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consultoria estima que 349 milhões de dispositivos móveis inteligentes foram adquiridos por usuários finais apenas no primeiro trimestre.

sábado, 30 de julho de 2016

Nada menos que 3,8 milhões de smartphones foram vendidos por dia ao redor do mundo nos primeiros três meses de 2016. A estimativa se baseia em estatísticas do Gartner. A consultoria estima que 349 milhões de dispositivos móveis inteligentes foram adquiridos por usuários finais apenas no primeiro trimestre.

Três fabricantes chinesas (Huawei, Oppo e Xiaomi) aparecem na lista dos cinco principais players mercado e responderam por 17% do mercado no período. Além disso, no quarter, a Samsung estendeu sua liderança sobre a Apple.

Aliás, a pesquisa do Gartner aponta que a fabricante do iPhone registrou seu primeiro declínio de dois dígitos no primeiro trimestre do ano, com as vendas de seus celulares caindo 14%.

Em relação ao sistema operacional, o Android alcançou 84% do total de vendas no período. “Apesar dos avanços da plataforma e de sua participação dominante no mercado, os fabricantes que adotam esse sistema ainda encaram desafios de lucratividade”, afirma Roberta Cozza, diretora de pesquisa do Gartner.

Para a consultoria, o retorno anunciado pela Nokia aos mercados de smartphones e tablets não será uma missão fácil. “No cenário atual, é preciso muito mais que uma marca bem conhecida para vender dispositivos”, sentencia a companhia.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/38-milhoes-de-smartphones-sao-vendidos-no-mundo-diariamente

Parque Tecnologico em São José dos Campos estimulaa acordos estratégicos

quinta-feira, 28 de julho de 2016
A Cisco e o Parque Tecnológico São José dos Campos, entidade brasileira que reúne centros empresariais e instituições de ensino e pesquisa, anunciam um acordo de cooperação estratégica que prevê a criação de um modelo de Smart Campus, que oferecerá um portfólio de serviços de conectividade, vídeo conferência e ambiente de colaboração em nuvem. A intenção é fomentar a produtividade e eficiência em projetos de pesquisa e inovação aplicada ao mercado. O projeto inclui ainda soluções de segurança e vídeo vigilância, além da automação de iluminação, energia elétrica e estacionamentos, seguindo modelos e boas práticas internacionais deSmart Campus.
O projeto será desenvolvido em quatro etapas, seguindo metodologia internacional da Vertical de Educação e Pesquisa da Cisco para a América Latina. A primeira, etapa tratará do alinhamento da visão estratégica sobre o uso de tecnologias no Parque. A segunda incluirá uma análise técnica da base legada, comparada com as competências desejadas e avaliando também as possibilidades do uso da Computação em Nuvem. Já na terceira etapa, está previsto um estudo de engenharia, apontando as soluções necessárias para atender as demandas levantadas pela análise técnica da etapa anterior. Por fim, na quarta etapa, será entregue um roadmap para a implantação, com a arquitetura proposta adequada às realidades de prazos e recursos de orçamento disponíveis.
Dentre as tecnologias previstas para o portfólio de serviços de Smart Campus, as tecnologias de colaboração terão prioridade. A ideia é criar um grande ambiente colaborativo para que usuários, empresas e instituições do Parque possam trabalhar e interagir mais facilmente entre si, com suas matrizes e com o ambiente externo, agilizando o co-desenvolvimento de novas soluções. O pacote de colaboração será utilizado também em treinamentos on-line, acompanhado por soluções básicas de conectividade e mobilidade através de uma infraestrutura de nuvem compartilhada entre pesquisadores economizando recursos e estimulando a sinergia nas cadeias de valor.
A partir desse estudo e modelo Smart Campus, será possível expandir o uso da tecnologia para os principais prédios e para o entorno do Parque Tecnológico. Dentre os cenários de soluções previstos estão: a Smart+Connected Buildings, que otimiza o consumo de energia elétrica através do controle via rede IP; Smart+Connect Lighting, que monitora dados de sensores para automatizar a iluminação pública e a sinalização das ruas; e, Smart+Connected Parking, solução que reúne e distribui dados para a gestão inteligente de estacionamentos e do tráfego; além de grande ênfase em um ambiente de colaboração na nuvem para a troca de experiências.
A equipe de trabalho será composta por membros do Parque Tecnológico, da Cisco, da Dalcon (integradora parceira da companhia na região) e do Centro de Inovação da Cisco no Rio de Janeiro. Atuando como agente catalisador de Inovação. Bem estabelecido no ecossistema brasileiro, o Centro conta com espaços de integração e simulação de ambientes que podem ajudar nos testes das aplicações.
“Considerando que a Cisco é ícone mundial em sistemas de informação, com hardwares e softwares sempre nos limites da tecnologia, ter a empresa como parceira é, antes de mais nada, motivo de orgulho para o Parque Tecnológico São José dos Campos. O projeto de implantação do Smart Campus traz a perspectiva de dotar o Parque de um diferencial para as instituições residentes, empresas incubadas e dos clusters de TIC, além de ser um forte elemento de atração de novas instituições. O projeto pode colocar o Parque num patamar superior em termos de vanguarda tecnológica, algo totalmente desejável para esse tipo de empreendimento, provendo às empresas novas facilidades operacionais sem necessidade de grandes investimentos em TI”, afirma Elso Alberti Junior, diretor técnico e de operações do Parque Tecnológico São José dos Campos.
Fonte: http://www.datacenterdynamics.com.br/focus/archive/2016/06/
cisco-e-parque-tecnol%C3%B3gico-s%C3%A3o-jos%C3%A9-dos-campos-anunciam-
coopera%C3%A7%C3%A3o-estrat%C3%A9gica

Em meio à crise, aumenta o número de empresas criadas no Brasil, e MEIs despontam em maior número.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

No primeiro trimestre de 2016, o país contabilizou 516.201 novas empresas, o maior registro para o período desde 2010, de acordo com oIndicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é 7,5% maior que no primeiro trimestre de 2015, quando foram registrados 480.364 nascimentos. Em março, houve ligeira queda de 0,2% em relação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando 184.560.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, o aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de novos microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizados, alternativas econômicas para a geração de renda.

Nascimento de Empresas por natureza jurídica

No primeiro trimestre de 2016 o número de Microempreendedores Individuais (MEIs) totalizou 413.555, crescimento de 14,0% sobre o mesmo período de 2015, quando 362.804 novos MEIs surgiram. Observa-se, inclusive, um aumento crescente dos MEIs entre todas as naturezas jurídicas apuradas no decorrer dos anos. No mês de março de 2016 o número de MEIs totalizou 148.673, crescimento de 16,5% sobre março de 2015, quando 134.803 novos MEIs surgiram.

Os MEIs foram a única natureza jurídica a apresentar crescimento no trimestre, enquanto as demais tiveram decréscimo. O número de nascimentos em Empresas Individuais apresentou queda de 13,8% no período, com 38.553 companhias nascidas, contra 44.718 no mesmo trimestre do ano anterior. As Sociedades Limitadas também registraram diminuição nos nascimentos de um trimestre para outro, de 48.012 para 39.994, queda de 16,7%. O nascimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9% e totalizou 24.099.

 

Nascimento de Empresas por Setor

 

O setor de serviços continuou sendo o mais procurado pelos empreendedores, no primeiro trimestre de 2016, com a abertura de 324.984 novas empresas no segmento, o equivalente a 63,0% do total de nascimentos. Em seguida, 146.830 empresas comerciais (28,4% do total) surgiram nos três primeiros meses do ano e, no setor industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total).

O indicador revela um crescimento constante na participação das empresas de serviços no total de negócios que surgiram no país nos últimos seis anos, passando de 53,5% (março de 2010) para 63,0% (março de 2016). Por outro lado, a participação do setor comercial tem recuado gradativamente: de 35,0%, em março de 2010, para 28,4%, em março deste ano. Já a participação das novas empresas industriais se mantém estável.

Metodologia do estudo sobre Nascimento de Empresas

Para o levantamento do Nascimento de Empresas foi considerada a quantidade mensal de novas empresas registradas nas juntas comerciais de todas as Unidades Federativas do Brasil bem como a apuração mensal dos CNPJs consultados pela primeira vez à base de dados da Serasa Experian.

 

Para gráficos e mais detalhes, leia mais em: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/

numero-de-empresas-criadas-bate-recorde-historico-no-primeiro-trimestre-afirma-serasa/

EMPREGO LIGADO – o app brasileiro premiado no FbStart

sábado, 23 de julho de 2016

 

O Facebook anunciou as cinco startups premiadas em seu programa FbStart. Entre os vencedores de 2016, o aplicativo (app) brasileiro Emprego Ligado foi um dos destaques, escolhido o melhor app da América Latina. O objetivo do aplicativo é conectar pessoas a vagas de empregos em diversas áreas com praticidade.

O FbStart, que acontece há três anos, é um programa focado em ajudar startups de aplicativos para mobile em todo o mundo a serem bem-sucedidas, oferecendo ferramentas, serviços, benefícios em parcerias e orientação. Anualmente, é realizada a competição FbStart Apps do Ano para reconhecer os melhores aplicativos dentro do programa. Este ano, o programa recebeu mais de mil inscrições vindas de 89 países.

Os aplicativos foram julgados a partir de quatro princípios: crescimento e engajamento, experiência e design, eficiência em escala e alavancagem da plataforma do Facebook. As categorias premiadas incluem os melhores apps por região, melhor app de bem social e vencedor do grande prêmio.

O VoiceTube, vencedor do Grande Prêmio, recebeu US$ 50 mil em dinheiro e mais US$ 50 mil em créditos para Facebook Ad. Os outros ganhadores recebem cada um US$ 5 mil em dinheiro e US$ 7,5 mil em créditos para Facebook Ad. Os inscritos foram julgados por um painel de especialistas em tecnologia como Andreessen Horowitz, ChangeCorp, DeskConnect, GitHub, Facebook e Saavn.

Com base em Taiwan, o VoiceTube é uma forma de aprender inglês por meio de vídeos. Fundado pelo casal Richard Zenn e Carol Lai, o aplicativo oferece mais de 30 mil vídeos com ferramentas como legendas bilíngue, dicionário on-line, repetição de frases e gravação. Segundo Richard, a ideia da plataforma de vídeo surgiu devido a “educação em Taiwan ensinar a ler e escrever em inglês, mas não desenvolve a escuta e a fala”.

App do Ano na América Latina: o brasileiro Emprego Ligado (Android)

O Emprego Ligado é um aplicativo brasileiro gratuito, que ajuda o usuário a encontrar vagas de emprego próximas à sua residência. O app permite a busca por vagas operacionais que estejam, principalmente, na região metropolitana de São Paulo, e traz ainda a facilidade do usuário marcar a data e o horário da própria entrevista. O aplicativo tem facilitado o alcance de entrevistas de emprego para os brasileiros, com 18% dos usuários tendo recebido uma proposta de trabalho um dia após se inscrever no aplicativo.

Completando seu terceiro ano, o FbStart possui mais de 9 mil membros de 137 países, sendo 70% desses membros vindos de fora dos Estados Unidos.

 

Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/06/app-brasileiro-e-melhor-da-al-em-competicao-do-facebook/#WzG0eB8MhYCsIsFc.99

O mercado global de serviços de voz sobre IP, VoIP, vai valer US$ 193,9 bilhões em 2024, segundo um novo relatório da consultora Persistent Market Research.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 

No ano passado, o mercado de VoIP valeu US$ 85 bilhões, o que antecipa um crescimento de 9,5% ao ano até 2024. Os principais players são, segundo a PMR, a Vonage Holdings Corporation, 8×8, ShoreTel Nextiva, RingCentral, West Corporation, Verizon Communications, Thinking Phone Networks, Inphonex e Phone Power.

Neste momento, o mercado de serviços é impulsionado sobretudo por fatores como baixos custos de manutenção, maior flexibilidade e baixos requisitos em termos de suporte. O relatório também menciona a crescente penetração do acesso à internet nas cidades e áreas semi-urbanas

No entanto, refere, a flutuação na qualidade do acesso à internet pode afetar o crescimento do mercado. Durante as horas de pico, a rede pode estar congestionada, e tal é um dos principais obstáculos possíveis ao crescimento do mercado de serviços VoIP

A região com maior peso neste mercado será a Ásia-Pacífico, imediatamente seguida pela Europa. No velho continente, o crescimento será atribuído sobretudo à introdução de um grande número de empresas de pequena e média dimensão. Por outro lado, a expansão do mercado de comunicações unificadas na Bélgica deverá suportar o alargamento do mercado na Europa, diz a PMR. A taxa de crescimento anual será de 8,4%, em termos de receitas.

No entanto, é na América Latina que se encontram as taxas de crescimento mais rápido, prevê a consultora. Na América do Norte, que em 2015 teve um peso global de 27%, a expansão será moderada. “A adoção crescente de políticas ‘bring your own device’ (BYOD) é um grande fator que irá impulsionar o mercado de serviços”, lê-se no relatório.

O segmento das chamadas internacionais de longa distância dará o maior contributo em termos de valor já no final deste ano, seguido das chamadas locais.

No que respeita a usuários, o segmento dos clientes individuais crescerá mais rapidamente, a uma taxa de 9,2% ao ano.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/mercado-de-servicos-voip-vai-valer-us-194-bilhoes-em-2024/#tiZ1oAiX31wq9QpZ.99

 

Previsão de crescimento nas vendas de Smartphone até o final de 2016 !

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A previsão é positiva para a indústria de smartphones !

 

Os fabricantes de smartphones venderão 3% mais smartphones este ano do que venderam em 2015, no mundo. A previsão é da IDC, que publicou hoje, 02, uma revisão de suas estimativas anuais. A consultoria acredita que, até o final de dezembro, a indústria vai remeter a distribuidores e varejo 1,48 bilhão de aparelhos. Desse total, 83,7% será Android e 15,3%, iOs.

O relatório indica, ainda, crescimento de 6,2% nas vendas dos aparelhos Android, retração de 2% nas vendas da Apple, e de 61,6% dos smartphones Windows. Até 2020, haverá crescimento médio anual de 5%. Naquele ano, serão vendidos 1,84 milhões de smartphones. A fatia Android vai crescer para 85,1%, e a do iPhone vai cair para 14,5%. O resultado será o quase desaparecimento de sistemas operacionais alternativos a estes dois. O Windows Phone será o único que ainda existirá, mas terá apenas 0,4% do mercado mundial de smartphones.

 

fonte: http://www.telesintese.com.br/industria-vendera-148-bilhao-de-smartphones-em-2016-preve-idc/

Maior Universidade de País, USP, vai criar laboratório experimental de Indústria 4.0

terça-feira, 19 de julho de 2016

 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.

A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.

A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.

O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.

Perfil do profissional da nova indústria

Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).

“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”

 

 

 

Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/

 

 

A manufatura avançada ainda engatinha no Brasil

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a primeira pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, a chamada indústria 4.0.

A nova lógica de produção se refere à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso, e envolve a criação de novos modelos de negócio, produtos e serviços a eles atrelados.

No entanto, a pesquisa da CNI mostra que as empresas brasileiras ainda não levam o conceito para toda a cadeia. O estudo ouviu 2.225 empresas de todos os portes e foi feito em janeiro de 2016.

De acordo com a CNI, a maior parte dos esforços feitos pela indústria no Brasil ainda está na fase dos processos industriais: 73% das empresas que afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital, fazem isso na etapa de processos.

Outras 47% utilizam ferramentas digitais na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e apenas 33% em novos produtos e novos negócios.

A pesquisa mostra também que a indústria brasileira, em um primeiro momento, otimiza processos para, só então buscar aplicações mais voltadas ao desenvolvimento, a produtos e novos modelos de negócios.

Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, considerando que a indústria brasileira precisa competir globalmente e que se encontra atrás nessa corrida, é preciso saltar etapas. Para ele, o esforço de digitalização precisa ser realizado simultaneamente.

A pesquisa mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%).

Na avaliação da CNI, é preciso aproximar especialistas e indústria para ampliar o conhecimento sobre a mudança de patamar da indústria. Além disso, destaca, o governo pode contribuir para o aumento da digitalização promovendo a infraestrutura digital, estimulando a capacitação profissional e a criação de linhas de financiamentos específicas.

A pesquisa mostra que pouco menos da metade das empresas industriais utiliza pelo menos uma das dez tecnologias digitais listadas na pesquisa, como automação digital sem sensores; prototipagem rápida ou impressão 3D; utilização de serviços em nuvem associados ao produto ou incorporação de serviços digitais nos produtos.

Para 66% das empresas, o custo de implantação é a principal barreira interna à adoção de tecnologias digitais.

 

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/31/05/2016/industria-4-0-engatinha-no-brasil

 

 

Congresso já tem 21 projetos de lei sobre franquia na internet

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mas nem tudo são lágrimas… a Anatel pode se omitir,  mas parece que nossos legisladores estão atentos!

 

A cobrança por limite de dados na internet fixa pode não causar o mesmo estrago que a crise política, mas se tornou um tema muito popular no Parlamento brasileiro no último mês e meio. Desde que a Anatel mandou suspender os efeitos de qualquer plano com franquia, a partir de 18 de abril, 21 projetos de lei sobre o tema foram apresentados na Câmara e no Senado.

A abordagem, porém, varia. Até aqui, oito projetos na Câmara obrigam a oferta de planos ‘ilimitados’. Outros nove projetos – sete na Câmara, dois no Senado – proíbem a oferta comercial de planos com franquia. E há ainda quatro propostas que proíbem a suspensão ou a redução das velocidades ao fim do consumo das franquias contratadas.

Um desses quatro foi o primeiro da lista e surgiu por iniciativa popular ainda antes da cautelar anatelina (é de 13/4). Segundo o Senado, que administra o portal e-Cidadania, trata-se da ideia legislativa com adesão mais rápida dessa ferramenta, tendo reunido mais de 20 mil assinaturas em apenas seis dias – o que o transformou em projeto formal na Comissão de Legislação Participativa.

O dia em que a cautelar da agência saiu no Diário Oficial da União, por sinal, também marcou o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Internet Livre e Sem Limites, que reúne 228 deputados e seis senadores – grupo largo o suficiente para acomodar a distância ideológica como a que separa Jean Wyllys (PSOL-RJ) de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). O que também ajuda a explicar a dificuldade do coordenador, JHC (PSB-AL) de costurar os 10 princípios norteadores da Frente, como desejado.

O número de projetos deve aumentar. Nesta semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou a realização de uma audiência pública, em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle, para discutir com a agência reguladora, consumidores e operadoras “a limitação da internet fixa”.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42541&sid=4

 

Anatel se omite, e brasileiros podem ter sua franquia de banda larga ainda pior!

terça-feira, 12 de julho de 2016

 

Franquia de banda larga: Anatel descarta regular ou controlar provedores Internet

 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não vai regular ou controlar os modelos de negócio das empresas prestadoras de acesso à Internet, deixando-as livres para optar entre colocar ou não a franquia de dados, defendeu o presidente da agência, João Rezende, durante o 8º ISP, evento realizado pela Abrint nesta semana em São Paulo. Interferir nos modelos de negócio, alega Rezende, seria um desincentivo à expansão de rede.

O debate sobre franquia de dados ganhou força depois de a Vivo anunciar a intenção de incorporar a franquia na banda larga fixa. Na sua participação na Abrint, o secretário de inclusão digital e internet do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Maximiliano Martinhão, classificou a decisão da tele como uma ‘falha muito grande de comunicação’ que terminou por gerar uma polêmica desnecessária, uma vez que a medida está prevista na legislação.

Após a repercussão, a Anatel proibiu por 90 dias as operadoras de serviços de Internet em banda larga de restringir a velocidade, suspender serviços ou cobrar excedente caso seja ultrapassado limites da franquia. Para Rezende, qualquer alteração nos contratos deve seguir regras claras, mas o presidente da Anatel lembrou que nada impede a cobrança da franquia.

O maior empecilho, destacaram ambos os representantes do governo, é a falta de ferramentas para monitorar o consumo de dados, principalmente, por parte dos usuários. “Melhores mecanismos para detalhar o uso de dados têm de ser apresentados. Os usuários precisam de ferramentas para acompanhar o consumo de dados”, pontuou Rezende, para quem a maioria das empresas provedoras de banda larga fixa não tem hoje capacidade de adotar ferramentas para usuários acompanharem consumo de dados.

“A Internet deixou de ser lazer e passou a ser trabalho, educação, saúde. É normal que as pessoas reajam com a intensidade que foi”, destacou Maximiliano Martinhão. “É fundamental que o consumidor não seja prejudicado e abusos não serão aceitos no processo de estabelecer franquia, mas precisamos entender que o sistema tem de ser rentável”, ressaltou o secretário.

Martinhão disse ainda que o ministério realizou benchmarking para entender os modelos de negócios praticados em outros países. “Não vimos nenhum país que determine que só haja um determinado tipo de plano; existe liberdade e o usuário escolhe o seu em função da característica de consumo e renda escolhe o plano mais adequado”, completou.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42534&sid=4