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Novo chip da Nvidia põe computação móvel no nível da tradicional

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Nesse domingo, 5, a Nvidia anunciou seu mais novo processador móvel, prometendo levar uma experiência de PCs a smartphones e tablets quando o assunto são jogos.

O CEO Jen-Hsun Huang assegurou, durante a CES, que o Tegra K1 “trouxe a computação móvel ao mesmo patamar da computação tradicional”.

Com 192 núcleos, o Tegra K1 permitirá que dispositivos portáteis rodem títulos como Unreal Engine 4, famoso nos PCs e consoles. O processador ainda é preparado para suportar TVs 4K, consoles, carros e mais.

Opinião: 2014 será o ano dos mini smartphones

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Enquanto 2013 teve sua cota de monstruosidades super-dimensionadas, houve também uma tendência contrária favorável às versões pequeninas de dispositivos populares.

O ano passado foi a introdução do HTC One mini e do Samsung Galaxy S4 mini, para não mencionar os modelos mais em conta de grandes marcas na forma de iPhone 5c e o Moto G.

E o trem das miniaturas não mostra nenhum sinal de desaceleração em 2014. Um site grego de tecnologia relatou que a LG está preparando um LG G2 mini de 4,7 polegadas (embora eu hesite em referir o LG G2 como um grande telefone).

Além disso, a SamMobile confirmou que a Samsung irá introduzir um “lite” aos seus populares Galaxy Note 3 e Galaxy Grand 2. A tendência ainda vai se estender a outros dispositivos sob o disfarce de uma versão lite do Tab Galaxy 3, que custará cerca de 135 dólares. Eles não serão necessariamente menores, mas são parte de uma tendência que traz marcas de última geração para dispositivos de baixo custo.

É um mundo pequeno, afinal de contas?

Será que essa onda de dispositivos mini e lite é uma reação ao fato de que nós, como espécies, estamos encolhendo? Não. É exatamente o contrário.

O negócio é o seguinte. Meu pai tem um smartphone agora – e ele ama essa coisa. Esse é um cara que conseguiu o seu primeiro micro-ondas há apenas 10 anos e me julgou por comprar meu primeiro celular em 2001 como sendo uma extravagância desnecessária.

O que um sessentão, nascido na época do baby boom, e tecnofóbico tem a ver com as tendências de smartphones? É o símbolo de uma tendência muito maior: smartphones estão em toda parte agora.

A manifestação mais importante dessa tendência é que os smartphones estão rapidamente se expandindo para o mundo em desenvolvimento. E os fabricantes querem um pedaço dessa ação, mas eles terão que criar dispositivos mais baratos para conseguir.

“Se você olhar para o mercado de smartphones em todo o mundo, você vai notar que a maioria parte do volume e do crescimento vem de médias empresas, especialmente, que custam cerca de 200 dólares. Eles possuem grande demanda”, disse Anshul Gupta, analista-chefe de pesquisa da Gartner.

A tendência do preço mais acessível não apenas tem um efeito sobre o hardware, mas também sobre a forma como o software é projetado. Por exemplo, o mais recente OS do Google foi projetado especificamente para rodar em smartphones que têm no mínimo 512 MB de RAM.

Durante a inauguração do Googlerola de baixo custo Moto G, a empresa fez a declaração ousada de que a abordagem baseada em software do telefone de 200 dólares o tornaria mais poderoso do que um Galaxy S4 de 600 dólares.

Embora não tenhamos tido a oportunidade de testá-lo ainda, se for verdade, essa tendência pode ter um efeito muito real em smartphones que estão mais acima na “cadeia alimentar”.

“Quando você pode fornecer um smartphone de alta qualidade, isso causará um impacto sobre os smartphones Android mais caros – na faixa de preço de 400 e 600 dólares”, disse Roger Kay, presidente e diretor da Endpoint Technologies Associates. “Ou a qualidade dos smartphones mais caros terão de melhorar, ou podem cair no esquecimento.”

Para bem ou mal, 2014 pode ser o ano dos minis.

7 dicas de segurança para as compras de final de ano

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A última Black Friday, do dia 29 de novembro, serviu como mais uma prova de que o brasileiro é um consumidor online voraz – e o cenário de consumismo deve se repetir agora neste final de ano. Mas antes de sair comprando, é bom lembrar que nem tudo que aparece na internet é confiável, e que casos de roubos online estão longe de ser incomuns – o alto fluxo de vendas atrai eventuais crackers. Justamente por isso, separamos dicas de segurança, algumas dadas pelo especialista Daniel Lemos, para evitar que você caia em alguma armadilha durante as compras de fim de ano. Confira a seguir:

1. Não compre em qualquer site
“Esse é o ponto principal”, diz Lemos. É bom verificar a credibilidade dos sites antes de sair preenchendo os campos com os dados de cartão de crédito, por exemplo. Para facilitar a identificação de páginas pouco confiáveis, o Procon disponibiliza uma lista com as lojas de má-reputação. Vale conferi-la – e checar também os certificados E-bit, por exemplo, usados em sites como o Buscapé e o BondFaro.

2. Verifique o certificado das páginas
Páginas falsas, que imitam o layout de estabelecimentos conhecidos, também são outra ameaça. “Eles simplesmente enrolam o cliente, e você acaba saindo no prejuízo”, afirma o especialista. Os produtos “comprados” nunca serão entregues, e as informações digitadas em sites do tipo são simplesmente roubadas, indo parar nas mãos ou no banco de dados do criminoso responsável. Então, verifique a URL do site antes de cogitar a compra e confira também o certificado das páginas – um cadeado ao lado do endereço é um bom sinal.

3. Evite redes abertas e ambientes públicos
É básico, mas nem todo mundo segue. Ao fazer compras em uma rede de internet compartilhada – aberta ou pública –, seus dados podem ser “vistos” por algum criminoso que também esteja conectado a ela. Então, se estiver em casa, deixe a rede Wi-Fi protegida por senha, no mínimo – e “só faça as compras online quando estiver a uma rede segura”.

4. Cuidado com as promoções
Ofertas muito boas podem ser, na verdade, grandes farsas. Já vimos isso na Black Friday, e no Natal não é diferente. Então, “nunca confie imediatamente em promoções online, especialmente aquelas que vêm de fontes duvidosas”. “Ligue para a loja e, na dúvida, cancele a compra”, diz Lemos. Ele também recomenda evitar os links com grandes descontos que vêm por e-mail, mesmo que o remetente seja conhecido – não os abra, e muito menos baixe os anexos que eventualmente estão na mensagem.

5. Fique atento nas redes sociais e até no Google
“São várias as formas de ludibriar um usuário, e uma delas se dá por meio das redes sociais”, diz Lemos. Da mesma forma que os links que chegam por e-mail, os que aparecem na linha do tempo do Facebook nem sempre são confiáveis, mesmo se postados por pessoas conhecidas – elas podem ter caído em um golpe, que as fez compartilhar a URL automaticamente.

Mesmo o Google também não é exatamente confiável. O especialista lembra que criminosos espertos conseguem otimizar páginas falsas, fazendo-as aparecer entre os primeiros resultados nas buscas. Então, ao entrar em uma, não se esqueça das dicas 1 e 2.

6. Use apps oficiais e baixe apenas de fontes confiáveis
“Diversos sites já dão a opção de comprar a partir de smartphones ou tablets”, seja no navegador ou por meio de um aplicativo. Se for nessa segunda opção, certifique-se então de baixar o programa das lojas oficiais – e apenas os feitos pelos desenvolvedores “originais”, já que até a Play Store e a App Store falham. E o mesmo vale para qualquer outro aplicativo, aliás. Para evitar problemas, é válido até manter desativada a opção que permite a instalação de apps de fontes desconhecidas.

7. Mantenha atualizados o antivírus, os programas de segurança e o sistema operacional, inclusive nos smartphones
Afinal, são esses os programas que protegem os dispositivos de malware que, entre outras funções, pode roubar informações sensíveis e comprometer uma compra. Além disso, como lembra Lemos, o filtro de spam ajuda a evitar e-mails indesejáveis.

A dica vale também para smartphones e tablets, já que ameaças para dispositivos móveis são uma realidade há algum tempo. Recomendamos ao menos as soluções gratuitas, que já devem garantir um grau de segurança razoável. Então é bom baixar um antivírus – apenas um, para evitar conflitos entre programas – e, nos computadores, um firewall.

Dica: saiba identificar celulares, fones de ouvido e outros produtos piratas

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Produtos de tecnologia falsificados trazem consequências muito mais sérias do que um tênis ou bolsa piratas. Além do prejuízo financeiro geralmente ser maior, há riscos para a privacidade, com software e apps que podem ter sido projetados para roubar informações pessoais ou infectar computadores, abrindo as portas para mais danos. E na pior das hipóteses há riscos para a saúde e até a vida do usuário, como no caso de carregadores falsos de iPhone que eletrocutaram seus usuários.

E há medida em que os falsários se tornam mais sofisticados – e mais audazes – fica mais difícil mesmo para os consumidores mais atentos distinguir um produto original de um falso. Aqui estão algumas dicas para não levar gato por lebre, separados pelos segmentos de mercado mais suscetíveis à falsificação na atualidade.

Smartphones and tablets

Os falsários tendem a seguir o mercado, e nos últimos tempos estão de olho na mobilidade. Smartphones e tablets estão se tornando itens “quentes”, e não é surpresa que os iPads e iPhones são alvos cada vez mais comuns de falsificações.

Para começar, produtos à venda em camelôs são quase sempre falsos, e produtos em sites de leilão ou comércio eletrônico com preços bons demais frequentemente são golpes. Descontos existem, o que não existe é milagre. Não há como um iPhone 5s que custa R$ 2.799 no site da Apple custar R$ 99 na internet: alguma coisa está obviamente errada.

Fazer uma boa cópia de um smartphone, ainda mais um modelo topo de linha, é muito difícil. A maioria das falsificações é fácil de identificar assim que você tem o produto em mãos. Para começo de conversa o peso geralmente está errado, já que os aparelhos falsos costumam ser leves demais. Botões podem estar bambos ou não pressionar corretamente, e o acabamento não é tão refinado quando o do produto original: um logotipo torto ou em fonte diferente, plástico com coloração desigual, arestas afiadas ou um encaixe imperfeito da tampa da bateria são outros sinais típicos.
A maioria dos smartphones falsos “funciona” de certa forma, ou seja, eles tem um sistema operacional rudimentar e até alguns apps instalados, mas não são capazes de enganar por muito tempo. Um tablet ou smartphone falso pode ligar e funcionar, mas você provavelmente irá encontrar ícones diferentes do esperado, uma tela com baixa definição e apps que não fazem nada quando abertos.

Preste atenção ao texto: traduções incompletas da interface (como itens em chinês) são um sinal típico de falsificação, bem como erros grosseiros de ortografia e frases e termos que parecem não fazer sentido. Conhecer um pouquinho do visual e comportamento de cada sistema e aparelho ajuda: se você vir um iPhone ou Nokia Lumia rodando Android, corra. Recursos “extras” também são outro sinal de falsificação. Não existe um iPhone com dois chips, nem um Samsung Galaxy S4 com TV Digital.

Mas a maioria das falsificações é grosseira. Em 2009 o blog MacMedics fez uma análise detalhada de uma cópia do iPhone 3G comprada no eBay, muito similar aos “HiPhones” que se tornaram populares no Brasil: a caixa parecia correta, mas todo o resto era suspeito. Os acessórios estavam errados (bateria extra e caneta? falso!), o aparelho era extremamente lento, isso quando funcionava, e a tela era feita de plástico em vez de vidro.

A dica é ver o produto em pessoa e testá-lo antes de comprar.

CPUs, GPUs, RAM e placas-mãe

A falsificação de componentes como microprocessadores, pentes de memória e GPUs é um grande negócio. Comparados aos smartphones eles são mais fáceis de falsificar e mais difíceis de detectar, e como costumam ser vendidos em grandes quantidades, podem trazer ao falsário uma enorme quantia de dinheiro de uma vez só.

Mesmo sites de e-commerce respeitados podem ser vítimas. Em 2010 a Newegg, uma das principais lojas de componentes para PCs nos EUA, inadvertidamente vendeu algumas centenas de processadores Intel Core i7 falsos. As “CPUs” eram pedaços de plástico e metal em uma caixa falsa cheia de erros de ortografia. Os consumidores ficaram irados, e com razão.

Mas algumas falsificações são muito mais sofisticadas. Um golpe comum é remarcar um produto real, que funciona, como sendo algo diferente. Um vendedor inescrupuloso pode apagar as marcas em um processador de baixo custo, vendido por cerca de US$ 100, pintar as marcas de um modelo mais sofisticado e vendê-lo por US$ 500.

Outro é a venda de produtos usados ou danificados como sendo novos, contando com o fato de que você não irá testá-los imediatamente. Não há uma forma fácil de testar um módulo de RAM numa loja, por exemplo, então o golpista tem mais tempo para se safar.

Verifique o número de série impresso em cada placa de circuito. Alguns fabricantes aceitam chamadas para o suporte técnico para validar se o número é mesmo legítimo. Placas sem um número de série, ou com qualquer indício de que ele tenha sido modificado, devem ser consideradas suspeitas.

Produtos que foram remarcados podem ser difíceis de identificar sem equipamento especial, mas uma coisa que você pode fazer com alguns componentes, como processadores, é procurar por uma foto em alta resolução no Google. Compare ela com o produto e preste atenção mesmo à mínima variação na posição dos componentes, cor ou marcas e rótulos.

Fones de ouvido

Fones de ouvido grandes vem crescendo em preço e popularidade, e como resultado estão se tornando uma das categorias mais quentes de produtos falsificados. Nas ruas uma cópia dos “Beats by Dr. Dre” por custar até 3% do preço de um original (a fabricante tem um guia para identificar os produtos falsos). E como a aparência é o que mais importa, já que eles são um acessório de moda, podemos assumir que a maioria dos usuários nem se importa muito se funcionam direito.

Se você está lendo este artigo, assumo que está interessado em fones de ouvido genuínos e funcionais. Muitas falsificações nessa área são incrivelmente fáceis de identificar. Pra começo de conversa, se você está comprando produtos nas ruas ou sem a embalagem original, é melhor pensar duas vezes. Mas algumas cópias são mais sofisticadas.

Desconfie de vendedores que oferecem um generoso desconto se você comprar mais de um par. Além disso, preste especial atenção à embalagem: não só procure por erros de ortografia no texto, como também observe se as fotos não estão apagadas ou borradas, e se o plástico que a envolve está firme. Se estiver comprando um produto usado teste-o antes, já que a qualidade sonora dos falsos não é sequer próxima dos originais. E assim como nos smartphones, verificar o peso ajuda a identificar uma cópia.

Software

As vendas de software estão migrando das prateleiras das lojas reais para as lojas virtuais, então esta é uma categoria que felizmente está morrendo aos poucos. Ainda assim software pirata, especialmente cópias de produtos mais caros, ainda é comum.

E não estamos falando dos discos CD-R com rótulos criados em uma impressora jato-de-tinta que podem ser encontrados em qualquer camelô nas grandes cidades, mas sim de cópias sofisticadas que tentam se passar pelo original, vendidas por um preço mais alto que os piratas “de esquina”.

É um grande problema para empresas como a Microsoft, que tem feito imenso esforço para se certificar de que o consumidor possa, mesmo que de relance, dizer se um disco é autêntico ou não. E é um problema também para o usuário: software pirata não tem suporte técnico, pode simplesmente não funcionar corretamente ou, quando funciona, pode estar infectado com malware projetado para roubar informações pessoais e assumir o controle da máquina para fins ilícitos, tornando-a parte de uma “botnet” usada em ataques ou no envio de spam, por exemplo.
A Microsoft oferece um guia para verificar a autenticidade de um disco. A principal dica da empresa é que uma cópia pirata irá fracassar na validação online. Mas nesse ponto já é tarde demais para você: isso ocorre durante a instalação, após você ter comprado o programa.

Procurar por um certificado de autenticidade válido é sua melhor opção. Geralmente este certificado é um adesivo ou encarte especialmente projetado que, no caso dos produtos da Microsoft, tem uma fita de segurança entrelaçada, além de partes holográficas ou que mudam de cor.

Os discos também usam holografia, e o holograma deve estar sempre impresso no disco, não grudado a ele como um adesivo. Um disco sem holograma deve ser considerado suspeito. Nos produtos da Microsoft um dos recursos de segurança mais difíceis de falsificar fica na borda externa do disco: procure pela palavra “Microsoft”, que se transforma em “Genuine” quando você inclina o disco contra a luz.

Lembre-se que discos usados, embora possam ser autênticos, podem falhar na validação online já que o software foi instalado e ativado anteriormente em um outro computador.

A Microsoft muda o design de suas embalagens e discos com regularidade, então você precisará fazer uma pesquisa para saber com que o produto que você quer deve se parecer. A Microsoft tem fotos das embalagens online, e uma busca no Google Images também pode ajudar.

Apps para smartphones

A pirataria de discos de software pode estar em declínio, mas os apps para dispositivos móveis são um alvo crescente. Os apps falsos não são só naqueles que querem roubar alguns reais seus em troca de um produto que não funciona. Muitos deles são gratuitos, mas na verdade contém malware disfarçado, o que os torna extremamente perigosos.

Um modo comum de operação dos malfeitores é infectar um app e transformá-lo em um “cavalo de tróia”. Ou seja, eles pegam um app pago (como um jogo popular), adicionam malware e o oferecem online como uma versão “grátis”. Outra abordagem entre os criminosos mais preguiçosos é pegar um link para a versão “mobile” de um site, como m.facebook.com, e empacotá-lo como se fosse um “app”, recheando-o com anúncios para ganhar um dinheiro fácil. E há apps mais nefastos, projetados para enviar mensagens SMS a números “premium”, ou seja, que resultam em uma cobrança de até US$ 10 em sua conta de telefone por mensagem enviada.

Identificar as falsificações pode ser difícil. O primeiro passo é sempre baixar apps de uma fonte confiável, como a iTunes Store, Google Play, Amazon App Store ou as lojas da Microsoft no Windows Phone e Windows 8. Mas mesmo elas não são imunes às fraudes. Usuários de Android que frequentam lojas alternativas tem que ser especialmente cuidadosos: muitas destas lojas são perfeitamente legítimas, mas é preciso se certificar de que elas são bem administradas e monitoradas antes de comprar algo nelas.

Não importa qual loja você usa, pratique o senso comum antes de baixar qualquer coisa. Fique de olho em apps com nomes similares demais aos de apps populares. Por exemplo, busque por “Plants vs. Zombies” em qualquer loja e você verá um monte de cópias, muitos dos quais não passam de um punhado de imagens ou vídeo cheios de propaganda, e outros que são mais maliciosos.

Outra dica útil: Verifique o nome do desenvolvedor no app e veja se ele é o mesmo do verdadeiro desenvolvedor do app que você quer (no caso de Plants vs. Zombies, a Electronic Arts). Se o nome do desenvolvedor não ajudar, veja as notas e opiniões em busca de sinais de problemas. E não importa a nota, um app popular deve ter milhares de downloads. A maioria do malware tem apenas uma fração disso e sofre com uma enxurrada de avaliações de uma estrela.
Depois que você instala um app falso, detectar o golpe se torna muito mais difícil. O falso app do Netflix mostrado acima, mencionado pela Symantec em um artigo online, se parece com o original, embora tenha sido criado especificamente para roubar informações de login dos usuários.

Como medida extra de segurança, os usuários de smartphones Android são aconselhados a instalar um app de segurança que pode proteger o dispositivo móvel contra comportamento perigoso.

Eletrônicos e software falsos são um problema sério que provavelmente irá piorar à medida em que os golpistas se aperfeiçoam e o malware para dispositivos móveis se torna mais traiçoeiro. Se proteger é questão de usar o bom senso e prestar atenção ao velho ditado: “quando a esmola é grande, o santo desconfia”.

Seis dicas para garantir a segurança e a gestão de Tablets e Smartphones

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Esta ano houve um grande crescimento de dispositivos de consumo sendo usados para fins profissionas e pessoais. Muitas organizações estão encontrando um caminho para garantir os níveis de seguranças adequados e gerenciamento dos dispositivos que foram levados para dentro das empresas.
Ao considerar o poder que aplicações e malwares podem exercer sobre tablets e smartphones e ainda a constante atualização de soluções para gestão de aparelhos, líderes de segurança têm, de fato, muitos desafios pela frente.

Segue abaixo seis dicas para obter uma gestão eficiente e blindas os dispositivos móveis:

Política movel forte

Uma pesquisa feita pela Consultoria IDC descobriu que os trabalhadores estavam usando dispositivos o dobro do permitido, mas também pensavam que os empregadores eram muito mais permissivos no uso de dispositivos de consumo do que eles realmente eram. Por isso, é vital contar com uma política de uso móvel claramente definida para evitar esse tipo de mal-entendido.
As empresas devem definir claramente políticas em torno de reembolso e quais aplicativos os usuários podem acessar por meio de dispositivos pessoais, juntamente com uma orientação clara sobre quem controla os dados dos aparelhos.

Crie um inventário de ativos

A implementação de um sistema de gestão robusto e atualizado regularmente é parte vital de qualquer sistema de gestão de dispositivos móveis.
Embora muitas empresas tenham um inventário de ativos fixos e sem fio, a maioria não é atualizado e validado em uma base regular. Isso leva a potenciais problemas de segurança a partir de dispositivos desconhecidos ou que estejam sendo usados de forma inadequada. Companhias com inventários precisos têm uma visão muito mais clara de seus ambientes.

Garantir a configuração adequada dos dispositivos

variedade de dispositivos e plataformas pode transformar a configuração de aparelhos em um processo desafiador. Handsets, smartphones, tablets com sistemas operacionais diferentes e funcionários que trabalham em vários locais torna a questão ainda mais complexa.
Se um dispositivo é registrado em um servidor de gestão de dispositivo móvel, um perfil de configuração definido e gerenciado por um administrador de TI pode ser implementado, permitindo que o aparelho interaja com sistemas corporativos.Um nível adequado de encriptação pode também ser adicionado a quaisquer comandos provenientes do servidor para garantir que as configurações não possam ser alteradas sem a devida autorização.

Implementar a segurança adequada

Apesar do grande fluxo de dispositivos de consumo no local de trabalho, muitas organizações não implementaram controles de segurança em resposta ao movimento, deixando-os em risco. Pode acontecer a perda de dados sensíveis.
A criptografia de dados é uma poderosa peça do quebra-cabeças da segurança móvel e muitas empresas não usam o recurso regularmente. Além de implementa-la, companhias precisam informar os trabalhadores sobre os riscos de não cumprir com os protocolos de segurança.

Regular protocolos de aplicações

Malwares constantemente invadem lojas de aplicativos, por isso, eles precisam ser verificados antes de serem autorizados pela empresa. Tais aplicativos maliciosos podem assumir o dispositivo móvel e operá-lo em segundo plano, sem que o usuário saiba, em busca de informações sensíveis, como senhas ou dados bancários.

Fornecer treinamento e suporte ao usuário final

Uma parcela relativamente pequena das funcionalidades do dispositivo móvel é usada numa base regular. Com dispositivos cada vez mais sofisticados, os usuários podem acabar subutilizando todas as funções que estão à sua disposição.
a maioria das empresas se beneficia ao fornecer treinamento adequado ao usuário, incluindo como configurar e-mail, personalizar o dispositivo, selecionar aplicativos, compreender as capacidades do navegador, usar mensagens instantâneas e serviços de dados móveis e compreender as funções de atalho.
Suporte e treinamento podem aumentar a eficiência do trabalhador e também reduzir os riscos de segurança, já que os funcionários podem compreender melhor como funcionam seus aparelhos.
Gerir a mobilidade do empregado não precisa ser um pesadelo. Com as estratégias adequadas, os empregados e empregadores podem colher os benefícios da mobilidade.