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Projeto do Google é ambicioso na tecnologia em hardware

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Projeto do Google pode definir padrão para a tecnologia

A aposta do Google no design modular vai muito além da oferta de mais uma opção de smartphone num mercado já saturado. Segundo especialistas consultados pelo Estado, o gigante das buscas pode transformar o Ara em uma espécie de padrão para que outras fabricantes possam desenvolver seus próprios chassis e módulos de acordo com seus interesses. Procurado, o Google não comentou o projeto.

“A plataforma tem que ser aberta porque não é viável para o fabricante produzir todos os módulos sozinho”, diz Jó Ueyama, professor do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (USP).

O Google não é o único que tenta criar uma plataforma de hardware aberta. A Lenovo, por exemplo, vai permitir que outros fabricantes desenvolvam módulos extras para o Moto Z, quando o produto estiver no mercado. Por enquanto, o smartphone tem somente três opções de módulos – um projetor, uma bateria extra e um alto-falante – desenvolvidos em parceria com outras empresas.

O esforço da empresa, porém, acontece apenas na direção de estimular que terceiros desenvolvam módulos para seu smartphone; a companhia não pretende tornar as configurações dos módulos compatíveis com aparelhos de terceiros.

“É improvável que uma fabricante defina um padrão. O mercado é muito competitivo e elas não querem cooperar entre si”, diz Eduardo Pellanda, professor de comunicação digital da PUC-RS. “Já o Google poderia propor um padrão de hardware que se comunicasse diretamente com o sistema operacional.”

A definição de uma plataforma padrão para dispositivos modulares é importante para que os módulos sejam fabricados em escala e para que diferentes fabricantes produzam módulos e aparelhos modulares compatíveis entre si.

Novo mercado. Assim como o surgimento das lojas de aplicativos levaram vários desenvolvedores a criar aplicações para dispositivos móveis, o mesmo pode ocorrer com a definição de um padrão para smartphones modulares. A diferença é que esse mercado estaria centrado no hardware, não no software.

Se o Projeto Ara se tornar um padrão, o Google pode tentar repetir o sucesso do sistema operacional Android, que hoje está presente em 80% dos smartphones em todo o mundo. Como a aposta é arriscada, o projeto também pode terminar engavetado como o óculos inteligente Google Glass. Mesmo após inaugurar a categoria de eletrônicos que podem ser “vestidos” pelos usuários, ele foi descontinuado em 2015.

Mesmo assim pode não ser o fim da linha para o conceito modular. Para o analista do Gartner, Tuong Nguyen, os smartphones não são os dispositivos mais adequados para isso. “Talvez a tecnologia fosse melhor aplicada em tablets e carros, pois seria mais fácil customizá-los para os usuários.”

 

 

Fonte: http://link.estadao.com.br/noticias/gadget,projeto-do-google-pode-definir-padrao-para-a-tecnologia,10000063462

LogMeIn encerra suporte técnico para Windows XP e Server 2003 – o fim da compatibilidade operacional será em Maio!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A LogMeIn anunciou em seu Blog Oficial que encerrá em 30 de Maio de 2016 o suporte técnico ao aplicativo que estiver funcionando nos sistemas operacionais Windows XP e Server 2003.
Tal medida segue uma decisão estratégica da Microsoft que em 2014 encerrou o suporte ao XP e em 2015, ao Server 2003, além de argumentar que há uma vulnerabilidade na codificação do Internet Explorer, muito utilizado em tais sistemas operacionais.

A notícia surpreende, mas esclarece que o aplicativo continuará funcionando, contudo, o suporte técnico não mais atenderá solicitações relacionados a tais configurações, não podendo assim, garantir a conexão remota e o controle satisfatório do acesso remoto, bem como não realizará novas atualizações.

A equipe do aplicativo encoraja aos usuários apaixonados por LogMeIn que considerem um upgrade de sistema operacional.

Para garantir um serviço ininterrupto, verifique se os seus computadores hosts e clientes estão executando um sistema operacional compatível: Windows 10, 8.1, 8, 7, Vista; Windows Server 2008 ou Superior; Max OS X 10.7 (Lion) ou Superior.

fonte: https://blog.logmein.com/it-management/windows-xp-server-2003-support-faqs

 

 

 

 

 

 

 

 

logmeIn

Perto do fim, Windows XP roda em 95% dos caixas eletrônicos do mundo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O sistema operacional da Microsoft Windows XP, que terá seu suporte encerrado pela empresa em 8 de abril – 12 anos após o lançamento – opera em 95% dos caixas eletrônicos do mundo. As informações são da NCR, maior fornecedora dos equipamentos nos Estados Unidos. De acordo com o The Verge, o fim do suporte ao sistema operacional – que roda por baixo do software que os bancos criam para a interação com os clientes – deixará as empresas que ainda usam o Windows XP – assim como os caixas eletrônicos que ainda rodam o programa – suscetíveis a falhas e a ataques.

A Microsoft vem alertando sobre o prazo do fim do suporte há dois anos, mas a indústria de caixas eletrônicos tem reação lenta ao upgrade nos seus sistemas. A maioria das máquinas deve mudar para o Windows 7, mas empresa de software para caixas eletrônicos KAL prevê que apenas 15% das máquinas nos Estados Unidos terá o sistema operacional atualizado em abril. Isso deixa milhares de máquinas executando o software sem suporte. No entanto, muitas empresas devem optar pela compra de contratos de suporte personalizados com a Microsoft para prolongar a vida do Windows XP.

Terra

Novo malware que rouba dados tem como alvo usuários de Mac

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Pesquisadores do SophosLab divulgaram nesta semana a descoberta de um novo tipo de ataque, com foco especial em usuários de Macs. A ameaça consiste em um e-mail de “entrega não efetuada”, enviado por uma suposta empresa de correios e apresentando um link para download – que curiosamente identifica o sistema operacional usado pela vítima.

A tática do e-mail falso não é exatamente nova, mas nesse caso, o diferencial é exatamente esse uso de uma “URL inteligente”. Explicando melhor, caso o endereço falso seja aberto no Firefox ou no Chrome do Windows, por exemplo, um arquivo ZIP será baixado – e se aberto, instalará uma variável do malware Zeus na máquina. Mas se o mesmo link for carregado especificamente no Safari do Mac, um item compactado alternativo, com outro conteúdo, aparecerá nos downloads.
A parte mais preocupante, no entanto, é que o OS X Mavericks (versão mais recente do sistema da Apple) descompacta os arquivos baixados automaticamente por padrão, como aponta o blog NakedSecurity. Isso faz com que ele seja mostrado como um PDF na pasta de downloads do Mac – o que, segundo os especialistas, funciona apenas como “disfarce”.

Ao tentar abri-lo para checar os dados da suposta entrega, o usuário é avisado pelo sistema de que o PDF não é um documento de fato, e sim uma aplicação – que conta até mesmo com uma assinatura de “legitimidade”. Se a vítima resolver ignorar o alerta e prosseguir com a abertura, um processo chamado “foung” será executado em segundo plano.

A ameaça funciona mais ou menos como a que afeta o Windows, e é identificada pelos antivírus como LaoShu-A. Sua função principal, segundo os especialistas da Sophos, é roubar dados, com códigos dedicados a “procurar por arquivos com extensões como DOC, DOCX, XLS, XLSX, PPT e PPTX”, zipá-los e enviá-los para servidores operados pelos invasores. Ele também é capaz de baixar novos arquivos e até rodar comandos remotos.

Evitar o malware não é difícil, no entanto. Para começar, o e-mail que chega à caixa de entrada do usuário estará em inglês. Portanto, você já poderia ignorá-lo caso não tivesse comprado nada no exterior. O texto também traz erros ortográficos, como nota a Sophos, e o arquivo PDF que vem dentro do ZIP não é um documento, como alerta o sistema. Ou seja, é preciso ser bem descuidado para ser uma vítima – mas as consequências são grandes.

Gustavo Gusmão, de INFO Online