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Novo ICMS em 11 Estados custa R$ 1,2 bi

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Em um cenário de crise nas finanças públicas, as operadoras de telefonia e banda larga tornaram-se alvo dos fiscos estaduais. As alíquotas de ICMS que incidem sobre os serviços de telecomunicações subiram em 11 Estados e no Distrito Federal desde janeiro. O aumento deverá tirar R$ 1,2 bilhão do já combalido caixa das empresas em 2016, conforme estimativas do Sinditelebrasil, principal associação do setor

Para saber mais visite http://www.valor.com.br/empresas/4637371/novo-icms-em-11-estados-custa-r-12-bi-para-teles

Eletroeletrônicos e bens de informática tem destaque na exportação

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 2,84 bilhões no primeiro semestre deste ano, 1,1% acima das registradas no mesmo período de 2015 (US$ 2,81 bilhões), segundo informações da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee).

No período, o destaque ficou com bens de informática, com aumento de 61% sobre os primeiros seis meses de 2015. Também houve alta nos itens de GTD (Geração, Transmissão e Distribuição de energia), de 20,3%, e de equipamentos industriais (+19,7%).

No acumulado, a Abinee ressalta o desempenho nas exportações de impressoras (+159%) e de máquinas para processamento de dados (+65%). Esses mesmos itens tiveram alta expressive no mês de junho sobre maio, período em que os bens de informática tiveram alta de 63,8%: impressoras (+193%) e máquinas de processamento de dados (+189%).

As importações seguem em baixa – a única exceção sendo compras consideradas pontuais pela Abinee no segmento de GTD. No geral, as importações de produtos elétricos e eletrônicos somaram US$ 12,1 bilhões, valor 31,6% abaixo das ocorridas em igual período de 2015 (US$ 17,8 bilhões). A retração foi verificada nos setores em geral: linha branca (-49%), portáteis (-48%) e imagem e som (-45%).

Como resultado, no acumulado dos primeiros seis meses de 2016 o déficit da balança comercial dos produtos elétricos e eletrônicos alcançou US$ 9,30 bilhões, 38% abaixo do registrado em janeiro-junho de 2015 (US$ 14,96 bilhões). Ao analisar por regiões, a maior parte do déficit ocorreu em função dos negócios com os países da Ásia (US$ 7,31 bilhões), sendo que somente com a China, o saldo negativo alcançou US$ 3,80 bilhões.

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42999&sid=5

A OUSADIA DA TIM

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Operadora firmou parceria com o Cubo Coworking, mantido pelo Itaú, e passa a usar o conceito de Open Innovation para rentabilizar serviços de conectividade, billing e big data

A TIM lançou hoje, 19, em São Paulo, uma parceria com o Cubo Coworking, espaço dedicado ao empreendedorismo mantido pelo Itaú e Redpoint Ventures. Inicialmente, a operadora móvel irá fornecer a infraestrutura de rede de ultra banda larga no prédio, que hoje abriga 55 empresas – a maioria, startups. E já iniciou reuniões com os empreendedores do local para oferecer mentoria, encontrar potenciais clientes ou parceiros.

A intenção da tele é entrar no ecossistema de inovação sem lançar mão de capital. “Acreditamos que o ecossistema de empreendedorismo no Brasil está bem servido. O que de melhor podemos oferecer às startups é o acesso a nossos clientes, big data, sistemas”, diz Luis Minoru, CSO da TIM Brasil.

Segundo ele, o acesso a 65 milhões de clientes, a uma ampla rede 4G, o contato com uma série de serviços inovativos – área que fatura R$ 1,5 bilhões na operadora – e a capacidade de processar nada menos que 6 bilhões de CDRs por dia pode garantir o sucesso de uma empresa nascente e inovadora. A operadora está concluindo, ainda, a implementação de plataforma da Oracle e Engineering que, entre outras coisas, abrirá as portas para uso de API por parte das startups para acessar os sistemas da TIM.

“Para nós, como operadora, o Open Innovation abre possibilidades. Queremos ser mais vistos como empresa de serviços do que de infraestrutura. [Com essas parcerias] gero um cliente para minha infraestrutura de big data, billing, e serviços de conectividade”, afirma o executivo.

Quem vai fazer o meio de campo entre a operadora e as startups será o departamento de Inovação e Novos Negócios, dirigido por Janilson Bezerra. A área foi criada no final do ano passado e está subordinada à diretoria de estratégia, comandada por Minoru.

Para o Cubo, a visão da TIM faz todo sentido. Segundo Flavio Pripas, responsável pelo espaço, empresas dispostas a investir nas startups já não são a principal necessidade dos empreendedores. “O investimento em equity às vezes atrapalha o desenvolvimento de uma startup pois impede investimento de outras fontes”, observa. Em 10 meses de funcionamento, as empresas do Cubo fecharam 80 negócios  de investimento ou parcerias das startups com grandes empresas.

A parceria com entre TIM e Cubo complementa a já existe iniciativa do Instituto TIM de incentivar a inovação por meio do Academic Working Capital (AWC). Neste caso, o instituto atua como uma aceleradora, financiando a prototipagem de produtos e oferecendo mentoria para incentivar o empreendedorismo inovador de alto impacto a formandos de universidades.

Por enquanto, a operadora não tem a intenção de trazer para o país o TIM Ventures, área de corporate investment da Telecom Italia e que já aportou capital na empresa local wiMAN, um sistema de WiFi compartilhado. “Eles [TIM Ventures] até estão olhando formas de atuar no Brasil. Mas acho que não é necessário neste momento. A principal moeda de troca hoje não é dinheiro”, conclui Minoru.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-vai-oferecer-startups-acesso-assinantes-e-big-data/

TIM QUER DOBRAR QUANTIDADE DE CIDADES COM 4G ATÉ FINAL DO ANO

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Operadora pretende entrar em 2017 com a quarta geração de redes móveis disponível em mil cidades. Vai, também cobrir toda a capital do Rio de Janeiro com agregação de portadoras

A TIM aposta alto da expansão de sua rede 4G. O objetivo é ser rápido e aproveitar diferenciais competitivos que outras operadoras têm dificuldade em igualar – como a alta capilaridade da rede usando frequências em 1,8GHz.

A empresa pretende, até o final do ano, atingir a marca de mil cidades com cobertura LTE. No momento, são 520 cidades. O número será alcançado com o refarming do espectro. Os 1,8 GHz eram usados no 2G (GSM) pela tele. Por sua vez, o 2G atualmente concentra 1,5% do tráfego de dados e 20% do de voz.

Além de quase dobrar a lista de municípios atendidos com a rede móvel de quarta geração, a TIM dará atenção especial ao Rio de Janeiro, que se beficiária do legado olímpico. A cidade será a segunda a ter cobertura com agregação de portadoras.

A primeira é Rio Verde, em Goiás, onde a faixa de 700 MHz foi liberada no começo do ano. A pequena cidade tem funcionado como um piloto para a agregação de portadoras. Os resultados alcançados até agora mostram que vale a pena correr para usar a tecnologia. “Em Rio Verde obtivemos velocidades em campo de 60 Mbps. A combinação de faixas tem um caráter muito promissor”, afirma o CTO da TIM Brasil, Leonardo Capdeville.

Haverá uma diferença, porém. Enquanto em Rio Verde a TIM recorre à recém liberada faixa de 700 MHz, no Rio a agregação usará apenas as faixas de 1,8 GHz e 2,6 GHz. Mas a expectativa é grande. “Com os 700 Mhz comprovamos que o alcance é quatro vezes maior que o das estações de 2,6 GHz, sem qualquer interferência na TV”, falou. O Rio terá disponível os 700 MHz apenas em 2018, segundo o cronograma de limpeza da faixa, usada pelas emissoras de TV analógica.

Outra diferença diz respeito ao acordo de RAN sharing com a Oi. Na cidade, TIM e Oi compartilham infraestrutura de 2,5 GHz. Para fazer a agregação, a TIM está instalando equipamentos próprios, adicionais e não compartilhados. Mas isso não alterará o compartilhamento existente, garante o executivo.

 

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/tim-quer-dobrar-quantidade-de-cidades-com-4g-ate-final-do-ano/

GRUPO ALGAR INVESTIRÁ EM INOVAÇÃO

domingo, 14 de agosto de 2016

 

 

Para investir 5% do seu lucro líquido em inovação, lançou a Algar Ventures, que vai participar do ecossistema de inovação junto a start ups, incubadoras, universidades, espaços de coworking e fundos de investimento.

Com receita líquida de R$ 4,8 bilhões e lucro líquido de R$ 200 milhões em 2015, o Grupo Algar, com sede em Uberlândia (MG), lançou hoje (19) a Algar Ventures, braço pelo qual pretende participar ativamente do ecossistema da inovação. Em seu primeiro ano de atuação, o fundo vai investir em parcerias com start ups, universidades, espaços de coworking, incubadoras, etc. A partir do segundo ano os investimentos serão diretos em start ups, com projetos nas áreas de atuação do grupo: telecom, agronegócios, turismo e serviços.

O investimento definido pelo grupo na Algar Ventures é de 5% de seu lucro líquido por ano. Isso significa que os recursos para o primeiro ano de atuação do fundo de investimento serão de R$ 10 milhões. De acordo com Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação do Grupo Algar, o objetivo, com a Algar Ventures, é levar a inovação para todas as áreas do grupo e identificar oportunidades inovadoras e disruptivas que possam complementar o portfólio de negócios do grupo, nas áreas onde já atua.

Com a Algar Ventures, os investimentos em inovação que já são feitos pelas empresas do grupo, ganharão musculatura, na visão de Sganzerla. “É muito diferente uma empresa investir internamente em inovação com seus recursos, e ter um suporte do grupo”, avalia. Mesmo sem esse suporte, duas empresas do grupo, a Algar Telecom, que respondeu por metade de sua receita líquida e 75% de seu lucro em 2015, e a Algar Agronegócios já avançaram muito em inovação.

Tanto que acabam de ser premiadas em uma iniciativa do jornal “Valor Econômico”, conta Sganzerla. A Algar Telecom ganhou o primeiro lugar em seu segmento, onde atuam grandes operadoras de telecomunicações. No segmento de agronegócios, a empresa do Grupo ficou em terceiro lugar.

 

Fonte: http://www.telesintese.com.br/grupo-algar-vai-investir-5-do-lucro-liquido-em-inovacao/

TIM testa vídeochamada e voz sobre 4G durante as Olimpíadas

sábado, 13 de agosto de 2016

A Olimpíada transformou a cidade do Rio de Janeiro na mais conectada do Brasil, pelo menos, até o final do ano. Somente na TIM, informa o CTO, Leonardo Capdeville, os sites 4G vão passar de 773 para quase 1,3 mil até dezembro. A cobertura do 3G também foi ampliada passando e 883 para 1003. Os investimentos também estão sendo feitos na região metropolitana e para garantir a qualidade, 90% dos sites da TIM serão conectados por fibra óptica ainda em 2016.

“Temos a convicção de que pelo menos 70% das conexões de dados durante o evento vão ser pela rede 4G. Na Copa do Mundo de 2014, a tecnologia representou apenas 10%. Em junho, chegamos a 40% do tráfego de dados no Rio com 4G. E vamos passar de 50% até dezembro”, enumera Capdeville. O executivo salienta que a infraestrutura da TIM para os jogos começou a ser estruturada há um ano.

E nesse plano, se estruturou o piloto para vídeochamada em LTE, em alta definição, como hoje acontece com as OTTs. Também haverá o teste com o Wi-Fi Calling, chamada de voz por canais de dados por meio do Wi-Fi, onde não houver o sinal da rede 3G ou 4G. O teste, informa Capdeville, será feito com um grupo selecionado pela TIM entre funcionários e parceiros. “Mas ele vai acontecer num período de grande estresse para a rede. E queremos que isso aconteça mesmo”, relata.

Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, durante evento realizado no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, 21/07, o executivo da TIM fala ainda sobre os acordos de compartilhamento; garante que não vai ter falta de conexão de dados na Rio 2016 e revela a importância do roaming com os turistas no período. “Somos a única operadora com 4G em 1,8 Mhz, bastante usada em outros países, como os EUA. Fechamos vários acordos internacionais”.

Assistam em http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=43032&sid=17#.V5-mrjsrLIV

Mudanças no mercado de telefonia m[ovel

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O mercado móvel celular registrou adição negativa no mês de maio em relação a abril. Foram perdidos 1.197.41 milhão de acessos em 30 dias, com a TIM liderando a perda de base, com 1 milhão de acessos a menos no período. Claro, Vivo e Nextel também tiveram queda. Apenas a Oi teve adição positiva em maio, segundo dados revelados nesta sexta-feira, 15/07, pela Anatel.

Segundo os dados da agência reguladora, o Brasil registrou em maio, 255,23 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 124 acessos por 100 habitantes. Em abril, eram 256.429.095 milhões de acessos. No quinto mês do ano, os acessos pré-pagos totalizavam 180,88 milhões (70,87% do total) e os pós-pagos, 74,35 milhões (29,13%).

O 4G segue em alta e acrescentou 1,673 milhão de novos acessos de abril para maio, fechando o mês com 36.555.428 milhões de acessos ativos. Já o 3G mantém a tendência de baixa e perdeu 777.841 mil acessos de abril para maio, caindo de 143.675.329 milhões acessos ativos para 135.896.918 milhões de acessos ativos.

Entre as operadoras, a TIM foi a que mais perdeu base – 1 milhão – caindo de 66.374.691 em abril, para 65.371.554 milhões em maio. A Claro também registrou perda, mas bem abaixo da rival: 231.219 acessos, ficando com 64.585.709 milhões de acessos ativos. A Vivo registrou ligeira queda – 14.372 mil – e se manteve na liderança com 73.256.923 milhões de acessos ativos.

A Oi foi a única operadora a ter adição positiva em maio: 52.146 mil acessos e chegou a 47.737.129 milhões de acessos ativos. A Nextel – que vinha numa tendência de crescimento, estagnou e também registrou queda de 13.284 mil acessos. A operadora – que tem venda especulada – fechou o quinto mês do ano com 2.458.525 milhões de acessos ativos.

*Com dados da Anatel

 

 

 

 

Fonte: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=42981&sid=8

Consultoria projeta que as receitas da indústria de TI passarão de US$ 6,46 bilhões, em 2015, para US$ 7,78 bilhões em 2016

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

 

A Frost & Sullivan estima que a indústria de tecnologia na América Latina gerou receitas de US$ 6,46 bilhões em 2015 e deve alcançar um faturamento de US$ 7,78 bilhões em 2016. Apesar de animador, o desempenho poderia ser bem melhor.

De acordo com a consultoria, a migração da computação tradicional para processos mais disruptivos tem sido severamente dificultada nas empresas latino-americanas devido a questões relacionadas à confiabilidade e falta de infraestrutura.

“Considerando o vasto potencial de receitas da indústria de serviços de TI na América Latina, seus stakeholders estão gradualmente percebendo que a cooperação é a melhor maneira de superar esses desafios fazendo com que todos saiam ganhando”, indica a consultoria.

A empresa liberou o estudo 2016 Latin America Outlook for the Information Technology Services Industry, no qual mostra, ainda, outro gargalo para o avanço de soluções disruptivas: preocupações com temas de segurança.

“Não importa a tecnologia, sem uma estratégia de segurança bem desenhada, há pouca chance de sucesso no longo prazo”, observa Leandro Scalize, consultor de transformação digital da Frost & Sullivan.

Na visão do executivo, essa preocupação se tornará cada vez mais relevante à medida que as empresas continuam o processo de digitalização de suas operações. Esse contexto impactará positivamente o faturamento desse mercado.

O setor de serviços de segurança gerenciada – como consequência – irá crescer de US$ 580,2 milhões em 2015 para US$ 687,5 milhões 2016, a uma taxa de crescimento de 18,4%.

Cloud e Big Data

Ainda que os serviços de data center continuem liderando o mercado de serviços de TI em termos de receita, esse panorama deve mudar em breve, uma vez que a taxa composta de crescimento anual desse segmento é a menor dentre os serviços analisados no estudo.

“Um segmento que está rapidamente caminhando para a maturidade na América Latina é a computação em nuvem, devido principalmente à maior compreensão sobre o conceito e também às recentes implementações de SaaS e IaaS”, afirma.

A expectativa é de que cloud pública gere uma receita de mais de US$ 2 bilhões em 2016. Já o Big Data terá uma posição de destaque na indústria de TI, impulsionado pela grande ênfase dada pelas empresas atualmente à análise de dados.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/infraestrutura-precaria-limita-inovacao-na-al-indica-frost-sullivan

o crescimento de serviços como o Netflix

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Até 2021, as receitas dos serviços de SVOD devem mais que dobrar em relação a este ano, saltando de US$ 14,6 bilhões para US$ 34,6 bilhões. A previsão é da Juniper Research no estudo Digital TV & Video: Network and OTT Strategies 2016-2021. O estudo destaca que a base atual da Netflix nos Estados Unidos,conforme divulgado em balanço de junho, alcançou o das grandes redes de TV por assinatura no país, notadamente a DirecTV e a Comcast, com bases de 47 milhões e 47,7 milhões, respectivamente.

Outra previsão importante é que as operadoras tradicionais de TV comecem a ver serviços de SVOD, como Youtube e Hulu, como parceiros potenciais para diversificar a oferta com serviços mais em conta e reduzir o cord cutting. A expectativa é que esses serviços entrem nos pacotes em 2017.

O relatório conclui ainda que o tráfego de dados de TV e vídeo deve crescer mais do que cinco vezes até 2021, puxada pelo aumento de conteúdos em 4k. Até lá, 13% da receita com SVOD e TVOD deve vir do 4k.

 

 

 

Fonte: http://convergecom.com.br/telaviva/paytv/20/07/2016/receitas-com-svod-devem-mais-que-dobrar-ate-2021/

Atuação do MCTIC no campo das Telecomunicações

terça-feira, 9 de agosto de 2016

O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) implantou o Portal de Serviços  para facilitar a adesão a programas na área de telecomunicações por gestores públicos. A ferramenta reúne 20 conjuntos de dados como o número de telecentros instalados no País, a quantidade de equipamentos direcionados para pontos de inclusão digital, as solicitações para a implantação do programa Cidades Digitais, a desoneração de smartphones e informações sobre lançamentos de debêntures para infraestrutura.

A página destaca os passos a serem adotados para instalação dos serviços. Um exemplo é a possibilidade de uma das 5.570 prefeituras brasileiras solicitar o acesso ao Cidades Digitais. Os prazos dos serviços são definidos no meio digital, evidenciando a preocupação do MCTIC em estabelecer o tempo necessário para prestação de cada um deles.

No caso de Denúncia Sobre Serviços de Radiodifusão, por exemplo, o cidadão deverá ter a resposta em um dia. Outros serviços têm um prazo de resposta maior, variando entre 30 e 90 dias. Eles estão ligados ao Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac).

A disponibilização das informações no Portal de Serviços é resultado de uma etapa cumprida dentro do Plano de Trabalho firmado entre o MCTIC e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Essa iniciativa das pastas também está inserida na Estratégia de Governança Digital (EGD), que pode ser acessada aqui.

 

Fonte: http://convergecom.com.br/teletime/20/07/2016/

mctic-lanca-portal-para-facilitar-adesao-programas-de-telecomunicacoes/