista aos cursos de TI oferecidos pela instituição.

10. Inglês

Falar inglês na área de TI é essencial. Muitas das tecnologias são desenvolvidas nesse idioma, por isso, assim como uma boa formação, o idioma faz parte das competências necessárias do profissional que escolhe atuar em TI.

“É importante mostrar novos horizontes aos estudantes, preparando-os para o dia a dia das corporações e para diversos desafios da carreira e TI”, conclui Sandro Melo.

Cinco cuidados para garantir a eficiência do data center

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

No passado, as companhias costumavam investir em data centers como pais que compram roupas para as crianças: buscavam ambientes grandes, para que continuassem servindo, mesmo depois de uma fase de crescimento. No entanto, as companhias que fizeram assim no passado acabaram desperdiçando muito dinheiro para manter uma infraestrutura desnecessária.

Hoje, as decisões sobre projetos para centros de processamento de dados são focadas em manter sempre a máxima eficiência no uso da infraestrutura, mas deixando as bases para o crescimento futuro. De acordo com o vice-presidente da IBM Steve Sams, essa nova visão já se traduz em uma tendência entre as organizações. “Como resultado, eles estão economizando cerca de 30% em custos operacionais, se considerado todo o tempo de vida do data center”, estima.

Há quatro anos, a IBM fez um estudo extenso sobre os projetos atuais de data center e chegou à conclusão que as três questões que orientaram a escolha por projetos (confiabilidade, tamanho e baixo custo) não eram suficientes. Assim, a fabricante, que constrói entre 200 e 300 data centres todos os anos, observou cinco outras tendências que direcionam a decisão sobre os investimentos nesse tipo de ambiente na atualidade.

1 – Custos de eletricidade superam custos de capital
O estudo da IBM revelou que o custo para manter um data center rodando supera rapidamente o custo original para projetar e levantar a estrutura. O levantamento estima que um ambiente considerado médio custará cinco vezes mais para se manter no ar em 20 anos do que o custo do projeto.

A lição: construa somente o que você precisa para economizar dinheiro em custos de capital. Segundo Sams, os data centers mais eficientes de mundo no quesito eficiência energética estão operando em 100% de sua capacidade. Ou seja: além de economizar com componentes, a empresa ganha em energia.

Tudo isso foi elaborado presumindo um aumento nos custos de energia de 10% ao ano, considerado conservador. Sam cita um cliente da área financeira da África do Sul que atingiu níveis muito maiores: 28% no ano passado e 33% no primeiro semestre de 2010.

2 – Arquitetura modular tem papel importante
O segredo para a construção de data centres que não sejam muito pequenos ou grandes é se enveredar pela abordagem modular.

Um exemplo é a empresa de serviços de transferência de arquivo YouSendIt, que criou um data center modularizado que cresce de acordo com a demanda de serviços da companhia. “É uma evolução constante”, diz o vice-presidente de operações da companhia, Gary Chevsky, que acrescenta: “Temos um esforço constante de nos manter dentro da modularidade e flexibilidade necessárias”.

A companhia, que presta serviços de intermediação de transferência de arquivos grandes entre usuários, investiu pesado na construção de uma arquitetura de storage que pode se adaptar rapidamente à base de usuários crescentes, proporcionando eficiência nos serviços. “Olhamos de forma constante para os custos”, diz Chevsky.

A tendência, segundo a IBM, é forte. Segundo Sams, de 60% a 70% dos data centers em construção hoje são modulares.

3 – Refrigeração é a chave

Há cinco anos, instalava-se 500 watts de servidores em cada rack. Hoje, esse número chega aos 20.000 watts. Com maior consumo de energia, o aquecimento em cada um deles é maior, o que faz da refrigeração um aspecto mais importante.

O tamanho do data center é o primeiro elemento a ser levado em conta no momento de determinar qual opção de refrigeração seria a melhor. “O que funciona bem para grandes data centers não é necessariamente bom para os pequenos”, diz Sam.

Nos pequenos, mais importante é colocar os dispositivos o mais perto possível dos racks. Nos grandes, piso elevado e resfriadores de perímetros são mais eficientes. Segundo Sams, a tecnologia também pode fazer toda a diferença no custo. Pelo estudo da IBM, os piores sistemas eram 2,5 vezes menos eficientes do que os melhores no aspecto de custos operacionais.

4 – Tudo é virtualizado
A virtualização traz uma série de benefícios para a tecnologia corporativa, desde flexibilidade até uso mais eficiente dos recursos. E os servidores não são os únicos componentes de um data center que podem ser virtualizados. Muitas companhias tentam construir o próprio storage e depois resolvem terceirizar. Antes de tomar essa decisão, a organização deve tentar a virtualização. Para a YouSendIt, a virtualização do storage foi um passo importante, até porque o recurso é parte do negócio da companhia. “A possibilidade de ajustar, monitorar e escalar é muito maior”, diz Chevsky.
5 – Data centers auto-diagnosticáveis
Com as necessidades em torno da virtualização, do monitoramento em tempo real e da redundância, os gerentes de TI estudam formas de automatizar o monitoramento e deixar o data center cada vez mais inteligente. O que os profissionais mais pedem é monitoramento em tempo real do calor gerado e eventos de discos que poderiam sinalizar uma falha iminente.

“A inteligência elaborada dentro de um data center será o aspecto do projeto que mais mudará ao longo do tempo”, avalia Sams. “Todo o mercado está em uma curva de inovação exatamente agora. Esperamos que muita coisa interessante aconteça nos próximos três a cinco anos”, acrescenta.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/07/09/cinco-cuidados-para-ter-garantir-a-eficiencia-do-data-center/

Virtualização Microsoft

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Imagine um mundo em que pessoas e computadores pudessem acessar os recursos que necessitam no momento que necessitam, e no qual as empresas pudessem mobilizar e gerenciar os recursos de toda a sua infraestrutura, tanto física quanto virtual, para atender a rápida demanda dos negócios. Bem-vindo ao mundo da virtualização.
A Microsoft oferece um pacote completo de produtos e tecnologias de virtualização — unidos por um sistema de gerenciamento centralizado e baseado em diretivas. Para ajudá-lo a implantar e gerenciar os últimos produtos de virtualização da Microsoft — o Windows Server 2008 Hyper-V e o Microsoft System Center (incluindo o Virtual Machine Manager 2008 e o Microsoft Desktop and Application Virtualization).

A Maxlan oferece um conjunto completo de serviços e soluções para implantações documentadas e dentro das normas.