Ericsson projeta 16 bilhões de dispositivos conectados se juntarão à Internet das Coisas até o fim de 2021

1 de julho de 2016

Há estimativas de que as conexões de dispositivos Iot ultrapassarão celulares em uso em 2018.

Segundo as previsões de pesquisadores da Ericsson, responsáveis pela edição 2016 do Relatório de Mobilidade da companhia, entre 2015 e 2021, o número de dispositivos de Internet das Coisas conectados crescerá 23% anualmente,somando 16 bilhões do total previsto de 28 bilhões de dispositivos conectados até 2021. Os dispositivos de Internet das Coisas conectados deverão superar os celulares como a maior categoria de dispositivos conectados já em 2018.

O relatório define um dispositivo conectado como um objeto físico que possui uma pilha de IP que permite uma comunicação bilateral em uma interface de rede.

Segundo as projeções, em 2021 o undo terá 1,5 bilhões de dispositivos da Internet das Coisas conectados a celulares. Em 2015 eram 400 milhões. O crescimento expressivo será impulsionado pelo maior foco da indústria no padrão 3GPP para suporte a aplicações de IoT nos celulares.

A Europa Ocidental será a líder na adição de conexões de IoT – com projeções de crescimento de 400% até 2021, graças principalmente às aplicações de smart grid, com o uso de medidores inteligentes e à crescente demanda por carros conectados, incluindo a orientação de e-call da União Europeia, que tem a sua implementação planejada para 2018.

“A IoT está crescendo conforme os custos de dispositivos caem e os aplicativos inovadores surgem”, afirma Carla Belitardo, vice- presidente de Estratégia e Sustentabilidade da Ericsson na America Latina e Caribe. A executiva lembra que, a partir de 2020 a implantação comercial das redes 5G oferecerá recursos adicionais essenciais para a IoT, tais como divisão de rede e a capacidade de conectar exponencialmente mais dispositivos do que é possível hoje.”

Smartphones 

Em 2021, as assinaturas de smartphones praticamente dobrarão, passando de 3,4 bilhões para 6,3 bilhões. Segundo o relatório, o número de assinaturas móveis únicas é de 5 bilhões hoje, o que mostra essa o rápido crescimento da tecnologia móvel em um curto período de tempo.

As conexões LTE continuam crescendo de fora acelerada. Só no primeiro trimestre de 2016, 150 milhões de novas assinaturas foram ativadas, atingindo um total de 1,2 bilhões em todo o mundo. E as velocidades de dados de pico de LTE de 1 Gbps deverão estar comercialmente disponíveis já no segundo semestre deste ano, inicialmente para mercados como Japão, EUA, Coreia do Sul e China. Com dispositivos de conexões de1 Gbps, os usuários móveis poderão consumir conteúdo a velocidades de download até dois terços mais rápidas em comparação com a tecnologia atual.

 

Entre o primeiro trimestre de 2015 e o primeiro trimestre de 2016, o tráfego de dados móveis global cresceu 60%, devido ao aumento do número de assinaturas de smartphones e do aumento do consumo de dados por assinante. Até o final de 2021, cerca de 90% do tráfego de dados móveis será de smartphones.

O relatório é otimista também em relação à rápida disponibilidade das redes 5G. O que irá requerer um esforço de harmonização de espectro entre os países que planejam lançamentos antecipados.

Consumo de dados

O material também apresenta uma visão detalhada da mudança dos hábitos dos jovens: o uso de dados móveis de vídeos em smartphones cresceu 127% em 15 meses, considerando 2014 e 2015. Em um período de quatro anos (2011-2015), o tempo gasto assistindo TV e filmes em um aparelho de TV caiu pela metade e o de consumo de TV e vídeo em smartphones cresceu 85%. Essa tendência e o fato que essa geração de usuários são os maiores consumidores de dados para streaming de vídeo em smartphone – somando as conexões wi-fi e as celulares -, torna-os o grupo mais importante a ser analisado pelas operadoras.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/conexoes-de-dispositivos-iot-

ultrapassarao-celulares-em-uso-em-2018

 

Estratégia e Negócios – Por que ainda não pensei em TI ??

30 de junho de 2016

Algumas organizações ainda não compreenderam, ou não querem perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve.

Então, como gerenciar a operação de TI em um mundo digital ?

A transformação digital é o conceito do momento. Embora muito comentada por executivos e profissionais de TI, são poucas as empresas que, de fato, são totalmente digitais. É um engano pensar que temos que nos preparar para esta transformação como se fosse algo que tivesse uma data certa para chegar, pois ela já acontece. O que algumas organizações ainda não compreenderam, ou talvez não queiram perceber, é que sua indústria ainda não foi afetada, mas será em breve. E essa mudança pode vir de um concorrente que não seja do mesmo mercado ou que ainda nem exista.

Mas afinal, o que é transformação digital? Não é simplesmente ter um app no smartphone ou mover todos os seus dados para a nuvem. A transformação digital é uma mudança de mentalidade, onde a TI não é mais uma área de apoio e, sim, o cerne da empresa.

Neste cenário, o nível executivo de TI fica em uma encruzilhada, onde a área deve manter seus serviços antigos em funcionamento e sendo atualizados mas, por outro lado, precisa ser leve, flexível e rápida, para entregar novos serviços em plataformas e formatos diferenciados.

Este é o modelo bimodal – duas TIs com objetivos e resultados diferentes. E como a empresa terá duas equipes e dois ambientes produtivos? Os desafios já não são suficientemente grandes para apenas uma TI? Talvez, agora, a transformação digital não pareça assim tão fácil.

O caminho para as operações de TI suportarem a transformação digital é garantir que algumas capacidades básicas sejam colocadas em prática, como interatividade e facilidade de uso para os clientes e funcionários, por exemplo. Afinal, eles utilizam aplicativos ‘Google-like’ que respondem perguntas e interagem utilizando o comportamento e a localização. Ao mesmo tempo, outra capacidade fundamental é atuar em ambientes heterogêneos, utilizando o que há de melhor em cada um deles, como por exemplo, a escalabilidade das nuvens públicas tais quais Amazon (AWS) e Microsoft (Azure), sem perder os investimentos no ambiente privado (físico e virtual).

Obviamente, existem capacidades que hoje são praticadas em silos e, a partir de agora, terão que cobrir todo o ciclo de vida dos serviços de negócios, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM) e de segurança e conformidade. Estas capacidades devem atender aquelas duas TIs e responder adequadamente aos seus requisitos.

Todas essas questões só podem ser facilitadas com o uso sistemático e estruturado de automação, que não se atenha a um produto ou fabricante, mas que permita o atendimento da TI em suas operações diárias e pense nas inovações do futuro. Este processo de automação irá amadurecer à medida que o mercado mudar e novos desafios forem encontrados, mas sempre melhorando. E irá, também, permitir que diversas destas capacidades se integrem e atuem como um sistema inteligente e autônomo, quando possível. Pode parecer surreal, mas é o que várias empresas estão colocando em prática. Ao invés de gastar horas em salas de crise, elas estão implantando sistemas que identificam, priorizam e, em alguns casos, autor-remediam seus ambientes.

A empresa que pensa como cliente e automatiza seus processos não lucra apenas ao oferecer confiança, custo, credibilidade e segurança diferenciados; ela ganha também ao obter fidelização, capacidade de gerenciar mais usuários e expandir seus serviços para novos mercados. Tudo isso feito por meio de tecnologias já disponíveis e com base na infraestrutura tecnológica das companhias – importantes atalhos para a transformação digital.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/como-gerenciar-operacao-de-ti-em-um-mundo-digital

 

Consumo Sustentável – A vida útil dos computadores

29 de junho de 2016

Em cinco anos, metade dos computadores apresentará algum defeito, afirma Idec e Market Analysis em pesquisa inédita sobre o desempenho e durabilidade de aparelhos eletroeletrônicos na visão do consumidor

 

Dentre os dez produtos analisados, computadores e celulares são os que apresentam a maior frequência de problemas de funcionamento. E, em média, os consumidores esperam uma vida útil de 2 a 3 anos a mais do que de fato os aparelhos apresentam. 
Pesquisa sobre ciclo de vida de aparelhos eletrônicos realizada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e pelo Instituto de Pesquisa Market Analysis demonstra que a satisfação sobre o desempenho e durabilidade dos produtos eletroeletrônicos é menor com relação aos celulares, que também está, junto com o computador, entre os aparelhos que têm maior frequência de problemas de funcionamento.
Apresentaram defeito ao menos uma vez, num tempo médio de uso:
Combinando o tempo de posse dos aparelhos com o número de problemas relatados neste período, o resultado é que, em média, a cada cinco anos, 51,6% de todos os computadores e 42,3% de todos os celulares do país apresentarão algum defeito. Este dado objetiva a obsolescência funcional programada, isto é, a durabilidade planejadamente reduzida dos aparelhos como indutor das vendas.
Os dados corroboram as informações do Sindec – Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que reúne os atendimentos de 279 Procons do país – dos últimos sete anos, período no qual ambos os produtos lideraram as reclamações.
Mesmo assim, 70% dos brasileiros dizem que estão satisfeitos com aparelhos eletroeletrônicos que possuem. A elevada satisfação com os aparelhos eletrônicos está relacionada à ocorrência de um problema de funcionamento com o aparelho. É mais comum encontrar consumidores satisfeitos enquanto esses não vivenciaram problemas com os aparelhos eletrônicos que possuem. Havendo um único problema com os aparelhos, a satisfação já apresenta queda.
“Existe o que poderíamos qualificar como uma assimilação conformada do consumidor frente às estratégias da indústria e da propaganda, já que ele percebe “em abstrato” que os aparelhos deveriam durar mais, mas está satisfeito com a durabilidade e desempenho de seu aparelho”, considera João Paulo Amaral pesquisador do Idec.
“Os consumidores conciliam suas aspirações a um aparelho menos descartável com sua realidade de troca do mesmo ajustando suas expectativas de durabilidade e expressando uma satisfação com o aparelho que a troca parece desmentir”, comenta o diretor do Instituto de Pesquisa Market Analysis, Fabián Echegaray.
Os segmentos com menor renda disponível para o consumo descartável – os jovens e os de classe mais baixa – valorizam mais a durabilidade dos produtos e, portanto, expressam mais intensamente a sua frustração quando se defrontam com problemas de obsolescência funcional.
“O dado surpreende porque, por razões óbvias, o vendedor não deveria ser considerada uma fonte isenta para esta informação. De toda forma, é interessante ver como sites e fóruns especializados no assunto também são fontes relevantes aos consumidores”, avalia João Paulo.
Como foi feita a pesquisa
Foram entrevistados, por telefone, 806 homens e mulheres, de 18 a 69 anos, de diferentes classes sociais das seguintes cidades: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP). O número de entrevistados em cada capital foi proporcional à população de cada capital. O levantamento foi feito entre agosto e outubro de 2013. A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos.
 Para mais informações e gráficos, leia mais em:  http://www.idec.org.br/consultas/teste-e-pesquisa/

em-cinco-anos-metade-dos-computadores-apresentara-algum-defeito

 

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação – A Produtividade e a Redução de Custos como fatores decisivos

29 de junho de 2016

 

De acordo com estudo, redução de custos e aumento de produtividade motivam investimentos em TI

 

Os investimentos em TI foram impactados pela instabilidade econômica em 2015 – registraram um crescimento inferior dos dois últimos anos – mas ainda assim houve um crescimento de 3,01%, com foco na redução de custos e no aumento da produtividade, revela estudo do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Em 2014, o crescimento foi de 4,48% e de 5,97%, em 2013.
Coordenado pelo professor Alberto Luiz Albertin, o “Estudo sobre o Efeito da Crise Econômica nos Gastos e Investimentos em Tecnologia de Informação” analisou como as empresas direcionam seus gastos e investimentos em TI considerando a situação atual e tendências do mercado; suas próprias características, estratégias e situações; perfil e demandas dos indivíduos internos e externos; e disponibilidade, assimilação e tendências da própria tecnologia.

“A crise econômica influencia estes direcionadores, em especial o mercado e a própria organização, incluindo neles os indivíduos como colaboradores e como clientes. Esta influência se dá no nível de gasto e investimento realizado, e no benefício esperado pelo uso de Tecnologia de Informação”, explica Albertin.

Entre os resultados obtidos, destacam-se:

Gastos e Investimento em Tecnologia de Informação: as empresas aumentaram seus gastos e investimento em Tecnologia de Informação no ano de 2015, porém num nível bem inferior ao período anterior. O crescimento médio foi de 3,01%, contra 4,48% em 2014 e 5,97% em 2013. O índice de 2015 foi um pouco menor do que em 2009, quando tivemos outra crise econômica.

Benefícios do Uso de Tecnologia de Informação para os Negócios: As empresas focaram o uso de Tecnologia de Informação principalmente em redução de custo e aumento de produtividade em 2015.

Crise ou Recuperação em 2016:  A evolução da crise econômica em 2016 vai afetar o nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação. No cenário de continuidade ou agravamento da crise, o crescimento do nível de gastos e investimentos em Tecnologia de Informação vai diminuir ainda mais. Se houver algum nível de recuperação, o crescimento deve ser similar ao de 2015.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/

sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42272&sid=16

Produtos da Grandstream recebem o certificado da Anatel no Brasil

28 de junho de 2016

Em Novembro de 2015 a Grandstream anúnciou, com mérito, a conquista da certificação de uma variedade de telefones IP da Grandstream, como IP com Vídeo, IP para Soluções Empresariais e IP para Pequenas Empresas através da ANATEL.

Mas muitos profissionais ainda não se deram conta de que os Produtos da Grandstream possibilitam maior eficiência no dia-a-dia corporativo !

Com tal certificação, os parceiros no Brasil, podem distribuir e utilizar os produtos da Grandstream na sua região e começar a tirar proveito dos seus benefícios.

 

A linha de produtos da certificação inclui:

 

  • GXV3240 Telefone IP Android com Video
  • GXV3275  Telefone  IP  Android com Video
  • GXP2160   Telefone IP Corporativo
  • GXP2140   Telefone IP Corporativo
  • GXP2130    Telefone IP Corporativo
  • GXP1620/1625 Telefone IP para pequenos negócios
  • GXP1610 Telefone IP para pequenos negócios

Para saber mais acerca desta certificação e dos produtos, visite o  comunicado de imprensa na pagina.

 

A Maxlan também pode te atender em estruturas de multiplataforma digital, com infraestrutura, assessoria e assistência técnica !

Consulte-nos !

 

 

 

Diante do atual cenário economico nacional, Lenovo opta por transferir suas operações de Itu para Indaiatuba

16 de abril de 2016

Este mês a Lenovo informou aos clientes e parceiros comerciais, via e-mail, que estaria redimensionando sua capacidade fabril no Brasil, transferindo as operações de Itu para um novo complexo em Indaiatuba, no interior de São Paulo.

De acordo com o informativo, a mudança foi escolhida considerando o cenário econômico do país, o segmento mercadológico de PCs e a sustentabilidade dos negócios da companhia, que está interessada em evitar demissões e manter as mesmas características de logística e mão de obra utilizadas atualmente, além de manter a qualidade e eficiência de produção.

A pretensão é que a fábrica em Itu continue operando até que a nova planta esteja qualificada, o que está previsto para o dia 1° de agosto.

Tal decisão vem para reafirmar o compromisso da Lenovo com o Brasil, marcando um novo momento da companhia no mercado nacional, adequando sua capacidade fabril para atender melhor seus consumidores – tanto no setor de varejo como no corporativo – ao mesmo tempo em que continua a investir em inovação para seus produtos mantendo-se competitivos.

Confira o texto na íntegra, na imagem:

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LogMeIn encerra suporte técnico para Windows XP e Server 2003 – o fim da compatibilidade operacional será em Maio!

15 de abril de 2016

A LogMeIn anunciou em seu Blog Oficial que encerrá em 30 de Maio de 2016 o suporte técnico ao aplicativo que estiver funcionando nos sistemas operacionais Windows XP e Server 2003.
Tal medida segue uma decisão estratégica da Microsoft que em 2014 encerrou o suporte ao XP e em 2015, ao Server 2003, além de argumentar que há uma vulnerabilidade na codificação do Internet Explorer, muito utilizado em tais sistemas operacionais.

A notícia surpreende, mas esclarece que o aplicativo continuará funcionando, contudo, o suporte técnico não mais atenderá solicitações relacionados a tais configurações, não podendo assim, garantir a conexão remota e o controle satisfatório do acesso remoto, bem como não realizará novas atualizações.

A equipe do aplicativo encoraja aos usuários apaixonados por LogMeIn que considerem um upgrade de sistema operacional.

Para garantir um serviço ininterrupto, verifique se os seus computadores hosts e clientes estão executando um sistema operacional compatível: Windows 10, 8.1, 8, 7, Vista; Windows Server 2008 ou Superior; Max OS X 10.7 (Lion) ou Superior.

fonte: https://blog.logmein.com/it-management/windows-xp-server-2003-support-faqs

 

 

 

 

 

 

 

 

logmeIn

Mudança de Liderança na TeamViewer

9 de novembro de 2015

Desde o início de maio de 2015, a TeamViewer tem um novo diretor.

Andreas König tem sido recentemente membro do comitê executivo da empresa de telecomunicação suíça Swisscom e substituirá Holger Felgner que está indo para o conselho consultivo. Leia qual a visão e as ideias de Andreas König nessa entrevista.

Para ver a entrevista, acesse: https://blog.teamviewer.com/feedback-teamviewer/?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BInterview&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

Fonte: TeamViewer

Estudo de Caso – TeamViewer

8 de novembro de 2015

Quando as pessoas ouvem a palavra “suporte”, elas pensam em um fornecedor de serviços de TI. Porém, o suporte de TI é uma área integrada a quase todos os setores. O TeamViewer, com um software completo para manutenção remota e reuniões online, é usado em todas as áreas. Saiba mais sobre as diferentes áreas de aplicação em que o TeamViewer é usado. Você ficará surpreso. Você sabia que, por exemplo, que o TeamViewer otimiza os processos em hospitais?

Um relato bacana está disponível em inglês : https://blog.teamviewer.com/optimizing-hospital-processes-with-teamviewer/?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BCasestudy&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

fonte: TeamViewer

Plugin para Jira

7 de novembro de 2015

Os desenvolvedores irão amar a integração do TeamViewer ao software de rastreamento de projetos JIRA!

No futuro, os desenvolvedores irão conectar-se uns aos outros remotamente. Você pode ver quais usuários estão online e conversar com eles diretamente no JIRA—através do bate-papo, videochamada, sessão de suporte remoto ou de uma apresentação. Com a integração completa, você pode solucionar problemas e discuti-los com seus colegas, simplificando a colaboração da equipe.

Mais infos: https://integrate.teamviewer.com/pt/integrate/jira/index.aspx?utm_source=TV-Newsletter-pt&utm_medium=Email&utm_campaign=TeamViewerNewsletterQ32015&utm_content=Content%2BLink%2BJira&pid=news.TeamViewerNewsletterQ32015

Fonte: TeamViewer