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Inteligência Artificial no Atendimento ao Cliente – Aperfeiçoamento ou Impessoalidade?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Um exército de robôs está prestes a revolucionar a forma como as empresas se relacionam com seus clientes. Cada vez mais as companhias recorrem aos algoritmos e mecanismos de inteligência artificial para aperfeiçoarem seus processos. Os casos de uso do conceito pipocam ao redor do mundo.

A Skyscanner, por exemplo, acabou de liberar uma iniciativa para surfar essa onda ainda em formação. O site desenvolveu um bot (uma aplicação de software concebido para simular ações humanas) para ajudar que usuários procurem voos a partir de uma conversa através do Facebook Messenger.

Segundo a companhia, a ferramenta “permitirá que os viajantes interajam com ele [robô] em inglês, perguntando preços de voos e pedindo dicas de destino”. A ideia é que o sistema responda utilizando linguagem natural.

O recurso foi habilitado por uma série de componentes tecnológicos e ganhou força em abril quando a rede social criada por Mark Zuckerberg lançou ferramentas e APIs para ajudar desenvolvedores a criarem esse tipo de ferramentas.

“A economia de mensagens instantâneas e buscas conversacionais são áreas que acreditamos serem importantes recursos evolucionários para o setor de viagens”, pondera Filip Filipov, diretor do Skyscanner, sobre o lançamento de sua empresa.

Outra empresa que utiliza robôs integrados ao Facebook é a brasileira Mecasei. A assistente virtual da startup, chamada Meeka, também foi portada para a rede social e, há algumas semanas, responde dúvidas pelo chat sobre questões relativas ao casamento.

Além do Facebook

Os robôs ocupam espaço para além das redes sociais. A Aspect lançou um chatbot que vem com a promessa de ampliar a eficiência para os agentes do contact center.

O Mila, como a assistente é chamada fornece informações práticas e automatizadas para decisões rápidas de funcionários que impactam diretamente no atendimento ao cliente.

A ferramenta é uma integração de tecnologias de compreensão de linguagem natural (NLU) da empresa. Segundo a companhia, o sistema permite aos supervisores gerenciar melhor as necessidades de pessoal, e capacita os agentes para assumir o controle das programações de escala a partir de qualquer lugar e usando dispositivos móveis.

O fato é que essas tecnologias – que ganharam popularidade com Siri (Apple) e Cortana (Microsoft) – viram aplicações práticas de automatizar rotinas. É o caso da “secretária virtual” da x.ia, que organiza o agendamento e realização de reuniões.

Garçom

A robótica também caminha para além dos assistentes virtuais. O Pepper, robô criado pela japonesa Softbank já se encontra em teste em campo em processos de atendimento aos clientes.

Recentemente, a MasterCard anunciou que o humanoide será implementado, em breve, em algumas unidades da Pizza Hut de Singapura. Em um vídeo, o dispositivo conversa com uma cliente e “anota” seus pedidos por meio do tablet acoplado a sua estrutura.

A inteligência artificial encontra-se apenas no início. A tendência é que novas aplicações surjam com o avanço da tecnologia e aplicação da criatividade humana, que ajudará a criar inovações baseadas nessa tecnologia emergente.

 

 

Fonte: http://computerworld.com.br/revolucao-dos-robos-no-atendimento-aos-clientes

QUALCOMM PROJETA VENDAS DE ATÉ 1,72 BILHÃO DE APARELHOS 3G E 4G ESTE ANO

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Companhia registrou aumento de receita e do lucro líquido no último trimestre, graças a mais vendas para a China e corte de despesas.

A fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm divulgou hoje, 20, o balanço financeiro da companhia para o terceiro trimestre de seu ano fiscal. Também divulgou sua projeção para o mercado de dispositivos móveis 3G e 4G. A estimativa é que, em 2016, o mundo compre entre 5% e 11% mais aparelhos do tipo – o que resultaria em número entre 1,62 bilhão e 1,72 bilhão. Em 2015, as vendas foram de 1,55 bilhão.

A empresa ressalta, porém, que este volume pode ser maior, uma vez que há empresas chinesas que informam dados menores que o real, além de fabricantes do mercado cinza, que não pedem licenciamento das tecnologias.

Apesar disso, foi justamente o avanço das marcas chinesas de celular que contribuiu para a melhora dos números da fabricante. A receita cresceu 4% em um ano, atingindo US$ 6 bilhões. O lucro líquido foi de US$ 1,6 bilhão, maior em 22%. O bom desempenho também foi alcançado devido a corte de custos. A empresa executa plano para reduzir as despesas em US$ 1,4 bilhão. Neste ano, espera realizar 50% desse plano.

A empresa forneceu chips para equipar quase 325 milhões de dispositivos 3G ou 4G no trimestre encerrado em junho, 11% mais que no mesmo período de 2015. Mas detectou uma queda no preço dos celulares, que teriam custado entre US$ 191 e US$ 197, 7% menor.

Para o quarto trimestre, que se encerrará em setembro, a companhia estima receita entre US$ 5,4 bilhões e US$ 6,2 bilhões e venda de até 215 milhões de chips. A crescimento nas vendas de aparelhos 3G e 4G deve ficar em um dígito.

Fonte: http://www.telesintese.com.br/qualcomm-projeta-vendas-de-ate-172-bilhao-de-aparelhos-3g-e-4g-este-ano/