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Perto do fim, Windows XP roda em 95% dos caixas eletrônicos do mundo

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O sistema operacional da Microsoft Windows XP, que terá seu suporte encerrado pela empresa em 8 de abril – 12 anos após o lançamento – opera em 95% dos caixas eletrônicos do mundo. As informações são da NCR, maior fornecedora dos equipamentos nos Estados Unidos. De acordo com o The Verge, o fim do suporte ao sistema operacional – que roda por baixo do software que os bancos criam para a interação com os clientes – deixará as empresas que ainda usam o Windows XP – assim como os caixas eletrônicos que ainda rodam o programa – suscetíveis a falhas e a ataques.

A Microsoft vem alertando sobre o prazo do fim do suporte há dois anos, mas a indústria de caixas eletrônicos tem reação lenta ao upgrade nos seus sistemas. A maioria das máquinas deve mudar para o Windows 7, mas empresa de software para caixas eletrônicos KAL prevê que apenas 15% das máquinas nos Estados Unidos terá o sistema operacional atualizado em abril. Isso deixa milhares de máquinas executando o software sem suporte. No entanto, muitas empresas devem optar pela compra de contratos de suporte personalizados com a Microsoft para prolongar a vida do Windows XP.

Terra

Veja três formas de devolver menu Iniciar ao Windows 8

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Como muitas pessoas, não morro de amores pela nova interface do Windows 8. E uma das coisas que menos gosto é da falta de um menu iniciar. E não estou sozinho nesse ponto.

Felizmente há várias alternativas ao Menu Iniciar. Nós mesmos já falamos de algumas delas, como o Start8, da Stardock, até algumas que trazem recursos extras, como o Pokki.

Aqui estão três das melhores alternativas em minha opinião, com abordagens bastante diferentes.

1 – Clássica
Ao contrário da maioria dos candidatos a menu Iniciar, a Classic Shell existe há um tempo. Sua primeira versão, 0.9, foi lançada em Novembro de 2009, pouco depois do Windows 7, e foi criada para corrigir alguns incômodos na interface do Windows Vista. Mais de três anos depois o Classic Shell cresceu, e agora consiste de três componentes separados: Classic Start Menu, Classic Explorer e Classic IE9.

A Classic Shell não tenta inventar nada novo: nas palavras dos próprios membros do projeto, ele é “uma coleção de recursos que estavam disponíveis em versões mais antigas do Windows, mas que foram posteriormente removidos”. Ele devolve ao sistema comportamentos e recursos que funcionavam bem, mas que a Microsoft decidiu eliminar por motivos desconhecidos.

O componente que merece o maior destaque é o Classic Start Menu. Pressione a tecla Windows em seu teclado e um menu Iniciar surge na tela, igualzinho ao que você tinha no Windows 7 (ou Vista, ou XP. É possível escolher a aparência). Basta começar a digitar para fazer uma busca por programas instalados, teclar Enter para abrí-los. A busca é incrivelmente rápida. Você pode prender itens ao menu Iniciar, e personalizar cada aspecto dele. Nunca usa o item Impressoras? É fácil se livrar dele. Em outras palavras, o Classic Menu é igualzinho ao Menu Iniciar que você já conhece, porém mais personalizável.

O Classic IE9 e o Classic Explorer não são tão interessantes para mim, porque uso o Google Chrome como meu navegador e o Directory Opus como gerenciador de arquivos. Ainda assim, se você usa o IE9 ou 10, pode usar o Classic IE9 para modificar sua interface e incluir o título do site na barra de título da janela, ou mostrar a atual zona de segurança e o progresso de carga de um site na barra de status.

O Classic Explorer adiciona ao gerenciador de arquivos uma barra de ferramentas com atalhos para operações comuns (copiar, colar, voltar à pasta anterior, etc), mostra na barra de status o espaço livre em disco e o tamanho total dos arquivos selecionados, desabilita os “breadcrumbs” na barra de endereços e mais. Assim como o Classic Start Menu ele é bastante personalizável, então você pode ativar ou desativar apenas os recursos que quiser.

2 – O Retorno do Windows 7
Se você realmente sente falta do Menu Iniciar do Windows 7, o StartIsBack deve ser sua primeira escolha. Fora o ícone do trevo no lugar do Botão Iniciar tradicional, ele é quase idêntico ao menu usado do Windows 7. E se você não gostar do trevo, pode mudá-lo.

O StartIsBack também se comporta como o Menu Iniciar do Windows 7. Programas recentes e fixos ao menu aparecem nos mesmos locais no menu esquerdo, com listas de arquivos recentes usados em cada aplicativo. E o campo de busca também se comporta como esperado.
E sim, você pode abrir programas “modernos” a partir deste menu. Você irá encontrá-los no submenu All Programs.

O StartIsBack tem extensas opções de configuração. Muitas delas, como a opção de exibir o Painel de Controle como um link, um menu ou de forma alguma, serão familiares aos veteranos do Windows 7. E você também pode decidir se quer iniciar o Windows 8 diretamente na tela Iniciar ou no Desktop, e que combinação de teclas abre cada ambiente.

Você pode experimentar o StartIsBack gratuitamente por 30 dias, e o registro após este período custa apenas US$ 3,00.

3 – Um Menu Iniciar com a cara do Windows 8

O Start Menu Reviver (gratuito), sobre o qual já falamos aqui na PCWorld, não é um verdadeiro substituto do Menu Iniciar do Windows 7. Está mais para o que a Microsoft teria criado se tivesse decidido fazer um novo menu Iniciar no Windows 8.

Assim como a Tela Iniciar na Interface Moderna ele mostra blocos dinâmicos (Live Tiles) grandes e coloridos, ou seja, é fácil de usar em telas de toque. Por padrão os dois maiores blocos no topo são Meu Computador e Internet Explorer, mas você pode mudá-los se quiser. Outro bloco ainda maior o leva de volta à Tela Iniciar. Abaixo deles estão 16 blocos que você pode associar a qualquer programa instalado, seja no Desktop ou Moderno.
Este é o Menu Iniciar que eu usaria em um tablet. Ele integra os dois ambientes do Windows 8 melhor do que qualquer solução oferecida pela Microsoft.

LINCOLN SPECTOR, PCWORLD/EUA

Terceira Plataforma pauta a agenda de TI em 2014

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

No ano em que o Brasil sedia a Copa do Mundo é esperado que Terceira Plataforma de Computação, pós mainframe e PCs, ganhe um grande impulso no País. Analistas de mercado e indústrias preveem que esse tema consumirá boa parte da agenda dos CIOs e fornecedores de TI no Brasil em 2014 pela pressão que as companhias estão enfrentando para ganhos de eficiência operacional e transformação dos negócios.

As apostas dos fornecedores de tecnologias e serviços em torno dos negócios que serão gerados pela Terceira Plataforma no Brasil são grandes. Para a demanda prometida, há uma movimentação no mercado com fusões, incorporações, chegada ao País de novos players e investimentos em ampliação de data center.

O setor espera investimentos maiores em projetos baseados nos quatro pilares desse conceito, que são cloud computing, mobilidade, Big Data e social business. Ao mesmo tempo, a disseminação dessas megatendências traz desafios para o Brasil. Entre os quais a necessidade de ampliação das redes de banda larga com conexões mais baratas, redução dos custos de data center, capacitação de mão de obra especializada e definição de questões regulatórias como na área de segurança.

A expectativa do mercado é que alguns desses entraves sejam resolvidos no próximo ano, quando o Brasil estará no centro das atenções do mundo por ser sede da Copa do Mundo e também por causa de outros eventos. Em 2014, o País terá duas eleições e em 2016 será o anfitrião das Olimpíadas, o que obrigará investimentos em novas tecnologias e infraestrutura para processamento.

A Terceira Plataforma começou a ganhar mais força no Brasil em 2013, com participação nos novos projetos de TI, conforme revelou a 13a edição do Prêmio IT Leaders, realizado em agosto pela COMPUTERWORLD, em parceria com a IDC, que elegeu os 100 melhores CIOs do Brasil. O levantamento comprovou a existência de uma ou mais iniciativas baseadas no novo conceito nos investimentos das companhias que concorreram ao prêmio.

O estudo mostra que os gestores de TI vão abraçar esse conceito em 2014. Entre os entrevistados, 89% informaram intenção de investir em consumerização e uso de dispositivos móveis. Uma parcela de 74% disse que planeja iniciativas para infraestrutura de TI no modelo de cloud computing, 89% desembolsarão recursos para BI e 69% vão comprar ferramentas de Customer Relationship Management (CRM) para reforçar o relacionamento com os clientes.

A IDC estima que em 2020, cerca de 90% do crescimento de TI estará relacionado à Terceira Plataforma, que hoje representa 22% dos gastos com Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Diferentemente de outras ondas tecnológicas em que o Brasil entra atrasado, nesta o País está junto aos demais mercados.

Em estudo do Gartner sobre as dez prioridades dos CIOS em 2013 o Brasil aparece pela primeira vez alinhado com o resto do mundo, apontando nos três primeiros lugares as mesmas tecnologias do mercado global e da América Latina, que são: ferramentas para análise de dados (analitycs e BI), mobilidade e cloud computing, na respectiva ordem.

Cassio Dreyfuss, chairman e keynote do Gartner/ITxpo 2013, realizado no começo de novembro em São Paulo, diz que antes as tecnologias levavam uns três anos para chegar ao mercado brasileiro e que hoje os lançamentos são quase que simultâneo. “Existe uma pressão grande para que as empresas invistam em novas tecnologias para serem mais competitivas”, constata.

O consultor observa que a situação privilegiada do Brasil atraiu mais fornecedores internacionais, obrigando eles a reposicionar seus produtos para o mercado local. “Antes, eles traziam produtos enlatados. Agora os vendors perceberam que a forma de o CIO brasileiro gerir TI é diferente”.

Por que adotar a Terceira Plataforma?

O crescimento do uso da mobilidade no Brasil é a necessidade de dar respostas rápidas aos negócios são algumas das alavancas para as empresas investirem na Terceira Plataforma. Hoje o País conta com quase 270 milhões de celulares ativos e, segundo relatório da IDC, 46,2% dos terminais vendidos no primeiro semestre de 2013 são smarthphones. Ainda de acordo com o instituto de pesquisas, foram comercializados, 3,3 milhões de tablets nos primeiros seis meses de 2013, com aumento de 165% sobre os volumes do mesmo período em 2012.

Aliado a isso, o Brasil está ampliando as redes de 4G e de Wi-Fi em locais públicos, permitindo que mais pessoas acessem internet. Erasmo Rojas, ex-diretor da 4G América para América Latina, observa que o Brasil já conta com mais de 400 mil usuários das novas redes de quarta geração, o que é uma oportunidade para as empresas lançarem serviços de dados para dispositivos móveis.

A consumerização faz com que usuários levem seus dispositivos para o ambiente de trabalho, desafiando as companhias a abraçarem o movimento do Bring your Own Device (BYOD) e buscarem ferramentas de segurança para proteger informações sensíveis que serão acessadas por esses aparelhos pessoais.

Transformar negócios em um mundo conectado com inovação. Esse é o lema dentro das empresas. “Todos estão buscando ser mais competitivos e mais rápidos”, afirma Eduardo Lopez, vice-presidente de Aplicativos da Oracle para a América Latina. A TI tem a grande missão de ajudar as companhias a se reinventarem. O executivo acredita que a saída para os CIOs liderarem esse movimento é se apoiarem nos quatro pilares da Terceira Plataforma. Eles são os facilitadores para implementação de arquiteturas que permitem projetos com mais velocidade, como aplicações para colaboração e redes sociais, bem como soluções em nuvem.

Com mobilidade, as pessoas estão conectadas o tempo todo, navegando em redes sociais, consumindo e acessando uma série de serviços. “As companhias têm que ser rápidas para agir antes que o cliente faça queixas”, adverte Lopez, ressaltando que esse dinamismo puxado pela mobilidade e consumidor conectado exige que as organizações tenham inteligência para ouvir o que as pessoas estão falando de suas marcas nessas mídias.

É preciso dar respostas com produtos personalizados. Lopez afirma que a tendência daqui para frente é a área de marketing apoiar o desenvolvimento de novos produtos não mais baseada em análises históricas de dados, mas em informações coletadas em tempo real nas redes sociais.

Arlindo Maluli Junior, diretor de estratégia e alianças da Microsoft, acredita que as companhias do Brasil vão investir mais em ferramentas de mídia social não apenas para monitorar clientes, mas para ganhar produtividade internamente Segundo ele, muitos funcionários estão preferindo usar mais as redes sociais corporativas para se comunicar com seus times que o e-mail.

Uma pesquisa realizada pela Microsoft com 9,9 mil profissionais em 32 países, incluindo o Brasil, revelou que 51% acreditam ser mais produtivos com uso das redes sociais corporativas. Com a possibilidade de as empresas contratarem essas aplicações na nuvem, Maluli aposta num crescimento da busca por esse tipo de solução em 2014, principalmente pelo desejo dos funcionários de terem seus serviços de comunicação integrados para acesso em qualquer lugar e qualquer dispositivo.

Maturidade da nuvem

A forma mais rápida, encontrada pelos CIOS para colocar aplicações no ar e ampliar a infraestutura de acordo com a necessidade dos negócios, é a contratação de serviços na nuvem. Esse modelo, que era visto com desconfiança no Brasil, avançou no Brasil em 2013 e o ritmo de crescimento tende a continuar em 2014.

Estudos do Gartner estimam que o mercado brasileiro termine o ano com movimento de US$ 2 bilhões em contratos de serviços de cloud computing. Para 2017, os negócios nessa área mais que vão se multiplicar no País e gerar uma receita de aproximadamente US$ 4,5 bilhões.

Ao analisar o estágio dos serviços em nuvem no Brasil, Cassio Dreyfuss, vice-presidente Gartner no Brasil, avaliou que as empresas estão mais receptivas a esse modelo de contratação de TI. “Os CIOs estão percebendo que cloud é inevitável”, afirmou o executivo.

Fabio Costa, presidente da VMware Brasil, constata crescimento nas aplicações de nuvem no País, pelo aumento das vendas de seus sistemas para implementação de ambientes preparados para esse modelo de processamento. Ele observa que uma das razões que estão fazendo com que CIOs migrem para cloud são os orçamentos apertados para inovar. Hoje 70% do orçamento deles são para manutenção e que sobra apenas 30% para infraestrutura. Assim, o novo modelo permite expandir com maior controle dos investimentos.

A nuvem também tem se apresentado como solução para as pequenas e médias empresas (PMEs), informatizarem seus negócios, constata Alexandre Kasuki, diretor de marketing da HP. Ele revela que as soluções de rede pública da companhia têm registrado uma grande procura por esse segmento e que o cenário é otimista para 2014.

Entretanto, Dreyfuss observa que a falta de infraestrutura de telecomunicações fora dos grandes centros ainda é uma barreira para expansão desse modelo no Brasil. Apesar de reconhecer que a conectividade é um obstáculo para nuvem no País, Ione Coco, responsável pelo programa de CIO do Gartner Brasil, afirma que esse problema não deve ser uma desculpa para adiar os projetos de cloud. Sua recomendação é: “comece pequeno, mas faça. Não reclame da falta de infraestrutura”, aconselha.

Big Data em busca de seu espaço

Entre os quatro pilares da Terceira Plataforma o que está menos desenvolvimento no Brasil é o Big Data, por ainda ser um conceito novo. A sua proposta é ajudar as companhias a lidar com grandes volumes de dados, coletando informações em tempo real de redes sociais ou transações de negócios para tomada de decisão com mais assertividade.

Porém, o conceito gerou confusão no mercado sobre o que são ferramentas analíticas de dados e analistas do Gartner acreditam que esse ruído vai atrasar o crescimento dos negócios nessa área e retardar os projetos de Big Data. O alerta é de João Tapadinhas, diretor de Business Intelligence do Gartner.

Tapadinhas afirma que há uma dificuldade por parte das empresas em entenderem sobre o uso correto das ferramentas analíticas, o que faz com o processo de decisão de compra se torne mais lento. Esse problema já existia antes da propagação do conceito de Big Data, segundo o analista do Gartner. “Muitas companhias fizeram investimentos em BI analítico e não tiveram o retorno esperado”.

Como resultado disso, os negócios nessa área, que haviam registrado crescimento de 17% em 2011, fecharam com queda de 7% em 2012. Tapadinhas espera que as vendas de ferramentas analíticas voltem a crescer, chegando a patamares de 10% até 2016.

A indústria tem parcela de culpa pela confusão gerada no mundo das tecnologias de inteligência de dados. Mas o analista do Gartner percebe um esforço delas em tentar orientar o mercado. “Em 2015, a maioria dos fornecedores de ferramentas analíticas terá ofertas diferenciadas”, acredita Tapadinhas.

O presidente da Teradata Brasil, Sérgio Farina, confirma que muitas companhias ainda estão tentando entender como extrair valor do Big Data. “Estamos ainda em momento de laboratório”, diz, indicando que setores como varejo e telecom estão entre os segmentos interessados em se apoiar em ferramentas para análises de dados.

“Em 2013, percebemos que o mercado estava aberto a ouvir falar sobre Big Data no Brasil”, conta Ana Claudia Oliveira, gerente de vendas para América Latina da Pivotal, unidade de negócios da EMC. Ela acredita que 2014 será o ano em que as iniciativas vão se transformar em projetos reais. Seu argumento é de que as implementações são complexas, envolvendo mudança de processos, procedimentos, preparação do ambiente e também a capacitação de mão de obra. O cientista de dados é um talento escasso no Brasil.

EDILEUZA SOARES

Operadoras engatinham no mercado de computação em nuvem no Brasil

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

As operadoras de telecomunicações do Brasil ampliaram sua oferta de serviços de computação em nuvem para clientes corporativos, mas apesar dos esforços, ainda engatinham para ganhar a confiança dos clientes num mercado dominado por gigantes internacionais de tecnologia e empresas especializadas em data centers.

A computação em nuvem (ou cloud computing, em inglês) é o uso de memória e poder de processamento de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet.

O uso dessa tecnologia tem se intensificado nos últimos anos, mas ainda se trata de um mercado pequeno no país, disse diretor da empresa de pesquisas IDC, Alexandre Campos Silva.

O mercado é atualmente dominado por gigantes como Microsoft, IBM, SAP e Oracle, e por empresas especializadas, como Alog, Locaweb e Totvs.

“Como para oferecer cloud é preciso links de Internet, providos pelas operadoras, elas vislumbraram oportunidade de entrar num mercado crescente em que podem obter receitas”, disse Silva.

A expectativa é que o cloud computing movimente 257 milhões de dólares no Brasil em 2013, podendo atingir 798 milhões de dólares em 2015, segundo o IDC.

Para os clientes corporativos, a vantagem da nuvem é o custo menor na comparação com um servidor físico, além de ser um serviço flexível, em que a companhia pode aumentar ou diminuir a capacidade de armazenamento e processamento de acordo com suas necessidades e a sazonalidade do negócio.

A Vivo entrou no segmento em abril de 2012 com foco em companhias de grande porte. A operadora não informou o número de clientes, mas disse ter mais de 3 mil servidores virtualizados, segundo o diretor do segmento de empresas da Telefonica/Vivo, Maurício Azevedo.

Microsoft expande criptografia e aumenta proteção de dados para combater espionagem governamental

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A Microsoft acaba de anunciar uma série de medidas destinadas a combater o que a gigante caracteriza como uma “ameaça persistente avançada” de espionagem do governo dos EUA.
De acordo com a empresa, essas medidas irão “garantir que os governos usem processos legais, em vez de força bruta tecnológica, para acessar dados de consumidores”. Brad Smith, conselheiro geral da Microsoft, afirmou que a gigante tem as mesmas preocupações de seus próprios clientes sobre a vigilância do governo na internet e está planejando resolver a situação com uma melhoria de criptografia, proteção legal e transparência de seu código fonte.
Para lidar especificamente com as preocupações de clientes internacionais, a Microsoft vai expandir seu programa de segurança governamental, que permite a qualquer governo inspecionar o código fonte da empresa para que possam verificar se algo está sendo escondido por agências de espionagem dos EUA. Os chamados “Centros de Transparência” estarão disponíveis na Europa, Ásia e América do Sul.
A Microsoft afirmou também que irá criptografar os dados que se deslocam entre seus servidores e clientes. Os planos de criptografia serão finalizados totalmente até o final de 2014. A gigante de softwares também está trabalhando com alguns concorrentes para garantir que os dados que são trocados em seus serviços, como mensagens de email, sejam protegidos no futuro.
“Queremos garantir que questões importantes sobre o acesso do governo sejam decididos por tribunais em vez de ditados por poder tecnológico”, finalizou Smith.

Microsoft muda ativação OEM do Windows 8

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Alteração dificultará ativações piratas

A Microsoft fará mudanças na ativação OEM do Windows 8. Isso evitará que piratas criem aplicativos similares aos que existiam quando o Windows 7 foi lançado, pois eles simulavam a instalação em computadores OEM e com isso conseguiam ativar o Windows 7 com uma chave (serial key) pré-definida. A Microsoft corrigiu posteriormente essa “gambiarra” através de uma atualização do sistema operacional.

O Windows 8, por outro lado, exigirá uma chave de produto atrelada à BIOS nas ativações OEM, e com isso não haverá uma chave de produto única como no Windows 7.

Além dos fabricantes precisarem contatar a Microsoft para obtenção de novas chaves de produto, os computadores com Windows 8 virão com um adesivo “Genuíno Microsoft” confirmando a autenticidade do sistema operacional pré-instalado ali.

Os piratas precisarão ser mais criativos para tentarem burlar a ativação do Windows 8..

Virtualização Microsoft

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Imagine um mundo em que pessoas e computadores pudessem acessar os recursos que necessitam no momento que necessitam, e no qual as empresas pudessem mobilizar e gerenciar os recursos de toda a sua infraestrutura, tanto física quanto virtual, para atender a rápida demanda dos negócios. Bem-vindo ao mundo da virtualização.
A Microsoft oferece um pacote completo de produtos e tecnologias de virtualização — unidos por um sistema de gerenciamento centralizado e baseado em diretivas. Para ajudá-lo a implantar e gerenciar os últimos produtos de virtualização da Microsoft — o Windows Server 2008 Hyper-V e o Microsoft System Center (incluindo o Virtual Machine Manager 2008 e o Microsoft Desktop and Application Virtualization).

A Maxlan oferece um conjunto completo de serviços e soluções para implantações documentadas e dentro das normas.

Windows Server levado ao limite

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Novo SGI Altix UV 1000 suporta 256 processadores

A fabricante de servidores Silicon Graphics parece não acreditar que pode competir no mercado de servidores “comuns” baseados no Windows, mas a empresa – mais conhecida por seus supercomputadores e servidores rack hyperscale – acredita sim que pode ganhar mais espaço no mercado de HPC (high performance computing) com o sistema operacional da Microsoft.

É por isso que a empresa certificou o Windows Server 2008 R2 para seu supercomputador baseado em clusters Altix UV 1000. Estas máquinas utilizam a tecnologia de interconexão NUMAlink 5 (ex- UltraViolet) da própria SGI, que trabalha em conjunto com o QuickPath Interconnect dos processadores Intel Xeon 7500 e com o chipset Boxboro para criar uma única imagem de sistema com memória compartilhada que pode ser acessada por 120 blades.

SGI Altix UV

Estes blades utilizam processadores Xeon 7500 “Nehalem-EX” com oito núcleos e possuem dois sockets cada um, suportando um total de 256 processadores e 2048 núcleos – todos compartilhando 16 TB de memória.

Um detalhe é que por causa das limitações do Windows Server 2008 R2, o sistema operacional da Microsoft não pode ser escalável em um Altix UV 1000 completo. O Windows Server 2008 R2 Datacenter Edition, que foi a edição certificada pela SGI, atualmente suporta 256 processadores lógicos (que podem ser núcleos ou threads, se a tecnologia Intel HyperThreading estiver habilitada) e 2 TB de memória principal.

Duas semanas atrás, quando a SGI lançou suas primeiras máquinas Altix UV 1000 com o Windows Server, o sistema suportava 128 processadores ou threads e até 1 TB de memória principal. Mas na última sexta-feira, 25 de março, ela dobrou sua capacidade para 256 processadores ou threads e 2 TB de memória principal. No momento, isto é o máximo que o Windows suporta e para conseguir rodar com os 256 processadores é preciso desativar o HyperThreading. Muitos desativam o HyperThreading porque ele pode reduzir o desempenho ao invés de aumentar com trabalhos que fazem uso intensivo da CPU.

Em uma entrevista, Mark Barrenechea, presidente e CEO da SGI, disse que agora que a empresa trabalhou com a Microsoft para levar o Windows Server 2008 R2 ao seu limite, ela começará a trabalhar com fornecedores de aplicações para HPC voltados para Windows, para se certificar de que eles funcionarão corretamente nos sistemas Altix UV 1000. “O hardware claramente ultrapassou o software”, disse Barrenechea.

A empresa realizará uma série de testes de desempenho para demonstrar a escalabilidade em elemento finito e em cargas de trabalho sobre dinâmica de fluidos executadas no Windows. Além disso, ela já está trabalhando em testes de desempenho baseados em processamento de transações TPC-C e outros.

O HP ProLiant DL980 G7, anunciado em junho de 2010, possui oito sockets para processadores Xeon 7500 e suporta 64 núcleos. O Oracle Sun Fire X4800 também possui oito sockets para processadores Xeon 7500, assim como o Fujitsu Primergy RX900 S1.

Microsoft lança sistema voltado para instituições de ensino

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O Windows MultiPoint Server 2011 é a segunda versão do Windows para instituições de ensino voltada para uso em salas de aula, laboratórios e bibliotecas. O sistema permite que múltiplos usuários compartilhem o mesmo computador simultaneamente.

Assim cada usuário pode acessar o PC host usando máquinas diferentes agindo como thin clients.

Requisitos de Sistema
• Sistemas Operacionais Suportados: Windows MultiPoint Server 2011
• Hardware (config. mínima para 4 estações): PC com processador dual-core ou superior, placa de vídeo com suporte para drivers 64 bits, 2 GB de memória RAM, 20 GB de espaço livre em disco.
• Hardware (config. recomendada para 7 estações): PC com processador quad-core ou superior, placa de vídeo com suporte para drivers 64 bits, 6 GB de memória RAM, 20 GB de espaço livre em disco.

O Download da Versão Trial pode ser feito atraves deste link:

Click Aqui para o Donwload

Windows MultiPoint Server 2011