5. E alguns que você não sabe por que instalou
Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho
5. E alguns que você não sabe por que instalou
Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho
4. De vez em quando, você repara que tem alguns programas que você não usa há anos
– Como o MSN, o ORKUT, Jogos antigos;
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3. Então você decide criar novas pastas para organizar tudo. E essas novas pastas também ficam bagunçadas
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2. E você nomeia arquivos com nomes aleatórios e nunca mais encontra nada
Geralmente, só dá um tapão no teclado na hora de salvar qualquer coisa. No fim, existem trinta arquivos batizados com variações de ‘ssdsfdfd’ ou ‘asasadaf’.
Fonte: http://elastica.abril.com.br/10-problemas-que-atingem-quem-nao-consegue-organizar-a-area-de-trabalho
1. Você salva tudo (absolutamente tudo) na Área de Trabalho. É o padrão. É para ficar mais fácil (na sua cabeça).
Aí, tem-se aquela imagem poluída, com nomes dos mais diversos.
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1. Novo navegador O navegador Edge toma o lugar do Internet Explorer. O programa oferece algumas funções inéditas em relação ao tradicional browser da Microsoft. A Web Note, por exemplo, permite que o usuário faça anotações diretamente nas páginas de web. Já a ferramenta Hub organiza uma lista de leitura, os últimos sites acessados, downloads e páginas favoritas.
2. É gratuito (para alguns)
A Microsoft liberou o download gratuito do Windows 10 para usuários das versões 7 e 8.1 por um período de um ano (até dia 29 de julho de 2016). Entretanto, quem tiver sistemas operacionais mais antigos, como o XP e o Vista, deverá pagar uma taxa de R$ 329,99 para instalar a atualização.
3. Dá para voltar atrás
Se tudo der errado e o Windows 10 não agradar, o usuário consegue fazer um processo para reverter a atualização. Segundo a Microsoft, quem instalar o novo sistema terá um prazo de um mês para voltar atrás.
4. Segurança reforçada
O Windows Hello promete garantir a segurança dos arquivos armazenados em um sistema com Windows 10. A ferramenta de segurança pode ser usada por meio de impressão digital, rosto ou íris. Para usar a função, é necessário que a máquina tenha um hardware especializado, com leitor de impressão digital, sensores biométricos e de infravermelho iluminado.
5. Volta do botão Iniciar
O sumiço do botão Iniciar foi um dos principais problemas do Windows 8. A insatisfação foi tão grande que a atualização 8.1 ressuscitou o atalho. Para não cair no mesmo erro, a Microsoft manteve a função Iniciar no Windows 10. Agora a ferramenta também conta com uma barra de pesquisa, que busca resultados na máquina e na internet.
A lei que permite ao governo dos EUA ter acesso a e-mails e dados armazenados em nuvem pelo período de seis meses, sem a necessidade de um mandado de busca, está sob forte ataque das empresas de tecnologia americanas, associações comerciais e grupos de pressão, que estão pressionando o Congresso Nacional para que aprovem um dispositivo que reforce a proteção à privacidade. Investigadores federais se basearam na lei para obter acesso a conteúdos hospedados por provedores de serviços de nuvem, de pessoas alvos de ações cíveis e criminais, em alguns casos, sem aviso prévio ao indivíduo de que estava sendo investigado.
Esses grupos sustentam que dados baseados em nuvem e telefones celulares precisam ter as mesmas proteções que os outros dados, em razão disso querem mudanças na Lei de Privacidade das Comunicações Eletrônicas (ECPA, na sigla em inglês), lei que tem quase 30 anos de existência e estabelece as regras sobre como as agências policiais podem obter registros eletrônicos. A defesa da necessidade de atualizar a ECPA é porque as informações baseadas em mensagens de e-mail, web, armazenadas em ambientes de computação em nuvem e localização de telefone móvel não gozam da mesma proteção legal que possuem os outros tipos de dados digitais.
No caso específico dos provedores de serviços de computação em nuvem a reclamação é maior porque estão lutando para tranquilizar seus clientes, e alguns deles estão migrando seus negócios para outros países. Em entrevista ao jornal New York Times, Ben Young, conselheiro geral para Peer 1, empresa de hospedagem com sede em Vancouver, Canadá, disse que seus clientes estavam mantendo seus negócios fora dos Estados Unidos, porque o país “tem um sério problema de imagem.” “No Canadá, nós apreciamos uma vantagem competitiva, porque a percepção da comunidade de negócios é que a aplicação da lei norte-americana permite mais acesso aos dados do que em outras partes do mundo.”
A privacidade tem sido uma preocupação crescente desde as revelações de Edward Snowden no ano passado sobre a coleta de dados em massa pela Agência de Segurança Nacional (NSA), mas o pedido de revisão da Lei de Privacidade das Comunicações Eletrônicas ainda não conseguiu seduzir os parlamentares americanos.
O problema de imagem dos Estados Unidos causou “danos reais e tangíveis” para as empresas, segundo muitas delas. Gigantes do Vale do Silício, como Facebook, Twitter e Google dizem que deixarão de entregar dados de seus clientes, sem um mandado de busca. Mas as empresas menores de hospedagem e computação em nuvem não têm poder para enfrentar agentes da lei, disse Ron Yokubaitis, copresidente-executivo da Data Foundry, empresa de data center com sede no Texas. “Na maior parte, eles vão cumprir as ordens, porque não conhecem os seus direitos ou não podem gastar o dinheiro [com advogado] para resistir”, disse ele.
Diante disso, a coalizão de empresas de tecnologia, associações comerciais e grupos de pressão, batizada de Digital Due Process, está pressionando o Congresso a reforçar as regras de privacidade. Parlamentares dos partidos Democrata e Republicano, na Câmara e no Senado, estão entre os que apoiam uma revisão da ECPA, incluindo liberais e membros Tea Party,o setor ultraconservador dos republicanos.
Lei para livros
O senador republicano Mike Lee, que copatrocinou o projeto do Senado, disse em uma entrevista recente que “como a maioria dos americanos” ficou chocado ao descobrir que a lei de 1986 foi criada visando os livros. “Quase todos os americanos pensam que é assustador termos uma lei que sugere que o governo tem o direito de ler seu e-mail depois de apenas 180 dias”, disse ele. “É uma questão fácil para se atingir um compromisso bipartidário e o consenso.”
O novo projeto de lei exigiria que houvesse um mandado de busca para se ter acesso às comunicações elerônicas, com exceções para algumas situações de emergência. Também exigiria que o governo notificasse as pessoas dentro de dez dias de que seus dados estão sendo investigados. No entanto, ele não aborda as regras para os dados de localização, como a informação do GPS do celular de um indivíduo.
O Comitê Judiciário do Senado aprovou o projeto de lei há um ano, mas desde então ele está parado na Casa. Um dos motivos é a resistência das agências federais que usam intimações para ter acesso às comunicações eletrônicas em casos civis, particularmente a Securities and Exchange Commission,órgão que regula as empresas cotadas em bolsa nos EUA.
“A SEC não pode obter um mandado de busca, portanto, um projeto de lei exigindo uma autorização para obter e-mails a partir de ISP minaria sua capacidade de proteger os investidores norte-americanos e responsabilizar os violadores”, argumentou Andrew Ceresney, diretor da Divisão de fiscalização da SEC, referindo-se aos provedores de serviços de Internet.
Mas alguns jurtistas não acham o argumento convincente. “Os tribunais dizem que e-mail em um servidor em algum lugar é como e-mail em sua casa virtual”, disse Orin Kerr, professor de Direito da Universidade George Washington School. “Não diria que o SEC deveria ter o poder de dizer ao seu senhorio para invadir seu apartamento e obter provas. Deve aplicar-se a mesma regra.”
Apesar da defesa de lei, a SEC indicou que está aberta a negociações. “A presidente do órgão, Mary Jo White, já externou que há uma série de outras formas de lidar com interesses de privacidade e ainda permitir que a SEC e outras agências civis possam reunir provas de e-mail em ISP “, disse Ceresney.
Redação TI Insid online
O índice de empresas brasileiras conectadas à internet atingiu 96% em 2013, o que demonstra que o acesso à rede mundial no país está se tornado universal, mostra a nova edição da pesquisa anual TIC Empresas divulgada nesta terça-feira, 27, realizada pelo Cetic.br, departamento do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC BR), organização que implementa as decisões do Comitê Gestor da Internet no Brasil. A edição deste ano ouviu representantes de 6.429 empresas com dez ou mais funcionários.
O levantamento revela que as conexões de banda larga mais comuns são o cabo e o limitado DSL, que usam a rede telefônica analógica para transmitir sinais digitais, com 64% das conexões cada uma. Mas mostra também uma expansão das redes celular 3G e 4G, utilizadas por 43% das empresas em 20013. Além disso, o estudo aponta que 20% das organizações usam conexão via rádio.
Entre as atividades mais comuns na internet dos empregados estão enviar e receber e-mail (98%) buscar informações sobre produtos e serviços (92%) e fazer pagamentos e consultas bancárias (86%).
De acordo com a pesquisa, 56% das empresas têm site na web, número que varia bastante dependendo do porte da organização. Entre as pequenas empresas, a proporção das que possuem site é 50%. Entre, as médias, é 74% e, entre as grandes, 89%. O site quase sempre é usado para fornecer informações sobre a empresa (institucional, contato, endereço, mapas). Somente 19% têm sistema de comércio eletrônico e apenas 13% aceitam pagamento online.
A pesquisa TIC Empresas revela que as redes sociais ainda não fazem parte do dia-a-dia da maioria das empresas brasileiras. Entre as consultadas na pesquisa, só 39% têm perfil em algum site de relacionamento. E o número também varia com o porte — 37% nas pequenas empresas, 48% nas médias e 45% nas grandes.
Das que estão presentes em redes sociais, 77% publicam notícias relacionadas à empresa ou temas relacionados à sua área de atuação, e 74% divulgam produtos e serviços. O relatório completo pode ser visto no site do Cetic.br.
por Erivelto Tadeu
A falta de experiência em segurança digital, aliada à crescente complexidade das ameaças e redes, ambiente regulatório elevado e ritmo intenso de inovação, estão provocando movimentações nas companhias. Elas começam a olhar para fora de seus “muros de proteção digital”, o que deverá estimular muitas a investirem em outsourcing. Um estudo do Gartner indica que o mercado mundial de terceirização de segurança atingirá mais de US$ 24,5 bilhões, em 2017.
O desafio é encontrar recursos financeiros para lidar com a cibersegurança evoluindo de uma forma eficaz. Para entender melhor as táticas cada vez mais eficazes dos hackers e se proteger, as organizações precisam mobilizar todos os aspectos de sua defesa estendida e do ataque contínuo – antes da invasão acontecer, agindo antes, durante e depois.
É importante avaliar se o ataque foi destrutivo e se as informações foram roubadas ou sistemas danificados. Esse tipo de novo modelo de segurança está impulsionando mudanças nas tecnologias de segurança digital, produtos e serviços.
A primeira onda de fornecedores de serviços gerenciados de segurança (MSSPs) foi focada em produtos e ferramentas em funcionamento, manutenção, atualizações e treinamento. Porém, atualmente, os serviços de segurança digital precisam ser baseados em uma evolução constante e profunda das ameaças. Alguns analistas do setor estão começando a chamar essa nova ordem de serviços de proteção digital de MSSP 2.0.
Com base nas tarefas internas de segurança, orçamentos e prioridades dos negócios, as organizações podem optar por terceirizar mais ou menos as suas necessidades de segurança digital.
Veja a seguir cinco dicas que podem ajudar a garantir que sua empresa mantenha o foco em proteção:
1- Mantenha a capacidade plena de incorporar metadados HTTP em um modelo de telemetria que forneça a profundidade de informações necessárias para ajudar na detecção de ameaças baseadas na web.
Quanto mais dados, maior será a eficácia do MSSP em zerar problemas na rede e isso se torna precioso, já que é como “procurar uma agulha em um palheiro”;
2- As técnicas de análise de Big Data são essenciais para alavancar a grande quantidade de dados obtidos, e não apenas internamente, mas em toda a empresa, em nível global.
Esse mapeamento é muito importante a fim de detectar possíveis ameaças. Independente do número de telemetria utilizado, ao aplicar análises de dados robustas, ao invés, de realizar correlações simples, tem-se a certeza de que as detecções serão de alta fidelidade;
3- Conforme o tipo de dados na rede da empresa, os requisitos de segurança podem variar, dentro das garantias do MSSP. A equipe de TI precisa determinar qual será a abordagem para enfrentar os invasores e se serão necessárias ações alternativas. Essa decisão deve partir do nível de conforto dos profissionais, as partes afetadas legalmente e laudos técnicos;
4- Os dados são muito úteis para as organizações e, por isso, devem existir e garantir que eles serão correlacionados para fornecer o contexto certo, com informações priorizadas. Assim, os profissionais poderão se concentrar nas ameaças realmente relevantes. Entender o MSSP é vital para determinar à organização quais são os verdadeiros focos de problema no sistema e ter acesso a dados altamente confiáveis;
5- Para detectar e se proteger contra “ameaças de dia zero”, as empresas devem ir além do tradicional point-in-time, visualização limitada dos sistemas, e contar com capacidades que permitam monitorar e aplicar a proteção em uma base contínua em toda a sua rede estendida.
Considerando os negócios atuais, regulamentações e segurança digital, as empresas estão cada vez mais olhando para fora de suas dependências físicas em busca de ajuda especializada para se proteger de ataques. Aplicando essas dicas, as organizações conseguirão manter o foco nas ameaças, obtendo a melhor proteção possível.
* Raphael D’Avila é diretor de vendas para Sourcefire no Brasil, empresa comprada recentemente pela Cisco
Em uma década a humanidade terá sido transformada pela adoção em massa do conceito de “internet das coisas”, segundo o qual objetos, de casa ou pessoais, serão conectados por sistemas para conversarem entre si. Pelo menos é o que acredita a maioria dos especialistas de tecnologia.
A Pew Research realizou uma pesquisa com 1,6 mil experts e nada menos que 83% deles acreditam que até 2025 a internet das coisas terá entrado de vez nas vidas das pessoas.
A maior parte deles acredita que os dispositivos vestíveis, como óculos, relógios etc., puxarão o setor, mas produtos que conectem a casa, como lâmpadas, geladeiras e lavadoras inteligentes, também terão grande responsabilidade.
Para isso acontecer, entretanto, é preciso que as empresas passem a cooperar, porque hoje cada uma prefere trabalhar só com um sistema próprio, o que impede a geladeira da Samsung de se comunicar com o fogão da LG, por exemplo.
Além disso, esse nível de conectividade exigirá mais atenção quanto à privacidade dos usuários, como destaca o Mashable.
Por Redação Olhar Digital