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quarta-feira, 20 de julho de 2016
A previsão é positiva para a indústria de smartphones !
Os fabricantes de smartphones venderão 3% mais smartphones este ano do que venderam em 2015, no mundo. A previsão é da IDC, que publicou hoje, 02, uma revisão de suas estimativas anuais. A consultoria acredita que, até o final de dezembro, a indústria vai remeter a distribuidores e varejo 1,48 bilhão de aparelhos. Desse total, 83,7% será Android e 15,3%, iOs.
O relatório indica, ainda, crescimento de 6,2% nas vendas dos aparelhos Android, retração de 2% nas vendas da Apple, e de 61,6% dos smartphones Windows. Até 2020, haverá crescimento médio anual de 5%. Naquele ano, serão vendidos 1,84 milhões de smartphones. A fatia Android vai crescer para 85,1%, e a do iPhone vai cair para 14,5%. O resultado será o quase desaparecimento de sistemas operacionais alternativos a estes dois. O Windows Phone será o único que ainda existirá, mas terá apenas 0,4% do mercado mundial de smartphones.
fonte: http://www.telesintese.com.br/industria-vendera-148-bilhao-de-smartphones-em-2016-preve-idc/
Tags:android, Apple, Brasil, economia, IDC, inclusão digital, IOS, mobilidade, multiplataformas, sistemas operacionais, smartphones, Tecnologia, Tecnologia da Informação, vendas, Windows
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terça-feira, 19 de julho de 2016
A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.
A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.
A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.
O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.
Perfil do profissional da nova indústria
Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).
“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”
Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/
Tags:Automação, Brasil, capacitação profissional em TI, conectividade, economia, eletronica, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), Fabrica do Futuro Poli, FEIMEC, futuro em TI, inclusão digital, industria 4.0, inovação, interação humana, Internet das Coisas, Manufatura, multiplataformas, Negócios, personalização, produção em larga escala, produtividade, redução de custos em TI, sensoriamento, Tecnologia da Informação, TI
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segunda-feira, 18 de julho de 2016
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a primeira pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, a chamada indústria 4.0.
A nova lógica de produção se refere à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso, e envolve a criação de novos modelos de negócio, produtos e serviços a eles atrelados.
No entanto, a pesquisa da CNI mostra que as empresas brasileiras ainda não levam o conceito para toda a cadeia. O estudo ouviu 2.225 empresas de todos os portes e foi feito em janeiro de 2016.
De acordo com a CNI, a maior parte dos esforços feitos pela indústria no Brasil ainda está na fase dos processos industriais: 73% das empresas que afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital, fazem isso na etapa de processos.
Outras 47% utilizam ferramentas digitais na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e apenas 33% em novos produtos e novos negócios.
A pesquisa mostra também que a indústria brasileira, em um primeiro momento, otimiza processos para, só então buscar aplicações mais voltadas ao desenvolvimento, a produtos e novos modelos de negócios.
Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, considerando que a indústria brasileira precisa competir globalmente e que se encontra atrás nessa corrida, é preciso saltar etapas. Para ele, o esforço de digitalização precisa ser realizado simultaneamente.
A pesquisa mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%).
Na avaliação da CNI, é preciso aproximar especialistas e indústria para ampliar o conhecimento sobre a mudança de patamar da indústria. Além disso, destaca, o governo pode contribuir para o aumento da digitalização promovendo a infraestrutura digital, estimulando a capacitação profissional e a criação de linhas de financiamentos específicas.
A pesquisa mostra que pouco menos da metade das empresas industriais utiliza pelo menos uma das dez tecnologias digitais listadas na pesquisa, como automação digital sem sensores; prototipagem rápida ou impressão 3D; utilização de serviços em nuvem associados ao produto ou incorporação de serviços digitais nos produtos.
Para 66% das empresas, o custo de implantação é a principal barreira interna à adoção de tecnologias digitais.
Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/31/05/2016/industria-4-0-engatinha-no-brasil
Tags:4.0, automação digital, Brasil, capacitação profissional em TI, CNI, Confederação Nacional da Indústria, economia, inclusão digital, Industria, Infraestrutura Digital, Manufatura, multiplataformas, Negócios, Tecnologia, tecnologias digitais, TI
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domingo, 17 de julho de 2016
Parece que sim !
Os Correios e a EuTV (Surf Telecom) assinaram nesta segunda-feira, 30, o contrato de representação que permitirá à estatal atuar como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO) no modelo credenciado. De acordo com a empresa, o lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017.
A EuTV, criada no Brasil em 2007, possui várias iniciativas no mercado móvel nacional – ela mesma é uma MVNO autorizada e que já tem três projetos de serviços móveis credenciados e protocolados na Anatel. A operadora usa a rede da TIM, mas em breve terá uma parte própria da infraestrutura: a empresa adquiriu no leilão de sobras realizado pela Anatel no ano passado a frequência de 2,5 GHz em São Paulo. Atualmente, o contrato de compartilhamento entre a EuTV e a TIM abrange não só a infraestrutura, mas as frequências em 2G, 3G e 4G.
Possui ainda experiência em Angola como segunda operadora de telefonia móvel a atuar naquele país, com soluções que vão ao encontro do objetivo dos Correios: desenvolver planos de serviços simples, que sejam fáceis de entender e de utilizar, segundo requer a estatal.
A empresa ressalta por fim que, com a MVNO, serão desenvolvidos serviços de valor agregado (SVA) que procurem facilitar o dia a dia dos clientes dos Correios nos diferentes segmentos de negócios, incluindo o postal, o financeiro, o de encomendas e o de logística integrada.
As expectativas são grandes !
Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/
mvno-dos-correios-sera-lancada-ate-marco-de-2017/440522/news.aspx
Tags:2G, 3G, 4G, Brasil, Correios, EuTV, frequencias, MVNO, Negócios, plataforma integrada, Tecnologia da Informação, telecomunicações, telefonia móvel, TIM
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sexta-feira, 15 de julho de 2016
Claro e Vivo ampliam o acordo de ran sharing e ampliam o número de erbs e antenas compartilhadas para o atendimento das metas rurais.
O conselho diretor da Anatel concedeu em 25 de Maio, a anuência prévia para os quintos e sextos projetos de ampliação do acordo de compartilhamento de sites e de espectro entre a Vivo e a Claro para o atendimento das metas de cobertura rural com banda larga estabelecidas no edital de venda das frequências de 2,5 GHz. Serão mais 180 sites compartilhados. Acrescido aos já aprovados, o projeto conta com um total de 412 erbs e antenas compartilhadas.
Ao comprarem essas frequências as empresas assumiram o compromisso de levar a banda larga fixa a velocidades de até 525 Kbps para as áreas rurais brasileiras até 30 quilômetros dos municípios brasileiros.
Para autorizar o compartilhamento das redes e da frequência e consequente otimização dos investimentos, a agência determinou que as metas de cobertura resultante desses acordos só poderiam ser atendidas pelo serviço móvel, e não mais pelo serviço fixo, como permitia o edital. As operadoras concordaram com essa determinação e estão ampliando o acordo, que teve hoje, 25, nova autorização da agência.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-e-claro-ampliam-ran-sharing-nas-areas-rurais/
Tags:ampliação tecnologica, Banda Larga, Brasil, Claro, cobertura rural, cobertura TI, ERB, frequencia, inclusão digital, Indaiatuba, interior, Maxlan Tecnologia, Negócios, operadoras, otimização de investimentos em TI, redes, Tecnologia da Informação, telecomunicações, tráfego de dados, Vivo, Zonas Rurais
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quarta-feira, 13 de julho de 2016
Mas nem tudo são lágrimas… a Anatel pode se omitir, mas parece que nossos legisladores estão atentos!
A cobrança por limite de dados na internet fixa pode não causar o mesmo estrago que a crise política, mas se tornou um tema muito popular no Parlamento brasileiro no último mês e meio. Desde que a Anatel mandou suspender os efeitos de qualquer plano com franquia, a partir de 18 de abril, 21 projetos de lei sobre o tema foram apresentados na Câmara e no Senado.
A abordagem, porém, varia. Até aqui, oito projetos na Câmara obrigam a oferta de planos ‘ilimitados’. Outros nove projetos – sete na Câmara, dois no Senado – proíbem a oferta comercial de planos com franquia. E há ainda quatro propostas que proíbem a suspensão ou a redução das velocidades ao fim do consumo das franquias contratadas.
Um desses quatro foi o primeiro da lista e surgiu por iniciativa popular ainda antes da cautelar anatelina (é de 13/4). Segundo o Senado, que administra o portal e-Cidadania, trata-se da ideia legislativa com adesão mais rápida dessa ferramenta, tendo reunido mais de 20 mil assinaturas em apenas seis dias – o que o transformou em projeto formal na Comissão de Legislação Participativa.
O dia em que a cautelar da agência saiu no Diário Oficial da União, por sinal, também marcou o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Internet Livre e Sem Limites, que reúne 228 deputados e seis senadores – grupo largo o suficiente para acomodar a distância ideológica como a que separa Jean Wyllys (PSOL-RJ) de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). O que também ajuda a explicar a dificuldade do coordenador, JHC (PSB-AL) de costurar os 10 princípios norteadores da Frente, como desejado.
O número de projetos deve aumentar. Nesta semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou a realização de uma audiência pública, em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle, para discutir com a agência reguladora, consumidores e operadoras “a limitação da internet fixa”.
Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42541&sid=4
Tags:Anatel, Banda Larga, Brasil, Comissão Legislativa Participativa, Direitos, economia, Franquia de Internet, Inclusão tenológica, Internet Livre, Internet Sem Limites, Legisladores, projetos
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terça-feira, 12 de julho de 2016
Franquia de banda larga: Anatel descarta regular ou controlar provedores Internet
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não vai regular ou controlar os modelos de negócio das empresas prestadoras de acesso à Internet, deixando-as livres para optar entre colocar ou não a franquia de dados, defendeu o presidente da agência, João Rezende, durante o 8º ISP, evento realizado pela Abrint nesta semana em São Paulo. Interferir nos modelos de negócio, alega Rezende, seria um desincentivo à expansão de rede.
O debate sobre franquia de dados ganhou força depois de a Vivo anunciar a intenção de incorporar a franquia na banda larga fixa. Na sua participação na Abrint, o secretário de inclusão digital e internet do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Maximiliano Martinhão, classificou a decisão da tele como uma ‘falha muito grande de comunicação’ que terminou por gerar uma polêmica desnecessária, uma vez que a medida está prevista na legislação.
Após a repercussão, a Anatel proibiu por 90 dias as operadoras de serviços de Internet em banda larga de restringir a velocidade, suspender serviços ou cobrar excedente caso seja ultrapassado limites da franquia. Para Rezende, qualquer alteração nos contratos deve seguir regras claras, mas o presidente da Anatel lembrou que nada impede a cobrança da franquia.
O maior empecilho, destacaram ambos os representantes do governo, é a falta de ferramentas para monitorar o consumo de dados, principalmente, por parte dos usuários. “Melhores mecanismos para detalhar o uso de dados têm de ser apresentados. Os usuários precisam de ferramentas para acompanhar o consumo de dados”, pontuou Rezende, para quem a maioria das empresas provedoras de banda larga fixa não tem hoje capacidade de adotar ferramentas para usuários acompanharem consumo de dados.
“A Internet deixou de ser lazer e passou a ser trabalho, educação, saúde. É normal que as pessoas reajam com a intensidade que foi”, destacou Maximiliano Martinhão. “É fundamental que o consumidor não seja prejudicado e abusos não serão aceitos no processo de estabelecer franquia, mas precisamos entender que o sistema tem de ser rentável”, ressaltou o secretário.
Martinhão disse ainda que o ministério realizou benchmarking para entender os modelos de negócios praticados em outros países. “Não vimos nenhum país que determine que só haja um determinado tipo de plano; existe liberdade e o usuário escolhe o seu em função da característica de consumo e renda escolhe o plano mais adequado”, completou.
Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/
sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42534&sid=4
Tags:Anatel, Banda Larga, Brasil, consumo de dados, economia, Franquia de Dados, inclusão digital, internet, Ministério, Omissão Institucional, Tecnologia da Informação, tráfego de dados
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
O novo Ministro parece empenhado. Na área de telecomunicações, diz que proposta parte de demanda de setores da sociedade atualmente não representados.
O novo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, do governo do presidente interino Michel Temer pretende modificar o conselho consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ele discursou na tarde de hoje, 01, durante a abertura do 8º ISP – Encontro Nacional de Provedores, realizado pela Abrint, em São Paulo. Foi o primeiro evento solene em que ele participou como ministro da pasta.
“Devemos reestruturar o conselho consultivo da Anatel para aumentar a participação desse segmento [provedores] e de outros da sociedade não representados”, disse. Ele não detalhou, porém, em que implicará a reestruturação.
“Vamos rediscutir a composição do conselho para que possamos readequá-lo para que todos tenham a oportunidade de participar. Talvez até em um sistema de rotatividade. É uma demanda não só desse setor, mas de outros”, afirmou. Ele não disse quais, no entanto.
Atualmente o Conselho Consultivo é formado por 12 integrantes. Os nomes são definidos por decreto da Presidência da República, em mandatos de três anos. São sempre dois representantes de Senado, Câmara, Poder Executivo, entidades de classe das operadoras, entidades dos usuários, e entidades representativas da sociedade. É papel do conselho, entre outras coisas, avaliar os relatórios anuais de trabalho da Anatel e opinar quanto a questões de regime público ou privado no setor de telecomunicações.
No momento, o Conselho Consultivo tem apenas metade das cadeiras ocupadas: pelo Poder Executivo, Alan Trajano tem mandato até fevereiro de 2018; pela Câmara dos Deputados, Cristiano Lopes, que fica até fevereiro de 2017; duas por entidades de usuários, ocupadas por Flávia Lefévre e Igo Salaru, até fevereiro de 2017 e 2018, respectivamente; por representante da sociedade, Marcio Patusco, até fevereiro de 2017; pelas operadoras, Carlos Duprat, que também tem mandato até fevereiro de 2017.
Fonte: http://www.telesintese.com.br/kassab-quer-reestruturar-conselho-consultivo-da-anatel/
Tags:Anatel, Brasil, economia, Kassab, Ministério, Ministro, Negócios, Tecnologia da Informação, telecomunicações, tráfego de dados
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domingo, 10 de julho de 2016
Para o Ministro Kassab, parece que sim, pois a sinergia entre comunicações, ciência e inovação permite a reorganização das pastas.
O ministro Gilberto Kassab defendeu na terça-feira (31) a fusão entre os ministérios que resultou na pasta da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Em almoço oferecido pelo Conselho Superior da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), ele afirmou que existe o consenso de que o governo reorganizou a estrutura ministerial.
“Existe muita sinergia e vinculação entre as comunicações, a ciência, a inovação e a pesquisa. Serão cinco secretarias diretamente ligadas ao ministro, que terá mais força perante à sociedade, e o legitimará a conseguir avançar mais em todos os setores desse novo ministério”, disse Kassab.
Segundo o ministro, os desafios são “inúmeros” em virtude dos avanços e conquistas dos últimos anos. “O que temos em relação à radiodifusão e à tecnologia comparado ao que tínhamos há 30 anos são melhorias notáveis. Vou ter uma relação com o setor harmônica e companheira, para que possamos solucionar problemas e trazer progressos para o Brasil.”
Kassab apontou ainda uma “convergência” entre a visão dos radiodifusores e a do MCTIC. “Vamos desburocratizar, trazer mais tecnologia, avançar na internet, na transferência do analógico para o digital e proporcionar segurança aos investidores, senão o setor não progride. Vamos avançar rápido”, assegurou.
Durante o evento, o presidente da Abert, Daniel Slavieiro, declarou apoio à transferência de competências e o fortalecimento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Para Slavieiro, o ministério precisa de mudanças estruturais. “O radiodifusor tem convido com processos morosos que são meramente burocráticos, cartoriais, por conta de falta de estrutura, falta de investimento em sistemas”, afirmou.
Sobre o setor de rádio, Slavieiro reconheceu a migração da faixa AM para FM como a questão mais significativa nas últimas décadas, mas defendeu a revisão dos valores das multas, notificações e processos de aumento de potência. Sobre TV, pediu uma diretriz firme do ministério para que o cronograma de desligamento do sinal analógico seja cumprido.
Participaram do almoço representantes das câmaras de rádio e televisão da Abert e de associações estaduais, além dos futuros secretários do MCTIC Vanda Bonna Nogueira (Radiodifusão), Maxmiliano Martinhão (de Inclusão e Internet) e André Borges (Telecomunicações).
Fonte: http://computerworld.com.br/gilberto-kassab-defende-fusao-dos-ministerios
Tags:Brasil, desafios em TI, economia, iência, Kassab, Maxlan, MCTIC, Ministério, Negócios, Tecnologia Inovações e Comunicações, TI
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sábado, 9 de julho de 2016
Quem já assistiu The Honourable Woman (série de televisão britânica) sabe que o maior desejo da protagonista, Nessa Stein, era ligar Israel e Cisjordânia através de cabos de fibra ótica. O seriado muito aplaudido pela crítica por suas discussões de diplomacia, negócios e tecnologia não é ficção, pelo contrário, é tema do mais alto calibre.
Recentemente foi anunciado que o Facebook e a Microsoft estaeleceram uma parceria para a implantação de um cabo submarino para cruzar o Oceano Atlântico.
Com pontos ligando a Virgínia do Norte, nos EUA, até Bilbao, na Esapnha, por exemplo, o MAREA vai se esticar por mais de 6.600km pelo oceano para uma capacidade de largura de banda de até 160 terabits por segundo.
A construção do empreendimento começa em agosto deste ano e tem previsão de ser finalizada em outubro de 2017. O projeto ficará a cargo da Telxius, companhia de infraestrutura da Telefónica.
Também é esperado que o cabo amplie os hubs de rede para locais como África, Oriente Médio e Ásia.
A ambiciosa proposta posicionará a globalização em outro patamar, indubitavelmente.
Fonte:
http://computerworld.com.br/microsoft-e-facebook-unem-forcas-para-construir-cabo-submarino-gigante
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Honourable_Woman
Tags:Banda Larga, Brasil, cabo submarino, Diplomacia, Economica, Facebook, globalização, investimentos em TI, Maxlan, Microsoft, Mundo, NEssa Stein, Tecnologia da Informação, telecomunicações, Telxius, The Honourable Woman
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