Arquivo de julho de 2016

O mercado global de serviços de voz sobre IP, VoIP, vai valer US$ 193,9 bilhões em 2024, segundo um novo relatório da consultora Persistent Market Research.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

 

No ano passado, o mercado de VoIP valeu US$ 85 bilhões, o que antecipa um crescimento de 9,5% ao ano até 2024. Os principais players são, segundo a PMR, a Vonage Holdings Corporation, 8×8, ShoreTel Nextiva, RingCentral, West Corporation, Verizon Communications, Thinking Phone Networks, Inphonex e Phone Power.

Neste momento, o mercado de serviços é impulsionado sobretudo por fatores como baixos custos de manutenção, maior flexibilidade e baixos requisitos em termos de suporte. O relatório também menciona a crescente penetração do acesso à internet nas cidades e áreas semi-urbanas

No entanto, refere, a flutuação na qualidade do acesso à internet pode afetar o crescimento do mercado. Durante as horas de pico, a rede pode estar congestionada, e tal é um dos principais obstáculos possíveis ao crescimento do mercado de serviços VoIP

A região com maior peso neste mercado será a Ásia-Pacífico, imediatamente seguida pela Europa. No velho continente, o crescimento será atribuído sobretudo à introdução de um grande número de empresas de pequena e média dimensão. Por outro lado, a expansão do mercado de comunicações unificadas na Bélgica deverá suportar o alargamento do mercado na Europa, diz a PMR. A taxa de crescimento anual será de 8,4%, em termos de receitas.

No entanto, é na América Latina que se encontram as taxas de crescimento mais rápido, prevê a consultora. Na América do Norte, que em 2015 teve um peso global de 27%, a expansão será moderada. “A adoção crescente de políticas ‘bring your own device’ (BYOD) é um grande fator que irá impulsionar o mercado de serviços”, lê-se no relatório.

O segmento das chamadas internacionais de longa distância dará o maior contributo em termos de valor já no final deste ano, seguido das chamadas locais.

No que respeita a usuários, o segmento dos clientes individuais crescerá mais rapidamente, a uma taxa de 9,2% ao ano.
Leia mais em http://www.bitmag.com.br/2016/05/mercado-de-servicos-voip-vai-valer-us-194-bilhoes-em-2024/#tiZ1oAiX31wq9QpZ.99

 

Porto Maravilha no Rio de Janeiro – Zona Portuária tem projeto para reestruturar infraestrutura de telecomunicações

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A Prefeitura do Rio de Janeiro, a TCR Telecom, a Avaya e a First Tech se uniram para reestruturar a infraestrutura de telecomunicações da zona portuária da cidade maravilhosa. O projeto, chamado de Porto Maravilha, proveu ao local rede rápida e 100% em fibra óptica e permitiu a melhoria dos processos de comunicação, que agora está preparada para suportar novos postos de trabalho e atender à demanda de grandes eventos.

Do ponto de vista da estrutura de telecomunicação, todo o Porto Maravilha está sendo cabeado com rede 100% em fibra óptica, estendendo-se ao longo de 95,5 km de malha subterrânea de dutos. A TCR, prestadora de serviços de telecomunicações e responsável por distribuir fibra para a região, se interconecta com as companhias de Telecom e leva os serviços até casas e escritórios. A empresa, após avaliar as opções de mercado, escolheu a Avaya e a integradora First Tech para implementar e gerenciar a infraestrutura de rede.

Segundo Carlos Bertholdi, diretor geral de Vendas de Serviços Estratégicos da Avaya para região de Américas Internacional, os serviços oferecidos são de alta performance e englobam aplicações de vídeo, voz e dados de todas as operadoras que atuam no porto. “Conseguimos desenvolver um projeto totalmente customizado e aderente às necessidades da região”, diz.

Para dar inteligência a toda essa estrutura, permitindo assim a construção de um ambiente multisserviço, capaz de suportar o tráfego de voz, vídeo e dados, a solução adotada foi a Avaya Fabric Connect. Por meio de uma rede única e simplificada, a plataforma otimiza a configuração e gestão do ambiente, permitindo simplificar a rede, reduzir o custo operacional e implementar serviços mais facilmente.

Para que a região conseguisse de fato expandir sua rede foram construídos três pontos de presença, sendo dois deles para data center. Dentro dessa infraestrutura, o Fabric Connect possibilitou a integração de múltiplas aplicações. Toda essa interação é estruturada em apenas uma sala, que armazena as informações do sistema e permite um gerenciamento mais assertivo.

De acordo com Alfredo de Moraes Neto, engenheiro de Sistemas da First Tech, essa integração de múltiplas aplicações que a rede permite foi um dos desafios e, ao mesmo tempo, um dos diferenciais do projeto, uma vez que o ambiente não mistura o tráfego das diversas redes VLAN.

Ele explica que cada prestadora de serviço de telecom opera com sua própria rede VLAN e, na infraestrutura desenvolvida pela First Tech e Avaya, todas essas redes passam por uma mesma e única fibra, chegando ao consumidor final por meio de um device que serve para qualquer operadora, facilitando assim a configuração. “Outro grande benefício do projeto é a redução de custo pois exige menos equipamentos e investimentos futuros”, lembra ele. Hoje a First Tech continua com atuação junto ao Porto Maravilha, prestando serviços de recuperação e suporte de equipamentos.

 

Fonte: http://ipnews.com.br/zona-portuaria-de-rj-ganha-nova-infra-de-rede/

Previsão de crescimento nas vendas de Smartphone até o final de 2016 !

quarta-feira, 20 de julho de 2016

A previsão é positiva para a indústria de smartphones !

 

Os fabricantes de smartphones venderão 3% mais smartphones este ano do que venderam em 2015, no mundo. A previsão é da IDC, que publicou hoje, 02, uma revisão de suas estimativas anuais. A consultoria acredita que, até o final de dezembro, a indústria vai remeter a distribuidores e varejo 1,48 bilhão de aparelhos. Desse total, 83,7% será Android e 15,3%, iOs.

O relatório indica, ainda, crescimento de 6,2% nas vendas dos aparelhos Android, retração de 2% nas vendas da Apple, e de 61,6% dos smartphones Windows. Até 2020, haverá crescimento médio anual de 5%. Naquele ano, serão vendidos 1,84 milhões de smartphones. A fatia Android vai crescer para 85,1%, e a do iPhone vai cair para 14,5%. O resultado será o quase desaparecimento de sistemas operacionais alternativos a estes dois. O Windows Phone será o único que ainda existirá, mas terá apenas 0,4% do mercado mundial de smartphones.

 

fonte: http://www.telesintese.com.br/industria-vendera-148-bilhao-de-smartphones-em-2016-preve-idc/

Maior Universidade de País, USP, vai criar laboratório experimental de Indústria 4.0

terça-feira, 19 de julho de 2016

 

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) aprovou em maio, a criação da Fábrica do Futuro Poli, um laboratório para os alunos terem aulas práticas da Indústria 4.0. A inauguração do espaço está prevista para março de 2017 e, atualmente, a instituição de ensino verifica quais equipamentos serão precisos para, em seguida, preparar as licitações.

A expectativa é que o laboratório dê aos alunos de engenharia uma experiência prática com a Indústria 4.0, conceito de linha de produção que opera a partir de robôs e softwares de inteligência artificial. “Atualmente, os alunos já estudam Internet das Coisas, sensoriamento e tecnologia em geral, a depender da área de engenharia. Com a Fábrica do Futuro, a didática será expandida”, diz Eduardo Zancul, professor de Engenharia de Produção da USP.

A Fábrica do Futuro Poli terá infraestrutura parecida com a demonstração da Feimec, noticiada no Portal IPNews no início do mês. Zancul, que também é coordenador do InovaLab@POLI e compareceu à feira, diz que o laboratório da Poli terá menos robôs que a linha de produção da Feimec, tendo mais interação humana. “Em compensação, trabalharemos um produto mais complexo”, afirma.

O produto a ser trabalhado será um skate com os alunos podendo escolher o tamanho do shape e sua estilização, as cores das rodinhas, entre outras características. A diferença entre as “pequenas fábricas” é que a USP não contará com um robô de metrologia, que verifica a dimensão da peça. Além disso, a montagem do skate será feita manualmente, conforme diz Zancul.

Perfil do profissional da nova indústria

Para o professor, a automação e a conectividade ganham grande importância na Indústria 4.0. Assim sendo, o profissional deverá buscar certificações e conhecimentos na área de eletrônica e tecnologia da informação (TI).

“Ao contrário do modelo atual de produção padronizada em larga escala, a Indústria 4.0 trabalha para produzir itens personalizados, sendo necessário entregar os produtos mais rápido”, afirma Zancul. “Dessa forma, é necessário que o profissional tenha tomada de decisão para corrigir qualquer problema que aconteça na linha de produção e não atrasar a entrega.”

 

 

 

Fonte: http://ipnews.com.br/usp-vai-criar-laboratorio-experimental-de-industria-4-0/

 

 

A manufatura avançada ainda engatinha no Brasil

segunda-feira, 18 de julho de 2016

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou a primeira pesquisa nacional sobre adoção de tecnologias digitais relacionadas à era da manufatura avançada, a chamada indústria 4.0.

A nova lógica de produção se refere à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor dos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso, e envolve a criação de novos modelos de negócio, produtos e serviços a eles atrelados.

No entanto, a pesquisa da CNI mostra que as empresas brasileiras ainda não levam o conceito para toda a cadeia. O estudo ouviu 2.225 empresas de todos os portes e foi feito em janeiro de 2016.

De acordo com a CNI, a maior parte dos esforços feitos pela indústria no Brasil ainda está na fase dos processos industriais: 73% das empresas que afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital, fazem isso na etapa de processos.

Outras 47% utilizam ferramentas digitais na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e apenas 33% em novos produtos e novos negócios.

A pesquisa mostra também que a indústria brasileira, em um primeiro momento, otimiza processos para, só então buscar aplicações mais voltadas ao desenvolvimento, a produtos e novos modelos de negócios.

Segundo o gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca, considerando que a indústria brasileira precisa competir globalmente e que se encontra atrás nessa corrida, é preciso saltar etapas. Para ele, o esforço de digitalização precisa ser realizado simultaneamente.

A pesquisa mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que pode ter sobre a competitividade. O desconhecimento é significativamente maior entre as pequenas empresas (57%).

Na avaliação da CNI, é preciso aproximar especialistas e indústria para ampliar o conhecimento sobre a mudança de patamar da indústria. Além disso, destaca, o governo pode contribuir para o aumento da digitalização promovendo a infraestrutura digital, estimulando a capacitação profissional e a criação de linhas de financiamentos específicas.

A pesquisa mostra que pouco menos da metade das empresas industriais utiliza pelo menos uma das dez tecnologias digitais listadas na pesquisa, como automação digital sem sensores; prototipagem rápida ou impressão 3D; utilização de serviços em nuvem associados ao produto ou incorporação de serviços digitais nos produtos.

Para 66% das empresas, o custo de implantação é a principal barreira interna à adoção de tecnologias digitais.

 

Fonte: http://www.baguete.com.br/noticias/31/05/2016/industria-4-0-engatinha-no-brasil

 

 

Os Correios atuando como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual ? Isso é possível?

domingo, 17 de julho de 2016

 

Parece que sim !

Os Correios e a EuTV (Surf Telecom) assinaram nesta segunda-feira, 30, o contrato de representação que permitirá à estatal atuar como operador de telefonia móvel por meio de rede virtual (MVNO) no modelo credenciado. De acordo com a empresa, o lançamento comercial do serviço está previsto para o primeiro trimestre de 2017.

A EuTV, criada no Brasil em 2007, possui várias iniciativas no mercado móvel nacional – ela mesma é uma MVNO autorizada e que já tem três projetos de serviços móveis credenciados e protocolados na Anatel. A operadora usa a rede da TIM, mas em breve terá uma parte própria da infraestrutura: a empresa adquiriu no leilão de sobras realizado pela Anatel no ano passado a frequência de 2,5 GHz em São Paulo. Atualmente, o contrato de compartilhamento entre a EuTV e a TIM abrange não só a infraestrutura, mas as frequências em 2G, 3G e 4G.

Possui ainda experiência em Angola como segunda operadora de telefonia móvel a atuar naquele país, com soluções que vão ao encontro do objetivo dos Correios:  desenvolver planos de serviços simples, que sejam fáceis de entender e de utilizar, segundo requer a estatal.

A empresa ressalta por fim que, com a MVNO, serão desenvolvidos serviços de valor agregado (SVA) que procurem facilitar o dia a dia dos clientes dos Correios nos diferentes segmentos de negócios, incluindo o postal, o financeiro, o de encomendas e o de logística integrada.

 

As expectativas são grandes !

 

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/30/05/2016/

mvno-dos-correios-sera-lancada-ate-marco-de-2017/440522/news.aspx

O Crescimento nas transações realizadas por meio de dispositivos móveis no Brasil denunciam: o Mobile Banking conquistou o Brasileiro!

sábado, 16 de julho de 2016

Depois das facilidades trazidas pelos serviços oferecidos via Internet, agora chegou a vez do mobile banking conquistar o coração dos brasileiros. Aos poucos, os smartphones revolucionam a forma como as pessoas se relacionam com o setor financeiro.

Segundo dados da Febraban, o número de transações realizadas através de dispositivos móveis no Brasil saltou de 4,7 bilhões para 11,2 bilhões entre 2014 e 2015. O volume representa um aumento brutal da ordem de 138%.

A escalada da mobilidade no setor financeiro foi intensa, ainda mais se considerarmos que esse canal registrava menos de 1% do total de operações realizadas em 2012. Atualmente, já responde por 21% dentre um total de 54 bilhões de transações realizadas nos 17 maiores bancos em atividade no País.

Grande parte (95%) das operações realizadas através do mobile banking no ano passado são classificadas como movimentação não financeira, ou seja, referem-se a serviços de consulta de saldos e extratos, por exemplo.

Apesar disso, o telefone celular se consolidou como ferramenta de relacionamento entre correntistas e seus bancos. “O cliente pede e se mostra cada vez mais interessado na utilização desse canal”, enfatiza Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, projetando que o uso acentuado da mobilidade se mantenha forte pelos próximos anos.

O executivo baseia suas apostas nas estimativas do IBGE, que estima que 40% dos brasileiros possuem um smartphone atualmente. Esse percentual deve subir para 65% em 2020. “Isso mostra espaço para o serviço avançar”, resume, citando que atualmente, 33 milhões de brasileiros usam mobile banking.

Vetor digital

Considerando todos os canais eletrônicos (web, mobile e POS), o digital respondeu por 69% das transações registradas nos bancos brasileiros em 2015. O internet banking registrou 17,7 bilhões de transações no último ano, pouco abaixo das 18 bilhões verificadas em 2014. A representatividade do canal caiu de 37% para 33%, talvez influenciada pelo avanço da mobilidade.

Porém, segundo Fosse, mais pessoas têm utilizado a rede mundial de computadores para se relacionarem com instituições financeiras no Brasil. “Tivemos um crescimento de 6 milhões de contas correntes que passaram a utilizar o canal entre 2014 e 2015”, cita o executivo, apontando que, atualmente, 62 milhões de brasileiros usam internet banking.

“A tecnologia se mostra um grande indutor da bancarização no Brasil”, avalia Fosse, comentando que 89,6% dos brasileiros já se relacionam com o sistema financeiro tradicional. Para suportar os avanços dos canais eletrônicos, a indústria investe pesado em TI. No último ano, o segmento aplicou nada menos que R$ 19 bilhões em projetos de tecnologia.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/mobile-banking-conquista-o-coracao-dos-brasileiros

Olhos de VIVO e CLARO apontam as Zonas Rurais

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Claro e Vivo ampliam o acordo de ran sharing e ampliam o número de erbs e antenas compartilhadas para o atendimento das metas rurais.

O conselho diretor da Anatel concedeu em 25 de Maio, a anuência prévia para os quintos e sextos projetos de ampliação do acordo de compartilhamento de sites e de espectro entre a Vivo e a Claro para o atendimento das metas de cobertura rural com banda larga estabelecidas no edital de venda das frequências de 2,5 GHz. Serão mais 180 sites compartilhados. Acrescido aos já aprovados, o projeto conta com um total de 412 erbs e antenas compartilhadas.

Ao comprarem essas frequências as empresas assumiram o compromisso de levar a banda larga fixa a velocidades de até 525 Kbps para as áreas rurais brasileiras até 30 quilômetros dos municípios brasileiros.

Para autorizar o compartilhamento das redes e da frequência e consequente otimização dos investimentos, a agência determinou que as metas de cobertura resultante desses acordos só poderiam ser atendidas pelo serviço móvel, e não mais pelo serviço fixo, como permitia o edital. As operadoras concordaram com essa determinação e estão ampliando o acordo, que teve hoje, 25, nova autorização da agência.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/vivo-e-claro-ampliam-ran-sharing-nas-areas-rurais/

 

 

Anatel e o Leilão de Frequencias

quinta-feira, 14 de julho de 2016

 

A Anatel aprendeu com o  leilão de frequências realizado no final do ano passado que foi bem sucedido, e rapidamente realizou um novo certame com a “sobra das sobras”, onde também novas faixas foram leiloadas.

O conselheiro da agência Rodrigo Zerbone, na quarta-feira, 1º/Junho explicou, durante congresso da Abrint em São Paulo, que o órgão regulador estudava as duas possibilidades para aproveitar as faixas que não foram arrematadas em 2015, embora ainda não tivessem prazo para chegarem a uma conclusão. “O leilão ainda está em andamento, (estamos discutindo) se a gente abre ou não um novo leilão, ou se parte direto para a venda direta, que só pode ser feita quando não há disputa, só há um interessado”, disse. Ou seja, se houver mais de um interessado e em várias faixas, necessariamente a agência faria um novo leilão “ainda este ano”. “Uma dessas duas soluções deve ser implantada em breve”, diz.

Avaliação do leilão

O processo do leilão do ano passado ainda está em andamento. Segundo Zerbone, nesta quarta-feira o conselho diretor deverá tomar uma decisão sobre os lotes “que não tem problemas, recursos e pendências”. Esses lotes deverão entrar para homologação, assinatura de termo, e pagamento de valor, com o início da operação em até 18 meses.

O conselheiro da Anatel avalia ainda que os pequenos provedores deverão prestar atenção no debate sobre a renovação do modelo de concessão de telefonia fixa em favor da universalização da banda larga, em especial com a possibilidade de haver uma licença única, convergente, agnóstica em relação à tecnologia; e nas possibilidades dos modelos de negócio conforme o Marco Civil. “A mobilidade é essência da rede LTE, essa é a diferença e o grande trunfo que uma faixa dessa pode trazer, a possibilidade de incrementar a gama de serviços para o consumidor final, fazendo diferença no serviço e com mais qualidade e menor preço”, afirma.

HOMOLOGAÇÃO

Em 2 de Junho, a Anatel disponibilizou a Lista de Lotes Homologados, e a licitação já está em andamento!

 

TDD

O pesquisador do CPqD, Carlos Lorena, destaca também a possibilidade do TDD no LTE (com licença de comunicação multimídia – SCM), que vem ganhando novos releases no 3GPP e com fabricantes dos terminais CPEs. “O mercado de TDD é muito grande na China, e a tendência é que (os fabricantes de equipamentos e terminais) venham ao Brasil, até para se beneficiar de regras, deve ter produção local”, afirmou ele.

 

 

 

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/01/06/2016/

anatel-devera-fazer-ainda-este-ano-leilao-de-sobra-das-sobras/

Lotes homologados: http://www.teleco.com.br/lic_sobras.asp

Congresso já tem 21 projetos de lei sobre franquia na internet

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mas nem tudo são lágrimas… a Anatel pode se omitir,  mas parece que nossos legisladores estão atentos!

 

A cobrança por limite de dados na internet fixa pode não causar o mesmo estrago que a crise política, mas se tornou um tema muito popular no Parlamento brasileiro no último mês e meio. Desde que a Anatel mandou suspender os efeitos de qualquer plano com franquia, a partir de 18 de abril, 21 projetos de lei sobre o tema foram apresentados na Câmara e no Senado.

A abordagem, porém, varia. Até aqui, oito projetos na Câmara obrigam a oferta de planos ‘ilimitados’. Outros nove projetos – sete na Câmara, dois no Senado – proíbem a oferta comercial de planos com franquia. E há ainda quatro propostas que proíbem a suspensão ou a redução das velocidades ao fim do consumo das franquias contratadas.

Um desses quatro foi o primeiro da lista e surgiu por iniciativa popular ainda antes da cautelar anatelina (é de 13/4). Segundo o Senado, que administra o portal e-Cidadania, trata-se da ideia legislativa com adesão mais rápida dessa ferramenta, tendo reunido mais de 20 mil assinaturas em apenas seis dias – o que o transformou em projeto formal na Comissão de Legislação Participativa.

O dia em que a cautelar da agência saiu no Diário Oficial da União, por sinal, também marcou o lançamento da Frente Parlamentar Mista pela Internet Livre e Sem Limites, que reúne 228 deputados e seis senadores – grupo largo o suficiente para acomodar a distância ideológica como a que separa Jean Wyllys (PSOL-RJ) de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP). O que também ajuda a explicar a dificuldade do coordenador, JHC (PSB-AL) de costurar os 10 princípios norteadores da Frente, como desejado.

O número de projetos deve aumentar. Nesta semana, a Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara aprovou a realização de uma audiência pública, em conjunto com a Comissão de Fiscalização e Controle, para discutir com a agência reguladora, consumidores e operadoras “a limitação da internet fixa”.

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42541&sid=4