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Dados confirmam: Banda Larga Fixa mantém expansão no Brasil!

segunda-feira, 4 de julho de 2016

A banda larga fixa no Brasil manteve a tendência de expansão em abril. O mês terminou com 25,88 milhões de assinantes do serviço no país, 84,78 mil a mais que em março, equivalente a crescimento de 0,33%. Comparando-se o número a abril de 2015, tem-se um crescimento de 4,83% no período na base de acessos de banda larga fixa. Os dados foram divulgados hoje, 02, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A prestadora de serviço de comunicação multimídia, ou seja, de acesso à internet, que mais atraiu clientes no período foi a Telecom Américas (nome do grupo que reúne Claro, Net e Embratel). Foram adicionados, em um ano, 439.852 acessos a sua base. Em termos relativos, foi uma evolução de 5,65% em 12 meses. A empresa também terminou o mês como maior operadora, com 8,22 milhões de acessos.

Os provedores regionais formam o que seria a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e foram os que mais atraíram clientes depois de Net. Encerram abril com 2,42 milhões de acessos, 323.423 a mais que um ano antes, ou 15,37% de crescimento.

A Telefônica obteve 234 mil assinantes em um ano, expansão de 3,26%. Terminou o mês com 7,4 milhões de acessos.

A Oi, terceira maior operadora de banda larga fixa, apresentou o pior desempenho de todas as empresas do setor. Foi a única entre as empresas a registrar retração da base em 12 meses: perdeu 94 mil acessos, encolhendo 1,46%.

Quem mais cresceu em termos relativos foram empresas que apostam em novas tecnologias. A Sky, com sua internet por LTE, ampliou sua base de assinantes em 71,4% em um ano. Ganhou 121,3 mil clientes e fechou abril com 291,18 mil acessos. A Telecom Italia (TIM), com seu serviço FTTC e FTTH, cresceu 60,95% em um ano, ganhando 108.161 acessos. Encerrou abril com 285.619 clientes.

 

Fonte: Anatel e http://www.telesintese.com.br/banda-larga-fixa-mantem-crescimento-em-abril/

Ericsson projeta 16 bilhões de dispositivos conectados se juntarão à Internet das Coisas até o fim de 2021

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Há estimativas de que as conexões de dispositivos Iot ultrapassarão celulares em uso em 2018.

Segundo as previsões de pesquisadores da Ericsson, responsáveis pela edição 2016 do Relatório de Mobilidade da companhia, entre 2015 e 2021, o número de dispositivos de Internet das Coisas conectados crescerá 23% anualmente,somando 16 bilhões do total previsto de 28 bilhões de dispositivos conectados até 2021. Os dispositivos de Internet das Coisas conectados deverão superar os celulares como a maior categoria de dispositivos conectados já em 2018.

O relatório define um dispositivo conectado como um objeto físico que possui uma pilha de IP que permite uma comunicação bilateral em uma interface de rede.

Segundo as projeções, em 2021 o undo terá 1,5 bilhões de dispositivos da Internet das Coisas conectados a celulares. Em 2015 eram 400 milhões. O crescimento expressivo será impulsionado pelo maior foco da indústria no padrão 3GPP para suporte a aplicações de IoT nos celulares.

A Europa Ocidental será a líder na adição de conexões de IoT – com projeções de crescimento de 400% até 2021, graças principalmente às aplicações de smart grid, com o uso de medidores inteligentes e à crescente demanda por carros conectados, incluindo a orientação de e-call da União Europeia, que tem a sua implementação planejada para 2018.

“A IoT está crescendo conforme os custos de dispositivos caem e os aplicativos inovadores surgem”, afirma Carla Belitardo, vice- presidente de Estratégia e Sustentabilidade da Ericsson na America Latina e Caribe. A executiva lembra que, a partir de 2020 a implantação comercial das redes 5G oferecerá recursos adicionais essenciais para a IoT, tais como divisão de rede e a capacidade de conectar exponencialmente mais dispositivos do que é possível hoje.”

Smartphones 

Em 2021, as assinaturas de smartphones praticamente dobrarão, passando de 3,4 bilhões para 6,3 bilhões. Segundo o relatório, o número de assinaturas móveis únicas é de 5 bilhões hoje, o que mostra essa o rápido crescimento da tecnologia móvel em um curto período de tempo.

As conexões LTE continuam crescendo de fora acelerada. Só no primeiro trimestre de 2016, 150 milhões de novas assinaturas foram ativadas, atingindo um total de 1,2 bilhões em todo o mundo. E as velocidades de dados de pico de LTE de 1 Gbps deverão estar comercialmente disponíveis já no segundo semestre deste ano, inicialmente para mercados como Japão, EUA, Coreia do Sul e China. Com dispositivos de conexões de1 Gbps, os usuários móveis poderão consumir conteúdo a velocidades de download até dois terços mais rápidas em comparação com a tecnologia atual.

 

Entre o primeiro trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016, o tráfego de dados móveis global cresceu 60%, devido ao aumento do número de assinaturas de smartphones e do aumento do consumo de dados por assinante. Até o final de 2021, cerca de 90% do tráfego de dados móveis será de smartphones.

O relatório é otimista também em relação à rápida disponibilidade das redes 5G. O que irá requerer um esforço de harmonização de espectro entre os países que planejam lançamentos antecipados.

Consumo de dados

O material também apresenta uma visão detalhada da mudança dos hábitos dos jovens: o uso de dados móveis de vídeos em smartphones cresceu 127% em 15 meses, considerando 2014 e 2015. Em um período de quatro anos (2011-2015), o tempo gasto assistindo TV e filmes em um aparelho de TV caiu pela metade e o de consumo de TV e vídeo em smartphones cresceu 85%. Essa tendência e o fato que essa geração de usuários são os maiores consumidores de dados para streaming de vídeo em smartphone – somando as conexões wi-fi e as celulares -, torna-os o grupo mais importante a ser analisado pelas operadoras.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/conexoes-de-dispositivos-iot-

ultrapassarao-celulares-em-uso-em-2018

 

Estratégia e Negócios – Por que ainda não pensei em TI ??

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Algumas organizações ainda não compreenderam, ou não querem perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve.

Então, como gerenciar a operação de TI em um mundo digital ?

A transformação digital é o conceito do momento. Embora muito comentada por executivos e profissionais de TI, são poucas as empresas que, de fato, são totalmente digitais. É um engano pensar que temos que nos preparar para esta transformação como se fosse algo que tivesse uma data certa para chegar, pois ela já acontece. O que algumas organizações ainda não compreenderam, ou talvez não queiram perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve. E essa mudança pode vir de um concorrente que não seja do mesmo mercado ou que ainda nem exista.

Mas afinal, o que é transformação digital? Não é simplesmente ter um app no smartphone ou mover todos os seus dados para a nuvem. A transformação digital é uma mudança de mentalidade, onde a TI não é mais uma área de apoio e, sim, o cerne da empresa.

Neste cenário, o nível executivo de TI fica em uma encruzilhada, onde a área deve manter seus serviços antigos em funcionamento e sendo atualizados mas, por outro lado, precisa ser leve, flexível e rápida, para entregar novos serviços em plataformas e formatos diferenciados.

Este é o modelo bimodal – duas TIs com objetivos e resultados diferentes. E como a empresa terá duas equipes e dois ambientes produtivos? Os desafios já não são suficientemente grandes para apenas uma TI? Talvez, agora, a transformação digital não pareça assim tão fácil.

O caminho para as operações de TI suportarem a transformação digital é garantir que algumas capacidades básicas sejam colocadas em prática, como interatividade e facilidade de uso para os clientes e funcionários, por exemplo. Afinal, eles utilizam aplicativos ‘Google-like’ que respondem perguntas e interagem utilizando o comportamento e a localização. Ao mesmo tempo, outra capacidade fundamental é atuar em ambientes heterogêneos, utilizando o que há de melhor em cada um deles, como por exemplo, a escalabilidade das nuvens públicas tais quais Amazon (AWS) e Microsoft (Azure), sem perder os investimentos no ambiente privado (físico e virtual).

Obviamente, existem capacidades que hoje são praticadas em silos e, a partir de agora, terão que cobrir todo o ciclo de vida dos serviços de negócios, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM) e de segurança e conformidade. Estas capacidades devem atender aquelas duas TIs e responder adequadamente aos seus requisitos.

Todas essas questões só podem ser facilitadas com o uso sistemático e estruturado de automação, que não se atenha a um produto ou fabricante, mas que permita o atendimento da TI em suas operações diárias e pense nas inovações do futuro. Este processo de automação irá amadurecer à medida que o mercado mudar e novos desafios forem encontrados, mas sempre melhorando. E irá, também, permitir que diversas destas capacidades se integrem e atuem como um sistema inteligente e autônomo, quando possível. Pode parecer surreal, mas é o que várias empresas estão colocando em prática. Ao invés de gastar horas em salas de crise, elas estão implantando sistemas que identificam, priorizam e, em alguns casos, autor-remediam seus ambientes.

A empresa que pensa como cliente e automatiza seus processos não lucra apenas ao oferecer confiança, custo, credibilidade e segurança diferenciados; ela ganha também ao obter fidelização, capacidade de gerenciar mais usuários e expandir seus serviços para novos mercados. Tudo isso feito por meio de tecnologias já disponíveis e com base na infraestrutura tecnológica das companhias – importantes atalhos para a transformação digital.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/como-gerenciar-operacao-de-ti-em-um-mundo-digital

 

Consumo Sustentável – A vida útil dos computadores

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito, afirma Idec e Market Analysis em pesquisa inédita sobre o desempenho e durabilidade de aparelhos eletroeletrônicos na visão do consumidor

 

Dentre os dez produtos analisados, computadores e celulares são os que apresentam a maior frequência de problemas de funcionamento. E, em média, os consumidores esperam uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato os aparelhos apresentam. 
Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor com relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.
Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:
Combinando o tempo de posse dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito. Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.
Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne os atendimentos de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.
Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação com os aparelhos eletrônicos está relacionada à ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema com os aparelhos, a satisfação já apresenta queda.
“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.
“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.
Os segmentos com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e os de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.
“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerada uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.
Como foi feita a pesquisa
Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada capital. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
 Para mais informações e gráficos, leia mais em:  http://www.idec.org.br/consultas/teste-e-pesquisa/

em-cinco-anos-metade-dos-computadores-apresentara-algum-defeito

 

Microsoft Outlook App

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Imagine transformar suas conversas por e-mail em comunicação em tempo real! Você pode entrar em contato com seu parceiro de e-mail para uma videochamada com apenas um clique.

O TeamViewer possibilita tudo isso com o Microsoft Outlook app. Veja facilmente se os outros participantes em sua conversa de e-mail estão online e conecte-se a eles no mesmo instante. Aproveite as vantagens dessas funções ao integrar o TeamViewer ao seu Outlook hoje mesmo.

Mais detalhes em : https://integrate.teamviewer.com/pt/integrate/outlook/index.aspx?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BMS%2BApp&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

Fonte: TeamViewer

4/10 PROBLEMAS QUE ATINGEM QUEM NÃO CONSEGUE ORGANIZAR A ÁREA DE TRABALHO

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

4. De vez em quando, você repara que tem alguns programas que você não usa há anos
– Como o MSN, o ORKUT, Jogos antigos;

Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho

3/10 – PROBLEMAS QUE ATINGEM QUEM NÃO CONSEGUE ORGANIZAR A ÁREA DE TRABALHO

domingo, 13 de setembro de 2015

3. Então você decide criar novas pastas para organizar tudo. E essas novas pastas também ficam bagunçadas

Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho

2/10 – PROBLEMAS QUE ATINGEM QUEM NÃO CONSEGUE ORGANIZAR A ÁREA DE TRABALHO

sábado, 12 de setembro de 2015

2. E você nomeia arquivos com nomes aleatórios e nunca mais encontra nada
Geralmente, só dá um tapão no teclado na hora de salvar qualquer coisa. No fim, existem trinta arquivos batizados com variações de ‘ssdsfdfd’ ou ‘asasadaf’.

Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho

Brasil cai nove posições em ranking de TI do Fórum Econômico Mundial

sexta-feira, 25 de abril de 2014

O Brasil caiu nove posições no ranking do relatório global de tecnologia da informação, divulgado na quarta-feira (23) pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Depois de mostrar recuperação e subir cinco posições em 2013, para o 60º lugar em uma lista de 148 países, o Brasil voltou a recuar, e ficou no 69º lugar este ano.
As seis primeiras posições no ranking de 2013 foram mantidas este ano: Finlândia, Cingapura, Suíça, Holanda, Noruega e Suécia.
Realizado em parceria com uma rede de organizações em todo o mundo, o estudo avalia a influência e os impactos da tecnologia da informação e comunicações (TIC) para o desenvolvimento e a competitividade de 148 países. O relatório é baseado na análise de quatro vertentes: infraestrutura, qualificação e custo de acesso à tecnologia; preparo de governos, empresas e pessoas para o uso da TIC; ambiente de inovação, de negócios, político e regulatório; e impactos econômicos e sociais gerados pela tecnologia.
Segundo o estudo, a pior colocação do Brasil no ranking está no item de ambiente de negócios e inovação: 121º lugar. No item habilidades, o país aparece na 86ª colocação. Já no subíndice de uso, o Brasil está na 54ª posição – 66º em uso individual, 56º em uso governamental e 33º em uso nos negócios.
O WEF aponta que, desde o início da crise financeira em 2008, a economia global registra uma mudança em seus padrões de crescimento. Economias avançadas têm crescimento negativo ou lento, enquanto os mercados emergentes – incluindo o Brasil – continuaram a mostrar expansão robusta.
“Apesar desse progresso dos Brics, observamos recentemente que muitas dessas economias emergentes estão tendo dificuldades para manter o rápido crescimento econômico dos últimos anos. Muitas das condições favoráveis que incentivavam esse crescimento começaram a desaparecer. Isso pode ter consequências não apenas para esses países, mas – dado seu tamanho e crescente importância em um mundo interconectado – também para a economia global no longo prazo”, diz o relatório.

Do G1, em São Paulo

Gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 trilhões em 2014

quinta-feira, 3 de abril de 2014

A economia mundial dá sinais de recuperação e, segundo o Gartner, isso impactará positivamente o consumo de tecnologia ao longo do ano. A consultoria projeta que os gastos globais com TI atingirão US$ 3,8 bilhões em 2014, uma expansão de 3,2% sobre o desempenho verificado no comparativo anual.

Os investimentos têm relação a utilização de ferramentas tecnológicas para suportar o crescimento das organizações. A projeção considera indicadores nas frentes de software, hardware, serviços e telecom.

A projeção é de vendas elevadas de dispositivos. A previsão é de retomada a taxas de crescimento da ordem de 4,4%, terminando o ano gerando um mercado de US$ 689 bilhões. Percebe-se, contudo, uma mudança de comportamento com as compras mais orientadas a aparelhos menos sofisticados.

De acordo com o Gartner, o mercado de data center atingirá US$ 143 bilhões, crescendo 2,3% sobre o número medido em 2013. Há uma orientação dos gastos para questões relacionadas a cloud e impactadas por conceitos de mobilidade.

Softwares corporativos atingirão US$ 320 bilhões. O desempenho revela crescimento de 6,9% frente ao ano passado. Trata-se da categoria de maior expansão apontada para o ano. Serviços de TI crescerão 4,6% e movimentarão US$ 964 bilhões no período. Segundo as projeções, os gastos nessa frente migrarão de consultoria (planejamento) para a implementação de projetos.

O maior volume de gastos ficará com telecom, responsável por um mercado total avaliado em US$ 1,655 trilhão.

por CRN Brasil