Foi implantado em julho de 2012 um projeto de internet gratuita na praça Rui Barbosa em Indaiatuba. A Praça contém conexão sem fio liberada e abertura dos sinais de internet para qualquer pessoa que frequentar o local.
Este, será implantado também em outros locais, sendo o próximo, na rodoviária. Não é só uma medida que visa o lazer e sim também para pessoas que precisam utilizar a internet para trabalhar e estudar.
O funcionamento é bem simples, a pessoa recebe um cartão disponibilizado e raspa-o recebendo um código, com este, ele acessa a internet e tem oito horas para usa-la, podendo ser, seguidas ou fracionadas.
Com este projeto Indaiatuba se tornou a primeira cidade da Região Metropolitana de Campinas (RMC) a ter internet gratuita em praças.
Práticas para ambientes de TI de pequena escala
6 de dezembro de 2012As salas de servidores pequenas costumam ser desorganizadas, inseguras e quentes precisando de monitoramento e com limitações de espaço. Os equipamentos de TI são instalados frequentemente em salas isoladas, gabinetes e até mesmo no chão do escritório.
É essencial aumentar a confiabilidade, segurança e eficiência a medida que esses ambientes se tornam cada vez mais críticos e desorganizados para diminuir as despesas de energia e evitar períodos ociosos.
Segue abaixo práticas para implementação de equipamentos de TI em salas de servidores e filiais:
1ª – Energia:
Se cada no-break for conectado a um circuito independente e cada circuito ter seu próprio adjunto a confiabilidade aumenta. É recomendado o uso do no-break redundantes para equipamentos com fontes dual (servidores e controladores de domínio)
2ª – Refrigeração:
É recomendada a temperatura em média de 18ºC a 27ºC. A melhor solução para refrigerar depende da localização dos equipamentos de TI e do volume de carga de TI
3ª – Racks:
O rack permite incorporar melhorias em matéria de disponibilidade, organização, segurança, eficácia de refrigeração, facilidade de distribuição, e profissionalismo. É fundamental para hospedar equipamentos de TI.
Equipamentos de TI deveriam ser instalados dentro de racks seguros com sistemas de ventilação, amortecimento de ruídos e distribuição de energia, e não em espaços abertos de escritórios.
4ª – Segurança física:
Se o espaço de TI é considerado crítico é recomendado a instalação de câmeras de segurança com funções de monitoramento ambiental e se o custo do tempo ocioso é alto é fundamental bloquear o acesso as salas de servidores.
5ª – Monitoramento:
Empresas pequenas que não contam com uma equipe de TI qualificada dentro da própria empresa, é importante o uso do sistema de no-breaks e monitoramento ambiental, pois informam os gerentes de TI sobre os alarmes dos no-breaks e condições ambientais nocivas, ajudando assim a diminuir os tempos ociosos.
Hitachi abre fábrica de sistemas de armazenamento de dados no Brasil
8 de novembro de 2012A Hitachi Data Systems (HDS) anuncia sua primeira fábrica no Brasil que será responsável pela produção de sistemas de armazenamento de dados. A unidade está instalada desde o final de setembro deste ano em Hortolândia (SP), cidade que tem atraído empresas de TI e reúne fabricantes como IBM e Dell e ainda data centers de bancos como Itaú e Santander.
O objetivo de contar com uma fábrica em solo nacional é melhorar a cadeia de distribuição e aumentar a competitividade. “Além de reduzir o custo dos produtos e acelerar a entrega aos clientes.
De acordo com a companhia, a escolha por Hortolândia envolveu dois pontos. O primeiro é a proximidade com o aeroporto de Viracopos, facilitando a logística, e o segundo é por estar perto da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o que deverá atrair talentos.
a Hitachi passa a contar com cinco fábricas em todo o mundo localizadas no Japão, Cingapura, Estados Unidos e Holanda. A operação nacional será responsável pela fabricação de três linhas de sistemas, que incluem equipamentos para armazenar grandes quantidades de dados [Big Data]. A produção mensal é de 15 sistemas.
Uma das linhas produzidas, a Hitachi Unified Storage VM (HUS VM) quer atacar especialmente as pequenas e médias empresas. “A tecnologia tem performance e disponibilidade de uma solução ‘enterprise’ com preço mais competitivo.
Em um primeiro momento, as tecnologias deverão atender ao mercado local. “Em um futuro próximo, queremos enviá-las para os países do Mercosul”, adianta Airton, diretor Geral da Hitachi. Em 2013, prossegue o executivo, a ideia é integrar um centro de pesquisa e desenvolvimento à operação.
Airton afirma que nos últimos cinco anos a fabricante cresceu quatro vezes no Brasil. Nos próximos dois anos, a expectativa é registrar salto quatro vezes maior. “Buscamos expansão na casa de dois dígitos”, relata.
Gerenciando os programas que inicializam com o Windows 8
8 de novembro de 2012Alguns programas instalados no Windows, são configurados para inicializar junto com o sistema,em segundo plano. Antivírus,drivers de dispositivos e programas que atualizam automaticamente são exemplos de itens que inicializam com o Windows, além de outros programas menos essenciais.
Para gerenciar esses itens, utilizávamos uma ferramenta chamada Utilitário de Configuração do Sistema, ou simplesmente “msconfig”, existente desde o Windows 95 até o Windows 7. A partir do Windows 8, esse papel passou a ser desempenhado pelo Gerenciador de tarefas e não mais pelo msconfig.
Ao abrir o Gerenciador de tarefas no modo completo, temos, dentre outras, a guia Inicializar, que relaciona todos os itens que inicializam com o sistema.
Através de colunas é possível identificar rapidamente o nome do programa, fornecedor, se ele está ativado ou desativado e, principalmente, qual o impacto desse programa na inicialização do sistema.
Ao clicar com o botão direito do mouse sobre uma das colunas, podemos exibir colunas adicionais que exibem ainda mais detalhes sobre os programas listados. Esses detalhes incluem o tipo de inicialização, a atividade em disco no momento da inicialização, o uso de CPU, se o programa está em execução nesse momento, desde quando o programa está desativado e a linha de comando utilizada para lançar o programa.
Após uma análise cuidadosa, o usuário poderá decidir desativar os itens que causarem um maior impacto na inicialização do sistema, isto é, itens que deixam a inicialização mais lenta. Basta selecionar o programa que se deseja desativar e clicar no botão Desabilitar na parte inferior da janela.
No entanto é preciso ter cuidado para não desativar programas realmente necessários como um software antivírus ou o driver de algum dispositivo. De qualquer forma, se algo der errado ao desativar um programa, basta retornar ao gerenciador de tarefas e ativá-lo novamente.
Considerações finais
O gerenciamento de itens da inicialização não somente mudou de lugar como também ganhou novas funções, como a possibilidade de exibir mais informações sobre cada programa, o que antes só era possível com programas de terceiros.
Além de facilitar a tomada de decisão do usuário na hora de desativar algo que esteja deixando a inicialização mais lenta, as informações extras podem facilitar a identificação de malwares que tentam se passar por processos do sistema.
Com a mudança de lugar, essas configurações ficaram em um local visível e de fácil alcance. Com isso até mesmo usuários menos experientes poderão encontrá-la facilmente, seja por conta própria ou por orientação de outra pessoa mais experiente.
Senado aprova projeto de lei para combater crimes na internet
6 de novembro de 2012O Senado aprovou nessa quarta-feira o projeto de lei da câmara que altera o Código Penal para tipificar como crime uma série de infrações no universo virtual.
O projeto produzirá uma mudança na utilização da internet no Brasil. Inclusive punir os criminosos que roubaram e distribuíram as fotos da atriz Carolina Dieckmann”. Infrações relacionadas ao meio eletrônico como invadir computadores, violar dados de usuários ou derrubar sites estão mais perto de se tornarem crimes”, definiu a Agência Senado ao anunciar a aprovação.
O projeto de lei que tem autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) classifica como crime, por exemplo, a violação indevida de equipamentos e sistemas conectados ou não à rede de computadores, com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização do titular, ou ainda para instalar vulnerabilidades. A pena nesses casos é de três meses a um ano de detenção, além de multa.
Também está prevista punição de seis meses a dois anos de reclusão, além de multa, para quem obtiver dados após a invasão ou controlar a máquina invadida remotamente. A pena aumenta de um a dois terços se houver divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro dos dados obtidos. Segundo a Agência Senado, estima-se que, em 2011, as instituições financeiras tiveram prejuízos de cerca de R$ 2 bilhões com delitos cibernéticos.
Brasil fecha a porta aos spams em dezembro deste ano
26 de outubro de 2012Em dezembro de 2012, o Brasil fecha a porta por onde sai a enxurrada de e-mails indesejados que coloca o País entre os maiores spammers do mundo: a porta “25”. “Constatamos que o Brasil estava enviando muito spam, não porque tem muito spammer brasileiro, mas porque a rede é menos segura. A única maneira de evitar que as máquinas invadidas continuem fazendo isso é fechar essa porta”, observa Henrique Faulhaber, representante das indústrias de bens de informática.
Na prática, usuários que não trocarem a porta utilizada pelo seu programa de e-mail, como o Outlook ou o Thunderbird, terão dificuldades para enviar e-mails quando a campanha, batizada de Gerência de Porta 25, for concluída. O objetivo é impedir que usuários já contaminados por malwares e cujas máquinas estejam sendo usadas como ponto de envio de spams – mesmo que, na maioria das vezes, o usuário nem desconfie – não consigam mais fazê-lo.
Brasil fecha a porta aos spams em dezembro deste ano; entenda
24 de outubro de 2012 • 13h28 • atualizado em 25 de outubro de 2012 às 11h57
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Porta 25, usada sem restrições por spammers, será fechada no Brasil para conter envios
Foto: Antispam.br/Reprodução
Em dezembro de 2012, o Brasil fecha a porta por onde sai a enxurrada de e-mails indesejados que coloca o País entre os maiores spammers do mundo: a porta “25”. “Constatamos que o Brasil estava enviando muito spam, não porque tem muito spammer brasileiro, mas porque a rede é menos segura. A única maneira de evitar que as máquinas invadidas continuem fazendo isso é fechar essa porta”, observa Henrique Faulhaber, representante das indústrias de bens de informática no CGI.br e membro do Conselho de Administração no Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR.
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Na prática, usuários que não trocarem a porta utilizada pelo seu programa de e-mail, como o Outlook ou o Thunderbird, terão dificuldades para enviar e-mails quando a campanha, batizada de Gerência de Porta 25, for concluída. O objetivo é impedir que usuários já contaminados por malwares e cujas máquinas estejam sendo usadas como ponto de envio de spams – mesmo que, na maioria das vezes, o usuário nem desconfie – não consigam mais fazê-lo.
A mudança envolve, basicamente, trocar o número da porta do programa leitor de e-mails de “25” para “587”, a nova via de acesso que será utilizada. O site do CGI oferece instruções para a troca.
Fecha uma porta, abre outra
As medidas de gerenciamento da “25” não significarão um apagão dos e-mails. Elas não afetam usuários de webmail – que acessam contas em serviços como Gmail ou Terra Mail, por exemplo, diretamente no navegador de internet. Além disso, basta os usuários trocarem as configurações do seu serviço para continuarem enviado mensagens.
“Na verdade, há algum tempo os usuários já são alertados para a mudança. Pode-se dizer que mais de 90% dos usuários de banda larga no Brasil já se ajustaram à nova porta”, diz Eduardo Parajo, diretor presidente do conselho consultivo superior da Associação Brasileira de Internet (Abranet), relembrando que a Gerência foi acordada no ano passado entre entidades, com prazo de 12 meses para implementação. Anatel, CGI.br, SindiTelebrasil e Associações de Provedores de Acesso e Serviços Internet fizeram parte do acordo.
Na nova porta, a “587”, os provedores de e-mail gerenciarão as mensagens de acordo com parâmetros como número de destinatários e e-mails enviados em determinados períodos de tempo. A medida não impedirá totalmente o envio de spams, mas vai dificultar a ação deles. Também poderá ser usada a porta “465”.
“Existe toda uma convenção de regras da internet baseadas em padrões de utilização. Os spammers até poderiam se aproveitar (da porta “587”), mas fica mais difícil. O spammer teria que descobrir usuário e senha no provedor de e-mail para enviar a mensagem. E no provedor existe uma série de controles que vão evitar que se seja abusado na conta de e-mail. É diferente de hoje, na “25”, em que a banda é o limite”, completa Parajo.
Alívio na rede
O mau uso da porta é possível porque a “25” foi feita originalmente para comunicação entre servidores, onde o envio de dados é autenticado, ou verificado. Na máquina dos usuários domésticos, não. “Os spammers tiram proveito dessa característica para transformar a máquina que o usuário tem em casa em um servidor de spams, sem que usuário saiba”, explica Parajo.
Fechando a porta, a tendência é que o usuário hoje infectado sinta uma melhora na rede. “A pessoa pensa que está com um serviço (de internet) ruim, contrata mais banda, e continua na lentidão porque o spammer, por essa porta, pode usar todo o recurso disponível, sem limites”, explica Faulhaber.
Além de prejudicar os usuários, o uso da porta “25” por spammers tem gerado má fama para o País – tanto que mesmo e-mails legítimos podem ser bloqueados porque a origem é o Brasil – e ocupado banda do tráfego internacional. Segundo levantamento do Comitê Gestor da Internet (CGI), o volume de 1 TB em spams foi registrado em um projeto que monitora ataques à rede brasileira. O projeto usa 10 máquinas.
Muitos e-mails monitorados eram em chinês ou japonês. Ou seja, spammers de outros países têm utilizado recursos computacionais brasileiros para seus golpes. “Como resultado a gente perde rede duas vezes, quando o spam entra e quando sai. Até o Japão já nos escreveu há alguns anos dizendo algo tipo: ‘pelo amor de Deus faz alguma coisa'”, diz Parajo.
Com a troca, a esperança é de mudança nesse cenário. “O primeiro efeito vai ser cair mais na lista de maiores spammers mundiais”, finaliza Parajo.
Seis dicas para garantir a segurança e a gestão de Tablets e Smartphones
26 de outubro de 2012Esta ano houve um grande crescimento de dispositivos de consumo sendo usados para fins profissionas e pessoais. Muitas organizações estão encontrando um caminho para garantir os níveis de seguranças adequados e gerenciamento dos dispositivos que foram levados para dentro das empresas.
Ao considerar o poder que aplicações e malwares podem exercer sobre tablets e smartphones e ainda a constante atualização de soluções para gestão de aparelhos, líderes de segurança têm, de fato, muitos desafios pela frente.
Segue abaixo seis dicas para obter uma gestão eficiente e blindas os dispositivos móveis:
Política movel forte
Uma pesquisa feita pela Consultoria IDC descobriu que os trabalhadores estavam usando dispositivos o dobro do permitido, mas também pensavam que os empregadores eram muito mais permissivos no uso de dispositivos de consumo do que eles realmente eram. Por isso, é vital contar com uma política de uso móvel claramente definida para evitar esse tipo de mal-entendido.
As empresas devem definir claramente políticas em torno de reembolso e quais aplicativos os usuários podem acessar por meio de dispositivos pessoais, juntamente com uma orientação clara sobre quem controla os dados dos aparelhos.
Crie um inventário de ativos
A implementação de um sistema de gestão robusto e atualizado regularmente é parte vital de qualquer sistema de gestão de dispositivos móveis.
Embora muitas empresas tenham um inventário de ativos fixos e sem fio, a maioria não é atualizado e validado em uma base regular. Isso leva a potenciais problemas de segurança a partir de dispositivos desconhecidos ou que estejam sendo usados de forma inadequada. Companhias com inventários precisos têm uma visão muito mais clara de seus ambientes.
Garantir a configuração adequada dos dispositivos
variedade de dispositivos e plataformas pode transformar a configuração de aparelhos em um processo desafiador. Handsets, smartphones, tablets com sistemas operacionais diferentes e funcionários que trabalham em vários locais torna a questão ainda mais complexa.
Se um dispositivo é registrado em um servidor de gestão de dispositivo móvel, um perfil de configuração definido e gerenciado por um administrador de TI pode ser implementado, permitindo que o aparelho interaja com sistemas corporativos.Um nível adequado de encriptação pode também ser adicionado a quaisquer comandos provenientes do servidor para garantir que as configurações não possam ser alteradas sem a devida autorização.
Implementar a segurança adequada
Apesar do grande fluxo de dispositivos de consumo no local de trabalho, muitas organizações não implementaram controles de segurança em resposta ao movimento, deixando-os em risco. Pode acontecer a perda de dados sensíveis.
A criptografia de dados é uma poderosa peça do quebra-cabeças da segurança móvel e muitas empresas não usam o recurso regularmente. Além de implementa-la, companhias precisam informar os trabalhadores sobre os riscos de não cumprir com os protocolos de segurança.
Regular protocolos de aplicações
Malwares constantemente invadem lojas de aplicativos, por isso, eles precisam ser verificados antes de serem autorizados pela empresa. Tais aplicativos maliciosos podem assumir o dispositivo móvel e operá-lo em segundo plano, sem que o usuário saiba, em busca de informações sensíveis, como senhas ou dados bancários.
Fornecer treinamento e suporte ao usuário final
Uma parcela relativamente pequena das funcionalidades do dispositivo móvel é usada numa base regular. Com dispositivos cada vez mais sofisticados, os usuários podem acabar subutilizando todas as funções que estão à sua disposição.
a maioria das empresas se beneficia ao fornecer treinamento adequado ao usuário, incluindo como configurar e-mail, personalizar o dispositivo, selecionar aplicativos, compreender as capacidades do navegador, usar mensagens instantâneas e serviços de dados móveis e compreender as funções de atalho.
Suporte e treinamento podem aumentar a eficiência do trabalhador e também reduzir os riscos de segurança, já que os funcionários podem compreender melhor como funcionam seus aparelhos.
Gerir a mobilidade do empregado não precisa ser um pesadelo. Com as estratégias adequadas, os empregados e empregadores podem colher os benefícios da mobilidade.
Alinhar cloud computing e negócio é vital
12 de outubro de 2012Pesquisas indicam que o tráfego global na internet gerado pelo uso de serviços de cloud computing aumentará 12 vezes até 2015.
Para aqueles que estão em busca de expansão dos negócios e não sabem se a nuvem esta alinhada ao planejamento estratégico da empresa, veja 5 dicas para ajudar na identificação:
1. Menor custo de propriedade: A migração de dados críticos pode significar mais rentabilidade do que manter um hardware nas instalações da empresa. Como seus dados são armazenados na infraestrutura do provedor de serviços não é necessário investir na compra de equipamentos, manutenção ou atualização do servidor.
2. Continuidade dos negócios: Ao migrar os dados da companhia para a empresa especializada no fornecimento de soluções de computação em nuvem, a organização não estará investindo só em uma solução de armazenamento off-site, mas também tendo um pouco mais de tranquilidade. Porque, provedores de solução em nuvem contam com funcionários treinados pronto para responder a emergência 24 horas por dia, garantindo que a companhia tenha acesso a arquivos e aplicações de negocio. As informações estarão seguras graças ao fato de que são replicadas para outro local.
3. TI sob demanda: A solução em nuvem pode crescer rapidamente para atender a demanda de funcionários e clientes. Conforme os negócios vão crescendo, a solução pode ser rapidamente escalada para atender as crescentes necessidades. Para empresas que dependem de venda na web essa movimentação deve ser muito importante como representatividade significativa da receita.
4. Mobilidade: A companhia e funcionários podem ter acesso a importantes informações em qualquer lugar e a qualquer hora, basta ter acesso a internet. Isto reflete no aumento da produtividade. É possível acessar, trabalhar e atualizar dados de missão critica, como uma apresentação de power point, a partir do escritório, antes de que o pessoal de vendas use do outro lado do país.
5. Concorrência acirrada: A empresa não precisara investir em infraestrutura, atualização e manutenções. Poderá contar com tecnologias emergentes, pois os provedores de nuvem, para reter seus clientes, cuidarão disso.
Maxlan esteve presente no Road-Show da Paris Cabos
12 de outubro de 2012A Paris Cabos promoveu um road-show em agosto, para fortalecer sua marca e consolidar novas parcerias em Campinas e São josé dos Campos. Estavam presentes cerca de 20 empresas sendo uma delas, a Maxlan.
A Paris Cabos desenvolve ações de pré e pós-vendas, acompanhamento de projetos, incluindo visitas em conjunto com canais e fabricantes, tanto em CFTV e cabeamento estruturado, quanto em projetos de redes industriais e data centers.
Para melhor dialogar com o público-alvo, foram promovidos dois eventos diferentes, para públicos específicos. Um pela manhã, voltado a gestores de data centers, segurança, manutenção e redes de TI; e outro, à tarde, direcionado a instaladores e integradores de TI e CFTV.
